Um lar pras travestis
Eu, Litta Walitta e Kilo Minhoca passamos por meses e mais meses de dureza em todos os sentidos da palavra. Como já tava ficando insuportável vivermos naquele cubículo que Kilo, decidimos juntar todo nosso santo dinheirinho pra comprar ou alugar um cafofinho pra xente. Nunca na minha vida que eu pensei que iria precisar dividir apartamento com as amigas depois de velha, mas a necessidade é a mãe do desespero. Viramos verdadeiras máquinas de animar festas. Fomos a tudo que é tipo de festa: de xente ryka, de xente pobre pagando a festinha em milhares de prestação, festa de 15 anos e até mesmo num velório a xente foi! A xente topa qualquer negócio quando o babadu é dinheiro! Menos comer mulher.
Falando em comer, nos jogamos também sem dó aos nossos respectivos edys na avenida. Foram semanas e mais semanas sem saber o que é uma flora intestinal digna de um ser humano trabalhador. A palavra "pregas" tinha virado meramente o feminino de "pregos" pra xente.
Abri o caderno de imóveis do jornal e começamos a discutir onde iríamos morar.
_ Aim, eu sou a favor de Higienópolis ou Jardins!
_ Não! Higienópolis é bairro de maricona rica e Jardins é lugar de bicha emergente! Quero morar no Morumbi.
_ Ai, que horror! Morumbi me lembra a mansão da finada patroa Roxxana Veludo!
_ Xente! É verdade! Que fim... que fim... que fim levou o Robin? A loka! Que fim levaram os bens dela, néam? Mas enfim! Isso é assunto pra outro post! Vamos ver os preços.
_ Ai, que horror! Mas é tudo caro! Assim a gente vai acabar moranu aqui mesmo!
_ Não! Aqui não! Chega! Cansei de dormir amontoada num canto!
_ Gatas, com o nosso dinheiro só dá prum apertamento no Centrão...
_ Centrão!? Do lado das travestis rivais!? JAMAIS!
_ Não cuspa no prato que a senhora já comeu, vinhada. Centrão é gostoso. Perto das buatchis. Perto dos pontos.
_ Perto do metrô... - eu e Litta olhamos assustadas pra Kilo Minhoca - Ai, mas não é?!
Tem xente que nasceu pra morrer pobre na vida! Enfim, pegamos a bolsinha e fomos visitar o apartamento com o corretor (infelizmente nada fazible... um tiozinho com cara de fumante de 30 cigarros por dia que me deu até nojinho). Veio com aquele discurso básico de corretor de imóveis. Mostrava o banheiro todo estourado e dizia que tudo era uma maravilha. Cumé que é uma maravilha, meu senhor?! Até o chuveiro levaram embora! Ah, mas isso é só comprar um novo. Baratinho! Quando o babadu é o dinheiro dos outros, tudo é baratim, baratim.
Deixamos o homem esperando na porta e fizemos uma rodinha perto da janela. A vista não era a das melhores. Um monte de prédios antigos, sujos e pixados de cima a baixo. A vizinhança também parecia a mais perigosa do mundo após o anoitecer... mas enfim... nada que três travestis devidamente versadas nas artes da Gillette não pudessem lidar.
_ Eu achei muito pequeno. E só tem dois quartos.
_ Idanhi?
_ E daí que somos três.
_ A gente reveza quem dorme no quarto maior sozinha... ou acompanhada. Aliás, o quarto maior devia ficar pra quem tá pegando um bophy.
_ Ai, que injusto! Só porque a senhora tá chupanu o barman com o nome feio.
_ Maddie e Kilo, a gente vai ter que reformar o apartamento inteiro pra deixar ele habitável, mas tá melhor que o cafofo da Kilo. E aqui é mais perto da civilização.
_ Então, estamos todas de acordo? Vou chamar o homem. Ô moço. Vem cá. Vem cá. - ele veio abanando o rabinho. Tropeçou num taco solto e quase caiu no chão. - A xente chegou à uma conclusão. Esse apartamento tá praticamente em ruínas, néam gato? E não vem dizer que é tudo baratinho de consertar porque eu posso ser tudo, menos trouxa. Então a xente decidiu o seguinte: quando foi a última vez que chuparam esse seu pau pequeno que você deve ter?
_ Nossa! Mas que pergunta na lata!
_ Vai, responde! - as meninas me olhavam espantadas.
_ Erh... bom... já tem um tempinho... coisa de... uns... três anos!
_ Kilo Minhoca, amore, a senhora hoje vai levar esse cidadão à loucura!
Sem dar tempo de expressar qualquer reação, empurrei Kilo pros braços amorosos do corretor e levei os dois pro quarto maior. Às vezes é preciso alguns sacríficios pra conseguir as coisas na vida. Fechamos o negócio e nos mudamos no dia seguinte. Graças ao poder do kétji de Litta Walitta, conseguimos um carreto de graça pras nossas roupas e bugigangas. Desconfio que se eu tivesse empurrado a bunita pro corretor, o apartamento também tinha sido de graça. Enfim... não dá pra ser expert em todas as categorias do assustador mundo do sexo, néam?!
Um beijo,
Maddyrain

Falando em comer, nos jogamos também sem dó aos nossos respectivos edys na avenida. Foram semanas e mais semanas sem saber o que é uma flora intestinal digna de um ser humano trabalhador. A palavra "pregas" tinha virado meramente o feminino de "pregos" pra xente.
Abri o caderno de imóveis do jornal e começamos a discutir onde iríamos morar.
_ Aim, eu sou a favor de Higienópolis ou Jardins!
_ Não! Higienópolis é bairro de maricona rica e Jardins é lugar de bicha emergente! Quero morar no Morumbi.
_ Ai, que horror! Morumbi me lembra a mansão da finada patroa Roxxana Veludo!
_ Xente! É verdade! Que fim... que fim... que fim levou o Robin? A loka! Que fim levaram os bens dela, néam? Mas enfim! Isso é assunto pra outro post! Vamos ver os preços.
_ Ai, que horror! Mas é tudo caro! Assim a gente vai acabar moranu aqui mesmo!
_ Não! Aqui não! Chega! Cansei de dormir amontoada num canto!
_ Gatas, com o nosso dinheiro só dá prum apertamento no Centrão...
_ Centrão!? Do lado das travestis rivais!? JAMAIS!
_ Não cuspa no prato que a senhora já comeu, vinhada. Centrão é gostoso. Perto das buatchis. Perto dos pontos.
_ Perto do metrô... - eu e Litta olhamos assustadas pra Kilo Minhoca - Ai, mas não é?!
Tem xente que nasceu pra morrer pobre na vida! Enfim, pegamos a bolsinha e fomos visitar o apartamento com o corretor (infelizmente nada fazible... um tiozinho com cara de fumante de 30 cigarros por dia que me deu até nojinho). Veio com aquele discurso básico de corretor de imóveis. Mostrava o banheiro todo estourado e dizia que tudo era uma maravilha. Cumé que é uma maravilha, meu senhor?! Até o chuveiro levaram embora! Ah, mas isso é só comprar um novo. Baratinho! Quando o babadu é o dinheiro dos outros, tudo é baratim, baratim.
Deixamos o homem esperando na porta e fizemos uma rodinha perto da janela. A vista não era a das melhores. Um monte de prédios antigos, sujos e pixados de cima a baixo. A vizinhança também parecia a mais perigosa do mundo após o anoitecer... mas enfim... nada que três travestis devidamente versadas nas artes da Gillette não pudessem lidar.
_ Eu achei muito pequeno. E só tem dois quartos.
_ Idanhi?
_ E daí que somos três.
_ A gente reveza quem dorme no quarto maior sozinha... ou acompanhada. Aliás, o quarto maior devia ficar pra quem tá pegando um bophy.
_ Ai, que injusto! Só porque a senhora tá chupanu o barman com o nome feio.
_ Maddie e Kilo, a gente vai ter que reformar o apartamento inteiro pra deixar ele habitável, mas tá melhor que o cafofo da Kilo. E aqui é mais perto da civilização.
_ Então, estamos todas de acordo? Vou chamar o homem. Ô moço. Vem cá. Vem cá. - ele veio abanando o rabinho. Tropeçou num taco solto e quase caiu no chão. - A xente chegou à uma conclusão. Esse apartamento tá praticamente em ruínas, néam gato? E não vem dizer que é tudo baratinho de consertar porque eu posso ser tudo, menos trouxa. Então a xente decidiu o seguinte: quando foi a última vez que chuparam esse seu pau pequeno que você deve ter?
_ Nossa! Mas que pergunta na lata!
_ Vai, responde! - as meninas me olhavam espantadas.
_ Erh... bom... já tem um tempinho... coisa de... uns... três anos!
_ Kilo Minhoca, amore, a senhora hoje vai levar esse cidadão à loucura!
Sem dar tempo de expressar qualquer reação, empurrei Kilo pros braços amorosos do corretor e levei os dois pro quarto maior. Às vezes é preciso alguns sacríficios pra conseguir as coisas na vida. Fechamos o negócio e nos mudamos no dia seguinte. Graças ao poder do kétji de Litta Walitta, conseguimos um carreto de graça pras nossas roupas e bugigangas. Desconfio que se eu tivesse empurrado a bunita pro corretor, o apartamento também tinha sido de graça. Enfim... não dá pra ser expert em todas as categorias do assustador mundo do sexo, néam?!
Um beijo,
Maddyrain

Fairground
Single Edit
Extended Single Version
In the Garden Mix
Too Precious Mix
Rollo and Sister Bliss Remix
Quivver's Vocal Bliss Remix
Quivver's Amytiville Dub
Soul Power Dub
There's always someone leaving alone...
Chupa meu edy na montanha-russa (bem no looping):
Aim, xente, hoje é dia de uma das minhas músicas favoritas do Simply Red! Adógo o perigón dance de "Fairground"! Eu sei que o Mick Hucknall não é o favorito das bilus, mas eu admito... também não pagava um kétji nele nem se a piroca fosse A piroca. Enfim, "Fairground" é de 95 e fez um mega sucesso. A música é toda sampleada de "Give It Up" do The Goodmen. Originalidade mil!
Se joguem no Single Edit pra dançar e relembrar os bons e velhos tempos! Se gostar, MEGA recomendo a Extended Single Version. Uma delícia e continuo minha campanha pra versões extended das músicas atuais! O In the Garden Mix é do próprio Mick e é uma espécie de versão lounge bem bonitinha e calminha.
O que eu sempre gostei do Simply Red é que ele sempre investiu bastante nos remixes pros seus singles. "Fairground" não foi diferente e recebeu ótimas versões! Vamos começar pelo ótemo Rollo! Podem pegar o Rollo and Sister Bliss Remix! Uma delícia dance bem underground e com toda a pegada dos hits iniciais do Faithless. O começo do remix é magnífico! Adógo!
O Too Precious Remix tem cara de festinha animadinha. Super bonitinho! Embora eu geralmente não goste dos remixes do Quivver (vide "Some Kind of Bliss" da Kylie), o Quivver's Vocal Bliss Remix é interessante e válido. Uma coisa bem loka do meu respectivo kool. O Soul Power Mix, como vocês já devem imaginar, tem uma vibe r'n'b que eu SUPER acho que não combinou com a música, então bueiro nele!
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Aim, xente, hoje os pedidos são... assim... tipo impossíveis. Mas enfim! Nunca se sabe, néam?!
the wyro remix 4:45
rollo and sister bliss remix instrumental 9:43
tuff dub
Single Edit
Extended Single Version
In the Garden Mix
Too Precious Mix
Rollo and Sister Bliss Remix
Quivver's Vocal Bliss Remix
Quivver's Amytiville Dub
Soul Power Dub
There's always someone leaving alone...
Chupa meu edy na montanha-russa (bem no looping):
Aim, xente, hoje é dia de uma das minhas músicas favoritas do Simply Red! Adógo o perigón dance de "Fairground"! Eu sei que o Mick Hucknall não é o favorito das bilus, mas eu admito... também não pagava um kétji nele nem se a piroca fosse A piroca. Enfim, "Fairground" é de 95 e fez um mega sucesso. A música é toda sampleada de "Give It Up" do The Goodmen. Originalidade mil!
Se joguem no Single Edit pra dançar e relembrar os bons e velhos tempos! Se gostar, MEGA recomendo a Extended Single Version. Uma delícia e continuo minha campanha pra versões extended das músicas atuais! O In the Garden Mix é do próprio Mick e é uma espécie de versão lounge bem bonitinha e calminha.
O que eu sempre gostei do Simply Red é que ele sempre investiu bastante nos remixes pros seus singles. "Fairground" não foi diferente e recebeu ótimas versões! Vamos começar pelo ótemo Rollo! Podem pegar o Rollo and Sister Bliss Remix! Uma delícia dance bem underground e com toda a pegada dos hits iniciais do Faithless. O começo do remix é magnífico! Adógo!
O Too Precious Remix tem cara de festinha animadinha. Super bonitinho! Embora eu geralmente não goste dos remixes do Quivver (vide "Some Kind of Bliss" da Kylie), o Quivver's Vocal Bliss Remix é interessante e válido. Uma coisa bem loka do meu respectivo kool. O Soul Power Mix, como vocês já devem imaginar, tem uma vibe r'n'b que eu SUPER acho que não combinou com a música, então bueiro nele!
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Aim, xente, hoje os pedidos são... assim... tipo impossíveis. Mas enfim! Nunca se sabe, néam?!
the wyro remix 4:45
rollo and sister bliss remix instrumental 9:43
tuff dub
Quarta-feira, Novembro 23, 2011 | Celebridades: Simply Red | 0 Bilus felizes
Da tristeza
Chega essa época de final de ano e eu vou ficar cada vez mais toda cagada em milhares de coisas pra fazer, sem muito tempo pra me dedicar ao meu querido blog e com medo dos dias sombrios que estão por vir. Queria tomar uma pílula mágica logo no primeiro dia de Novembro e acordar apenas perto do Carnaval. Ignorar por completo essa época natalina antecipada. Na verdade, ignorar até mesmo o Natal em sua própria época. Às vezes tenho vontade de tomar uma pílula pra nunca mais acordar. Virar múmia num caixão de cristal e peça de museu.
E as coisas vão conspirando pra favorecer esse clima depressivo e nada reconfortante. A paciência vai acabando aos poucos e você passa a enxergar a chatice alheia com lentes de aumento. Seus sonhos começam a ser visitados por quem causou esse trauma pelo final de ano e você começa a perceber que tá se esquecendo da voz e dos detalhes de quem já se foi. É tão triste isso...
Até aquele seu sorriso dominante no restante do ano desaparece. A vontade de sair também diminui. Você se sente repentinamente enojado de todo mundo na balada. Se vêm falar com você, sua vontade é receber a pessoa com um tiro no meio da fuça. Olha os corpos sem conteúdo e deseja ter nascido em um nível social ou sexual mais elevado.
As pessoas começam a perguntar o que aconteceu. É o trabalho? É o namoro? É algum problema em casa. Não sei qual é o problema. O problema é ainda não ter encontrado o vendedor no mercado negro com essa tal pílula do desaparecimento. Num dia você acha que quer desaparecer junto da pessoa que ama; noutro descobre que quer que ela desapareça pra bem longe. Um dia você acorda, avalia a situação em que tá vivendo e percebe que andou fazendo papel de panaca recentemente.
Um dia você acorda e se questiona se ama e recebe o mesmo realmente. Depois de tanto tempo juntos, é tão fácil proferir as três palavrinhas mágicas. Na verdade, elas acabam fazendo parte do vocabulário cotidiano e perdem a magia. Ficam banalizadas. Parece que um dia sem dizê-las acarretaria uma tragédia maior do que encontrar seu amor na cama com outro. As pequenas coisas irritam mais do que as maiores. Tudo parece irritar, na verdade. Mas, ao mesmo tempo, ninguém lá fora no mercado é aparentemente melhor. Seria o medo de recomeçar a procura por alguém que mantém as pessoas juntas?
E você olha pra tudo ao seu redor. A pessoa tá ali... em cada presente... em cada lugar que já foram juntos... em cada música compartilhada... em cada livro... em cada recordação. O coração aperta e você chora. Não há pra onde fugir. E cadê a porra da pílula? Hoje você tomaria logo três duma vez. Só pra não ter dúvidas do resultado.
Hoje tô assim... triste. São tantas coisas, meus amores. Tantos sonhos desconstruídos. Tantas esperanças desperdiçadas. A pílula vai tomando o formato de uma bala de metal. Mas isso não! Jamais! Quero morrer doce e serena. Dormindo. Virar múmia num túmulo de cristal. Ser exposta no museu. Uma fila de gente pra ver meu sono eterno. E você lá na fila... chorando...

Natural BluesE as coisas vão conspirando pra favorecer esse clima depressivo e nada reconfortante. A paciência vai acabando aos poucos e você passa a enxergar a chatice alheia com lentes de aumento. Seus sonhos começam a ser visitados por quem causou esse trauma pelo final de ano e você começa a perceber que tá se esquecendo da voz e dos detalhes de quem já se foi. É tão triste isso...
Até aquele seu sorriso dominante no restante do ano desaparece. A vontade de sair também diminui. Você se sente repentinamente enojado de todo mundo na balada. Se vêm falar com você, sua vontade é receber a pessoa com um tiro no meio da fuça. Olha os corpos sem conteúdo e deseja ter nascido em um nível social ou sexual mais elevado.
As pessoas começam a perguntar o que aconteceu. É o trabalho? É o namoro? É algum problema em casa. Não sei qual é o problema. O problema é ainda não ter encontrado o vendedor no mercado negro com essa tal pílula do desaparecimento. Num dia você acha que quer desaparecer junto da pessoa que ama; noutro descobre que quer que ela desapareça pra bem longe. Um dia você acorda, avalia a situação em que tá vivendo e percebe que andou fazendo papel de panaca recentemente.
Um dia você acorda e se questiona se ama e recebe o mesmo realmente. Depois de tanto tempo juntos, é tão fácil proferir as três palavrinhas mágicas. Na verdade, elas acabam fazendo parte do vocabulário cotidiano e perdem a magia. Ficam banalizadas. Parece que um dia sem dizê-las acarretaria uma tragédia maior do que encontrar seu amor na cama com outro. As pequenas coisas irritam mais do que as maiores. Tudo parece irritar, na verdade. Mas, ao mesmo tempo, ninguém lá fora no mercado é aparentemente melhor. Seria o medo de recomeçar a procura por alguém que mantém as pessoas juntas?
E você olha pra tudo ao seu redor. A pessoa tá ali... em cada presente... em cada lugar que já foram juntos... em cada música compartilhada... em cada livro... em cada recordação. O coração aperta e você chora. Não há pra onde fugir. E cadê a porra da pílula? Hoje você tomaria logo três duma vez. Só pra não ter dúvidas do resultado.
Hoje tô assim... triste. São tantas coisas, meus amores. Tantos sonhos desconstruídos. Tantas esperanças desperdiçadas. A pílula vai tomando o formato de uma bala de metal. Mas isso não! Jamais! Quero morrer doce e serena. Dormindo. Virar múmia num túmulo de cristal. Ser exposta no museu. Uma fila de gente pra ver meu sono eterno. E você lá na fila... chorando...

Single Version
Perfecto Remix
Perfecto Dub
Peace Division Remix
Peace Division Dub
Katcha Remix
Katcha Remix Edit
Olmecheads Remix
Mike D Remix
Mike D Edit
Superfunk Remix Club Version
Superfunk Remix Edit Version
Oh Lordy, trouble so hard...
Chupa meu edy Avatar:

Sabe quando você descobre que tá ficando velha e os narcóticos acabaram com sua memória? Quando você, Maddyrain da Silva Sauro, pega novamente TODOS os remixes de "Natural Blues" e pensa: "Aim, a biluzada vai amar essa música!". Depois, descobre que você já postou "Natural Blues" dois anos atrás. Uma loucura, eu sei, mas a idade chegou e estacionou. Como música boa nunca é demais, vale a pena revisitar "Natural Blues", uma música super melancólica que faz parte do melhor álbum do Moby, Play. Podem pegar a Single Version que é linda!
Antes do Paul Oakenfold se tornar essa chatice que ele é hoje em dia, ele já foi criativo e maravilhoso. O Perfecto Mix é lindo, lindo, lindo! Os vocais ficaram um pouco fora de sincronia com as batidas, mas mesmo assim o remix contina sendo lindo. Recomendado! O Peace Division Remix é interessante e dá pra dançar enquanto você arruma seu quarto. O Superfunk Remix Club Version também segue essa linha bem gostosinha. "Natural Blues" foi lançada numa época em que reinavam os estilos diva club e o trance nas buatchis. O Katcha Remix e o Olmecheads Remix são aquela coisa básica do trance. Super acelerados e perfeito pras bilus colocadas do recinto. Mas, nem tudo é flores e a xente vai super ignorar o Mike D Remix. Uma coisa folk super estranha e desnecessária!
Antes do Paul Oakenfold se tornar essa chatice que ele é hoje em dia, ele já foi criativo e maravilhoso. O Perfecto Mix é lindo, lindo, lindo! Os vocais ficaram um pouco fora de sincronia com as batidas, mas mesmo assim o remix contina sendo lindo. Recomendado! O Peace Division Remix é interessante e dá pra dançar enquanto você arruma seu quarto. O Superfunk Remix Club Version também segue essa linha bem gostosinha. "Natural Blues" foi lançada numa época em que reinavam os estilos diva club e o trance nas buatchis. O Katcha Remix e o Olmecheads Remix são aquela coisa básica do trance. Super acelerados e perfeito pras bilus colocadas do recinto. Mas, nem tudo é flores e a xente vai super ignorar o Mike D Remix. Uma coisa folk super estranha e desnecessária!
Sábado, Novembro 19, 2011 | Celebridades: Moby | 0 Bilus felizes
Fugere urbem
Outro dia eu tava no ônibus cruzando a cidade naquela velocidade alucinante de dias de chuva que une como ninguém o tédio e a raiva de não ter asas pra sair voando por aí, mandando beijos pro povo abaixo que depende do transporte público de São Paulo. Parada em pé, segurando minhas coisas com fervor e adoração ao mesmo tempo em que me agarrava à barra de metal como se fosse a neca mais gostosa do mundo, perdi o olhar numa mulher sentada à janela que chorava e contemplava perdida em pensamentos as gotas da chuva escorrendo pelo vidro. Adóron imaginar o que as pessoas estão pensando...
Conforme as luzes dos postes refletiam na janela e iluminavam o seu rosto, fiquei pensando se ela queria fugir daquele lugar. Aposto que mora com alguém que ela queria matar. Acho que ela também detesta cheiro de fumaça de cigarro, que nem eu. Odeio! Não suporto. E quando ela acorda com aquele fedor no nariz e quer morrer? É por isso que ela quer fugir da onde mora. Deve ser uma família toda conturbada. O pai deve ter ido embora com outra mulher quando ela era pequena e deve ter esfregado isso na cara dela. Dá pra ver que ela nunca esqueceu isso! Olha lá!
Ou então é o emprego! Só pode ser! Eu tô achando que ela nunca foi feliz em emprego algum. Já teve vários, mas sempre com aquela sensação de que não fazia algo realmente relevante ou que lhe completasse. Acho que ela tá chorando porque só sente falta mesmo é das pessoas com quem trabalhou. Deve chegar no emprego e querer fugir assim que coloca os pés na firma. Tadinha. Mas é assim mesmo. Não deve nem suportar o chefe e aquele papo de aranha de sempre, falando de família e dos filhos. Acho incrível como as pessoas que acham que vivem uma vida familiar feliz gostam de expor isso pros outros. Será que ela também tem vontade de gritar sempre que pressente que aquele lenga-lenga vai começar?
Seca as lágrimas, mas não para de chorar. Nossa, tá desesperada, viu? Às vezes deve andar perdida pela cidade, sem um rumo muito certo, só andando por andar, fingindo não ter pra onde voltar, mas sempre acaba voltando... só que nunca é pro lugar em que realmente queria estar. São tantos planos de independência, néam minha filha? Tantos planos, mas pouquíssimas ações. A vida é assim, não adianta fugir. Vou falar pra ela Não adianta fugir, gata. Pode ficar chorando aí que as coisas não têm jeito. Aim, não vou falar nada. Vai pensar que sou doida. Às vezes eu também quero fugir.
Fugir de tudo isso. Xente, desci do ônibus sem nem perceber. Tava tão loka perdida em pensamentos olhando praquela mulher que nem sei como fui cuspida pra fora daquele ônibus socado de gente. Aim, será que ela percebeu? Acabei não perguntando por que ela chorava. Bom, não importa... é problema dela. Sigo eu pela rua com os meus problemas que poucas pessoas param pra perguntar quais são...
Um beijo,
Maddyrain

Conforme as luzes dos postes refletiam na janela e iluminavam o seu rosto, fiquei pensando se ela queria fugir daquele lugar. Aposto que mora com alguém que ela queria matar. Acho que ela também detesta cheiro de fumaça de cigarro, que nem eu. Odeio! Não suporto. E quando ela acorda com aquele fedor no nariz e quer morrer? É por isso que ela quer fugir da onde mora. Deve ser uma família toda conturbada. O pai deve ter ido embora com outra mulher quando ela era pequena e deve ter esfregado isso na cara dela. Dá pra ver que ela nunca esqueceu isso! Olha lá!
Ou então é o emprego! Só pode ser! Eu tô achando que ela nunca foi feliz em emprego algum. Já teve vários, mas sempre com aquela sensação de que não fazia algo realmente relevante ou que lhe completasse. Acho que ela tá chorando porque só sente falta mesmo é das pessoas com quem trabalhou. Deve chegar no emprego e querer fugir assim que coloca os pés na firma. Tadinha. Mas é assim mesmo. Não deve nem suportar o chefe e aquele papo de aranha de sempre, falando de família e dos filhos. Acho incrível como as pessoas que acham que vivem uma vida familiar feliz gostam de expor isso pros outros. Será que ela também tem vontade de gritar sempre que pressente que aquele lenga-lenga vai começar?
Seca as lágrimas, mas não para de chorar. Nossa, tá desesperada, viu? Às vezes deve andar perdida pela cidade, sem um rumo muito certo, só andando por andar, fingindo não ter pra onde voltar, mas sempre acaba voltando... só que nunca é pro lugar em que realmente queria estar. São tantos planos de independência, néam minha filha? Tantos planos, mas pouquíssimas ações. A vida é assim, não adianta fugir. Vou falar pra ela Não adianta fugir, gata. Pode ficar chorando aí que as coisas não têm jeito. Aim, não vou falar nada. Vai pensar que sou doida. Às vezes eu também quero fugir.
Fugir de tudo isso. Xente, desci do ônibus sem nem perceber. Tava tão loka perdida em pensamentos olhando praquela mulher que nem sei como fui cuspida pra fora daquele ônibus socado de gente. Aim, será que ela percebeu? Acabei não perguntando por que ela chorava. Bom, não importa... é problema dela. Sigo eu pela rua com os meus problemas que poucas pessoas param pra perguntar quais são...
Um beijo,
Maddyrain

Run
Radio Edit
Ernest Saint Laurent Mix
Phunk Investigation Club Mix
Phunk Investigation Dub Mix
Agent Sumo Remix
D'Influence Vocal Mix
D'Influence Dub Mix
Dusted Vocal Mix
Dusted Dub Mix
I wanna run away with you...
Chupa meu edy rápidinho, mas com gosto:
Aim, algumas bandas são tão boas e deixam um buraco tão chato em nossas vidas quando elas acabam, néam? Sinto a maior falta do mundo do M People e do Lighthouse Family. As duas fizeram um puta sucesso na época, mas chegaram ao fim, deixando um monte de biluzinha órfãs que nem eu.
Nem sei se "Run" fez ou não sucesso. Juro que não lembro, mas gosto muito dela. Uma baladinha toda bem produzida. Se joguem no Radio Edit pra conhecerem também.
Os singles do Lighthouse Family eram repletos de remixes e, felizmente, bons na sua maioria. Com "Run" não foi diferente. Vamos começar com um dance bem gostosinho, o Ernest Saint Laurent Mix. É mais um dub, na verdade, repetindo os mesmos versos. Uma delícia e bem atual! Ainda nessa linha "vamos dançar", peguem também o Phunk Investigation Club Mix. Esse tem a cara dos remixes do começo dos anos 2000. Super gostosinho e com pinta de old skool. Adógo! O Phunk Investigation Dub Mix é um pouco mais jogativo e abalativo. Recomendo! O último remix dance é o Agent Sumo Remix, que é um pouco mais loko do seu respectivo kool. Interessante, mas fica um pouco cansativo, pois muda muito pouco.
O D'Influence Vocal Mix segue uma linha mais r'n'b bonitinha e que casou até que bem com o vocal da versão original. Lá pro final do remix surge do nada uma pegada latina que eu MEGA não entendo. Acho até bem desnecessária... Seria mais legal um remix r'n'b e outro latino. Por fim, o Dusted Vocal Mix, que é mais lounge e mantém vários elementos da versão original. Uma graça.
Radio Edit
Ernest Saint Laurent Mix
Phunk Investigation Club Mix
Phunk Investigation Dub Mix
Agent Sumo Remix
D'Influence Vocal Mix
D'Influence Dub Mix
Dusted Vocal Mix
Dusted Dub Mix
I wanna run away with you...
Chupa meu edy rápidinho, mas com gosto:
Aim, algumas bandas são tão boas e deixam um buraco tão chato em nossas vidas quando elas acabam, néam? Sinto a maior falta do mundo do M People e do Lighthouse Family. As duas fizeram um puta sucesso na época, mas chegaram ao fim, deixando um monte de biluzinha órfãs que nem eu.
Nem sei se "Run" fez ou não sucesso. Juro que não lembro, mas gosto muito dela. Uma baladinha toda bem produzida. Se joguem no Radio Edit pra conhecerem também.
Os singles do Lighthouse Family eram repletos de remixes e, felizmente, bons na sua maioria. Com "Run" não foi diferente. Vamos começar com um dance bem gostosinho, o Ernest Saint Laurent Mix. É mais um dub, na verdade, repetindo os mesmos versos. Uma delícia e bem atual! Ainda nessa linha "vamos dançar", peguem também o Phunk Investigation Club Mix. Esse tem a cara dos remixes do começo dos anos 2000. Super gostosinho e com pinta de old skool. Adógo! O Phunk Investigation Dub Mix é um pouco mais jogativo e abalativo. Recomendo! O último remix dance é o Agent Sumo Remix, que é um pouco mais loko do seu respectivo kool. Interessante, mas fica um pouco cansativo, pois muda muito pouco.
O D'Influence Vocal Mix segue uma linha mais r'n'b bonitinha e que casou até que bem com o vocal da versão original. Lá pro final do remix surge do nada uma pegada latina que eu MEGA não entendo. Acho até bem desnecessária... Seria mais legal um remix r'n'b e outro latino. Por fim, o Dusted Vocal Mix, que é mais lounge e mantém vários elementos da versão original. Uma graça.
Quarta-feira, Novembro 16, 2011 | Celebridades: Lighthouse Family | 0 Bilus felizes
História de amor
[modo "Madre Maddyrain do Cú-que-Dá" on:]
E eis que, saída de uma nuvem de fumaça de origem desconhecida (mas inebriante), eu ressurjo! Madre Maddyrain do Cú-que-Dá, a voz da experiência das buatchis e das dicas fundamentais pra bilu contemporânea, retorna pros seus fiéis seguidores. Confesso que senti muito pouca falta de vocês, meus amores. Desculpem a sinceridade, mas eu tava num retiro espiritual regado à muita sacanagem pra sentir falta dos meus leitores, principalmente das passivas do recinto. Dessas eu quero distância!
Às vezes é bom estar ausente. Já sentiram essa necessidade também? Acho que superexposição nunca é bom. A Lady Gaga que o diga...
Hoje eu vim falar de amor com vocês. Faz tempo que eu não falo disso aqui, néam? Pensei muito no amor nas últimas semanas. Todo mundo, pelo menos uma vez na vida, busca alguém com quem compartilhá-lo, mas às vezes é tão difícil encontrar aquela pessoinha certa pra receber nossa confiança, sonhos e esperanças. Eu sei que a busca é confusa e cheia de outras pessoinhas não tão merecedoras assim, mas o importante é não desistir! Todo mundo tem sua história de amor no livro da vida. Mais piegas impossível, mas é verdade.
Algumas pessoas vivem verdadeiras histórias de amor apenas com suas coisas materiais. São apegadas demais aos seus pertences. Confesso que sou um pouco assim. Não vou atacar nenhuma pedra porque entendo o que essas pessoas sentem. Na verdade, acho que seu eu morrer amanhã (isola!), irei assombrar minhas coisas até um bom exorcista aparecer. Então, um recadinho pras amigas: não ousem atacar minha coleção de perfumes assim que eu partir dessa pra melhor! Vou assombrá-las até o fim dos dias!
Mas, voltando ao que importa, não é que as coisas materiais são mais importantes que as pessoas. Longe disso! O babado é que a xente se apega a tudo que deu trabalho pra ser conseguido. Quando penso no dinheiro e recursos que já gastei pra construir minhas coleções, seja de perfumes ou HQs (bicha nerd, mas espirituosa... vejam só!), não consigo deixar de sentir uma ligação que vai muito além do material.
Também já encontrei nesta vida bem vivida xente mais apaixonada pelos seus animais de estimação do que pelos outros dispostos a amá-las. Pois é, pois é, pois é... como diria o eterno filósofo Chaves. Eu também tenho meus bichinhos (e bichinhas...), mas tudo tem limite. Certa vez, conheci um bophy que tratava a cachorra como uma filha ser humana, deixando de lado as oportunidades de ouro de ser simpático e amoroso comigo. Eu ficava tão passada. Juro que minha vontade era envenenar a cachorra e o dono. Um crime passional. Mas essa história é MEGA antiga e hoje já não tem a menor importância pra mim.
Há também quem ama mais seus amigos do que o namorado, colocando-o sempre em segundo plano ou importando-se mais com a opinião das amiguêis. Meus amores, amizades raramente duram a vida inteira. Não que seja fácil de encontrar um amor pra eternidade, mas amigos vêm e vão. Alguns duram mais tempo em nossas vidas, outros menos; alguns são mais sinceros, outros (bem) menos. O importante é achar o balanço entre sua vida social e amorosa. Eu sei que às vezes a xente quer um pouco de liberdade pra despirocar só com os amigos, mas não pode esquecer do seu amorzinho que tá sempre ali te esperando.
Acho que no fundo, a xente nunca sabe quando irá começar a nossa história de amor, néam? Na verdade, é sempre quando a xente menos espera. FATO! E o segredinho de Madre Maddyrain pra vocês é nunca esperar pelo fim dela. O amor dura quanto tempo ele deve durar; pode ser anos e mais anos ou um relacionamento curto, mas intenso e verdadeiro. Às vezes ele começa assim... com você indo conhecer alguém sem grandes intenções, mas se apaixonando aos poucos até estar completamente perdido... sem saber que esse alguém irá mudar sua vida e você pra sempre...
Não desista, meu amor. Esse alguém tá ali, esperando por você. Se não estiver, entre em contato comigo. Faço amarrações fortíssimas!
Um beijo,
Madre Maddyrain do Cú-que-Dá
[modo "Maddyrain do Cú-que-Dá" off.]

E eis que, saída de uma nuvem de fumaça de origem desconhecida (mas inebriante), eu ressurjo! Madre Maddyrain do Cú-que-Dá, a voz da experiência das buatchis e das dicas fundamentais pra bilu contemporânea, retorna pros seus fiéis seguidores. Confesso que senti muito pouca falta de vocês, meus amores. Desculpem a sinceridade, mas eu tava num retiro espiritual regado à muita sacanagem pra sentir falta dos meus leitores, principalmente das passivas do recinto. Dessas eu quero distância!
Às vezes é bom estar ausente. Já sentiram essa necessidade também? Acho que superexposição nunca é bom. A Lady Gaga que o diga...
Hoje eu vim falar de amor com vocês. Faz tempo que eu não falo disso aqui, néam? Pensei muito no amor nas últimas semanas. Todo mundo, pelo menos uma vez na vida, busca alguém com quem compartilhá-lo, mas às vezes é tão difícil encontrar aquela pessoinha certa pra receber nossa confiança, sonhos e esperanças. Eu sei que a busca é confusa e cheia de outras pessoinhas não tão merecedoras assim, mas o importante é não desistir! Todo mundo tem sua história de amor no livro da vida. Mais piegas impossível, mas é verdade.
Algumas pessoas vivem verdadeiras histórias de amor apenas com suas coisas materiais. São apegadas demais aos seus pertences. Confesso que sou um pouco assim. Não vou atacar nenhuma pedra porque entendo o que essas pessoas sentem. Na verdade, acho que seu eu morrer amanhã (isola!), irei assombrar minhas coisas até um bom exorcista aparecer. Então, um recadinho pras amigas: não ousem atacar minha coleção de perfumes assim que eu partir dessa pra melhor! Vou assombrá-las até o fim dos dias!
Mas, voltando ao que importa, não é que as coisas materiais são mais importantes que as pessoas. Longe disso! O babado é que a xente se apega a tudo que deu trabalho pra ser conseguido. Quando penso no dinheiro e recursos que já gastei pra construir minhas coleções, seja de perfumes ou HQs (bicha nerd, mas espirituosa... vejam só!), não consigo deixar de sentir uma ligação que vai muito além do material.
Também já encontrei nesta vida bem vivida xente mais apaixonada pelos seus animais de estimação do que pelos outros dispostos a amá-las. Pois é, pois é, pois é... como diria o eterno filósofo Chaves. Eu também tenho meus bichinhos (e bichinhas...), mas tudo tem limite. Certa vez, conheci um bophy que tratava a cachorra como uma filha ser humana, deixando de lado as oportunidades de ouro de ser simpático e amoroso comigo. Eu ficava tão passada. Juro que minha vontade era envenenar a cachorra e o dono. Um crime passional. Mas essa história é MEGA antiga e hoje já não tem a menor importância pra mim.
Há também quem ama mais seus amigos do que o namorado, colocando-o sempre em segundo plano ou importando-se mais com a opinião das amiguêis. Meus amores, amizades raramente duram a vida inteira. Não que seja fácil de encontrar um amor pra eternidade, mas amigos vêm e vão. Alguns duram mais tempo em nossas vidas, outros menos; alguns são mais sinceros, outros (bem) menos. O importante é achar o balanço entre sua vida social e amorosa. Eu sei que às vezes a xente quer um pouco de liberdade pra despirocar só com os amigos, mas não pode esquecer do seu amorzinho que tá sempre ali te esperando.
Acho que no fundo, a xente nunca sabe quando irá começar a nossa história de amor, néam? Na verdade, é sempre quando a xente menos espera. FATO! E o segredinho de Madre Maddyrain pra vocês é nunca esperar pelo fim dela. O amor dura quanto tempo ele deve durar; pode ser anos e mais anos ou um relacionamento curto, mas intenso e verdadeiro. Às vezes ele começa assim... com você indo conhecer alguém sem grandes intenções, mas se apaixonando aos poucos até estar completamente perdido... sem saber que esse alguém irá mudar sua vida e você pra sempre...
Não desista, meu amor. Esse alguém tá ali, esperando por você. Se não estiver, entre em contato comigo. Faço amarrações fortíssimas!
Um beijo,
Madre Maddyrain do Cú-que-Dá
[modo "Maddyrain do Cú-que-Dá" off.]

Love Story
Original Version
Radio Edit
Layo & Bushwacka! Remix
Bushwacka! Remix
Bushwacka!'s Final Bootleg
Tim Deluxe Remix
Tim Deluxe Dub
Tim Deluxe DJ Tool
Tim Deluxe Finally Club Mix
Tim Deluxe Finally Radio Mix
Blue States Remix
Stanton Warriors Remix
Morning won't ever be the same...
Viva um caso de amor com mey edy pulsante:
Xente, postar "Love Story" dos DJs Layo & Bushwacka! andava nos meus planos há séculos, desde os tempos do finado Música pras Bunitas. Quem viveu a noitji do começo dos anos 2000 com certeza conhece esse crássico. Se você nasceu anteontem, se joga na Radio Edit pra delirar. "Love Story" é basicamente toda instrumental, com alguns samples da Nina Simone aqui e ali. A Original Version tem mais enrolação no começo, mas vai agradar meus leitores colocados (e eu sei que eles existem).
O Layo & Bushwacka! Remix tem uma pegada mais club e hipnótica. Música pra bilu chegada num padê. O Bushwacka! Remix segue mais o estilo viajante da original. Na época do lançamento de "Love Story", houve boatos de que a dupla remixaria um single da Madonna, mas não lembro qual agora.
O Tim Deluxe Remix foge MUITO pouco da versão original; apenas acrescenta uma batida mais acelerada e deixa a música mais dançante. Foi o remix que tocava na época nas buatchis e é super nostálgico. Na verdade, "Love Story" ficou mais conhecida e ganhou mais destaque quando foi mixada junto com "Finally", dos Kings of Tomorrow (do último post, bicha lesada). Parece que os vocais da Julie McKnight foram gravados pensando na melodia de "Love Story". Se joguem com muito amor e carinho no Tim Deluxe Finally Club Mix. Adoro, adoro, adoro e super voto pra algum DJ leitor meu voltar a tocar esse clássico na pista! Gosto ainda mais do Tim Deluxe Finally Radio Mix, que vai direto ao ponto. Uma delícia.
Finalizando, uma breve nota sobre o Blue States Remix, que foge COMPLETAMENTE da versão original e segue uma linha lounge dramática muito bonita. Super melodrama!
Original Version
Radio Edit
Layo & Bushwacka! Remix
Bushwacka! Remix
Bushwacka!'s Final Bootleg
Tim Deluxe Remix
Tim Deluxe Dub
Tim Deluxe DJ Tool
Tim Deluxe Finally Club Mix
Tim Deluxe Finally Radio Mix
Blue States Remix
Stanton Warriors Remix
Morning won't ever be the same...
Viva um caso de amor com mey edy pulsante:
Xente, postar "Love Story" dos DJs Layo & Bushwacka! andava nos meus planos há séculos, desde os tempos do finado Música pras Bunitas. Quem viveu a noitji do começo dos anos 2000 com certeza conhece esse crássico. Se você nasceu anteontem, se joga na Radio Edit pra delirar. "Love Story" é basicamente toda instrumental, com alguns samples da Nina Simone aqui e ali. A Original Version tem mais enrolação no começo, mas vai agradar meus leitores colocados (e eu sei que eles existem).
O Layo & Bushwacka! Remix tem uma pegada mais club e hipnótica. Música pra bilu chegada num padê. O Bushwacka! Remix segue mais o estilo viajante da original. Na época do lançamento de "Love Story", houve boatos de que a dupla remixaria um single da Madonna, mas não lembro qual agora.
O Tim Deluxe Remix foge MUITO pouco da versão original; apenas acrescenta uma batida mais acelerada e deixa a música mais dançante. Foi o remix que tocava na época nas buatchis e é super nostálgico. Na verdade, "Love Story" ficou mais conhecida e ganhou mais destaque quando foi mixada junto com "Finally", dos Kings of Tomorrow (do último post, bicha lesada). Parece que os vocais da Julie McKnight foram gravados pensando na melodia de "Love Story". Se joguem com muito amor e carinho no Tim Deluxe Finally Club Mix. Adoro, adoro, adoro e super voto pra algum DJ leitor meu voltar a tocar esse clássico na pista! Gosto ainda mais do Tim Deluxe Finally Radio Mix, que vai direto ao ponto. Uma delícia.
Finalizando, uma breve nota sobre o Blue States Remix, que foge COMPLETAMENTE da versão original e segue uma linha lounge dramática muito bonita. Super melodrama!
Sexta-feira, Novembro 11, 2011 | Celebridades: Julie McKnight, Layo and Bushwacka | 1 Bilus felizes
Porta cacareco
Deitada no meu colchãozinho vagabundo no chão do quarto de Kilo Minhoca, sonhei que tinha conhecido um bophy novo. Negro, alto, magro e pirocudaço. Incrível como os magros e altos são sempre os mais pirocudos, néam? Ou seja, meus amores, não adianta ficar se jogando na academia pra malhar o corpinho se, ao deixar a cuequinha cair, você tem uma nécula pra apresentar. Fika a dika.
Anyway, tava lá eu sonhando toda gostosa, sendo acariciada aqui e ali, o edy abria e fechava numa dança ritualística maravilhosa quando ele decidiu lamber minha cara. Aim, para de me lamber a bochecha! Que coisa desagradável! O bophy não parava. Fui ficando nervosa e as lambidas cada vez mais molhadas.
_ Acorda, vagabunda! Vai limpar a casa hoje!
_ Aim! Que horror! Isso é jeito de acordar um ser humano tendo um sonho delicioso com um negão pauzudo!?
_ Pelo tamanho da anaconda, o sonho tava cheganu na parte boa, né?
_ Aim, eu odeio vocês duas! E para de ficar olhando pra minha neca! Que fixação obsessiva que você tem por ela, Kilo Minhoca! Se fecha! E o que é esse esfregão no meu colchão!?
_ Adivinha, Maddyrain. Hoje é o seu dia de limpar a casa.
_ Gomoasí "limpar a casa"? Isso aqui nem é casa direito! Cumé que eu vou limpar aqui com vocês aqui dentro?! Olha essa bagunça! Tem roupa pra tudo que é lado! Meu travesseiro é roupa amontoada!
_ Pois é, Maddie. Olha só que honra! Você vai ser a responsável por colocar ordem no puteiro. Eu e Kilo Minhoca estamos indo no botequim lá perto do metrô ver se a gente consegue algo de bom nesse Domingo de cú. Um beijo.
E sairam. Às vezes eu tenho MUITA vontade de matar as duas. Matar da forma mais violenta possível. Fazê-las sentir muita dor. Mas depois fico pensando: pra quem é que eu vou contar meus babados? Quem é que vai me salvar quando eu estiver em babadus fortes? Melhor deixá-las vivas. Por enquanto.
Decidi deixar o esfregão nojento de lado e tentar voltar aos amassos com o negão do sonho. Nada feito. Nem dormir eu consegui. Levantei do chão querendo empalar minhas amigas com o esfregão. Olhei ao redor. Xente, por onde eu começo!? Desconfio que isso aqui NUNCA foi limpo na vida! Fui revirar os domínios de Litta Walitta naquela casa de um cômodo só. Uma montanha de roupas que foram nitidamente lavadas, mas estavam LONGE de serem consideradas limpas. Aim... pra que passar uma roupa, néam Litta Walitta?! Aliás, será que a xente tem um ferro por aqui? Fiz o meu melhor pra dobrá-las e tentar colocá-las numa gaveta.
O canto da Kilo Minhoca parecia depósito de bituca de cigarro. Xente, como a cachorra fuma!? Mas quando é que ela fuma tudo isso!? Será que ela faz coleção de bituca!? Que bizarro... Já vi de tudo nesta vida, mas isso... JAMAIS. Coloquei minhas santas mãozinhas num saco plástico e catei aquele mundo de cigarro amassado como se fosse cocô de cachorro.
Fui pro meu cantinho do quarto. O mais organizado, diga-se de passagem. Decidi que minha bagunça tava nos limites do aceitável. Sentei na cama de Kilo Minhoca e olhei ao redor procurando a caixinha de padê compartilhado. Incrível como o padê SEMPRE desaparece quando você mais precisa dele.
Fui olhar debaixo da cama. Fiquei com medo de encontrar algum morto-vivo rastejando querendo me devorar viva. Se tiver aí debaixo, que fique pro santo! Abri o guarda-roupa e fechei a porta em dois palitos antes que eu morresse soterrada pela avalanche de roupa. Xente, cadê!? Olhei em cima do fogão e levei um susto. Meu coração até parou de bater. Caralho! Com todas as letras, caralho! O que isso tá fazendo aí em cima?! A caixinha preta com detalhes orientais dourados me encarava triunfante do alto de seu pedestal. A mesma caixinha que já tinha me levado pro passado e pro futuro. Corri e me joguei em cima dela. Xente, se a Kilo Minhoca encontra isso! Ela é toda estabanada! Vai abri-la sem querer! Ou a Litta! Essa vai abrir querendo mesmo! É muito curiosa! Chacoalhei a caixa involuntariamente e levei um susto. Havia algo dentro dela! Que será?!
Fechei os olhos e lembrei de todas as vezes que eu a havia aberto. Não... não havia absolutamente nada dentro dela! Que será que havia agora?! Xente, abro ou não abro essa budega pra checar?! Posso desejar voltar exatamente um minuto atrás e mato minha curiosidade! Rodei a caixa na mão. Era a mesma, não havia dúvidas. Como é que isso foi parar aqui!? Aliás, nem lembro mais o que eu fiz com ela depois do ocorrido com Roxxana Veludo! Vou abrir! Quando já tava prestes a abri-la, Litta e Kilo chegaram no cafofo.
_ Limpou tudo, viada?
_ Aim, que susto! Garai!
_ O que você tá fazenu com minha caixinha de bijuteria?
_ Cumé?
_ Minha-caixinha-de-bijuteria. Não tá mais entendenu português?
_ Onde a senhora achou isso, Kilo?
_ Sei lá. Jogada pelo quarto. Não tinha dona, então peguei.
_ E o que é que tem aqui dentro!?
_ Ué, um monte de coisinhas. - tomou a caixinha da minha mãe e a abriu com a maior naturidade. Quase pari uma criança de três anos ali mesmo - Olha só, uns brinquinhos sem vergonha que comprei outro dia na República, um pouquinho de maconha... mas muito pouquinho... uma camisinha. Ah, esses cacarecos!
Fiquei Belenux. Cumé que pode?! Sem entender nada, fui pra fora do quarto tomar um ar livre. As duas ficaram me olhando com cara de espanto, voltaram pra dentro e foram checar se tava tudo limpo. Será que essa caixa só funciona comigo?!
Pra não correr o risco de eu ou qualquer uma das duas voltarmos ao passado ou irmos pro presente, naquela noite, enquanto Litta dormia o sono das dopadas e Kilo roncava alto, peguei um martelo e destrocei a caixa.
_ Chega dessas putices na minha vida!
Um beijo,
Maddyrain
Finally
Original Mix
Original Extended Mix
Radio Edit
U.S. Remix
U.S. Radio Remix
Danny Krivit & Steve Travolta Re-Edit
Dance Ritual Mix
Dance Ritual Radio
Kosmic Dub
MAW Instrumental
The Sting Reprise
NuYorican Soul Mix
Danny Tenaglia's Return to Paradise
Danny Tenaglia's Time Marches On
Yost Main Vocal Extended Remix
Rulers of the Deep Mix
DJ Meri Vox Mix
Tom De Neef Club Mix
Tom De Neef Dub
Lenny Ibizarre Mix
Ghost Vocal
Sandy Rivera & C. Castel Deeper Mix
Sandy Rivera & Simon Mattson's 2011 Mix
East & Young Remix
Tomorrow means nothing at all...
Você finalmente chupará meu edy:
Hoje é dia de crássico! Crássico moderno, mas com mais de dez anos, tzá? "Finally" em si não tocou muito por aqui, mas a versão remixada com "Love Story" do Layo & Bushwacka! (que MUITO em breve aparecerá por aqui) tocou até o edy fazer bico. O Original Mix de "Finally" não é muito empolgante, eu sei. Não é lenta, mas também não mega fará você perder a compostura na frente. da família. É um dance com um pézinho no lounge. Gostosa pra deixar tocando enquanto você recebe as amigas em casa. Vários remixes seguem exatamente essa linha da versão original e como eu sei que meus leitores gostam mesmo é de bater cabelón, vamos pular pro que interessa.
Os deuses da house music, os Masters at Work, fizeram um trabalho competente com "Finally", mas também nada muito abalativo. O Dance Ritual Mix só acrescenta umas batidinhas mais house e deixa a versão original mais dance, mas sem exageros. Nos trechos instrumentais, vale a pena prestar atenção pra guitarra (aim, acho que é guitarra, sei lá). Uma gracinha.
Pra você mostrar ao mundo que é bilu, travesti e passiva, se joga no Danny Tenaglia's Return to Paradise. Enfim... é do Danny Tenaglia, néam? Eu não precisaria dizer mais nada! Onze minutos de pura despirocação com um pianinho super gostoso. O Danny Tenaglia's Time Marches On segue uma linha mais dark tribal bem típica da época do lançamento do single.
Pra você continuar nessa pegada phemynyna, pegue o DJ Meri Vox Mix. Um dance super Ibiza. Bem chique e contemporâneo, com umas backing vocals a mais meio cafonas. Pra você continuar fazendo carão em praias paradisíacas, se joga no Rulers of the Deep Mix. Super gostosinho. O Tom De Neef Club Mix também é gostoso e vale uma bateção de cabelón. DJs voltem a tocar essa música nas suas noites!
Se seu lance é meditar numa grande piroca pulsante, não deixe de pegar o Lenny Ibizarre Mix. Uma coisa... assim... bem viajante! Uma loucura pras colocadas de plantão!
"Finally" foi relançada (novidade) agora em 2011 e ganhou novos remixes do Sandy Rivera, membro original dos Kings of Tomorrow. Até que saiu coisas interessantes desse pacote mais recente de remixes. O Sandy Rivera & C. Castel Deeper Mix é um dance gostoso e válido. O Sandy Rivera & Simon Mattson's 2011 Mix também é legal, mas os vocais ficaram um pouco deslocados nas batidas. Peguem também o East & Young Remix. Tem um ápice bem diva gay.
Concluindo, o refrão cantado pela Julie McKnight em "Finally" é simplesmente eterno. Lindo demais!
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Aim, mesmo com uma caralhada de remixes, sempre ficam alguns de fora. Incrível!
acapella 3:48
yost dubified remix edit
danny tenaglia's radio edit 3:16
ghost dub
mad congism bonus beats
Anyway, tava lá eu sonhando toda gostosa, sendo acariciada aqui e ali, o edy abria e fechava numa dança ritualística maravilhosa quando ele decidiu lamber minha cara. Aim, para de me lamber a bochecha! Que coisa desagradável! O bophy não parava. Fui ficando nervosa e as lambidas cada vez mais molhadas.
_ Acorda, vagabunda! Vai limpar a casa hoje!
_ Aim! Que horror! Isso é jeito de acordar um ser humano tendo um sonho delicioso com um negão pauzudo!?
_ Pelo tamanho da anaconda, o sonho tava cheganu na parte boa, né?
_ Aim, eu odeio vocês duas! E para de ficar olhando pra minha neca! Que fixação obsessiva que você tem por ela, Kilo Minhoca! Se fecha! E o que é esse esfregão no meu colchão!?
_ Adivinha, Maddyrain. Hoje é o seu dia de limpar a casa.
_ Gomoasí "limpar a casa"? Isso aqui nem é casa direito! Cumé que eu vou limpar aqui com vocês aqui dentro?! Olha essa bagunça! Tem roupa pra tudo que é lado! Meu travesseiro é roupa amontoada!
_ Pois é, Maddie. Olha só que honra! Você vai ser a responsável por colocar ordem no puteiro. Eu e Kilo Minhoca estamos indo no botequim lá perto do metrô ver se a gente consegue algo de bom nesse Domingo de cú. Um beijo.
E sairam. Às vezes eu tenho MUITA vontade de matar as duas. Matar da forma mais violenta possível. Fazê-las sentir muita dor. Mas depois fico pensando: pra quem é que eu vou contar meus babados? Quem é que vai me salvar quando eu estiver em babadus fortes? Melhor deixá-las vivas. Por enquanto.
Decidi deixar o esfregão nojento de lado e tentar voltar aos amassos com o negão do sonho. Nada feito. Nem dormir eu consegui. Levantei do chão querendo empalar minhas amigas com o esfregão. Olhei ao redor. Xente, por onde eu começo!? Desconfio que isso aqui NUNCA foi limpo na vida! Fui revirar os domínios de Litta Walitta naquela casa de um cômodo só. Uma montanha de roupas que foram nitidamente lavadas, mas estavam LONGE de serem consideradas limpas. Aim... pra que passar uma roupa, néam Litta Walitta?! Aliás, será que a xente tem um ferro por aqui? Fiz o meu melhor pra dobrá-las e tentar colocá-las numa gaveta.
O canto da Kilo Minhoca parecia depósito de bituca de cigarro. Xente, como a cachorra fuma!? Mas quando é que ela fuma tudo isso!? Será que ela faz coleção de bituca!? Que bizarro... Já vi de tudo nesta vida, mas isso... JAMAIS. Coloquei minhas santas mãozinhas num saco plástico e catei aquele mundo de cigarro amassado como se fosse cocô de cachorro.
Fui pro meu cantinho do quarto. O mais organizado, diga-se de passagem. Decidi que minha bagunça tava nos limites do aceitável. Sentei na cama de Kilo Minhoca e olhei ao redor procurando a caixinha de padê compartilhado. Incrível como o padê SEMPRE desaparece quando você mais precisa dele.
Fui olhar debaixo da cama. Fiquei com medo de encontrar algum morto-vivo rastejando querendo me devorar viva. Se tiver aí debaixo, que fique pro santo! Abri o guarda-roupa e fechei a porta em dois palitos antes que eu morresse soterrada pela avalanche de roupa. Xente, cadê!? Olhei em cima do fogão e levei um susto. Meu coração até parou de bater. Caralho! Com todas as letras, caralho! O que isso tá fazendo aí em cima?! A caixinha preta com detalhes orientais dourados me encarava triunfante do alto de seu pedestal. A mesma caixinha que já tinha me levado pro passado e pro futuro. Corri e me joguei em cima dela. Xente, se a Kilo Minhoca encontra isso! Ela é toda estabanada! Vai abri-la sem querer! Ou a Litta! Essa vai abrir querendo mesmo! É muito curiosa! Chacoalhei a caixa involuntariamente e levei um susto. Havia algo dentro dela! Que será?!
Fechei os olhos e lembrei de todas as vezes que eu a havia aberto. Não... não havia absolutamente nada dentro dela! Que será que havia agora?! Xente, abro ou não abro essa budega pra checar?! Posso desejar voltar exatamente um minuto atrás e mato minha curiosidade! Rodei a caixa na mão. Era a mesma, não havia dúvidas. Como é que isso foi parar aqui!? Aliás, nem lembro mais o que eu fiz com ela depois do ocorrido com Roxxana Veludo! Vou abrir! Quando já tava prestes a abri-la, Litta e Kilo chegaram no cafofo.
_ Limpou tudo, viada?
_ Aim, que susto! Garai!
_ O que você tá fazenu com minha caixinha de bijuteria?
_ Cumé?
_ Minha-caixinha-de-bijuteria. Não tá mais entendenu português?
_ Onde a senhora achou isso, Kilo?
_ Sei lá. Jogada pelo quarto. Não tinha dona, então peguei.
_ E o que é que tem aqui dentro!?
_ Ué, um monte de coisinhas. - tomou a caixinha da minha mãe e a abriu com a maior naturidade. Quase pari uma criança de três anos ali mesmo - Olha só, uns brinquinhos sem vergonha que comprei outro dia na República, um pouquinho de maconha... mas muito pouquinho... uma camisinha. Ah, esses cacarecos!
Fiquei Belenux. Cumé que pode?! Sem entender nada, fui pra fora do quarto tomar um ar livre. As duas ficaram me olhando com cara de espanto, voltaram pra dentro e foram checar se tava tudo limpo. Será que essa caixa só funciona comigo?!
Pra não correr o risco de eu ou qualquer uma das duas voltarmos ao passado ou irmos pro presente, naquela noite, enquanto Litta dormia o sono das dopadas e Kilo roncava alto, peguei um martelo e destrocei a caixa.
_ Chega dessas putices na minha vida!
Um beijo,
Maddyrain
FinallyOriginal Mix
Original Extended Mix
Radio Edit
U.S. Remix
U.S. Radio Remix
Danny Krivit & Steve Travolta Re-Edit
Dance Ritual Mix
Dance Ritual Radio
Kosmic Dub
MAW Instrumental
The Sting Reprise
NuYorican Soul Mix
Danny Tenaglia's Return to Paradise
Danny Tenaglia's Time Marches On
Yost Main Vocal Extended Remix
Rulers of the Deep Mix
DJ Meri Vox Mix
Tom De Neef Club Mix
Tom De Neef Dub
Lenny Ibizarre Mix
Ghost Vocal
Sandy Rivera & C. Castel Deeper Mix
Sandy Rivera & Simon Mattson's 2011 Mix
East & Young Remix
Tomorrow means nothing at all...
Você finalmente chupará meu edy:
Hoje é dia de crássico! Crássico moderno, mas com mais de dez anos, tzá? "Finally" em si não tocou muito por aqui, mas a versão remixada com "Love Story" do Layo & Bushwacka! (que MUITO em breve aparecerá por aqui) tocou até o edy fazer bico. O Original Mix de "Finally" não é muito empolgante, eu sei. Não é lenta, mas também não mega fará você perder a compostura na frente. da família. É um dance com um pézinho no lounge. Gostosa pra deixar tocando enquanto você recebe as amigas em casa. Vários remixes seguem exatamente essa linha da versão original e como eu sei que meus leitores gostam mesmo é de bater cabelón, vamos pular pro que interessa.
Os deuses da house music, os Masters at Work, fizeram um trabalho competente com "Finally", mas também nada muito abalativo. O Dance Ritual Mix só acrescenta umas batidinhas mais house e deixa a versão original mais dance, mas sem exageros. Nos trechos instrumentais, vale a pena prestar atenção pra guitarra (aim, acho que é guitarra, sei lá). Uma gracinha.
Pra você mostrar ao mundo que é bilu, travesti e passiva, se joga no Danny Tenaglia's Return to Paradise. Enfim... é do Danny Tenaglia, néam? Eu não precisaria dizer mais nada! Onze minutos de pura despirocação com um pianinho super gostoso. O Danny Tenaglia's Time Marches On segue uma linha mais dark tribal bem típica da época do lançamento do single.
Pra você continuar nessa pegada phemynyna, pegue o DJ Meri Vox Mix. Um dance super Ibiza. Bem chique e contemporâneo, com umas backing vocals a mais meio cafonas. Pra você continuar fazendo carão em praias paradisíacas, se joga no Rulers of the Deep Mix. Super gostosinho. O Tom De Neef Club Mix também é gostoso e vale uma bateção de cabelón. DJs voltem a tocar essa música nas suas noites!
Se seu lance é meditar numa grande piroca pulsante, não deixe de pegar o Lenny Ibizarre Mix. Uma coisa... assim... bem viajante! Uma loucura pras colocadas de plantão!
"Finally" foi relançada (novidade) agora em 2011 e ganhou novos remixes do Sandy Rivera, membro original dos Kings of Tomorrow. Até que saiu coisas interessantes desse pacote mais recente de remixes. O Sandy Rivera & C. Castel Deeper Mix é um dance gostoso e válido. O Sandy Rivera & Simon Mattson's 2011 Mix também é legal, mas os vocais ficaram um pouco deslocados nas batidas. Peguem também o East & Young Remix. Tem um ápice bem diva gay.
Concluindo, o refrão cantado pela Julie McKnight em "Finally" é simplesmente eterno. Lindo demais!
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Aim, mesmo com uma caralhada de remixes, sempre ficam alguns de fora. Incrível!
acapella 3:48
yost dubified remix edit
danny tenaglia's radio edit 3:16
ghost dub
mad congism bonus beats
Segunda-feira, Novembro 07, 2011 | Celebridades: Julie McKnight, Kings of Tomorrow | 0 Bilus felizes
Ensinamentos de Maddyrain
Sempre achei que tenho alma de professora, mas devo confessar que eu definitivamente não nasci pra ensinar bophy a foder. Ou vem virgem, mas já com algum conhecimento teórico da coisa, ou aprende lá fora antes de cair na minha cama! Não foi nenhuma surpresa, enfim, quando me vi rodeada de pequenas crianças com seus oito anos mal vividos, todas me encarando com olhos abertos, cabeça ligeiramente inclinada e pensando em nada graças ao poder da erva do capeta colocada misteriosamente no bolo de aniversário.
No último trabalho que consegui com a "Festinha Animadinha", a festa tava tudo, menos animada! Até Kilo Minhoca, sempre a mais agitada de nós três, havia percebido.
_ Ai, que horror! Que festa chata! Tá tocanu música lenta, as crianças tão tudo sentadas olhanu pro nada! Até eu quero ir embora! O povo não quer nem saber de salgadinho!
_ Meu kool. Eu quero que acabe logo pra xente ir embora. Tenho cliente logo às 11! Isso lá é hora de foder?!
_ Eu tive uma ideia! Mas é muito maldosa... Bom, nada que a gente ainda não tenha feito...
_ Oguê?! Conta! Conta!
_ É! Conta! Conta! - um dos meninos do buffet tinha se aproximado. Olhamos com a maior cara de kool do mundo.
_ Xente, te conheço? Sai pra lá, menino! Isso aqui é conversa de adúlteros!
_ Vamos colocar maconha no bolo!?
_ Space cake?! Aim, que delícia!
Abrimos vários buracos na superfície do bolo e fomos derramando um pouco do nosso padê. Acho... apenas acho... que coloquei um pouco de pó junto. Assim... só pra ver o que rolava. Mas eu acho... já disse. Não tenho certeza! O "Parabéns" foi o mais chato e morto possível. A vontade do povo em ir embora era mais presente que os próprios convidados. Cortei os pedaços de bolo e fui servindo.
_ Não, obrigado.
_ Ah, meu amô, você vai comer sim!
E enfiava o bolo goela abaixo. Num passe de mágica, algumas crianças aqui e ali começaram a rir. Depois veio a fome desenfreada. Mais um pedaço aqui. Mais um pedaço ali. E o povo tava, finalmente, se divertindo. Até colocaram reggae pra tocar no rádio. Me senti de volta na FFLCH. Como eu também sou filha de Diana Ross, não recusei uns bons pedaços de bolo. Peguei um banquinho e sentei no palquinho do buffet.
_ Criançada! Criançada! Demônios! É! Vocês mesmo. Venham aqui sentar ao redor de titia Maddyrain! Ela vai ensinar pra vocês o que vocês precisam saber na vida!
_ Ai, o que você vai fazer?
_ Você pode se sentar na plateia também, Kilo. Bons ensinamentos são pra vida inteira. Crianças, qual é a idade média de vocês?
_ Eu tenho oito!
_ Eu tenho nove! - e cada uma das sei lá eu quantas crianças presentes quis levantar a mão pra falar a bendita da idade. Maldita ideia!
_ Tá bom! Tá bom! Desconsiderem a minha pergunta! Vou nivelar todo mundo nos nove anos de idade, tzá bom? Quem tem menos, é bom ser mais velha pra parecer ser mais experiente. Quem tem mais, é bom parecer mais jovem pra conseguir mais homens. Meninas e... por que não... meninos... alguns meninos... não se apaixonem pela primeira pica que vocês chuparem. Isso não dá futuro!
_ O que é pica?! - uma menina com óculos fundo de garrafa é ares de nerd sofredora de bully pro resto da vida levantou a mão.
_ "O que é pica"... sabe, essa é uma boa pergunta. Como é que eu vou explicar o que é pica pra uma menina que, aparentemente, só conhecerá picas em livros de Ciências? Você já ouviu falar em cacete? Não... Rola? Piroca? Pinto? Caralho? Pênis?
_ Ah! Pênis já! É o órgão sexual do meu pai!
_ E quem é o seu pai? - ela apontou pra um homem de meia idade com cara de pai de família, ou seja, frustrado e brocha - Bom... eu duvido MUITO que o seu pai seja um modelo de pênis, mas é isso mesmo. E é fundamental que na primeira fofada vocês façam a xuca! Não comecem a sua vidinha sexual passando cheque! Isso marcará vocês pra sempre!
_ O que é passar cheque?! - um menino qualquer gritou do fundo - Minha mãe passa o cheque na loja! No supermercado! No salão!
_ Aim, que mãe porca que você tem! - o menino começou a chorar - Calma, amore! Vou explicar. Vai ver sua mãe não é tão porca assim. Só um pouco escatológica. Passar o cheque é cagar no pau do bophy, meus amores! Prometam pra mim que vocês só irão cagar na privada ou no matinho, quando não houver privada. Vocês prometem!?
_ Prometemos!
_ Eu quero ver todo mundo prometendo bem alto! Vocês prometem só cagar na privada?!
_ Prometemos! A gente promete só cagar na privada!
_ Aim, que felicidade! Mas na verdade... já pensando no futuro da nação... vocês têm que me prometer que virarão ATIVOS! Chega de passivos nesse mundo guêi! A xente quer ativos, néam meninas? Só daqui uns quinze anos a xente irá conversar, tzá? Por enquanto, titia Maddyrain só tá plantando a sementinha da conscientização em vocês. Se bem que daqui a quinze anos eu estarei maricona e vocês não irão nem querer chegar perto de mim, mas enfim... existe michê pra isso mesmo!
_ O que é michê? - Litta Walitta gritou.
_ Se fecha, vinhada, porque a senhora sabe muito bem o que é viver a vida bandida!
Eu acho que a xente tem que explicar essas coisas pras crianças desde pequenas, assim evita confusões na fase adulta e não tem ninguém batendo em guêi na Paulista só porque sente vontade de liberar o edy, mas não tem coragem pra tamanha façanha.
Um beijo,
Maddyrain
A Thousand Beautiful Things
Gabriel & Dresden Techfunk Mix
Peter Rauhofer Beautiful Strings Anthem
Peter Rauhfoer Short Club Mix
Bimbo Jones Stealth Mix
Bimbo Jones Stealth Dub
Blu Mar Ten Vocal
Blu Mar Ten Dub
Squint Remix
Chamber Remix
I never want to close my eyes again...
Chupa meu edy mil vezes:
Eu já devo ter dito mil vezes que a Annie Lennox é uma das minhas vocalistas favoritas. E não me canso de repetir. Sou completamente fascinada pela voz da mulher! Uma diva! "A Thousand Beautiful Things" é linda e maravilhosa e recomendo que vocês procurem a versão original no YouTube, porque eu só hospedei os remixes hoje. Vale a pena conhecer, mesmo ela não tendo feito lá muito sucesso... A música ganhou vários remixes promocionais, mas nem tudo é rosas, néam meus amores?
Vamos começar pelo ÓTEMO Gabriel & Dresden Techfunk Mix. As batidas club super casaram bem com o vocal melancólico da Annie. Fico toda cagada quando escuto esse remix! Recomendo.
O arroz de festa Peter Rauhofer remixava até peido de metrô na época, então não é nenhuma grande surpresa vê-lo por aqui hoje. O Peter Rauhofer Beautiful Strings Anthem não é muito diferente do que ele fazia na época. Dá pra dançar e mostrar ao mundo que você é mulher.
O Bimbo Jones, na época, era mais desconhecido e não acertava tanto como hoje. O Bimbo Jones Stealth Mix é um dance sem acrescentar muita coisa ao seu conhecimento musical. As coisas daí pra frente não são lá essas coisas.
Drum 'n' bass já era fora de moda quando "A Thousand Beautiful Things" foi lançada, então não entendo o porquê da existência do Blu Mar Ten Vocal. Ignorem. O Squint Remix é interessante, mas eu sinceramente não sei como classificá-lo. Não é (nem um pouco) dançante, mas também não é lento. Seria mais uma releitura interessante da versão original. Por fim, o Chamber Remix, que parece ter sido feito na pior diarreia do mundo.
No último trabalho que consegui com a "Festinha Animadinha", a festa tava tudo, menos animada! Até Kilo Minhoca, sempre a mais agitada de nós três, havia percebido.
_ Ai, que horror! Que festa chata! Tá tocanu música lenta, as crianças tão tudo sentadas olhanu pro nada! Até eu quero ir embora! O povo não quer nem saber de salgadinho!
_ Meu kool. Eu quero que acabe logo pra xente ir embora. Tenho cliente logo às 11! Isso lá é hora de foder?!
_ Eu tive uma ideia! Mas é muito maldosa... Bom, nada que a gente ainda não tenha feito...
_ Oguê?! Conta! Conta!
_ É! Conta! Conta! - um dos meninos do buffet tinha se aproximado. Olhamos com a maior cara de kool do mundo.
_ Xente, te conheço? Sai pra lá, menino! Isso aqui é conversa de adúlteros!
_ Vamos colocar maconha no bolo!?
_ Space cake?! Aim, que delícia!
Abrimos vários buracos na superfície do bolo e fomos derramando um pouco do nosso padê. Acho... apenas acho... que coloquei um pouco de pó junto. Assim... só pra ver o que rolava. Mas eu acho... já disse. Não tenho certeza! O "Parabéns" foi o mais chato e morto possível. A vontade do povo em ir embora era mais presente que os próprios convidados. Cortei os pedaços de bolo e fui servindo.
_ Não, obrigado.
_ Ah, meu amô, você vai comer sim!
E enfiava o bolo goela abaixo. Num passe de mágica, algumas crianças aqui e ali começaram a rir. Depois veio a fome desenfreada. Mais um pedaço aqui. Mais um pedaço ali. E o povo tava, finalmente, se divertindo. Até colocaram reggae pra tocar no rádio. Me senti de volta na FFLCH. Como eu também sou filha de Diana Ross, não recusei uns bons pedaços de bolo. Peguei um banquinho e sentei no palquinho do buffet.
_ Criançada! Criançada! Demônios! É! Vocês mesmo. Venham aqui sentar ao redor de titia Maddyrain! Ela vai ensinar pra vocês o que vocês precisam saber na vida!
_ Ai, o que você vai fazer?
_ Você pode se sentar na plateia também, Kilo. Bons ensinamentos são pra vida inteira. Crianças, qual é a idade média de vocês?
_ Eu tenho oito!
_ Eu tenho nove! - e cada uma das sei lá eu quantas crianças presentes quis levantar a mão pra falar a bendita da idade. Maldita ideia!
_ Tá bom! Tá bom! Desconsiderem a minha pergunta! Vou nivelar todo mundo nos nove anos de idade, tzá bom? Quem tem menos, é bom ser mais velha pra parecer ser mais experiente. Quem tem mais, é bom parecer mais jovem pra conseguir mais homens. Meninas e... por que não... meninos... alguns meninos... não se apaixonem pela primeira pica que vocês chuparem. Isso não dá futuro!
_ O que é pica?! - uma menina com óculos fundo de garrafa é ares de nerd sofredora de bully pro resto da vida levantou a mão.
_ "O que é pica"... sabe, essa é uma boa pergunta. Como é que eu vou explicar o que é pica pra uma menina que, aparentemente, só conhecerá picas em livros de Ciências? Você já ouviu falar em cacete? Não... Rola? Piroca? Pinto? Caralho? Pênis?
_ Ah! Pênis já! É o órgão sexual do meu pai!
_ E quem é o seu pai? - ela apontou pra um homem de meia idade com cara de pai de família, ou seja, frustrado e brocha - Bom... eu duvido MUITO que o seu pai seja um modelo de pênis, mas é isso mesmo. E é fundamental que na primeira fofada vocês façam a xuca! Não comecem a sua vidinha sexual passando cheque! Isso marcará vocês pra sempre!
_ O que é passar cheque?! - um menino qualquer gritou do fundo - Minha mãe passa o cheque na loja! No supermercado! No salão!
_ Aim, que mãe porca que você tem! - o menino começou a chorar - Calma, amore! Vou explicar. Vai ver sua mãe não é tão porca assim. Só um pouco escatológica. Passar o cheque é cagar no pau do bophy, meus amores! Prometam pra mim que vocês só irão cagar na privada ou no matinho, quando não houver privada. Vocês prometem!?
_ Prometemos!
_ Eu quero ver todo mundo prometendo bem alto! Vocês prometem só cagar na privada?!
_ Prometemos! A gente promete só cagar na privada!
_ Aim, que felicidade! Mas na verdade... já pensando no futuro da nação... vocês têm que me prometer que virarão ATIVOS! Chega de passivos nesse mundo guêi! A xente quer ativos, néam meninas? Só daqui uns quinze anos a xente irá conversar, tzá? Por enquanto, titia Maddyrain só tá plantando a sementinha da conscientização em vocês. Se bem que daqui a quinze anos eu estarei maricona e vocês não irão nem querer chegar perto de mim, mas enfim... existe michê pra isso mesmo!
_ O que é michê? - Litta Walitta gritou.
_ Se fecha, vinhada, porque a senhora sabe muito bem o que é viver a vida bandida!
Eu acho que a xente tem que explicar essas coisas pras crianças desde pequenas, assim evita confusões na fase adulta e não tem ninguém batendo em guêi na Paulista só porque sente vontade de liberar o edy, mas não tem coragem pra tamanha façanha.
Um beijo,
Maddyrain
A Thousand Beautiful ThingsGabriel & Dresden Techfunk Mix
Peter Rauhofer Beautiful Strings Anthem
Peter Rauhfoer Short Club Mix
Bimbo Jones Stealth Mix
Bimbo Jones Stealth Dub
Blu Mar Ten Vocal
Blu Mar Ten Dub
Squint Remix
Chamber Remix
I never want to close my eyes again...
Chupa meu edy mil vezes:
Eu já devo ter dito mil vezes que a Annie Lennox é uma das minhas vocalistas favoritas. E não me canso de repetir. Sou completamente fascinada pela voz da mulher! Uma diva! "A Thousand Beautiful Things" é linda e maravilhosa e recomendo que vocês procurem a versão original no YouTube, porque eu só hospedei os remixes hoje. Vale a pena conhecer, mesmo ela não tendo feito lá muito sucesso... A música ganhou vários remixes promocionais, mas nem tudo é rosas, néam meus amores?
Vamos começar pelo ÓTEMO Gabriel & Dresden Techfunk Mix. As batidas club super casaram bem com o vocal melancólico da Annie. Fico toda cagada quando escuto esse remix! Recomendo.
O arroz de festa Peter Rauhofer remixava até peido de metrô na época, então não é nenhuma grande surpresa vê-lo por aqui hoje. O Peter Rauhofer Beautiful Strings Anthem não é muito diferente do que ele fazia na época. Dá pra dançar e mostrar ao mundo que você é mulher.
O Bimbo Jones, na época, era mais desconhecido e não acertava tanto como hoje. O Bimbo Jones Stealth Mix é um dance sem acrescentar muita coisa ao seu conhecimento musical. As coisas daí pra frente não são lá essas coisas.
Drum 'n' bass já era fora de moda quando "A Thousand Beautiful Things" foi lançada, então não entendo o porquê da existência do Blu Mar Ten Vocal. Ignorem. O Squint Remix é interessante, mas eu sinceramente não sei como classificá-lo. Não é (nem um pouco) dançante, mas também não é lento. Seria mais uma releitura interessante da versão original. Por fim, o Chamber Remix, que parece ter sido feito na pior diarreia do mundo.
Quinta-feira, Novembro 03, 2011 | Celebridades: Annie Lennox | 1 Bilus felizes
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