Comendo Fabinho das Bananas

Fabinho das Bananas fitava o teto do meu quarto e ainda sorria para a eternidade. Eu continuava deitada de bruços ao seu lado. Xente, o planeta Terra acaba de perder uma das necas mais gostosas! Que piroca gostosa... gozo farto... cabeça proporcional... tudo anatômico. Eu não posso deixar essa rola partir assim!
Olhei ao redor do quarto procurando Gina Gillette. Aim... se eu consegui cortar o pau de Murilo Muniz com uma gillette, devo conseguir serrar o pau de Fabinho das Bananas também. Mas o pau do Murilo Muniz não era nem metade da rola de Fabinho. Procurei minha navalha pros momentos à beira do precipício. E que vou fazer com um pau mucho sem vida enfiado num pote com formol? Não vou conseguir abrir o pote! Não consigo abrir nem maionese às vezes! Vou ter que meter o pote no meu edy e fingir que é Fabinho das Bananas me comendo!? Comecei a chorar. Histérica.  
Peguei no pau morno e mucho de Fabinho. Como vou deixar esse pau duro agora? Será que um recém-cadáver sente tesão? Deitei em cima de Fabinho e coloquei o ouvido em seu peito. Nada. Tá morto mesmo. Abracei seu corpo forte. Talvez nunca tenha lhe abraçado assim em vida. 
Eu queria que você pudesse me ouvir agora, Fabinho... queria te dizer que sim, fui feliz ao seu lado, mas também infeliz. Nosso mundo deu tantas voltas, mas sempre era você que aparecia no final de cada ciclo. Eu fiz o melhor que pude...
Beijei seu sorriso frio. Desci minha boca até seu pescoço que eu já tanto marcara com meus dentes. Fiz carinho em seus mamilos e os mordisquei. Sua barriga em gominhos ainda estava dura... ou talvez ficando cada vez mais dura... enfim, passei meus dentes e língua em cada músculo definido. Sua rola ainda cheirava a sexo. Aim, nunca mais que sentirei esse cheiro na minha vida, Fabinho! Como você pôde morrer agora? Pera... cheiro de rola gozada é cheiro de rola gozada. Todo homem tem cheiro de rola gozada. Não é o fim do mundo. Chupei a última gotinha de porra de Fabinho das Bananas.
E então não restava mais nada de Fabinho das Bananas pra contar história. Deitei novamente ao seu lado de mãos dadas. Encostei minha cabeça em seu ombro e fiquei assim sei lá por quanto tempo. Litta Walitta entrou no meu quarto e pediu desculpas pela intromissão. 

_ Fabinho das Bananas está morto, Litta. Preciso enterrar seu corpo, mas não sei nem por onde começar. Se eu tivesse um jardim, plantaria Fabinho e comeria suas bananas todos os dias, mas moro nesse droga de prédio que tem um elevador e olhe lá! O que faço com o corpo dele? Não posso simplesmente jogá-lo pela janela. Colocar num saco de lixo é pecado... e eu precisaria de muitos sacos. Que que eu faço!? Não sei se nossa privada aguentaria o tranco também.
_ Maddyrain, gata... Se tem algo que eu SEMPRE quis fazer na vida, mas nunca tive oportunidade até hoje, é preparar o velório e enterro de alguém!

As pessoas tem cada aspiração na vida... Na verdade, eu acho que Litta só queria ver Fabinho pelado, mesmo de pau mucho. Ordinária.

Um beijo,
Maddyrain

Chandelier

Original Single Mix
Original Instrumental Mix
Piano Version
Owlle Remix
Four Tet Remix
Dev Hynes Remix
Plastic Plates Remix
Cutmore Club Remix
Cutmore Radio Edit
Cutmore Feel the Love Dub
Hector Fonseca Remix
Hector Fonseca Radio Edit
Hector Dubstramental
Hector Fonseca & Tommy Love Tribal Dub
Liam Keegan Remix
Liam Keegan Mixshow
Liam Keegan Radio Edit


Alguém explica essa bagunça no meu quarto?
"Aim, Maddyrain só posta música velha". "Maddyrain não sabe o que tá rolando atualmente". "Maddyrain é maricona dos anos 90". Meu kool para todas vocês, bichas uó! Viram só? Tem coisa mais na crista da onda que a Sia? Não. Tem expressão mais velha que "estar na crista da onda"? Também não. E pras desinformadas de plantão, Sia já apareceu por aqui quando ela não era ninguém na noite. Maddyrain é avant garde, meu amô. Reveja seus conceitos.
Enfim, "Chandelier" é aquela esquisitice pop pós-Björk que alguns gostam e outros fogem pra bem longe. Eu gostei. Achei melódica e triste, do jeitinho que Maddyrain gosta de escutar quando tá hashtag xatiada. Se joguem no Original Single Mix e guarde a navalha num lugar alto. 
Aim, antes de pular pros clips posso falar que acho o visual "queria ser Björk com Yoko Ono" atual da Sia um tanto deslocado? E ainda coloca aquela menina com cara de psicótica com a mesma piruka e roupa? Preguicinha, viu?

Enfim, antes de batermos cabelo, vamos aos remixes estranhos. O Owlle Remix tem uma pegada... weird e mais parece "como seria Chandelier se tivesse sido produzida por outra pessoa". Copie e cole esta descrição pro Four Tet Remix. O Dev Hynes Remix tem um vocal masculino (?) novo interessante... ou seria apenas efeito sonoro? Naum sei dizer. O Plastic Plates Remix é o mais animado e deve tocar nas buatchis pra xente... diferente de mim. Mas eu super iria pra dancefloor dançá-lo.

Pra algo genuinamente ahazzante, temos o Cutmore Club Remix. Que delícia de dance! Tem até uma pegadinha levemente club house ali no fundo. Altamente recomendo! Se quiser ainda mais dessa vibe anos 90, fique com o Cutmore Feel the Love Dub. Uma delícia. 
O Hector Fonseca Remix é mil vezes mais colocado e atual. Já até vejo a bicharada se jogando até o chão na buatchi. O Hector Fonseca & Tommy Love Tribal Dub é ainda mais pintoso. Se joga, vinhado!  
Por fim, temos o bonitinho Liam Keegan Remix que também faz a linha club dance electro atual. Uma graça. Enfim, "Chandelier" só recebeu remix digno. Ponto pra Sia!

2 Bilus felizes:

Washington Batista disse...

kkkkkkkkkk ela é estranha mesmo e tmbm implico com essa mania de esconder a cara e colocar a menina para aparecer. Mas Chandelier é uma musica bunitinha.
E só.

Anônimo disse...

Ai que loucura! Não sei o que é mais improvável, Chandelier aparecer aqui, ou você gostar dela!
Não tenho muita paciência pra Sia, mas o Grammy era dela. Como o feio do Pharrel ganhou dela, xente?!

Beijos da Bilu Demanding.

Alô?! Maddyrain chamando!

Você acaba de adentrar as entranhas do mundo de Maddyrain, uma profissional da "náiti guêi" de São Paulo que ama house music e decidiu fazer a boazinha e compartilhar parte de seu acervo musical.

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