Vamos falar da Mariah Carey: Me. I Am Mariah... The Elusive Chanteuse

Own, e chegamos no último post pra falarmos da gigante discografia da Mariah Carey! Quem é que tá triste? Aim, eu até que tô, viu? São quantos anos de carreira mesmo? Aloka... não sei. Me digam nos comentários se você for bom de matemática.
Bom, minha intenção era deixar o último post natalino da bunita no ar até o Natal, mas a fila tem que andar, néam? Além disso, só faltava mais um álbum... e que porra de título é esse, Mariah!? "Me. I am Mariah... The Elusive Chanteuse". Assim: MEU KOOL. Não adianta reclamar, néam? Acho que o próximo álbum da bunita vai se chamar "Me. Mariah Carey. I like to go shopping dressing my black Versace with Melissinhas". Por favor, gata. Menos é mais. Claro que não em todos os contextos...

Olha só, antes de chegarmos ao "Elusive Chanteuse" (me recuso a ficar escrevendo aquele título enorme), vale a pena lembrarmos que a Mariah lançou o single de Triumphant (Get 'em) em 2012. Eu super achei que ele estaria no próximo álbum, mas fui feita de boba. Enfim, a música é de uma chatice r'n'b sem igual. Ou melhor, igual a tanta porcaria lançada pela Mariah nos últimos anos. Alguns remixes foram lançados com a intenção de enfiar Mariah Carey goela abaixo de todo mundo. Não deu certo.
Bom, o processo criativo do "Elusive Chanteuse" começou logo depois que o "Memoirs of an Imperfect Angel" perdeu a (pouca) graça que tinha e Mariah deu a luz aos seus gêmeos. Pois éam, meus amores. Parece que finalmente a bunita tava feliz com seu bophy, néam? Até que enfim! Só que a felicidade não existe, tá? Acordo, viado! Após seis anos de casamento, Nick Cannon e Mariah se separaram e esperem algumas faixas futuras pra tratar dessa relação.

O "The Elusive Chanteuse" foi lançado em maio de 2014 e conta com um time de produtores que não é novidade pra ninguém que acompanha a Mariah, com destaque pro Jermaine Dupri, Rodney Jerkins e Bryan-Michael Cox. A bunita obviamente não mexe em time que tá ganhando.
O álbum ganhou, além de quatro singles comerciais, uma versão deluxe com dois remixes de faixas do álbum anterior (criatividade é assim mesmo... às vezes não rola). O tracking list final é o seguinte:

1- Cry
2- Faded
3- Dedicated
4- #Beautiful (single)
5- Thristy (promo)
6- Make It Look Good
7- You're Mine (Eternal) (single)
8- You Don't Know What to Do (single)
9- Supernatural
10- Meteorite
11- Camouflage
12- Money
13- One More Try
14- Heavenly (No Ways Tired / Can't Give up Now)
15- It's a Wrap (bônus da edição deluxe)
16- Betcha Gon' Know (bônus da edição deluxe)
17- The Art of Letting Go (bônus da edição deluxe) (single)
18- America the Beautiful (bônus da edição deluxe japonesa)
18- Me. I Am Mariah... The Elusive Chanteuse

Cry abre as alas pro 14º álbum de Mariah Carey com uma pegada gospel e dramática bem bonita que remete ao passado da bunita. Saudade de você, Mariah. Claro que Faded tem que ir na contramão, néam? Um r'n'b que não acrescenta nada e é seguida por Dedicated, com o Nas. Mais uma faixa gueto power, mas um pouco mais contida. Tipo de música que eu COM CERTEZA pularia se tivesse ouvindo o CD no conforto do meu lar.
O primeiro single do álbum foi #Beautiful, com um mocinho bem feio chamado Miguel. Uma baladinha gostosinha, mesmo com esse tal de Miguel aí. Não ofende o ouvido de ninguém, mas a Mariah esfregando a xereca em cima da moto no clip da música pode ofender... fika a dika.

Thristy, mesmo sendo toda trabalhada no perigón, me agrada mais. Se eu fosse uma diva da periferia, subia no capô dum Fusca e faria uma performance bem loka derramando Chandon por todo mi cuerpo. Depois dava pro mecânico todo sujo de graxa ali mesmo na frente de todos! Que loucura!
Make it Look Good tem uma pegada old skool super bonitinha. R'n'b de raiz. You're Mine (Eternal) é a segunda baladinha do álbum e também não ofende ninguém. Claro que não vai tocar depois de "My All" ou "Butterfly", néam? You Don't Know What to Do foi o segundo single tirado do álbum e é um funk bem dançante e gostoso. Uma delicinha de música e o refrão simplesmente gruda, viu? Ponto pra Mariah.
Supernatural conta com a participação especial dos gêmeos da Mariah e Nick Cannon. Não é fofa? Se a Madonna já fez duas músicas pros seus filhos legítimos, por que a Mariah também não pode, néam? Assim como a Madonna não acertou nas músicas pros seus filhos, a Mariah também não.  

Aim, vou confessar que fiquei LOKA com o instrumental e as batidas de Meteorite! Xente, que surpresa agradável! Devia ter virado single com uma cacetada de remixes gostosos pra bicharada se acabar na buatchi! AMEI!
O clima dá uma segurada com Camouflage, uma baladinha mega calminha nos moldes de trabalhos antigos da Mariah. Em seguida temos Money, mais um r'n'b pra encher linguiça. E eu que nem sabia que a bunita tinha regravado One More Try, do George Michael!? Felizmente ela não cagou na música e a manteve ainda no nível "balada mela-calcinha" da original. 
Heavenly (No Ways Tired / Can't Give up Now) volta à sonoridade gospel da primeira música. Olha, fiquei até confusa com a quantidade de baladas desse álbum, viu? 

Na versão deluxe, temos o remix de It's a Wrap com a participação da Mary J. Blige. Uma parceria gostosa, já que a voz das duas super casam bem. R'n'b de divas. O remix de Betcha Gon' Know conta com o R. Kelly. Confesso que agora não lembro se é muito diferente da versão original de dez anos atrás, mas é uma balada bem válida. E antes que me perguntem: não, eu não catava o R. Kelly.
The Art of Letting Go é uma balada bem curiosa. Primeiro é basicamente um combo de vocal e cordas. Depois vêm as batidas. Enfim, uma produção excelente!
Como bônus da edição japonesa, temos America the Beautiful, uma música tradicional americana que é basicamente a Mariah cantando, um piano cantando e um coral por trás.

E, após o lançamento de "The Elusive Chanteuse", o impossível acontenceu: Mariah voltou à sua primeira gravadora, a Sony! Depois de tantos desafetos e ir pra lá e pra cá com sua bagagem musical, Mariah assinou mais um contrato milionário com a Sony e o primeiro lançamento foi a coletânia "#1 to Infinity".
A coletânia não tem nenhuma grande novidade (além daquela capa MEGA photoshopiada) e conta apenas com as músicas que chegaram a número 1 na Billboard, além da nova Infinity, que eu ODIEI. Podia ter mandado uma música mais old skool Mariah, neám?
Ufa! E chegamos ao final dessa longa trajetória na discografia da Mariah! Bom, se tem algo que eu posso afirmar é que mordi minha língua várias vezes ao ouvir pela primeira vez algumas músicas mais recentes dela. Como todo mundo já tá careca de saber, cago pra Mariah após o "Rainbow", mas não posso negar que ouvi MUITA música interessante de lá pra cá... mas também ouvi MUITA... mas MUITA porcaria. 
Acho que... enfim... esse é a sonoridade que a Mariah deve gostar de fazer, mesmo que às vezes ela agrade seus fãs mais antigos com uma baladinha aqui e outra ali. Eu continuo agarrada ao meu "Unplugged MTV"... meu álbum favorito EVER.

Um beijo e até a próxima,
Marryrain... aloka!

You're Mine (Eternal)

Remix feat. Trey Songz
Jermaine Dupri x Kurd Maverick Germany to Southside Remix
Jermaine Dupri x Kurd Maverick Germany to Southside Remix Edit
Jump Smokers Remix
Jump Smokers Radio Edit
Jump Smokers Instrumental
Fedde Le Grand Extended Mix
Fedde Le Grand Radio Mix
Chus & Ceballos Main Mix
Chus & Ceballos Radio Edit
Gregor Salto & Funkin Matt Remix
Gregor Salto & Funkin Matt Radio Mix
Gregor Salto & Funkin Matt Instrumental Dub


Minha coleção de ecstasy, meu amô:
Xente, vou ser... assim... bem breve pra falarmos logo dos remixes, porque vocês já perceberam que hoje temos um post caprichado, néam? Fazia tempo que a Mariah não investia tanto nos DJs prum single dela. Enfim, "You're Mine (Eternal)" foi o terceiro single do "Elusive Chanteuse" e, embora a música não seja ruim, ela não fez lá aquele sucesso. Eu particularmente acho o clip bem... mas BEM... cafona com a Mariah no meio da mata, numa coisa meio fada. Vale lembrar que eu SUPER catava o Trey Songz. Deixava gozar na boca e tudo mais. Enfim, essas coisas que vinhado adóga fazer.
Vamos começar a bateção de cabelón com o ÓTEMO Jermaine Dupri x Kurd Maverick Germany to Southside Remix. Xente, que delícia de remix! Eu super espero que o Kurd Maverick tenha ensinado pro Jermaine Dupri como produzir coisas dançantes igual a esta versão, viu? Um dance eletrônico bem digno.

Pruma coisa mais pintosa e buatchi de vinhadinho, temos o Jump Smokers Remix. Dance moderno pra fazer a biluzada perder a compostura na dancefloor, meu amô. Uma delicinha também. 
Eu acho o estilo do Fedde Le Grand pra lá de tedioso, mas o Fedde Le Grand Extended Mix não é terrível (só é mais do mesmo). A grande surpresa é o Chus & Ceballos Main Mix. Xente, não ouvia falar desses dois há séculos! A bateção dá uma acalmada e vira um club diva mais phyno... mais a minha cara, aloka. 
Por fim, mais pinta com o Gregor Salto & Funkin Matt Remix. Esse single foi pensado na bilu contemporânea que quer dançar, beijar, beber e se acabar na buatchi. Fechamos a discografia com chave de kool de ouro, meus amores!

1 Bilus felizes:

Anônimo disse...

Maddyrain cadê o post novo? Sumiu? gente!

Alô?! Maddyrain chamando!

Você acaba de adentrar as entranhas do mundo de Maddyrain, uma profissional da "náiti guêi" de São Paulo que ama house music e decidiu fazer a boazinha e compartilhar parte de seu acervo musical.

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