Quando tudo acabar...
2011 foi o ano das expectativas em minha vida. Comecei jogando alto... esperando mudanças de postura e comportamento de minha parte que eu realmente não sei se conseguiria mantê-las ao longo de 2011. Confesso que foi difícil. Em muitas ocasiões minha vontade era abrir a boca e gritar ao mundo Vão à merda todos vocês! mas mantive a classe. Foi um ano que me preocupei mais com o que pensariam a meu respeito e com minha imagem. Também foi o ano da politicagem... de tentar consertar e remendar os tantos atritos que eu me enfio. De mandar um sorriso no meio de uma discussão.
Curiosamente, foi o ano em que menos chorei na minha vida! Não que não tive motivos. Até os tive, mas em doses homeopáticas, felizmente. Mas chorei pouco. E também não fui racional ao ponto de ficar analisando esses motivos pra conseguir digiri-los da melhor forma possível. Na verdade, foi o ano em que mais esbravejei e surtei. Subi nas tamancas e tive meus momentos de graça e glamour em cima da mesa. Toda loka e colocada.
Da mesma forma, 2012 foi o ano das ausências. Tantas pessoas que não vi o ano inteiro, mas que continuaram ali... firmes e fortes... em meus pensamentos com carinho. Também foi o ano em que eu me expus menos em minha vida real e cotidiana. Fiquei mais nas entrelinhas e agindo no backstage. E, assim, foi um ano em que me dediquei pouco ao meu kérido blog. O tempo era curto e quando ele era possível, outras coisas eram mais importantes. Vez ou outra surgiu a ideia de fechar a casa, mandar um beijo e afogar Maddyrain, mas o carinho e a presença dos meus leitores sempre me fizeram continuar em frente. Por outro lado, em 2012 estive mais presente de outras formas em meu blog... Maddyrain teve com quem compartilhar seu espaço...
E falando na Maddyrain, quanta coisa essa biba loka viveu em 2012! Jesuis! Começamos com as aventuras do trio Los Angeles (Maddyrain, Kilo Minhoca e Litta Walitta) ainda trabalhando na casa de Roxxana Veludo até uma reviravolta mega Marvel Comics lançar minha kérida contraparte travesti pro futuro imperfeito da nação. Foi uma mudança radical e... digamos... audaciosa no estilo do blog, com posts nem tão engraçados e muito menos realistas (se é que há algo de realista por aqui!). Recebi elogios e críticas, mas eu, particularmente, adorei e me senti realmente cheio de inspiração pra escrever minhas aventuras.
Musicalmente, tivemos presenças ilustres como Simply Red, Kristine W, Pet Shop Boys, Moby, U2, Christina Aguilera, Cyndi Lauper, Rihanna, Annie Lennox, Lighthouse Family, Elton John, Yoko Ono, Jennifer Lopez, Erasure, muito David Morales e outros deuses da dancefloor, entre outros tantos artistas, além dos tradicionais (e demorados) posts sobre a carreira da Madonna (que estão prestes a terminar).
Se você perdeu alguma coisa, se jogue nos arquivos de Maddyrain! Além disso tudo, foi o ano também de dar adeus a verdadeiras divas, como Loleatta Holloway, Amy Winehouse e a eterna diva dos pés descalços, Cesária Évora, que tive o orgulho de apresentar a tantos leitores.
Então, meus amores, depois de tanta coisa, 2011 foi um ano muito produtivo e com frutos positivos em minha vida. Que em 2012 eu possa colhê-los com paciência. E é exatamente isso que eu desejo a todos meus leitores e seguidores de Twitter e Facebook (procurem por Maddyrain Diva... simples assim!). Que 2012 seja um ano repleto de realizações, amores e festas. Que as possíveis desilusões sejam lições valiosas pro nosso aprimoramente como seres humanos e que continuemos nutrindo a generosidade e gentileza em nossa vida, pois são elas que fazem a diferença no nosso cotidiano.
E não me abandonem, por favor! Eu preciso de vocês! Eu preciso dos seus comentários! Do seu carinho. Do seu amor! E, por que não, da sua neca também? Principalmente se ela for grande, porque eu gosto de pau grande...
Um beijo com muito carinho e gratidão,
Maddyrain
Litta Walitta
Kilo Minhoca
E eu, néam?

Original Mix
Full Main Mix
Diamond Mix
Accapella
Masters at Work Mix
Dance Ritual Mix
Dance Ritual Dub
Old School Dub
Richard Earnshaw Remix
Dean Coleman Vocal Mix (low quality...)
Dean Coleman Radio Mix (low quality...)
Dean Coleman Dub Mix (low quality...)
Deep Dish Numb Life Remix
Copyright Main Mix
Copyright Diamond Tribe Mix
Copyright Dub
Danism Remix
Rocco Deep Mix
Rocco Deep Instrumental Mix
Rocco Alternate Mix
Daddy's Groove Magic Island Rework
She got looks that teels the truth when she lies...
Meu edy é de diamante:
Pra encerrar o ano com chave de kool de diamante, mais uma colaboração com os vocais da diva Julie McKnight pra deixar seu réveillon bem phyno e diferente da real situação! Confesso que esbarrei em "Diamond Life" por acaso, mas não tem como não ficar com a xaninha molhada quando a xente encontra o nome Louie Vega no meio dubabadu, néam? Podem pegar o Original Mix pra conhecer. Um soulful house gostosinho e bem chic. O Full Main Mix é um pouco mais animadinho, mas sem perder a classe.
Os remixes dos Masters at Work não fogem muito desse clima Ibiza. O Masters at Work Mix é aquela coisa phyna, bunita e classuda que a xente adóga. Recomendo. O Dance Ritual Mix é mais acelerado, mas não espere sair pela buatchi dando pinta. Pras bilus dubísticas de plantão como eu, se joguem no ótemo Old School Dub! Chega a ser melhor que os vocal mixes dos MAW.
Começando a caralhada de remixes de "Diamond Life", temos o Richard Earnshaw Remix (ou Bootleg Mix em alguns lançamentos). Um house phyno e chic super gostoso. Esse dá pra você deixar tocando na sua festinha enquanto os convidados vão esquentando o edy com a pinga. Os remixes do Dean Coleman também são muito bons, mas a qualidade não está tão recomendável assim.
Já falei que o Deep Dish tem mania de grandeza, neám? O Deep Dish Numb Life Remix não é diferente. São mais de 13 minutos de brilho e glamour, mas já ouvi remixes melhores deles. Fika a dika.
A música já foi relançada várias vezes, sempre recebendo remixes bons. O Copyright Main Mix é uma delícia e é mais atual. Bom... é de 2010... isso é atual pra mim, tzá?! Uma delícia pra dançar! Super recomendado! O Copyright Diamond Tribe Mix, como diz o nome, fica mais nas batidas tribais. Uma coisa loka do meu kool com ares de Victor Calderone nos seus tempos de glória.
Pra você mostrar que é phyna e estudou, pegue o Danism Remix e sinta-se em Ibiza, numa praia paradisíaca dando pinta. Os remixes do Rocco (será que é o filho da Madonna?!) não fazem muito o meu estilo. No meio de tanto glamour phyno, acho eles um pouco deslocados. Ou então são muito mais phynos do que eu tô acostumada... Pode ser!
E pras mais lokas do recinto, temos o Daddy's Groove Magic Island Rework. Essa vai pro povo das balas e afins!
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Depois de uma caralhada de remixes, sempre sobram alguns pra serem pedidos, néam?
dance ritual radio edit 3:55
jay 'sinister' classic xtravaganza mix 7:08
apocalyptic instrumental
Sábado, Dezembro 31, 2011 | Celebridades: Jay 'Sinister' Séalle, Julie McKnight, Louie Vega | 0 Bilus felizes
Open house & edy
Hoje a festa seria na nossa casa! Seria nossa open house misturado com open edy. Sai pela cidade colando convites pelos orelhões mais conhecidos pelo povinho sórdido do Centro de São Paulo.
Venham todos pra nossa festinha no apê com muita comida, bebida e padê
(não incluso... cada um leva o seu)!
Com show de travas caricatas depois de uns bons drinqui!
_ Ai... mas será que vem alguém? É véspera de Natal?
_ Vem sim. Esse povo é morto de fome. É só falar que vai ter comes e bebes que o povo faz caravana.
Como Litta Walitta adquiriu certa experiência na cozinha enquanto trabalhou pra Roxxana Veludo, ela ficou encarregada das comidinhas. O cardápio seria dividido em dois: pra turba de desconhecidos serviríamos amendoim e cerveja de qualidade desconhecida. Pras bilus conhecidas a xente decidiu guardar a comida num armário da cozinha. Teríamos um peru bem gordo e suculento, farofa Yoki (minha favorita!) e cidra.
Kilo Minhoca ficou encarregada de arrumar a casa. Não que fosse um trabalho de Hércules, já que o apartamento era minúsculo. Eu fiquei com a parte musical da festa. Separei meus MP3s natalinos pro começo da festinha e reservei os bate cabelos pra depois da meia noite.
A xente ainda tava pelada se montando quando o interfone tocou. Era nosso primeiro convidado! Quem seria?! Peguei qualquer vestidinho vermelho Valentino do armário e corri pra porta. Ajeitei as tetas fakes no sutiã e abri a porta sorridente. Um mendigo sujo e com barba gigantesca sorriu de volta.
_ Feliz Natal!
_ Aim, naum! Naum me abraça que eu tô limpa! Tomei banho e o vestido tá semi-lavado também!
_ Quem é, Maddyrain? - Litta saiu pelada do quarto.
_ Ai, que horror! É um mendigo! O que o senhor tá fazenu aqui, posso saber? - Kilo Minhoca tentava esconder a (pouca) decência.
_ Ué, eu li o convite no orelhão!
_ Mas o convite era só pra pessoas mais... arrumadinhas. Não pra ralé de São Paulo!
_ Eu disse que essa ideia de sair convidando desconhecidos ia dar merda... - o interfone tocou novamente. Era outro convidado. Outro mendigo. Mais sujo e mal cuidado. O interfone não parava de tocar. A porta não parava de abrir. Minha pressão foi subindo.
_ Xente, isso aqui vai virar um abrigo da prefeitura?!
_ Olha, a gente agradece a visita de todos vocês, mas vocês vão precisar ir embora. A gente tá esperanu uns convidados pra nossa festa de Natal e não pega bem vocês aqui...
Os mendigos, devidamente acomodados em nossos sofás, olharam pra xente com espanto e tristeza. Começaram a se levantar e ir embora, reclamando que nunca foram tão mal tratados na vida. O peru no forno espalhava seu cheiro pela casa inteira. Minha barriga nada de tanquinho roncava. Xente, vamo acelerar? Eu tô com fome. Um mendigo olhou pra trás. Ia falar alguma coisa, mas preferiu ficar quieto.
_ Xente! Que loucura! Nem acredito que conseguimos nos livrar de todos!
_ Agora nossos convidados de verdade podem chegar! Eu até fiz a xuca!
_ Nós três fizemos, gata. Mas tô achando que não virá ninguém...
_ Ai, que horror. Por que?
_ Intuição travesti.
Fui pra janela ver se algum convidado tinha chegado. Os medigos ainda estavam saindo do prédio. O cheiro do peru tinha impregnado nas paredes. Se eu tava com fome, imagine eles... Hey! Hey, vocês! Vocês mesmos! Podem voltar! Tem peru pra todo mundo! Tem música boa! Tem champagne vagabunda! Tem espírito natalino!
Nossos convidados voltaram pra festa ignorando completamente o fato de terem sido colocados pra fora poucos minutos antes. Era a magia do peru. Passamos a noite conversando, comendo e bebendo. A xente descobre cada coisa de quem menos espera... Cada história de vida ouvi!
No céu, Mário Endless, a Trava Noel, passou em seu trenó puxado pelos gogo boys de olhos vermelhos distribuindo dildos pras bilus. Abracei minhas amigas. Abracei meus convidados (com nojinho, mas abracei). E abraçaria vocês, meus kéridos leitores, se pudesse. Sintam-se abraçados e chupados nessa noite de Natal!
Um beijo e feliz Natal para todos vocês!
Maddyrain

Club Mix
Celebration Mix
Celebration Mix Edit
Flava Mix
Crash Dub Crash
Joy to the people everywhere you see...
Pendura sua bola de Natal em mim, meu amô:
O Natal chegou, meus amores! E tem coisa melhor do que passar o Natal dando pinta pra sua família dublando Mariah Carey remixada pelo David Morales?! Acho válido chocar a família numa data especial! A Mariah, que não é boba nem nada, já lançou dois CDs só com músicas natalinas. Eu sempre achei que o fundo do poço tá chegando quando um artista decide lançar esse tipo de coisa...
Anyway, "Joy to the World" foi lançada como single e recebeu remixes do "God on Earth" David Morales. O Club Mix tem todo o clima house Natal bilu que só o Morales conseguia fazer. Os vocais são os mesmos da versão original e acho super válido, mas o babadu mesmo é o escandaloso Celebration Mix! O clima é praticamente o mesmo, mas com mais ênfase aos elementos house e aos vocais regravados. Uma delícia! Aquele começo com a Mariah gritando toda frenética "Joy... joy... joy... joy" ad infinitum me deixa TODA cagada! O Flava Mix não foge muito da mesma base, mas tem um trecho com uns sintetizadores deliciosos.
Sábado, Dezembro 24, 2011 | Celebridades: Mariah Carey | 0 Bilus felizes
Da saudade
Tenho saudade do tempo em que vivia errante na solteirice, pulando de uma cama para outra, reclamando dos casais felizes e apaixonados e me acabando cada final de semana na pista. Mas essa saudade eu acho fácil de subjugar; quando penso no meu momento atual, vejo que esse período na minha vida foi apenas isso: um período. E que já passou.
E, na verdade, acho que tudo vai passando. Tantas amizades que passaram e deixaram saudade. Com algumas pessoas, a gente ao pouco perde o contato. As coisas deixam de ser essenciais e não são mais compartilhadas. Com outras, você acha que não tem mais afinidade alguma. Você muda seu modo de pensar e espera ser acompanhado... mas não é. Tenho saudade de tantos amigos... da escola... da faculdade... da vida noturna. Saudade das risadas e das promessas de amizade eterna. Acho que algumas amizades precisam mesmo desse tempo pra respirar. Precisam que cada parte cresca e amadureça em seu próprio canto.
Hoje, em especial, sinto mais saudade do meu pai do que o habitual. Nossa relação sempre foi pautada pela ausência, falta e saudade. Quando ele estava vivo, sua diversão era sumir do mapa sem deixar vestígios e reaparecer com alguma notícia bombástica. Sentia sua falta e imaginava que ele havia morrido em algum lugar do mundo. Nesse nível de tragicidade mesmo. Do nada ele ressurgia e me contava que eu ganharia uma irmã. Ou que estava preso em Minas Gerais. Ou que era soropositivo.
Já havia visto ele partir tantas vezes que acabei por me acostumar com sua ausência. Eu sabia que ele um dia voltaria. Às vezes sujo e maltrapilho, pedindo dinheiro pra condução e um prato de comida. Outras vezes, bem vestido e contando que havia conseguido um emprego novo. Quando o vi partir pela última vez, exatos cinco anos atrás, acho que não estava tão preparado quanto imaginei. Queria ter estado mais tempo com ele para compreendê-lo e entender sua ausência constante. Vez ou outra acho que ele vai me ligar do nada pra dar alguma notícia...
Aprendi muita coisa com meu pai. Como dizem, mãe é uma só... mas pai também. Pelo menos o meu sempre será um só. Na verdade, a grande ironia na vida dele foi a forma como ele educou seus filhos por meio de seu absenteísmo. Talvez se estivesse sempre presente, a minha vida tivesse tomado um rumo diferente. Acho que, seja lá onde ele estiver, ele está feliz em saber disso...
Um beijo, pai.

Radio Edit
Reggae Mix 1
Yard Mix 1
The Neptunes Remix
Ben Watt Lazy Dog Remix
Ben Watt Lazy Dog Edit Remix
Cottonbelly's Fola Mix Edit
I will show you you're so much better than you know...
Chupa meu edy de ladinho:
O retorno de Sade por aqui, meus amores! E com uma música tão bonitjénha que todo mundo gosta, "By Your Side"! Eu lembro quando estreou o clip dela na MTV! O retorno de Sade! Se você, por algum motivo obscuro, não conhece (e, pior ainda, não gosta), se jogue na Radio Edit. Uma gracinha! Uma baladjénha bem mela calcinha.
Curiosamente, a música ganhou até uma quantidade razoável de remixes, mas a maioria vai pro bueiro. A versão reggae parece que foi feita no tecladinho Casio. Terrível! Essa tal versão yard (sei lá que é isso!) é tão parada que chega a dar sono! Uma lástima! O The Neptunes Remix apesar de não fazer em NADA o meu estilo, é interessante como desconstrução da original.
Pra não jogar tudo no lixo, temos o incrível e delicioso Ben Watt Lazy Dog Remix. Uma coisa... assim... house de beira do mar chique e conceitual! Super phyno! Recomendado! O remix do Cottonbelly saiu numa coletânia, mas não é bom. Bueiro nele!
Quinta-feira, Dezembro 22, 2011 | Celebridades: Sade | 1 Bilus felizes
As bonecas
Outra lembrança também sempre muito forte é a da fragrância dos frangipanis (ou jasmim-manga) do jardim da casa das Bonecas. Lembro de eu me sentar no banco de cimento com pedrinhas, perninhas a balançar e catar as flores que caiam na terra. Debaixo da árvore de frangipani minha mãe enterrou meu cordão umbilical. Vejam só que poético!
As Bonecas era como chamávamos as duas irmãs de minha vó que não se casaram e, reza a lenda, morreram virgens. Minha vó durante muito tempo não teve uma residência fixa. Perambulava entre a casa dos filhos e a das irmãs. A casa das Bonecas era enorme e ficava em Moema (bairro tradicional de São Paulo). Cada cantinho dela possuia um objeto com história secular na família. A própria casa cheirava a passado remoto e foi lá que passei muitos finais de semana de minha infância.
Chegávamos de carro e entrávamos pelo portão da garagem. Durante muito tempo, meu maior medo era o Rambo, um cachorro enorme do meu tio-avô que morava lá e que, após sofrer um derrame, só conseguia falar a palavra "caralho". Quando jovem, foi um militar importante, mas, depois de velho, acabou lhe restando apenas ficar o dia inteiro sentado numa cadeira debaixo do relógio cuco apertando a mão dos outros com força e balbuciando "caralho" vez ou outra.
Quando minha vó estava na casa das Bonecas, a casa ganhava vida. Quando moças, elas já tiveram uma cantina e as Bonecas ainda carregavam consigo as receitas de massas e sopas deliciosas. O fogão não parava. Sentávamos todos ao redor da longa mesa de jantar e, enquanto assistíamos a programação de Domingo do SBT, íamos comendo e cochilando, como se o tempo tivesse entrado pela porta da cozinha e parado ali.
Tia Thereza tinha ares de cantora. Para tudo possuia uma modinha... uma cantiga. Gostava de contar piadas e falar palavrão. Desde sempre fui criado entre palavrões como forma de expressão natural e sem preconceitos morais e sociais. Ela amava "Don't Cry for me Argentina" e lembro-me como hoje quando lhe perguntei se ela conhecia a Madonna, que havia regravado a música, e ela respondeu "Ah, aquela cantora putana?". Tia Nistina era a cozinheira. Suas massas eram sempre deliciosas. O recheio dos empadões, suculento. Amante dos animais e dos fantasmas. Afirmava com certeza que via e se comunicava com os mortos.
Mas o tempo foi passando e a vida não dura para sempre. Só sobraram as três de uma fraternidade enorme. A primeira a partir foi a Thereza, deixando muita saudade. Lembro com carinho e afeto do seu cabelo branco como algodão, dela cochilando enquanto assistia o Sílvio Santos e de suas cantigas sacanas cheias de duplo sentido.
Alguns anos depois, a Nistina foi cada vez mais se aproximando do mundo de seus amigos que por tantos lhe acompanhavam e faziam companhia. Certa vez, eu e minha mãe decidimos ir visitá-la após milênios sem irmos à casa das Bonecas. Batemos palma no portão e quem veio nos recebere foi o fantasma da Tia Nistina que conhecíamos. Completamente encurvada, a cara escondida entre os cabelos grisalhos e bagunçados. Não nos reconheceu. Entre lágrimas, tentamos relembrá-la de nós. Por um segundo, seus olhos brilharam e ela se lembrou de minha vó, mas avisou que precisava voltar para dentro da casa porque as crianças estavam lhe chamando. Queria ter uma lembrança mais feliz de nosso último encontro... Minha vó nunca soube da morte dela. Quando perguntava, respondíamos que ela morava num asilo em Santos. E, após pouco tempo da partida da Tia Nistina, num dia chuvoso e em que eu esperava para ver minha grande musa inspiradora ao vivo (e na pista VIP), a Madonna, ela também fechou os olhos e foi ao reencontro das Bonecas e de todos os outros tantos irmãos.
Sempre que encontro um frangipani caído pelas ruas da cidade me agacho para pegá-lo e sentir seu forte e doce aroma. Não consigo não lembrar das Bonecas, de sua casa e dos bichos que lá habitavam. Volto no tempo e sento-me novamente no banquinho de pedra e vejo as flores caindo na terra. Consigo até ouvir a voz do Sílvio Santos vindo da TV antiga da sala. Sinto o cheiro do ravioli sendo preparado no fogão. O vento bate e sei que eu também um dia fecharei os olhos e reencontrarei pessoas tão amadas...
Um beijo com muita saudade e carinho para as Bonecas...

Radio Edit - Fade Out Version
Spanish Version - Quisiera Volar
Demo, Nov. 1997
Live at St. Petersburg 2010
Tee's In House Mix
Tee's Radio Mix
Stonebridge R&B Mix
Stonebridge Club Mix
Stoney's Dub Trax (low quality...)
I wish I could fly out in the blue...
Chupa meu edy nas alturas:
A estreia do Roxette aqui no meu blog não podia ser num dia mais especial que este. Roxette sempre será uma das minhas bandas favoritas e "Wish I Could Fly" me cativou desde a primeira vez que a escutei lá na casa das Bonecas. Lembro que assisti o clip na MTV que nem pegava bem na antiga TV delas, mas dava pra escutar bem a música. Fiquei apaixonada. E sou até hoje. Podem pegar o Radio Edit - Fade Out Version. Muito linda e super recomendo.
Os poucos remixes de "Wish I Could Fly" nunca chamaram muito a minha atenção talvez por eu gostar tanto da original. O sumido Todd Terry não acertou a mão e juntou às suas batidas de sempre um vocal desacelerado. Peguem o Tee's In House Mix e tirem suas próprias conclusões. O Stonebridge fez dois remixes diferentes, mas nenhum muito bom também. O Stonebridge R&B Mix não é tão R&B como gostaria de ser e eu provavelmente gostaria mais dele se ele de fato tivesse o pé na cozinha. O Stonebridge Club Mix fez exatamente o oposto que o Todd Terry fez com o remix dele: acelerou demais os vocais da Marie, deixando tudo meio frenético. Resumindo, seria melhor se o single tivesse apenas a versão original, a instrumental e algum lado B pra agradar os fãs de carteirinha...
Quarta-feira, Dezembro 21, 2011 | Celebridades: Roxette | 2 Bilus felizes
A despensa dos pecados
_ Não esperava te encontrar aqui, Maddyrain.
_ Nem eu, ué! O que você tá fazendo aqui!?
_ Eu fui contratado pra trabalhar na festa.
_ Aim, eu também! Tá me perseguindo, éam? Também entrou pro ramos de festas? E me larga! Desengata porque agora eu tenho um novo dono!
_ Então para de rebolar no meu pau.
_ Eu não tô rebolando! Acho que é a casa que tá tremendo! Não tá sentindo? Será um terremoto?
_ Vou fazer suas pernas tremerem, isso sim!
E de repente, não mais que de repente, Fabinho levantou meu vestidinho preto Chanel e baixou minha calcinha com uma facilidade incrível e meteu tudo que tinha pra meter e eu tudo que tinha pra receber. Soltei um gritinho de dor safada. Sabem aquela dor gostosa do séquiso? Entaum, essa mesma! Um dos seguranças do lado de fora da despensa perguntou:
_ Que grito foi esse? Veio de dentro da despensa!
_ É uma das aves de caça que serviremos hoje. - o cozinheiro era um dos meus! Mano brown! Enquanto isso, Fabinho me jogava contra uma parede repleta de comidas enlatadas e metia com força.
_ O seu novo dono faz assim com você?
_ Naum... bom, faz!
_ Tem o pau grande que nem o meu?
_ Naum... bom, sim! Agora para de falar e me come!
No escuro da despensa, tentei fechar os olhos e pensar que era o Gersonswald ali bombando, mas a barba por fazer do Fabinho roçando no meu pescoço e sua respiração acelerada eram mais fortes. Abri os olhos e encarei a realidade.
_ Eu te amo, Maddyrain! Por que me evita tanto assim?
_ É minha sina, gatón. Não posso me envolver com um assassino.
_ De novo essa história? Eu não matei Roxxana Veludo!
_ Gato, não me faça perder o tesão. Não quero pensar em defunto right now.
Fabinho desengatou, me virou de frente e beijou minha boca. Diana Ross, que saudades daquele beijo! Mas eu tava com mais saudades era da neca mesmo. Bem franca! Me jogou no chão, levantou minhas pernas e fomos pro tradicional frango assado.
_ Onde você tá morando? Quero te comer sempre. Tá lá naquele fim do mundo com suas amigas ainda?
_ Eu agora sou uma garota do Centro.
_ Eu também tô morando no Centro. Me passa o endereço.
_ Naum! Era só o que me faltava a polícia revirando meu apertamento atrás de você! Além disso, eu tenho namorado agora. Ele mataria nós dois se descobrisse nosso romance.
_ E cadê ele? - aim, porque sempre perguntam isso?!
_ Ele tá trabalhando, ué!
_ Ah, tá. - e porque nunca acreditam na resposta!?
Tirou a neca de novo de mim e me virou de quatro. Meteu a neca com tudo e eu revirei os olhos. Pra não machucar meus joelhos, coloquei dois pacotes de café no chão. Com a força do atrito, eles acabaram estourando. Coloquei dois de açúcar no lugar, que também estouraram. Imaginei a sujeira que estávamos fazendo na despensa da mulher.
_ Você nunca foi atrás da herança da Roxxana Veludo?
_ Eu naum. O que aquela mocreia ia deixar pra mim?
_ Não sei, mas você precisa estar presente pra que o advogado possa ler o que ela deixou.
_ Aim, gomoasí? E eu já falei que não quero falar de defunto pra não perder o tesão!
Fabinho me deitou novamente naquela muvuca de café com açúcar no chão e veio gozar na minha cara. Recebi com certa nostalgia aquela gozada e pensei que no fundo gozo é gozo independentemente do bophy. Alguém bateu à porta da despensa.
_ Maddyrain, você tá aí?
_ Gerson!? Aim, garai!
_ Quem é Gerson?
_ Fica quieto! Tem gozo na minha cara!?
_ SÓ tem gozo na sua cara, Maddyrain.
_ Aim, Diana Ross! O que eu faço!? - olhei praquele café no chão e a luz veio - Já sei! -me joguei no chão e passei o café no rosto pra grudar no gozo. O cheiro de café com porra tava nauseante. Mandei o Fabinho se esconder nos fundos da despensa e abri um pouquinho a porta - Gerson, amô! Os seguranças já foram?
_ Maddyrain!! O que é isso na sua cara!?
_ Café, gato. Eu tava pensando em me desfarçar de negra pra escapulir daqui.
_ Não precisa, meu amor. Eles já foram, mas você tem que ir embora. Vamos, eu chamei um táxi pra você.
Sai pela porta dos fundos da cozinha abraçada ao Gerson e deixei pra trás, na despensa, o peso da minha traição. Sentei no banco do táxi e notei que eu tava sem calcinha. Sem calcinha... sem dignidade... sem vergonha na cara. Na verdade, na cara só tinha porra e café.
Um beijo,
Maddyrain

Our Tribe Mix
Our Tribe Edit
The Big Mix
Big Mix Edit
Junior's Factory Mix
Junior's Factory Mix Edit
Junior's Factory Dub
RNG & Junior Vasquez Twilo Mix
Serious Rope Mix
Serious Rope Edit
7th Heaven Mirrorball Mix
7th Heaven Mirrorball Radio Edit
Solitaire Mix
Marco Gee Vocal 2007
E.H.C. Mix
Oh tears come easy these days...
A esperança está no meu edy:
Hoje é dia de uma indicação mais do que válida de um leitor do meu blog! Eu nunca tinha ouvido "What Hope Have I", mas super me apaixonei logo de cara por essa produção bafônica do Rollo! Uma delícia! Isso sem mencionar os vocais dramáticos da Sabrina Johnston (que aparecerá por aqui qualquer dia com "Peace"). Um ahazzo! Obrigadjénha pela indicação, amore!
Se joguem com muita fé no Our Tribe Mix! Isso é house de qualidade, meu amô, não aquelas porcarias que você escuta na rádio e jura que é a sétima maravilha do mundo. Uma delícia! O The Big Mix é uma aceleradinho e club diva. Uma loucura! Definitivamente, "What Hope Have I" foi uma das melhores músicas antigas e obscuras que conheci em 2011! Obrigadjénha novamente pelo meu kérido leitor (que eu esqueci o nome... sorry!).
Temos também o poder travesti de Junior Vasquez (aka Juninho Vasconcelos pras mais amigas). Infelizmente, não é hoje que teremos todo o glamour do Vasquez. O Junior's Factory Mix tem um instrumental interessante, mas também parecido com TODOS os outros remixes dele da época. O problema é que os vocais da Sabrina não casaram muito bem com as batidas na minha opinião, mas baixem pra conhecer. O remix dele com o Razor 'n' Guido é simplesmente terrível. Fujam!
Pra não sentar na margem do rio Piedra e chorar, temos o Serious Rope Mix, que é mais house, mas mesmo assim não bate os remixes do Rollo.
A música foi relançada em 2007 (novidade) e até que recebeu remixes bonitinhos! O 7th Heaven Mirrorball Mix é bem parecido com os remixes originais do Rollo, mas com uma repaginada mais atual. Uma delícia! Recomendado! O Marco Gee Vocal 2007 também vai por esse mesmo caminho de revitalização da original.
O Solitaire Mix tem toda uma pegada Ibiza bonitinha e sem vergonha. Por fim, o E.H.C. Mix, que é um dance bem gostosinho e com um pianinho e orgão super house!
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Aim, Juninho Vasconcelos tava inspirado e decidiu cagar mais uma caralhada de remixes promocionais que eu não encontrei de jeito nenhum. Juninho, se você estiver me lendo, compartilha com a bicharada!
junior's factory mix edit 6:56
junior's factory edit 4:10
junior's dubstramental 8:48
junior's drums of hope 4:13
junior's accapella 7:01
the ot's mix 5:08
groovecutter mix 7:29
Terça-feira, Dezembro 20, 2011 | Celebridades: Sabrina Johnston, Sphinx | 0 Bilus felizes
Uma banana em minha vida
Eu ficaria responsável por servir APENAS canapés. Litta Walitta, as bebidas (fiquei com inveja). Kilo Minhoca ficou com os guardanapos.
_ Ai, que horror. Como assim? Eu vou ficar andanu seguranu guardanapo?! Não é mais fácil deixar tudo num cantinho e o povo vai peganu?
_ A senhora pode fazer isso pra se privar do esforço, gata.
A mocinha ainda me contou que meu bophy do momento, o Gersonswald, seria contratado pro bar. Fiquei lokinha! Adógo festinha com open bar! Nosso namorico ia super bem, mas eu ainda continuava com meu bloqueio psicológico pra pronunciar o nome dele. Inventei mil e um apelidos pra poder fugir desse fardo. O mais usado era "meu macho" mesmo. A mãe dele continuava sendo um menir no meu sapato.
Eu, Litta e Kilo chegamos na mansão vestindo uns pretinhos básicos by Chanel que a tal socialite havia exigido. Meu amô, a partir do momento que você manda três sacolas da Chanel pra minha casa, você tem total e completo direito do meu corpo! A mansão era majestosamente de mármore de cima a baixo. O hall principal era cortado ao meio por uma escadaria tirada das novelas da Globo. Os convidados ficariam ali conversando e bebericando seus drinks antes do jantar ser servido na sala de jantar cercada por quadros e esculturas. Olhei ao redor pra ver no que eu daria a Elza. O "barzinho" do Gersonswald era um deleite pros olhos de qualquer bilu filha de buteco. Decidi que eu deixaria os canapés num cantinho e ficaria sentada no bar bem bunita bebendo. Quem estivesse com fome que se servisse sozinho!
Os convidados foram chegando em carros importados, vestindo roupas importadas e falando como gente importada de alguma nação desconhecida e distante. Segurei minha bandeja de prata importada com os canapés feitos com ingredientes importados e esbocei meu sorriso nacional, ou seja, com um pedacinho de caviar de um canapé roubado. Inhaim, aceita um canapé? Do que é? Não sei... de alguma coisinha pequena e com sabor insignificante. Provavelmente essa coisinha presa no seu dente, não é ? Dada hora, cansei de ficar de pé sorrindo e coloquei a bandeja em cima de uma obra de arte qualquer. Sentei no banquinho alto do bar com as perninhas balançando e pedi pro Gersonswald um Cosmpolitan no capricho. Nem bem coloquei o drink na boca, senti uma mão gelada no meu ombro.
_ Querida, a senhorita não deveria estar trabalhando? - olhei pra trás com desdém e audácia. Uma velha que conseguia disfarçar muito bem a idade com muito ouro e brilhantes me encarava com ira nos olhos.
_ E a senhora não devia estar comendo algum canapé e tomando seus bons drink?
_ Eu estaria comendo canapés se você estivesse desempenhando a sua função, ou seja, servindo-os.
_ Ah, meu kool! Não posso nem mais tomar meu Cosmpolitan em paz? Os canapés estão ali naquele bloco de pedra que se diz arte. - a velha se afastou batendo o pé.
_ Maddyrain, essa é a socialite dona da festa!
_ Aim, fudeu! E agora?
_ Foge! Vai pra cozinha! Ela tá conversando com os seguranças.
Virei o drink e corri pra cozinha. Uma sequência sem fim de corredores e portas. Fui me guiando pelo cheiro de comida sendo preparada. Aim, eu devia ter comido mais canapés! Tô com fome! Abri a porta com força e gritei Socorro! Querem me pegar! Um cozinheiro com cara de indiano me olhou assustado e mandou eu entrar na despensa. Deixei a porta entreaberta pra ver o que acontecia do lado de fora e pra iluminar um pouco a despensa, que era mil vezes maior que meu apartamento. As paredes eram repletas de prateleiras com comida. Me senti num supermercado particular. Peguei um pacote de biscoito importado e comecei a comer enquanto olhava os seguranças entrando na cozinha e perguntando por mim.
Uma mão forte tocou meu ombro e quase gritei, não fosse a outra mão forte e viril tapando minha boca.
_ Você era a última pessoa que eu esperava encontrar aqui hoje, Maddyrain.
Reconheci a voz e a neca dura roçando na minha bunda. Fabinho das Bananas!

Main Mix
Radio Edit
Album Mix
Radio Mix
Live Version
Touch 2 Mix
77th Heaven Mix
Frankie's Classic Morning Mix
Frankie's Hard R&B Club Mix
Frankie's Hard & Sexy Radio
Hani's Num Club Mix
Hani's Analog Bubble Bath (low quality...)
Mark!'s Transparent Vocal
Mark!'s Shelter Dub
Mark!'s Shelter Dub Edit (low quality...)
Nikolas & Sibley Club Mix (low quality...)
Make love to you right now is all I wanna do...
Nunca, nunca chuparei um edy:
Xente, a Lisa Stansfield anda meio sumida daqui do blog, mas isso tá pra ser consertado em breve! Além de "Never, Never Gonna Give You Up", já separei dois singles espertos. Fika a dika. Enfim, a música de hoje é super gostosinha e conhecida. O clip, na época, deixei o público eufórico com o corpinho da Lisa. Se você não o conhece, se joga no YouTube. Se você não conhece a música, se mata e depois se joga no Main Mix. Na verdade, "Never, Never Gonna Give You Up" tem duas versões principais. O Main Mix tem uma pegada soul mais puxada pra versão original do Barry White. O Album Mix foi remixada e recebeu batidas mais r&b de rádio. Eu gosto de ambas. A Live Version também é uma delícia. Se joguem.
Felizmente, o single recebeu bastante remixes com muita coisa válida. Vamos começar com algo mais calminho pra você ouvir enquanto varre a casa. O Touch 2 Mix é gostosinho pra esses momentos de faxina e não se arrisca muito em sair da versão original. O 77th Heaven Mix é mais acelerado, mas os vocais não combinam muito com as batidas.
O babadu de hoje, meus amores, são os remixes do pai da house, Frankie Knuckles. O bophy MEGA ahazzou com o Frankie's Classic Morning Mix. Lindo, maravilhoso, glam, chic e elegante. Tudo que a xente espera de um namorado. Você não vai sair dançando pela pista da buatchi, mas deixará sua festinha íntima mais phyna. O Frankie's Hard R&B Club Mix não foge muito do remix anterior e (felizmente) não é tão r&b quanto gostaria de ser.
Pra você ficar completamente descabelada e deslocada na buatchi, temos o sempre ahazzador de edys, Hani. Se joguem com muita fé no Hani's Num Club Mix. Uma delícia e super pintoso. Pra continuar na viadagem, temos os remixes do Mark Picchiotti. O Mark!'s Transparent Vocal é bem dançante e animado. Super bilu carismática e fervida, mas eu gosto mesmo é do Mark!'s Shelter Dub! Isso é pura loucura! Ninguém me tira da cabeça que esse dub tem sample da RuPaul! Loucura!
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Aim, xente, achar coisas da Lisa Stansfield é... assim... um edy mal lavado. Além de ser difícil, às vezes a qualidade tá mega cagada. Se você tiver algum dos remixes, ajuda a Maddyrain e... quem sabe... você ganha aquele kétji que sempre sonhou receber!?
groove mix 5:01
hani's vocal reprise 1:56
hani's bonus beats 2:03
nikolas & sibley dub 5:23
Quinta-feira, Dezembro 15, 2011 | Celebridades: Lisa Stansfield | 1 Bilus felizes
Matilda
Goodies
Clean
No Rap (thanx to Lord Nico!)
Instrumental
Acapella (thanx to Lord Nico!)
Remix
Bimbo Jones Remix
Richard X Remix
Johnny Toobad Remix (thanx to Lord Nico!)
Just because you drive a Benz I'm not goin' home with you...
Chupa meu edy porque eu tô bandida:
Tem dias que eu acordo toda trabalhada na bandidagi e venho aqui compartilhar com vocês esses momentos meus. Não sou fã da Ciara, meus amores. Na verdade, o post de hoje é só pra divulgar a maravilha que é o remix do Bimbo Jones pra "Goodies"! Nunca ouvi na buatchi, mas acho que faria as bichas irem à loucura! Se joguem no Bimbo Jones Remix! Muito bom! Pegou aquele r'n'b cansado que os americanos fazem como ninguém e transformou num dance maravilhoso! Sou loka pra ouvir a versão dub, então manda pra mim se você a tiver.
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Se você também desceu o morro e caiu aqui no meu blog, compartilha comigo o dub do Bimbo Jones! Fazofavô!
bimbo jones dub 7:17
Quarta-feira, Dezembro 14, 2011 | Celebridades: Ciara | 0 Bilus felizes
Vamos falar da Madonna: Confessions on a Dance Floor
Anyway, mais do que depressa, Madonna decidiu juntar-se ao produtor Stuart Price, que havia remixado o single de "Hollywood", e "retornar às suas raízes". Acho tão fofo quando um artista decide "retornar às suas raízes". Pra mim isso é eufemismo de desespero.
O retorno às origens de Madonna nada mais foi do que voltar a fazer música dançante pra bicharada. No entanto, o curioso é que a Madonna não foi buscar os DJs mega conhecidos pra voltar a ser alguém na noite. O COADF contou com a produção do já mencionado Stuart Price, que não era a bilu mais conhecida da buatchi até então, do Mirwais, que depois do COADF levou seu devido pé na bunda, e do duo Bloodshy & Avant, mais conhecido pela produção de algumas músicas da Britney Spears.
O disco inteiro é repleto de referências à disco music e artistas como Pet Shop Boys e outros pioneiros da música eletrônica. Além disso, Madonna adotou todo um visual disco music super válido e fofo. A bunita não só voltou às suas origens como também lançou o melhor álbum da sua carreira dos anos 2000! Fato! O "Confessions on a Dance Floor" saiu no final de 2005 e fez o Natal feliz de MUITA bilu. Uma das coisas que eu não gosto é que as músicas são todas grudadas uma na outra, como um grande set de DJ. No mesmo esquema que o "You Can Dance".
A edição limitada dessa vez foi mais caprichada. Além de ter uma faixa adicional, o encarte vem com mais fotos e traz ainda uma caderneta pras biluzinhas escreverem seus segredinhos da buatchi. Um mimo! Eu esperava que as músicas viriam separadas na edição limitada, mas cai do cavalo na época! Esse brinde ficou exclusivamente pra edição virtual. O tracking list é o seguinte:
1- Hung Up (single)
2- Get Together (single)
3- Sorry (single)
4- Future Lovers
5- I Love New York
6- Let It Will Be
7- Forbidden Love
8- Jump (single)
9- How High
10- Isaac
11- Push
12- Like It or Not
13- Fighting Spirit (bônus da edição limitada)
14- Super Pop (bônus virtual para os membros do ICON)
O álbum já abre arrombando edys mundo a fora com a maravilhosa Hung Up! Com samples do Abba, Hung Up é um crássico moderno da Madonna! Lembro que ela foi vazando na Internet em doses homeopáticas e eu não me aguentava mais pra ouvir tudo! Fiquei completamente extasiada! Até hoje o meu trecho favorito é aquele pedaço "I can't keep on waiting for you..." da segunda estrofe. Como eu não tinha ouvido esse trecho na época, sempre tem gosto de novidade pra mim! Loucura!
Get Together acabou virando single apenas devido ao grande número de downloads (oficiais, néam?) na época. Embora eu adore a música, não sei se foi uma escolha boa pra single. Aliás, só pra constar, um dos singles mais chatos EVER da carreira da Madonna. Continuando o clima de Hung Up, Get Together é um dance bem gostosinho sem grandes mistérios que abre caminho pra ahazzadora Sorry. Mesclando tudo que é idioma, Madonna volta com tudo pra pista de dança com uma música super dance diva! Outro crássico moderno! O clip também segue a linha disco music com referências mais do que claras ao filme Xanadu.
Ainda com o pézinho na disco music, Future Lovers mama dos seios (aim, que sexy!) de I Feel Love, da Donna Summer. Pasmem, mas a produção é do Mirwais. Quando era pra fazer algo bom, esse fodido não fez, néam?! Future Lovers é uma delícia e mescla momentos mais dançantes com trechos mais contidos. Serviu de abertura pra Confessions Tour, numa performance maravilhosa!
O álbum dá sua primeira freada com I Love New York, que eu definiria como electro rock pop. Não que seja ruim, mas não gosto da mensagem da letra e acho que tem muita guitarra junto das batidas. Em seguida, temos Let It Will Be que nos traz de volta à pista. Não tenho muito o que falar; um dance gostosinho com cordas e batidas, mas nada além disso. Eu gosto mesmo é da que vem depois, Forbidden Love, que não tem NADA a ver com a música de mesmo nome do "Bedtime Stories". Sou apaixonada pela letra dessa música e as batidas eletrônicas. Uma delícia e merecia ter virado single na Europa!
Não consigo ouvir Jump e não lembrar de West End Girls, dos Pet Shop Boys (óbvio!), na hora! Aliás, sempre achei que eles deviam ter remixado Jump e não Sorry! Já pensou que tudo que seria um mash-up bem feito? O single de Jump também é um dos piores da carreira da Madonna. O clip também é fraco pragarai, mas a música é muito boa. Contradições, meus amores...
A primeira música produzida pelo Bloodshy & Avant é a fraca How High, que não empolga e dá uma desacelerada nervosa no clima do álbum. Na verdade, nada é ruim no COADF, mas How High tá bem perto dessa proeza. Tadinha. Continuando, temos Isaac. Lembro que na época houve boatos de que ela seria lançada como single e eu fiquei toda úmida com a notícia. Isaac mistura elementos dance com world music e aqueles gemidos do Oriente Médio que eu super adoro. Aposto que se a Ofra Haza estivesse viva, a Madonna teria procurado a bunita! É tocante e climática. Uma maravilha moderna!
Como nem tudo é rosas, temos a segunda produção do Bloodshy & Avant que, novamente, pisa na jaca com Push. Se How High é quase ruim, Push é ruinzinha. Felizmente temos Like It or Not pra fechar o álbum com chave de ouro. Não é tão agitada como as outras músicas do álbum, mas é bonita. A edição limitada veio com Fighting Spirit, que me lembra não sei qual música antiga. Não é nenhuma maravilha, mas tá bom como faixa bônus de edição limitada, néam? Eu prefiro Super Pop, que, na teoria, é exclusiva aos membros do fã club oficial da Madonna, o ICON. Ah sim... vem me falar de exclusividade em pleno século XXI...
Para ajudar na divulgação do álbum, Madonna percorreu o mundo com a Confessions Tour, que infelizmente não passou por aqui. Madonna decidiu também retornar às suas origens no palco com um show maravilhosamente bem produzido e mais dançante que os anteriores. A turnê foi lançada em DVD e o grande mérito fica por conta da pós-produção frenética e absurda. Uma maravilha de se assitir! Eu simplesmente me cago toda com a performance de Like a Virgin dessa turnê! Quase melhor que a versão do Blonde Ambition! Quase! Isso sem contar na grande surpresa que foi a Madonna revisitar a sobra de estúdio You Thrill Me! Fiquei chocada na época!
Madonna conseguiu o que muitos artistas às vezes não conseguem: voltar a se firmar como alguém relevante não só no cenário musical, mas para os seus próprios fãs. Conheço tanta bilu que perdeu o encanto pela Madonna com o "American Life", mas que super voltaram a adorá-la com o "Confessions on a Dance Floor". Infelizmente, esses mesmos fãs voltariam a querer queimá-la viva com o próximo álbum, o "Hard Candy"...

Radio Edit
Man with Guitar Mix
Man with Guitar Edit
PSB Maxi-Mix
PSB Maxi-Mix Edit
PSB Minimal Mix
Paul Oakenfold Remix
Paul Oakenfold Remix Edit
Green Velvet Remix
Green Velvet Edit
Green Velvet Instrumental
Radio Mix
Confessions Tour Rehersal
Remix - Confessions Tour Rehersal
You're not half the man you think you are...
Desculpa, mas eu não chupo edys:
"Sorry" foi o segundo single tirado do Confessions e continuou a saga de músicas maravilhosas cagadamente remixadas. Uma pena! Assim como a maior parte do álbum, "Sorry" é um dance diva club maravilhoso que nem precisaria de remixes pra fazer a biluzada despirocar na pista! Uma delícia! Se joguem na Radio Edit se você por acaso nasceu recentemente (BEM recentemente) e não conhece "Sorry".
A produção do Stuart Price é um desbunde, mas o mesmo não pode ser dito do Man with Guitar Mix dele. O remix tem vários elementos da original, mas tem todo um ar dub que seria o máximo se houvesse uma versão extended da versão riginal e esse remix fosse apenas o dub mesmo.
A grande estrela do single de hoje são os Pet Shop Boys e não a Madonna. Aliás, quando eu fiquei sabendo que eles iam remixar um dos singles do Confessions, logo achei que fosse "Jump"! O PSB Maxi-Mix é bem dançante e fico loka do meu respectivo quando entram os vocais do Neil! Essa parceria com eles deveria render mais frutos assim tão bons. Alguns anos depois, eles lançaram na Internet o PSB Minimal Mix, que não é muito interessante.
O arroz de festa e então queridinho da Madonna, Paul Oakenfold, não poderia ficar de fora, néam? O Paul Oakenfold Remix tá mais prum dub do que vocal mix. É bem dançante, mas fica anos luz atrás dos PSB!
Sabe-se lá o porquê, mas a Madonna resolveu desenterrar o veterano Green Velvet. Só posso dizer que ele deveria ter continuado no limbo em que tava escondido, porque o remix dele pra "Sorry" é uma tristeza! Mais triste ainda foi quando eu o ouvi na buatchi! Fiquei Bélgica!
Por fim, temoso misterioso Radio Mix que ninguém sabe dizer de quem é. Houve boatos de que era do Bill Hamel, que desmentiu. Tem xente que diz que é dos PSB. Enfim, o remix é bonitinho e merecia ser batizado. Se ninguém assumir a paternidade, vou espalhar por aí que foi eu quem remixou! A loka!
Segunda-feira, Dezembro 05, 2011 | Celebridades: Madonna | 2 Bilus felizes
Diva da maquiagem
_ Maddyrain, preciso da ajuda de você e suas amigas desesperadamente!
_ Xente, isso dá até nome pra filme! Desembucha, mulher!
_ Tenho uma festa pra daqui três horas num buffet no alto de Moema. Festa de gente rica e importante! Por favor, quero as três arrumadas e comportadas! Vocês vão ficar responsáveis pela maquiagem no rosto das crianças.
_ Aim, maquiagem é com a xente mesmo! - desliguei e fomos nos arrumar. Kilo Minhoca, toda ingênua, foi pegando sua caixinha de maquiagem Chanel. Levei um susto. - Gata, onde é que a senhora vai com esse estojo da Chanel!?
_ Ué, não é pra gente maquiar os demônios?
_ Sim! Mas você vai gastar Chanel naquele bando de criança remelenta? Pode guardar isso aí! Litta, amore, pega a caixinha de maquiagem da Avon.
A festa era realmente bem glamourosa. A aniversariante, um cocô! Uma combinação de Luciana Gimenez e Paris Hilton. Só a cara dela de nojo me dava vontade de entupi-la de bordoada. Um ataque de violência absurdo! E o nome da criatura!? Aurélia. Isso lá é nome de criança, Diana Ross?! Já nasceu com nome de velha ranzinza!
As crianças convidadas pareciam ter medo da Aurélia. Chegavam, entregavam o presente, Aurélia abria o embrulho, soltava um comentário frio e mortal, a criança se afastava desolada e ficava num canto junto com todas as outras. Aim, se eu fosse a responsável por servir a bebida hoje... ia entupir essa vadiazinha mirim de cachaça! Da mais vagabunda possível! Sentamos num canto do salão com três mesinhas nos esperando. Chamei a mocinha da Festinha Animadinha toda indignada.
_ Gata, vem cá. Essas mesas e cadeiras são minúsculas pra xente. Somos travestis grandes, tá sabendo?
_ Maddyrain, as mesas e cadeiras não foram feitas pensando em vocês três. São pros convidados.
_ Meu kool! EU NÃO CAIBO NESSA BUDEGA!
_ Shhhh! Fala baixo! Isso aqui é festa de gente fina! Já pensou se eles escutam você gritando e assassinando o Português assim!?
Voltei pra cadeira com a maior cara de kool do mundo. Já sei qual será a primeira pintura que farei na cara desses demônios infernais! Um menino com cara de Galinho Chicken Little sentou na minha frente. Eu quero que você faça um tigre no meu rosto. AGORA! Xente, que mandão! Pera aí que você vai adorar sua maquiagem! Pinta aqui, retoca ali, contorna aqui, umas pregas ali e o menino saiu com o desenho de um cú na cara. Kilo Minhoca ficou horrorizada. Uma menina com cara de meiguinha sentou na minha frente. Abriu a boca e senti o maior cheiro de fossa do mundo. Menina, escova esses dentes! Eu tenho problema... Ah, vá! Eu quero uma borboleta... Você vai adorar a borboleta. Saiu com uma lata de lixão na cara. Sou bem franca!
A aniversariante veio caminhando até nós como se estivesse desfilando em seu palácio. As crianças saiam do caminho cambaleando com medo de serem atropeladas.
_ Ai, que horror! Tomara que não sente comigo!
_ Naum, essa eu quero pintar! Vem cá, amore. Vem cá!
_ Quem você pensa que é para me chamar de "amore"? - olhei bem nos olhos dela e incorporei o lobo mau da Chapeuzinho Vermelho.
_ Eu sou a travesti que vai acabar com sua reputação de fodona. Agora senta aí e deixa eu pintar o seu lindo rostinho. Você será o assunto da escola por gerações! - ela tentou levantar da cadeira, mas Litta Walitta foi mais rápida e segurou a bunitinha - E não tente gritar, A-M-O-R-E, se não eu desenho algo pior!
Quando eu era pequena, minha matéria favorita era Artes. Adorava ir pra sala de Artes lá no último andar da escola. A sala em si não tinha absolutamente nada de mais. Era um espaço enorme com as carteiras e nenhum instrumento muito diferente. As aulas eram legais. O professor, um aloprado. Frenético. Achava que todo mundo tinha talento pras artes cênicas. Tentou que encenassemos "Disque M para matar", do Hitchcock. Um fracasso fenomenal.
No finado Colegial, a professora de Artes era uma megera. Uma crítica de arte frustrada que acabou virando professora. Nada era bom, só o que a filha fazia com o maior desleixo. Aliás, a menina já carregava uma aura de maconheira fodida desde sempre. Fui pegando uma raiva das aulas de Artes. Só de pensar em subir, olhar aquela mulher de meia idade papagaiando sobre técnicas artísticas pra, no final da aula, eu não receber nenhum parabéns pelo meu esforço...
Pensei nela enquanto desenhava no rosto da Aurélia. Coloquei toda minha ira de Dante no pincel e pensei numa neca bem gostosa. As lágrimas da menina escorriam e borravam o desenho. Para de chorar ou vou te beliscar, mocreia! Engole esse choro! As outras crianças foram se aglomerando pra ver a obra de arte no rosto da menina. Começaram a rir e debochar quando perceberam o cacetão que eu tava desenhando. Pensei se a minha ex-professora de Artes me daria um parabéns pelo detalhe impressionante nas veias pulsantes daquele pintão. Pela cabeçona feita com capricho e carinho.
Aurélia soltou um grito quando viu o desenho no espelho e saiu correndo pelo salão chorando e aos berros. Eu, Litta e Kilo fechamos nossos estojos e saimos correndo em direção à saída antes que a casa caísse e fossemos caçadas como bruxas. No caminho, peguei uma taça de champagne porque eu não sou obrigada. Sou uma pessoa de muitos talentos. Um deles é não aguentar xente que se acha melhor que o restante.
Um beijo e fika a dika,
Maddyrain

Album Version
Debsey Vocal Version
Strobelights & Platform Shoes Mix
Radio Remix
Nu Solution Mix
Saturday Night Fever Dub
Quex-RD
And every day sees another scar...
Meu edy não é quem você pensa que é, mas é gostoso mesmo assim:
Aim, o retorno da minha banda desconhecida favorita! "Who Do You Think You Are" é super antiguinha e já nasceu com essa vibe old skool. Uma delicinha! Super recomendo que vocês conheçam a Album Version.
Aliás, as recomendações de hoje serão super enxutas, já que só vamos ficar com os remixes do Roger Sanchez. O Strobelights and Platform Shoes Mix (xente, que nome!) só tem nome de disco music, mas é um classic house bem gostosinho e bem nos moldes dos remixes do Sanchez do passado. Super anos 90! Se gostar, pegue também o Nu Solution Mix, que nada mais é que um dub disfarçado. Pra continuar na overdose de Roger Sanchez, pegue também o Saturday Night Fever Dub. Adógo!
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Será?! Será, Diana Ross!? Será que alguém tem esses remixes promocionais do Roger Sanchez?!
tilt dub 6:00
bonus beats down 4:55
Quinta-feira, Dezembro 01, 2011 | Celebridades: Saint Etienne | 0 Bilus felizes
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