Cotonete

_ Litta, o que você recomenda pruma xuca ahazzadora?
_ Como se você não soubesse todas as técnicas...
_ Aim, gata, você sabe que eu fiz pós-doc em "Os Mistérios e Encantos da Xuca", mas preciso que a xuca de hoje dure horas e horas a fio sem me deixar toda cagada. Assim, literalmente.
_ Posso perguntar o porquê?
_ Tenho dois encontros da internet, gata. Um praticamente depois do outro e eu sei que vou trepar nos dois. Tô sentindo isso!
_ Essa internê tá dando bons resultados na sua vida, hein!? 
_ Você também devia fazer um perfil no Manhunt e começar a se jogar no chat do UOL, gata. - notei que Litta ficou vermelha. Essa vinhada tá escondendo algo de mim! - Enfim, o que eu faço, gata? 
_ Os dois são pauzudos?
_ Eu só teclo com pauzudos, amore. Tá no meu nick! PassKerPauzão. Não perco tempo, amore! Assim só me procura quem se encaixa na minha preferência.
_ Tá certa! A vida é curta. Então, depois da xuca, entocha algodão no edy. Ele vai segurar tudo.
_ Xente... algodão no edy!? Máoguêéissu!?
_ Funciona, Maddie. Vai por mim!

Bom, se eu tenho pós-doc na arte da xuca é porque segui os passos de Litta Walitta. Depois do chuveirinho, peguei uns chumaços de algodão e fui enfiando lá dentro do edy. Aim, será que tá bom?! Vou enfiar mais! Nunca se sabe. Tô sentindo que estarei na faixa dos 20cms pra cima hoje! Comparei a sensação a duas coisas: racha enfiando o.b. na xana e frango sendo recheado de farofa antes de ser assado.
Só parei quando senti que nada entraria nem sairia daquele edy. Tentei soltar um peidinho e foi a pior sensação do mundo! O peido não saia! Desesperado, voltou pra dentro com tudo procurando uma saída e foi pra cima! Arrotei e quase vomitei junto. Que horror! Se essa bosta de algodão não funcionar, eu mato a Litta Walitta!

Fui pro primeiro encontro no Centrão. O bophy disse que trabalhava por lá e marcamos de nos conhecer na porta dum motel que COM CERTEZA colecionava doenças venéreas nos seus lençóis. Um gari todo de laranja parou do meu lado e ficou me encarando apoiado na vassoura.

_ Tô na sua frente, moço?
_ Alejandro? - parei para avaliar a mercadoria antes de responder. Era branco, barba por fazer, dava pra perceber que era magrelo por debaixo do uniforme. Hmmm... Magrelo = pauzudo!
_ Valdemar!? Gato, quando você disse que trabalhava no Centro, não pensei que fosse como gari, néam?
_ Algum preconceito? Vou te mostrar o tamanho do meu pau e você vai querer casar comigo.
_ Vai, vamos entrando logo nesse motel antes que eu mude de ideia! Esse lance de trabalho social não é comigo!

Juro que se eu pegar chato nessa espelunca eu volto aqui e metralho tudo! Fechamos a porta do quarto e Valdemar veio me pegar por trás. O uniforme era tão grosseiro que eu não sabia se sentia o pau dele duro roçando na minha bunda ou alguma outra coisa qualquer. Valdemar, você não tá todo sujo se esfregando em mim, néam?
Me virou com força e fui arremessada na cama como um saco de lixo. Uma nuvem de poeira subiu. A rinite atacou e comecei a espirrar. Nem percebi que ele ia tirando a farda enquanto eu tentava arrancar meu nariz e jogá-lo na privada de tanto espirrar. Valdemir tinha um corpo raquítico, mas a cueca era deliciosamente recheada. Veio tombar em cima de mim e querer beijo na boca. Naum! Eu naum beijo no primeiro encontro! Só trepo! Curiosamente, o bophy não fedia a lixo como poderia parecer. Tirou minha roupa com invejável destreza e me colocou de quatro.

_ Que é isso saindo do seu rabo!?
_ Aim, que não seja nena!
_ É branco... parece... algodão! Você caga algodão!
_ Eu tô fazendo um tratamento. É isso! Pode tirar, faz a gentileza! - e começou a puxar o algodão que vinha sem parar de dentro do edy.
_ Não tô conseguindo tirar o último chumaço! Tá preso lá dentro! Que bizarrice!
_ Bizarro é eu trepar com um gari! Faz força que sai!

E fez força. O último chumacinho de algodão devia estar agindo como uma rolha. Conforme ele foi pra fora do edy, levou junto toda uma enxurrada de nena. Valdemar caiu da cama assustado enquanto o lençol era tingido de marrom. Fechei os olhos e rezei pra ser tudo um pesadelo do qual eu já tava pronta pra acordar!

Quero acordar, Donna Summer!

Lovin' is Really My Game

Silk's 12" Remix
Steve Silk Hurley's 12" Old Skool Lovin' Remix
Thunderpuss Club Mix
Thunderpuss Radio Mix
ThunderDub
Mijangos Club Mix


Aquendar is really my game:
Aim, que delícia! Hoje é dia de crássico da disco music! Hoje é dia de diva "não sei se sou loka do meu kool ou gospel"! Hoje é dia de Ann Nesby, meu amô! A bunita tem uma voz super ahazzadora de edys. "Lovin' is Really My Game" é uma regravação de um crássico da disco music. Aliás, eu cheguei à conclusão que se tivesse vivido a época disco, eu já teria morrido surtada numa buatchi qualquer, completamente cheirada! Uma loucura!

A regravação da Ann foi produzida por ninguém menos que o delícia Steve 'Silk' Hurley, então imaginem o glamour. Pode ouvir o Silk's 12" Remix, que é a versão extended da original com quase onze minutos. Uma delícia bem old skool.
Se o seu negócio é bater o cabelón (e eu sei que é!), se jogue no MARAVILHOSO Thunderpuss Club Mix e reviva os dias de glória dessa dupla que ainda me deixa toda cagada. Puro travequismo que só o Thunderpuss sabia fazer.

Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Aim, assim, nem imagino se algum ser vivo possui esses remixes! Se você tem, me manda e ganhe um vale coxinha de presente!

george's deep lovin' dub
george's deep lovin' instrumental
mijangos dubbin' is really my game mix

0 Bilus felizes:

Alô?! Maddyrain chamando!

Você acaba de adentrar as entranhas do mundo de Maddyrain, uma profissional da "náiti guêi" de São Paulo que ama house music e decidiu fazer a boazinha e compartilhar parte de seu acervo musical.

Filhos da Maddyrain

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