Tempo de mudanças

Gosto de sentar pra escrever meus devaneios e ilusões de grandeza ouvindo música. Claro que perco o foco a concentração mais rápido do que edy de passiva piscando por piroca grande e nervosa. Abro um site aqui, outro ali, dou uma dublada... ou duas... e volto pro que eu estava escrevendo. Eu geralmente escrevo ouvindo a música que escolhi pra ilustrar meu post do dia. Confesso que isso não gera qualquer fonte de inspiração extraordinária, mas é uma espécie de ritual.

Aim... vai entender!

Às vezes, compartilho músicas que o povo já tá careca de conhecer e baixar em outros blogs ou sites. Tô cagando e andando! Na verdade, fico até feliz em saber que não sou a única a gostar! Às vezes, dou o edy virtualmente pra conseguir remixes de músicas não tão conhecidas e distribui-los entre meus leitores.
Sempre fui a favor do povo sair do arroz e feijão diário. Música pop de rádio é tão banal e caracterizante. Vinhado vai pra buatchi pra ouvir exatamente as mesmas baboseiras que passa o dia inteiro escutando em casa no rádio. Fico loka! Minha vontade é de eu mesma abrir a minha própria buatchi onde só tocaria hits dos anos 80, 90 e 2000! Só preciso do dinheiro, investidores e patrocinadores. Enfim... de tudo!

Acabei de parar pra dar uma dublada nos gritos enérgicos da Deborah Cox. Xente, não dá pra evitar! Tem música que foi feita pra ser dublada!

Quando recebi a notícia de que as autoridades invisíveis haviam apagado metade da história do meu blog, fiquei ahazzada. Todo o tempo baixando, renomeando, hospedando e indicando remixes e mais remixes jogado no lixo. Uma sensação horrível de censura que eu secretamente já esperava devido às notícias mais recentes. Poderá até soar falso, mas também temi por outros blogs queridos, como o da Cindi Loka. Será que iríamos pra cadeia juntas? Uma coisa meio Oz!

Mas enfim, o que ocorreu já passou. Não posso viver o resto de meus dias pensando em tudo que o MediaFire apagou. A solução só podia ser a mais rápida e indolor possível: criar outro perfil e hospedar os arquivos de outra forma, sem nomes. Tudo na maior clandestinagem. Acabo me sentindo uma foragida de polícia da Internet! Até os vídeos do YouTube pensaram em cobrar da xente, Brasil! Imaginem o próximo passo!
Como eu tava falando, não há a MENOR possibilidade de eu hospedar tudo novamente em curto prazo. O máximo que poderei fazer é começar pelo que eu ainda tenho armazenado no meu PC e atender alguma demanda, mas não toda. Tem coisa também que quem pegou, pegou. Quem não pegou, pega no meu edy! A loka! Tinha (e tenho) ainda uma caralhada de músicas inéditas pra postar, então não pensarei em coisas deletadas no momento.

Em breve, comemorarei três anos de ilegalidade... vivendo à margem da lei pra que meus leitores possam conhecer, baixar e dançar músicas como eu danço. Para que eles possam fechar os olhos e imaginar que ninguém mais existe. Apenas as batidas e eles. Mandar o mundo que os rejeita pro bueiro e ser feliz. Não esperava... de verdade... tantas mensagens bonitas de apoio. A vida real é tão corrida e frenética. Às vezes é a persona cibernética que me faz rir tarde da noite quanto penso numa expressão nova ou numa frase de efeito.

Se é para o bem da nação guêi, diga ao povo que eu fico.

Um beijo,
Maddyrain

Things Just Ain't the Same

Original Version
Remix
Dance Radio Mix
Hex Hector's Club Mix
Hex's Club Instrumental
Bonus Beats

You should know the pain I feel...


O meu edy não é mais o mesmo:
Acho que eu não podia ressurgir das cinzas fazendo a linha Jean Grey com outra música mais guêi que "Things Just Ain't the Same"! Quando penso nas baladas de meus tempos de menininha nada ingênua, o que mais sinto saudades são dos hits como os da Deborah Cox, Whitney e outras divas que embalaram como ninguém as pistas no começo dos anos 2000.

E é craro que essas divas todas foram retrabalhadas e reimaginadas por ótemos DJs da época, como o Hex Hector, que fez a coisa mais inteligente possível com "Things Just Ain't the Same": jogou a versão original no lixo e criou um épico travesti! Se joguem com toda fé e força na piruka que vocês possuem no Hex Hector's Club Mix! São nove minutos de puro glamour escandalosamente vinhado! Todas as outras versões dele seguem o mesmo instrumental, então já sabem: se acabem no download ilegal!

1 Bilus felizes:

wingnux disse...

Caralho, muuuuuuuito feliz em te ver de volta! \o/
Perderíamos muito sem suas postagens.
Concordo plenamente e fico LOUCO DO MEU CU com essas bichinhas que vão pra night ouvir música de rádio. Me da um nervoso! Não tem sentido!!

Bom, de qualquer forma adorei ver postagem nova por aqui e espero que continue!
Beijão!

Alô?! Maddyrain chamando!

Você acaba de adentrar as entranhas do mundo de Maddyrain, uma profissional da "náiti guêi" de São Paulo que ama house music e decidiu fazer a boazinha e compartilhar parte de seu acervo musical.

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