Gerson 2.0
Chega um momento fatal em todo relacionamento em que o edy fecha e a biluzinha entra em desespero: a hora de conhecer os pais do seu bophy. O que fazer? O que falar? Aliás... devo falar?! Abro a boca e solto essa voz de engoli gatinho que Diana Ross me deu!? Xente, dá pra arranjar um bophy sem ex e sem família?! Um órfão?
Gerson tomou coragem e foi me buscar lá no meu esconderijo em pleno Domingo. Eu já comentei que ODEIO colocar as perninhas pra fora de casa no Domingo? Só se for pra trabalhar e ganhar um belo cunétji.
_ Aim, gato... eu, tipo assim, otéion o perigón do Domingo. Domingo é dia de ficar jogada no sofá sem tomar banho, só morgando.
_ Mas será um passeio especial. Quero que você conheça minha mãe. - quase deixei o celular cair na privada. (Sim, eu tava cagando enquanto falava com o bophy no celular)
_ Cumé?! Conhecer quem!? Por favor, diga que "minha mãe" é o nome da sua cachorra, ou algo assim!
_ Não. É isso que você entendeu mesmo. Quero que conheça a minha mãe.
_ Xente... mas você não acha que tá, assim, meio cedo!? Eu nem lembro a última vez que conheci a mãe de algum bophy meu! - em completo desespero, desliguei a ligação e corri pros braços de Litta Walitta e Kilo Minhoca - Gatas, o bophy Gerson... aim, que nome... quer que eu conheça a mãe dele!
_ Ai, que horror! E travesti precisa conhecer a mãe de quem tá lhe comeno?
_ Concordo. Eu NUNCA conheci a mãe de um bophy. Na verdade, já conheci a mãe de um, mas ela era travesti também. Algo bem "Tudo Sobre Minha Mãe", sabe?
_ Que chic. Gatas, não sei o que usar, o que falar, o que levar de lembrancinha. Essas coisas. Eu já vi nos filmes. Tem todo um procedimento!
Decidimos que o mais ideal seria usar algo bem simples e contemporâneo. Fui de Marisa mesmo. Um vestidinho cheio de florzinhas e Hello Kittys. Quero que ela pense que eu tenho só uns 18 anos! Cara eu tenho, vai! Litta e Kilo me olharam com desconfiança. Combinamos que eu só abriria a boca pra falar quando fosse extremamente necessário e que eu levaria um vasinho de violetas.
Gerson veio me buscar pontualmente. Xente, que bophy escândalo! Já perceberam que alguns homens são mais bonitos e sensuais vestidos? Gerson... aim, sem comentários sobre o nome... era gostoso dos dois jeitos. Vestido e pelado. Todo sport phyno em seu carro do ano. Barman deve ganhar bem! Ou, pelo menos, melhor que animadora de festinha infantil. A mãe morava num prédio tradicional da Higienópolis também. Comecei a juntar os pontinhos e cheguei à conclusão de que encontrei minha mina de ouro! Acho que voltarei a ter meu flat em breve!
_ E qual é o nome da sua mãe, gato? Não posso de chamá-la de Dona Oi, néam? Ou Dona Reticências.
_ Stella Mud. Pode chamá-la de Stella Mud, sem o Dona.
_ Tzá bom. - ele tocou a campainha e uma senhorinha bonitinha com um puta colar de pérolas abriu a porta - Inhaim, Dona Stella Mud! - ela me fuzilou com o olhar, medindo meu lindo corpinho de cima a baixo. Parecia um scanner - Eu trouxe esse vasinho de violetas pra senhora! - recebeu o vaso com um sorriso seco e abraçou o filho. Pelo espelho do elevador, vi a cara de kool que ela fez e sussurrou no ouvido dele.
_ Eu simplesmente abomino violetas, mas ela não deve saber disso. - achei isso tão familiar!
_ Mamãe, essa é a Maddyrain, minha namorada.
_ Oh, mas que simpática em me trazer esse vaso de... violetas. Vou colocar na janela pra ver se atraio algum espírito.
O apartamento era todo bonitinho. Enquanto os dois conversavam, fiquei cogitando o que eu mudaria de lugar caso a véia morresse e deixasse o apê de herança pra nós dois. Ela pegou uma prancheta (LITERALMENTE) e começou a metralhar as perguntas típicas da mãe ciumenta. Senti um mix de entrevista de emprego com alistamento militar. Sentamos à mesa e Gerson levantou para pegar as bebidas. Eu havia decidido manter a boca calada e só falar o necessário. O silêncio tava tenso, e a velha me olhando.
_ Quais são os seus planos com meu Gersonswald? - esbugalhei os olhos.
_ Guê?!
_ Não ouviu a pergunta, querida? Quais-são-os-seus-planos-com-meu-Gersonswald?
_ Xente! Esse é o nome dele!? - levantei-me da mesa indignada - A senhora devia ter um pouco mais de carinho e amor pelo seu filho! Isso lá é nome, Diana Ross!? Eu já tava começando a aceitar Gerson, agora a senhora me vira e solta esse tal de Gersonswald? Que porra é essa?!
_ É uma homenagem ao Oswald de Andrade, querida. Será que você sabe quem ele é?
_ Gata, mas nem se fosse a pica mais gostosa de São Paulo!
Gerson chegou com o vinho e a conversa foi encerrada. Comi sentindo a comida descer goela abaixo em cubos de ferro. "Gersonswald"... meu pai do céu! Jamais conseguirei amar alguém chamado assim! Preciso convencê-lo a ir num cartório RIGHT NOW! A velha parecia estar lendo meus pensamentos e respondia com o olhar Você não vai mudar o nome do meu filho! Ah, vou sim! Nem que mude pra José Silva!
Terminado o almoço em família, eu queria desaparecer daquele apartamento aconchegante. Decidi ir no banheiro e deixar minha marca na louça. Na hora do tchau tchau, até a próxima (e que ela demore séculos), a velha sussurrou no meu ouvido Vou transformar a sua vida num inferno! Deixe o Gersonswald em paz! Respondi Vai tomar no seu kool velho e enrugado! No carro, Gerson... vamos manter só esse nome... teve a pachorra de me perguntar.
_ E aí? Gostou da minha mãe? Vocês se deram tão bem. - meu sangue borbulhou e decidi não falar nada pra não perder a piroca gostosa. Tudo pra continuar sendo bem fodida, meus amores! Tudo!
Um beijo,
Maddyrain
You Never Love the Same Way Twice
Extended Mix
Rick Nowels Single Mix
Joey Negro Extended Mix (low quality...)
Single Version
Love to Infinity Classic Paradise Mix
Love to Infinity Classic Paradise Radio Mix
K-Klass Klub Mix
K-Klass Pharmacy Dub
Stone & Nick Club Mix (thanx to FeelsGoodMusik!)
Stone & Nick Radio Mix (low quality...)
Gospel Brunch Mix (low quality...)
The Development Corporation Mix
Soulpower Mix
Soulpower Hip Hop Mix
Soulpower Dungeon Dub
2005 Index 85 Club Mix
2005 Index 85 Radio Version
2005 D-Winter Club Mix
2005 D-Winter Radio Version
Don't be so quick to throw away the love you're gonna miss someday...
Chupa meu edy duas vezes:
Adógo trazer coisas "novas" pros meus leitores. Ainda mais quando é novidade dos anos 90! Aim, só faz 20 anos! Que loucura! Vou começar dizendo que não conheço muita coisa da Rozalla. Aliás, acho que ninguém conhece, néam?! Nem sei como cheguei a "You Never Love the Same Way Twice", mas adorei logo que ouvi! E fiquei mais loka do meu respectivo kool ainda quando vi a caralhada de remixes que a música recebeu!
Bom, existem basicamente duas versões pra música. Uma foi produzida pelo Joey Negro e tem uma pegada mais disco pop. Podem pegar a Single Version pra conhecer. Uma gracinha, mas prefiro a outra versão, produzida pelo Rick Nowels. Se joguem no Extended Mix que é uma delícia radio dance super gostosa! Recomendado!
Bom, como todo single dos meados dos anos 90, não podia faltar um pouco da originalidade do Love to Infinity. Como já falei antes, tudo deles é extremamente parecido, então peguem o Love to Infinity Classic Paradise Radio Mix já sabendo que você já ouviu aquelas batidas em algum outro remix. Pra compensar, temos o ótemo K-Klass Klub Mix. Um house super gostoso e de qualidade. Aproveitem e se joguem também no K-Klass Pharmacy Dub que é completamente diferente do Klub Mix. Uma delícia!
Continuando a onda de remixes noventistas, temos o delicinha Stone & Nick Radio Mix, do StoneBridge. A qualidade de som não tá perfeita, mas vale a pena pra conhecer. O mesmo vale pro Gospel Brunch Mix, do Vinny Vero. Um house super gostoso (e datado). Do jeito que eu gosto! Não posso deixar de citar o ÓTEMO Soulpower Dungeon Dub que não tem ABSOLUTAMENTE nada a ver com os outros remixes! Recomendado!
Curiosamente, a música foi relançada em 2005 e ganhou alguns poucos remixes. O 2005 Index 85 Club Mix é um dance bem gostosinho e válido pra balançar os têtês. Tem uma flautinha super gracinha. O outro remix não é tão interessante e não vai ganhar um beijo da Maddyrain.
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Aim, xente, é tão difícil encontrar coisas da Rozalla, principalmente da época do single de hoje. Ajuda eu e eu te chupo. Simples assim!
k-klass instrumental
love to infinity aphrodisiac dub
stone & nick club mix 6:23
monday btr dub 6:23
gospel brunch dub 7:30
the commission 12" dub 7:47
Gerson tomou coragem e foi me buscar lá no meu esconderijo em pleno Domingo. Eu já comentei que ODEIO colocar as perninhas pra fora de casa no Domingo? Só se for pra trabalhar e ganhar um belo cunétji.
_ Aim, gato... eu, tipo assim, otéion o perigón do Domingo. Domingo é dia de ficar jogada no sofá sem tomar banho, só morgando.
_ Mas será um passeio especial. Quero que você conheça minha mãe. - quase deixei o celular cair na privada. (Sim, eu tava cagando enquanto falava com o bophy no celular)
_ Cumé?! Conhecer quem!? Por favor, diga que "minha mãe" é o nome da sua cachorra, ou algo assim!
_ Não. É isso que você entendeu mesmo. Quero que conheça a minha mãe.
_ Xente... mas você não acha que tá, assim, meio cedo!? Eu nem lembro a última vez que conheci a mãe de algum bophy meu! - em completo desespero, desliguei a ligação e corri pros braços de Litta Walitta e Kilo Minhoca - Gatas, o bophy Gerson... aim, que nome... quer que eu conheça a mãe dele!
_ Ai, que horror! E travesti precisa conhecer a mãe de quem tá lhe comeno?
_ Concordo. Eu NUNCA conheci a mãe de um bophy. Na verdade, já conheci a mãe de um, mas ela era travesti também. Algo bem "Tudo Sobre Minha Mãe", sabe?
_ Que chic. Gatas, não sei o que usar, o que falar, o que levar de lembrancinha. Essas coisas. Eu já vi nos filmes. Tem todo um procedimento!
Decidimos que o mais ideal seria usar algo bem simples e contemporâneo. Fui de Marisa mesmo. Um vestidinho cheio de florzinhas e Hello Kittys. Quero que ela pense que eu tenho só uns 18 anos! Cara eu tenho, vai! Litta e Kilo me olharam com desconfiança. Combinamos que eu só abriria a boca pra falar quando fosse extremamente necessário e que eu levaria um vasinho de violetas.
Gerson veio me buscar pontualmente. Xente, que bophy escândalo! Já perceberam que alguns homens são mais bonitos e sensuais vestidos? Gerson... aim, sem comentários sobre o nome... era gostoso dos dois jeitos. Vestido e pelado. Todo sport phyno em seu carro do ano. Barman deve ganhar bem! Ou, pelo menos, melhor que animadora de festinha infantil. A mãe morava num prédio tradicional da Higienópolis também. Comecei a juntar os pontinhos e cheguei à conclusão de que encontrei minha mina de ouro! Acho que voltarei a ter meu flat em breve!
_ E qual é o nome da sua mãe, gato? Não posso de chamá-la de Dona Oi, néam? Ou Dona Reticências.
_ Stella Mud. Pode chamá-la de Stella Mud, sem o Dona.
_ Tzá bom. - ele tocou a campainha e uma senhorinha bonitinha com um puta colar de pérolas abriu a porta - Inhaim, Dona Stella Mud! - ela me fuzilou com o olhar, medindo meu lindo corpinho de cima a baixo. Parecia um scanner - Eu trouxe esse vasinho de violetas pra senhora! - recebeu o vaso com um sorriso seco e abraçou o filho. Pelo espelho do elevador, vi a cara de kool que ela fez e sussurrou no ouvido dele.
_ Eu simplesmente abomino violetas, mas ela não deve saber disso. - achei isso tão familiar!
_ Mamãe, essa é a Maddyrain, minha namorada.
_ Oh, mas que simpática em me trazer esse vaso de... violetas. Vou colocar na janela pra ver se atraio algum espírito.
O apartamento era todo bonitinho. Enquanto os dois conversavam, fiquei cogitando o que eu mudaria de lugar caso a véia morresse e deixasse o apê de herança pra nós dois. Ela pegou uma prancheta (LITERALMENTE) e começou a metralhar as perguntas típicas da mãe ciumenta. Senti um mix de entrevista de emprego com alistamento militar. Sentamos à mesa e Gerson levantou para pegar as bebidas. Eu havia decidido manter a boca calada e só falar o necessário. O silêncio tava tenso, e a velha me olhando.
_ Quais são os seus planos com meu Gersonswald? - esbugalhei os olhos.
_ Guê?!
_ Não ouviu a pergunta, querida? Quais-são-os-seus-planos-com-meu-Gersonswald?
_ Xente! Esse é o nome dele!? - levantei-me da mesa indignada - A senhora devia ter um pouco mais de carinho e amor pelo seu filho! Isso lá é nome, Diana Ross!? Eu já tava começando a aceitar Gerson, agora a senhora me vira e solta esse tal de Gersonswald? Que porra é essa?!
_ É uma homenagem ao Oswald de Andrade, querida. Será que você sabe quem ele é?
_ Gata, mas nem se fosse a pica mais gostosa de São Paulo!
Gerson chegou com o vinho e a conversa foi encerrada. Comi sentindo a comida descer goela abaixo em cubos de ferro. "Gersonswald"... meu pai do céu! Jamais conseguirei amar alguém chamado assim! Preciso convencê-lo a ir num cartório RIGHT NOW! A velha parecia estar lendo meus pensamentos e respondia com o olhar Você não vai mudar o nome do meu filho! Ah, vou sim! Nem que mude pra José Silva!
Terminado o almoço em família, eu queria desaparecer daquele apartamento aconchegante. Decidi ir no banheiro e deixar minha marca na louça. Na hora do tchau tchau, até a próxima (e que ela demore séculos), a velha sussurrou no meu ouvido Vou transformar a sua vida num inferno! Deixe o Gersonswald em paz! Respondi Vai tomar no seu kool velho e enrugado! No carro, Gerson... vamos manter só esse nome... teve a pachorra de me perguntar.
_ E aí? Gostou da minha mãe? Vocês se deram tão bem. - meu sangue borbulhou e decidi não falar nada pra não perder a piroca gostosa. Tudo pra continuar sendo bem fodida, meus amores! Tudo!
Um beijo,
Maddyrain
You Never Love the Same Way TwiceExtended Mix
Rick Nowels Single Mix
Joey Negro Extended Mix (low quality...)
Single Version
Love to Infinity Classic Paradise Mix
Love to Infinity Classic Paradise Radio Mix
K-Klass Klub Mix
K-Klass Pharmacy Dub
Stone & Nick Club Mix (thanx to FeelsGoodMusik!)
Stone & Nick Radio Mix (low quality...)
Gospel Brunch Mix (low quality...)
The Development Corporation Mix
Soulpower Mix
Soulpower Hip Hop Mix
Soulpower Dungeon Dub
2005 Index 85 Club Mix
2005 Index 85 Radio Version
2005 D-Winter Club Mix
2005 D-Winter Radio Version
Don't be so quick to throw away the love you're gonna miss someday...
Chupa meu edy duas vezes:
Adógo trazer coisas "novas" pros meus leitores. Ainda mais quando é novidade dos anos 90! Aim, só faz 20 anos! Que loucura! Vou começar dizendo que não conheço muita coisa da Rozalla. Aliás, acho que ninguém conhece, néam?! Nem sei como cheguei a "You Never Love the Same Way Twice", mas adorei logo que ouvi! E fiquei mais loka do meu respectivo kool ainda quando vi a caralhada de remixes que a música recebeu!
Bom, existem basicamente duas versões pra música. Uma foi produzida pelo Joey Negro e tem uma pegada mais disco pop. Podem pegar a Single Version pra conhecer. Uma gracinha, mas prefiro a outra versão, produzida pelo Rick Nowels. Se joguem no Extended Mix que é uma delícia radio dance super gostosa! Recomendado!
Bom, como todo single dos meados dos anos 90, não podia faltar um pouco da originalidade do Love to Infinity. Como já falei antes, tudo deles é extremamente parecido, então peguem o Love to Infinity Classic Paradise Radio Mix já sabendo que você já ouviu aquelas batidas em algum outro remix. Pra compensar, temos o ótemo K-Klass Klub Mix. Um house super gostoso e de qualidade. Aproveitem e se joguem também no K-Klass Pharmacy Dub que é completamente diferente do Klub Mix. Uma delícia!
Continuando a onda de remixes noventistas, temos o delicinha Stone & Nick Radio Mix, do StoneBridge. A qualidade de som não tá perfeita, mas vale a pena pra conhecer. O mesmo vale pro Gospel Brunch Mix, do Vinny Vero. Um house super gostoso (e datado). Do jeito que eu gosto! Não posso deixar de citar o ÓTEMO Soulpower Dungeon Dub que não tem ABSOLUTAMENTE nada a ver com os outros remixes! Recomendado!
Curiosamente, a música foi relançada em 2005 e ganhou alguns poucos remixes. O 2005 Index 85 Club Mix é um dance bem gostosinho e válido pra balançar os têtês. Tem uma flautinha super gracinha. O outro remix não é tão interessante e não vai ganhar um beijo da Maddyrain.
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Aim, xente, é tão difícil encontrar coisas da Rozalla, principalmente da época do single de hoje. Ajuda eu e eu te chupo. Simples assim!
k-klass instrumental
love to infinity aphrodisiac dub
stone & nick club mix 6:23
monday btr dub 6:23
gospel brunch dub 7:30
the commission 12" dub 7:47
Segunda-feira, Outubro 31, 2011 | Celebridades: Rozalla | 1 Bilus felizes
As Palhacinhas da Alegria
Nosso próximo contrato com a "Festinha Animadinha" levou eu, Litta Walitta e Kilo Minhoca ao maior buraco que eu já havia ido na vida. Quando chegamos no lugar, Kilo agarrou meu braço.
_ Ai, que horror, Maddie. Como é que foram pagar a "Festinha Animadinha" nessa biboca?
_ Aim, naum sei. Será que eles fazem preços populares pras comunidades mais carentes? Vou perguntar pra moça. - a moça de preto nos aguardava na porta do barraco com cara de medo.
_ Maddyrain! Que bom que vocês chegaram! Eu tava começando a ficar preocupada!
_ E não é pra menos, néam gata?! Isso lá é lugar pra se fazer festa?! O que vão comemorar aqui? A liberdade do preso mais procurado de São Paulo?
_ Shhh!! Fala baixo, Maddyrain! A festa é de aniversário da filha de seis anos do Juninho Beija Flor! Sabe quem é?
_ Vocês sabem, meninas? Naum, gata. Quem é? Tem a neca grande?
_ Ele é um dos principais traficantes de São Paulo!
_ Traficante!? De droga?! - os olhinhos já brilhavam.
_ Maddyrain, até que enfim uma bola dentro!
_ Gata, pode ficar sossegada que a xente sabe lidar com traficantes.
Entramos no barraco ao som do pior funk carioca existente. Se é que existe o pior de todos. O ar tava carregado com aquele futum típico do povo diferenciado e de maconha. Uma negona alta e com ares de deusa africana refugiada no Brasil se soltou dos braços de um negão cafetão perigosão e provavelmente pirocudão e veio falar comigo. Mal consegui olhar pra bunita. Fiquei só imaginando aquela neca grossa batendo na minha cara pra lá e pra cá.
_ Vocês são as animadoras da festinha da Hayssa?
_ Naum, a xente só serve os docinhos, salgadinhos e refrigerantes. A xente não anima festa.
_ Mas a festa da Hayssa vocês vão animar! Tá maluca? - a bunita ergueu a voz. Fez-se um silêncio absoluto na "sala". Fiquei com medo. Segurei o peido.
_ Aim, eu tava só brincando! Tava te animando, gata! A xente veio animar a festinha! Néam, meninas?
_ É... uhu! A gente tá animadíssima!
_ Podem descer pra cozinha e se trocarem. Piranhas.
_ Ai, que horror! Não gostei dela! - sussurrou Kilo Minhoca, suando frio de medo.
Sobe aqui, vira ali, mais uma escada, abre uma porta que dá pro nada, vira e sobe de novo, segue o cheiro da comida e chega na cozinha. Acho que todo barraco de xente importante na favela é assim. Um cozinheiro de buteco com a cara toda molhada de suor e fumando um cigarrinho de maconha derramava um líquido viscoso e preto numa panela. Em seguida, despechou um monte de coxinhas, risoles e croquetes naquela papa. Meu estômago mega embrulhou.
_ Urgh... oim. Inhaím? A xente veio animar a festinha da "Raiássa"!
_ Podem se trocar. Na minha frente. - e deu aquele sorrisinho maroto nojento que só os nojentos possuem.
Olhei ao redor. A cozinha era minúscula. Litta Walitta me olhou com aquela cara Bom, já fiquei pelada pra tipos piores. A roupa que a xente tinha que usar era, literalmente, fantasia de palhaço. Sairam daquela cozinha três lindas palhacinhas fedendo a fritura.
Fomos seguindo o funk carioca e chegamos na laje do barraco. Tava rolando o maior churrasco. Paramos no topo da escada e os convidados TODOS pararam pra olhar a xente. Revirei meus arquivos pessoais e encontrei a pastinha "CARISMA". Meu amô, é você mesma!
_ Inhaím!! As Palhacinhas da Alegria chegaram!
_ Palhacinhas da Alegria?!
_ A xente veio animar a festa da "Raíassa"! - um cafuçu com A cara do perigo levantou MUITO puto.
_ E quem é essa porra de Raíassa!?
_ A aniversariante? - respondi me peidando toda de medo. Uma menina começou a chorar.
_ O nome dela é Hayssa, caralho!
_ Xente, e por que coloca esse "y" no nome da criatura!? Aliás, que nome é esse!? - até eu me espantou com minha audácia.
_ Manu, você tá afim de morrer aqui nesse fim de mundo, né?
_ Eu naum, mas já que tô aqui, quero comprar um pouco do narcótico proibido por leis brasileiras que você tem pra vender.
O cafuçu abriu um sorriso. Chamou nós três pra junto da rodinha de fumo e ficamos muito lokas de nossos respectivos kools. Me acabei naquele padê vagabundo, produzido no fundo do cafofo, mas tudo tava uma maravilha. Bebi muita cerveja e me enchi de salgadinho. Quando lembrei da onde eles vinham, fiquei enojada de mim mesma.
No fim da noite, eu já tinha virado a melhor amiga desde a infância do tal Juninho Beija Flor. Paguei um kétji gostoso nele... tudo por um pouquinho de pó, já que a neca tava longe de ser o que eu considero digna, e me senti adolescente novamente. Voltamos pra casa nem sei como e conseguimos um novo fornecedor pro nosso catálogo. A meta é ter um em cada bairro.
Acordei no dia seguinte com a maior diarreia da História Contemporânea do Brasil.
Um beijo,
Maddyrain
1, 2 Step
Instrumental
Acappella
Ford's E-Hop Club Mix
Johnny Budz Mixshow Edit
Don Candiani and Carmenantes Super Bounce Mix
Don Candiani Reggaeton Mix
Delinquent 'Growing Pains' Remix (low quality...)
Phatbelly Club Remix (low quality...)
Eazy Remix (low quality...)
This beat flows right through my chest...
1, 2 meu kool:
Vocês sabem que eu adógo um perigón diva gueto, néam? Pra comemorar minhas muitas facetas, hoje a xente vai balançar os têtês com uma música dubalacubacu da Ciara, que eu MEGA não conheço muita coisa. Fui conhecer "1, 2 Step" na academia séculos atrás. Abaphe the case.
Craro que a xente vai se jogar direto no MARAVILHOSO Ford's E-Hop Club Mix! Um dance super gostoso! Lembro de eu pulando pra lá e pra cá ao som dessa versão na academia. Super phemynyna, com muita graça. O Johnny Budz Mixshow Edit é mais calminho, mas ainda com a pegada dance. Uma gracinha. Pra finalizar o trio de recomendações, peguem também o Don Candiani and Carmenantes Super Bounce Mix, que tem uma vibe old school super gostosinha.
_ Ai, que horror, Maddie. Como é que foram pagar a "Festinha Animadinha" nessa biboca?
_ Aim, naum sei. Será que eles fazem preços populares pras comunidades mais carentes? Vou perguntar pra moça. - a moça de preto nos aguardava na porta do barraco com cara de medo.
_ Maddyrain! Que bom que vocês chegaram! Eu tava começando a ficar preocupada!
_ E não é pra menos, néam gata?! Isso lá é lugar pra se fazer festa?! O que vão comemorar aqui? A liberdade do preso mais procurado de São Paulo?
_ Shhh!! Fala baixo, Maddyrain! A festa é de aniversário da filha de seis anos do Juninho Beija Flor! Sabe quem é?
_ Vocês sabem, meninas? Naum, gata. Quem é? Tem a neca grande?
_ Ele é um dos principais traficantes de São Paulo!
_ Traficante!? De droga?! - os olhinhos já brilhavam.
_ Maddyrain, até que enfim uma bola dentro!
_ Gata, pode ficar sossegada que a xente sabe lidar com traficantes.
Entramos no barraco ao som do pior funk carioca existente. Se é que existe o pior de todos. O ar tava carregado com aquele futum típico do povo diferenciado e de maconha. Uma negona alta e com ares de deusa africana refugiada no Brasil se soltou dos braços de um negão cafetão perigosão e provavelmente pirocudão e veio falar comigo. Mal consegui olhar pra bunita. Fiquei só imaginando aquela neca grossa batendo na minha cara pra lá e pra cá.
_ Vocês são as animadoras da festinha da Hayssa?
_ Naum, a xente só serve os docinhos, salgadinhos e refrigerantes. A xente não anima festa.
_ Mas a festa da Hayssa vocês vão animar! Tá maluca? - a bunita ergueu a voz. Fez-se um silêncio absoluto na "sala". Fiquei com medo. Segurei o peido.
_ Aim, eu tava só brincando! Tava te animando, gata! A xente veio animar a festinha! Néam, meninas?
_ É... uhu! A gente tá animadíssima!
_ Podem descer pra cozinha e se trocarem. Piranhas.
_ Ai, que horror! Não gostei dela! - sussurrou Kilo Minhoca, suando frio de medo.
Sobe aqui, vira ali, mais uma escada, abre uma porta que dá pro nada, vira e sobe de novo, segue o cheiro da comida e chega na cozinha. Acho que todo barraco de xente importante na favela é assim. Um cozinheiro de buteco com a cara toda molhada de suor e fumando um cigarrinho de maconha derramava um líquido viscoso e preto numa panela. Em seguida, despechou um monte de coxinhas, risoles e croquetes naquela papa. Meu estômago mega embrulhou.
_ Urgh... oim. Inhaím? A xente veio animar a festinha da "Raiássa"!
_ Podem se trocar. Na minha frente. - e deu aquele sorrisinho maroto nojento que só os nojentos possuem.
Olhei ao redor. A cozinha era minúscula. Litta Walitta me olhou com aquela cara Bom, já fiquei pelada pra tipos piores. A roupa que a xente tinha que usar era, literalmente, fantasia de palhaço. Sairam daquela cozinha três lindas palhacinhas fedendo a fritura.
Fomos seguindo o funk carioca e chegamos na laje do barraco. Tava rolando o maior churrasco. Paramos no topo da escada e os convidados TODOS pararam pra olhar a xente. Revirei meus arquivos pessoais e encontrei a pastinha "CARISMA". Meu amô, é você mesma!
_ Inhaím!! As Palhacinhas da Alegria chegaram!
_ Palhacinhas da Alegria?!
_ A xente veio animar a festa da "Raíassa"! - um cafuçu com A cara do perigo levantou MUITO puto.
_ E quem é essa porra de Raíassa!?
_ A aniversariante? - respondi me peidando toda de medo. Uma menina começou a chorar.
_ O nome dela é Hayssa, caralho!
_ Xente, e por que coloca esse "y" no nome da criatura!? Aliás, que nome é esse!? - até eu me espantou com minha audácia.
_ Manu, você tá afim de morrer aqui nesse fim de mundo, né?
_ Eu naum, mas já que tô aqui, quero comprar um pouco do narcótico proibido por leis brasileiras que você tem pra vender.
O cafuçu abriu um sorriso. Chamou nós três pra junto da rodinha de fumo e ficamos muito lokas de nossos respectivos kools. Me acabei naquele padê vagabundo, produzido no fundo do cafofo, mas tudo tava uma maravilha. Bebi muita cerveja e me enchi de salgadinho. Quando lembrei da onde eles vinham, fiquei enojada de mim mesma.
No fim da noite, eu já tinha virado a melhor amiga desde a infância do tal Juninho Beija Flor. Paguei um kétji gostoso nele... tudo por um pouquinho de pó, já que a neca tava longe de ser o que eu considero digna, e me senti adolescente novamente. Voltamos pra casa nem sei como e conseguimos um novo fornecedor pro nosso catálogo. A meta é ter um em cada bairro.
Acordei no dia seguinte com a maior diarreia da História Contemporânea do Brasil.
Um beijo,
Maddyrain
1, 2 StepInstrumental
Acappella
Ford's E-Hop Club Mix
Johnny Budz Mixshow Edit
Don Candiani and Carmenantes Super Bounce Mix
Don Candiani Reggaeton Mix
Delinquent 'Growing Pains' Remix (low quality...)
Phatbelly Club Remix (low quality...)
Eazy Remix (low quality...)
This beat flows right through my chest...
1, 2 meu kool:
Vocês sabem que eu adógo um perigón diva gueto, néam? Pra comemorar minhas muitas facetas, hoje a xente vai balançar os têtês com uma música dubalacubacu da Ciara, que eu MEGA não conheço muita coisa. Fui conhecer "1, 2 Step" na academia séculos atrás. Abaphe the case.
Craro que a xente vai se jogar direto no MARAVILHOSO Ford's E-Hop Club Mix! Um dance super gostoso! Lembro de eu pulando pra lá e pra cá ao som dessa versão na academia. Super phemynyna, com muita graça. O Johnny Budz Mixshow Edit é mais calminho, mas ainda com a pegada dance. Uma gracinha. Pra finalizar o trio de recomendações, peguem também o Don Candiani and Carmenantes Super Bounce Mix, que tem uma vibe old school super gostosinha.
Terça-feira, Outubro 25, 2011 | Celebridades: Ciara, Missy Elliott | 0 Bilus felizes
Esqueceram de mim
Por Diana Ross eu juro que jamais fumarei meu baseado, beberei mé barato e me agacharei pra chupar novamente! Eu olhava pro teto, o teto olhava pra mim. Não dizíamos nada um pro outro. Decidi tirar a roupa e esperar o bophy voltar pelada, pra facilitar a penetração, mas, com susto, ouvi barulho na porta. Xente, ele saiu! Ele saiu e me deixou aqui sozinha?! Levantei-me desesperada e sai gritando pela casa. Hey! Você aqui! Gerson! Não me faça gritar o seu nome feio novamente! Volta aqui, Gerson! Olhei pelo olho-mágico, mas o corredor já tava no escuro. O bophy já havia tomado o elevador.
Olhei ao redor do apartamento completamente loka do meu kool. A sacada! Corri frenética e o frio da noite arrepiou o caminho da felicidade até o meu edy. Hey! Socorro! Eu tô aqui presa e bêbada neste apartamento! Tem alguém aí pra me ouvir? Hey! Uma senhorinha do prédio da frente apareceu na janela toda assustada e de pijama.
_ Aim, graças a Diana Ross! Alguém! Socorro!
_ Menina, vai se vestir! Olha o frio que tá fazendo!
_ Minha senhora, eu tô presa nesse apartamento! Me deixaram trancada aqui dentro!
_ E o que você tá fazendo pelada nesse frio, menina? Vai se vestir!
_ Eu fiquei pelada pra facilitar a penetração, minha senhora! Você acha que eu não tô com frio? Tô com frio, sim! Essa história de que biscate não sente frio é tudo invenção do povo invejoso! Eu sinto frio!
_ Você não mora aí?
_ Eu não! Eu moro lá pra lá da puta que pariu!
_ E o que você tá fazendo aí, menina?
_ Eu vim trepar! Foder! Transar! Fazer sexo! Tzá entendendo?!
A velha me olhou espantada e ressentida. Fechou a janela, a cortina e apagou a luz. Vai dar o edy, minha senhora, que faz bem! Entrei no apartamento e fechei a porta da sacada pra me proteger do frio. Decidi me vestir já que eu não seria fodida tão cedo. Peguei meu celular. Torci pra TIM ter sinal lá na Higienópolis. Pra minha surpresa, tinha. Milagres acontecem! Liguei pra Litta Walitta.
_ Quem perturba?
_ Litta, é a Maddyrain! Amiga, preciso da sua ajuda!
_ No que você se meteu agora, piranha?
_ Eu... alô? A ligação ficou muda, gata! Litta?!
Olhei pro celular. A bateria tinha acabado. Sentei na cama desesperada. Cogitei tacar o celular pela janela, mas lembrei que eu não tinha pago nem a primeira prestação ainda. Já que eu não tenho pra onde ir, vou me acabar aqui mesmo. Fui até a cozinha e comecei a abrir os armários. Fui pegando tudo que era bebível. No quesito álcool, a casa era super bem abastecida. Já no quesito alimentação mais sólida...
Sentei no sofé de couro preto da sala com meu copo de vodka importada e um potinho de nozes. Aim, que casa chata! Folheei aqueles livros que as pessoas colocam na mesinha da sala só pra constar na decoração. Tudo chato. Xente... esse Gerson até é gostoso e super fazible, mas tem o nome feio e é chato. E a neca? Como será? Coloquei ela na boca, mas já tava tão em órbita, que nem lembro se era grande! Xente! O que é aquilo na parede!? O povo tem cada ideia estranha pra decorar a casa. Na parede, uma mão de gesso pedindo esmola. Aim, que susto dugarai!
Decidi revirar os armários do quarto. Nada muito atraente. Nenhum vestido Gucci ou Prada. Tudo muito loja de shopping. Bom... ainda bem que não tem nada feminino aqui! Era só o que me faltava o bophy gostar de se montar que nem eu! Encontrei uma caixinha de palha. Quequéissu? Abri a caixinha com certo medo. O passado me condena no setor "caixinhas misteriosas". Surpresa! Surpresa! Encontrei os narcóticos proibidos por leis brasileiras do bophy! Meu amô, você vai se arrepender até o último pentelho por ter me deixado aqui sozinha com seu padê e sua bebida.
Sentei na cama extasiada. O que vai ser primeiro!? Revirei, revirei, mas só encontrei a erva do capeta. Xente! Ele só tem isso!? Mas que caretice! Fiquei ahazzada. Não tinha absolutamente nada pra fazer naquele apartamento. Voltei pra sala e sentei na frente da TV com a maior cara de kool do mundo. Comecei a assistir um drama que podia ser facilmente meu no Corujão na Globo. Não sei nem quando, mas acabei pegando no sono. Acordei com alguém me cutucando.
_ Maddyrain? O que você tá fazendo aqui na sala?
_ Oi... aim... que horror! Que horror, Gerson! Que cara chato que você é! Puta merda! E como é que você me deixa trancada aqui!? Eu não suporto ficar presa num lugar!
_ Eu não fiquei nem 15 minutos fora!
_ Onde você foi!? E não me diga que foi comprar padê, porque só tem maconha nessa casa! Era tudo que eu precisava na minha vida: um maconheiro! Eu sou mais hardcore, amore.
_ Eu fui na farmácia! Fui comprar algo pra ver se você melhorava, mas já tá bem melhor, pelo visto.
Aim, que chato... Abracei aquele pedaço de mal caminho (e com a barba por fazer) e deixei ele me carregar de volta pra cama. Levou um sustinho ao ver sua caixinha de maconha jogada na cama, mas enfim... Qual é a graça em ir pra casa do bophy se não for revirar tudo e tentar descobrir algum podre mais sórdido que os seus?
Um beijo,
Maddyrain
All My Time
R'n'B Vocal Mix
Mousse T.'s Bad Boy Mix
Mousse T.'s Bad Boy Edit
Mousse T.'s Club Mix
Mousse T.'s Dub Mix (low quality...)
Mousse T.'s Raw Mix
Royal Garden Mix
On the Edge Mix
Armed & Dangerous
Never mess with geeks...
Chupa meu edy ou leva chumbo:
Hoje é dia de você mostrar pro mundo que é uma diva do gueto! Hoje é dia de raridade no meu blog, meu amô! Nem sei ao certo como encontrei esse dueto da Lauryn Hill, mas fui atrás dos remixes quando vi que tinha a mãozinha do Mousse T na parada. Até que gostei e decidi dividir com vocês esses momentos meus.
Não me perguntem quem é Paid & Live porque eu não faço a menor ideia, mas se é o seu estilo o perigón dos morros cariocas, se jogue no R'n'B Vocal Mix. Gosto da voz da Lauryn Hill de qualquer forma, até nesses raps americanos sem vergonha.
Como já falei, a maioria dos remixes foi feita pelo Mousse T, que MEGA anda sumido, néam? O Mousse T.'s Bad Boy Mix segue a linha lounge de traficante, com batidas r'n'b numa base calminha. Gostoso pra deixar tocando enquanto você dá uma fofada com seu cafuçu. O Mousse T.'s Raw Mix também tem essa pegada mais barraco de looshu.
Pra você mostrar que é mulher e veio pra ahazzar, se jogue no Mousse T.'s Club Mix, que é uma delícia e super club diva. Acho que nem a própria Lauryn Hill seria capaz de se dublar com esse remix! A loka!
Se jogue também no Royal Garden Mix, que continua a linha diva do morro que há dentro de todas nós. Por fim, o datado On the Edge Mix, que não sei de quem é. Um dance despirocado com a cara das bilus colocadas dos anos 90.
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Sem a menor esperança, mas vamos lá... Se alguém tiver, faz a caridade?
lazy daisy mix 6:57
mousse t.'s raw radio edit 3:24
royal garden radio edit 3:42
Olhei ao redor do apartamento completamente loka do meu kool. A sacada! Corri frenética e o frio da noite arrepiou o caminho da felicidade até o meu edy. Hey! Socorro! Eu tô aqui presa e bêbada neste apartamento! Tem alguém aí pra me ouvir? Hey! Uma senhorinha do prédio da frente apareceu na janela toda assustada e de pijama.
_ Aim, graças a Diana Ross! Alguém! Socorro!
_ Menina, vai se vestir! Olha o frio que tá fazendo!
_ Minha senhora, eu tô presa nesse apartamento! Me deixaram trancada aqui dentro!
_ E o que você tá fazendo pelada nesse frio, menina? Vai se vestir!
_ Eu fiquei pelada pra facilitar a penetração, minha senhora! Você acha que eu não tô com frio? Tô com frio, sim! Essa história de que biscate não sente frio é tudo invenção do povo invejoso! Eu sinto frio!
_ Você não mora aí?
_ Eu não! Eu moro lá pra lá da puta que pariu!
_ E o que você tá fazendo aí, menina?
_ Eu vim trepar! Foder! Transar! Fazer sexo! Tzá entendendo?!
A velha me olhou espantada e ressentida. Fechou a janela, a cortina e apagou a luz. Vai dar o edy, minha senhora, que faz bem! Entrei no apartamento e fechei a porta da sacada pra me proteger do frio. Decidi me vestir já que eu não seria fodida tão cedo. Peguei meu celular. Torci pra TIM ter sinal lá na Higienópolis. Pra minha surpresa, tinha. Milagres acontecem! Liguei pra Litta Walitta.
_ Quem perturba?
_ Litta, é a Maddyrain! Amiga, preciso da sua ajuda!
_ No que você se meteu agora, piranha?
_ Eu... alô? A ligação ficou muda, gata! Litta?!
Olhei pro celular. A bateria tinha acabado. Sentei na cama desesperada. Cogitei tacar o celular pela janela, mas lembrei que eu não tinha pago nem a primeira prestação ainda. Já que eu não tenho pra onde ir, vou me acabar aqui mesmo. Fui até a cozinha e comecei a abrir os armários. Fui pegando tudo que era bebível. No quesito álcool, a casa era super bem abastecida. Já no quesito alimentação mais sólida...
Sentei no sofé de couro preto da sala com meu copo de vodka importada e um potinho de nozes. Aim, que casa chata! Folheei aqueles livros que as pessoas colocam na mesinha da sala só pra constar na decoração. Tudo chato. Xente... esse Gerson até é gostoso e super fazible, mas tem o nome feio e é chato. E a neca? Como será? Coloquei ela na boca, mas já tava tão em órbita, que nem lembro se era grande! Xente! O que é aquilo na parede!? O povo tem cada ideia estranha pra decorar a casa. Na parede, uma mão de gesso pedindo esmola. Aim, que susto dugarai!
Decidi revirar os armários do quarto. Nada muito atraente. Nenhum vestido Gucci ou Prada. Tudo muito loja de shopping. Bom... ainda bem que não tem nada feminino aqui! Era só o que me faltava o bophy gostar de se montar que nem eu! Encontrei uma caixinha de palha. Quequéissu? Abri a caixinha com certo medo. O passado me condena no setor "caixinhas misteriosas". Surpresa! Surpresa! Encontrei os narcóticos proibidos por leis brasileiras do bophy! Meu amô, você vai se arrepender até o último pentelho por ter me deixado aqui sozinha com seu padê e sua bebida.
Sentei na cama extasiada. O que vai ser primeiro!? Revirei, revirei, mas só encontrei a erva do capeta. Xente! Ele só tem isso!? Mas que caretice! Fiquei ahazzada. Não tinha absolutamente nada pra fazer naquele apartamento. Voltei pra sala e sentei na frente da TV com a maior cara de kool do mundo. Comecei a assistir um drama que podia ser facilmente meu no Corujão na Globo. Não sei nem quando, mas acabei pegando no sono. Acordei com alguém me cutucando.
_ Maddyrain? O que você tá fazendo aqui na sala?
_ Oi... aim... que horror! Que horror, Gerson! Que cara chato que você é! Puta merda! E como é que você me deixa trancada aqui!? Eu não suporto ficar presa num lugar!
_ Eu não fiquei nem 15 minutos fora!
_ Onde você foi!? E não me diga que foi comprar padê, porque só tem maconha nessa casa! Era tudo que eu precisava na minha vida: um maconheiro! Eu sou mais hardcore, amore.
_ Eu fui na farmácia! Fui comprar algo pra ver se você melhorava, mas já tá bem melhor, pelo visto.
Aim, que chato... Abracei aquele pedaço de mal caminho (e com a barba por fazer) e deixei ele me carregar de volta pra cama. Levou um sustinho ao ver sua caixinha de maconha jogada na cama, mas enfim... Qual é a graça em ir pra casa do bophy se não for revirar tudo e tentar descobrir algum podre mais sórdido que os seus?
Um beijo,
Maddyrain
All My TimeR'n'B Vocal Mix
Mousse T.'s Bad Boy Mix
Mousse T.'s Bad Boy Edit
Mousse T.'s Club Mix
Mousse T.'s Dub Mix (low quality...)
Mousse T.'s Raw Mix
Royal Garden Mix
On the Edge Mix
Armed & Dangerous
Never mess with geeks...
Chupa meu edy ou leva chumbo:
Hoje é dia de você mostrar pro mundo que é uma diva do gueto! Hoje é dia de raridade no meu blog, meu amô! Nem sei ao certo como encontrei esse dueto da Lauryn Hill, mas fui atrás dos remixes quando vi que tinha a mãozinha do Mousse T na parada. Até que gostei e decidi dividir com vocês esses momentos meus.
Não me perguntem quem é Paid & Live porque eu não faço a menor ideia, mas se é o seu estilo o perigón dos morros cariocas, se jogue no R'n'B Vocal Mix. Gosto da voz da Lauryn Hill de qualquer forma, até nesses raps americanos sem vergonha.
Como já falei, a maioria dos remixes foi feita pelo Mousse T, que MEGA anda sumido, néam? O Mousse T.'s Bad Boy Mix segue a linha lounge de traficante, com batidas r'n'b numa base calminha. Gostoso pra deixar tocando enquanto você dá uma fofada com seu cafuçu. O Mousse T.'s Raw Mix também tem essa pegada mais barraco de looshu.
Pra você mostrar que é mulher e veio pra ahazzar, se jogue no Mousse T.'s Club Mix, que é uma delícia e super club diva. Acho que nem a própria Lauryn Hill seria capaz de se dublar com esse remix! A loka!
Se jogue também no Royal Garden Mix, que continua a linha diva do morro que há dentro de todas nós. Por fim, o datado On the Edge Mix, que não sei de quem é. Um dance despirocado com a cara das bilus colocadas dos anos 90.
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Sem a menor esperança, mas vamos lá... Se alguém tiver, faz a caridade?
lazy daisy mix 6:57
mousse t.'s raw radio edit 3:24
royal garden radio edit 3:42
Quarta-feira, Outubro 19, 2011 | Celebridades: Lauryn Hill, Paid and Live | 0 Bilus felizes
Bebendo tudo até a última gota
Eu tava debaixo de um pé de árvore pagando um kétji gostoso e safado numa praça qualquer quando meu celular começou a vibrar preso na calcinha. Aim, atendo ou não atendo? Pode ser um programinha mais melhor de bom que esse boquetinho sem vergonha. Olhei pra cima, tirei o pau da boca e perguntei:
_ Você vai chupar meu edy depois?
_ Chupar teu rabo? Nem fodendo!
_ Entaum dá licença que vou atender meu celular. Alôin? Maddyrain falando.
_ É a Maddyrain?
_ Se eu falei que sou eu que tô falando então é porque sou eu falando, néam?
_ Opa, Maddyrain. Aqui é o Gerson.
_ "Gerson"... já ouvi esse nome antes... Gerson da onde?
_ A gente se conheceu naquela festinha.
_ Festinha?
_ Anda logo, porra. Não para de chupar! - o bophy tava desesperado pra gozar.
_ Qué esperar?!
_ Você tá ocupada?
_ Eu tô trabalhando. Seja mais específico; Gerson do que?
_ Gerson, o barman daquela festa em que você trabalhou com suas amigas.
_ AH! Xente, que loucura! Você demorou pra ligar, hein gato? Já faz o que? Uns... três... dias?
_ E isso é demora pra você?
_ Eu tô acostumada com os bophys me ligando no mesmo dia, amore. Inhaim? Tudo bem?
_ Você tá trabalhando numa festa agora? - olhei ao redor da praça. Litta Walitta tava pendurada na janela de um carro chupando. Kilo Minhoca parecia uma lagartixa numa parede.
_ Éam... tô.
_ Não tá afim de tomar um drink... bater um papo?
_ Aim, olha... vou ser bem franca. Não tô afim de bater papo, naum. Tô afim de ser chupada no edy.
_ Nossa, que direta! Onde você tá?
Ah, não sou uma travesti de rodeios, não! Se quero dar, quero dar e pronto! Pra que ficar enrolando, néam? Passei o endereço da praça e terminei o kétji do moço. Fui até o tiozinho do carrinho de cachorro-quente e pedi uma garrafinha d'água pra lavar as partes íntimas. Aim, essa xuca não pode desandar por nada nesta vida! Sentei no banco da praça e comecei a bolar meu cigarrinho da erva do capeta e fiquei pensando nos questionamentos que vêm à cabeça de toda biluzinha antes de dar pra um bophy pela primeira vez. Será que ele tem o pau grande? Será que o gozo é farto? Será que é limpinho? Enfim... essas coisas que todo mundo já pensou antes. Meia hora depois, já no segundo cachorro-quente graças à nossa amiga larica, um carro todo preto parou na minha frente. O vidro do passageiro desceu e o brilho do sorriso do barman iluminou a praça.
_ Maddyrain? O que você tá fazendo nessa praça?
_ Aim... oim! Tudo baum? Eu pedi uma caroninha e me deixaram aqui! Você viu só que lugar horrível?! Me tire daqui agora, por favor?
Entrei no carro. O bophy tava mega perfumado e eu xingando a bosta do Avon que eu tinha passado antes de sair pro trabalho e que já havia evaporado há séculos. Fui recebida com um beijo na bochecha e senti aquela barba eternamente por fazer roçando na minha pele. A neca fez força pra se soltar, mas continuou firme e forte presa pra trás.
No caminho até a casa do Gerson (Jesuis, que nome!), conversamos aquelas baboseiras de sempre. Ele perguntou se eu trabalhava com festas há muito tempo e eu, sem saber ao certo que "festas" ele tava querendo dizer, respondi que sim. Perguntei pra ele o drink favorito dele e ele respondeu bloody mary. Diminui a pontuação dele comigo mentalmente. É bom essa neca ser odara! Perguntei se ele era caralhudo. Ele me olhou espantado. Abri o maior sorriso Colgate e disse que tava brincando. Aim, detesto xente que se faz de puritana!
O apartamento do bophy ficava na Higienópolis, bairro de xente ryka e influente de São Paulo. Xente diferenciada não é bem-vinda lá. Fika a dika pros meus leitores. No caminho até lá, a larica voltou a atacar e eu não via a hora de chegar na casa dele pra pedir um pedação de pão. Ele estranhou o pedido, mas sentou comigo na cozinha e me passou um pedaço de pão com geleia e frios. Abriu uma garrafa de vinho e disse que preparia um drink com ele. Achei exótico. Drink com vinho! Aim, que chique! Nunca tomei!
Tudo que ele falava eu respondia Aim, que legal! Acho que era o efeito do vinho. A fome não diminui e perguntei se ele tinha algo com mais sustância. Abriu o congelador e tirou uma caixa de nuggets. Você sabe fritar nuggets? Gato, eu morro de medo de fritura. Coloca no microondas que tudo fica bem! Enquanto isso, me lancei aos pés do bophy e esfreguei a cara na neca dele. Quero te chupar, meu amô! Blurp... senti o vinho vindo lá de baixo até o céu da boca. Só tive tempo de gemer Aim... acho que vou vomitar.
Gerson se afastou enquanto eu tingia a cozinha dele de vinho. Enquanto eu tinha meu momento Exorcista, pensei Aim... oguêgueu faço agora!? Já sei! Vou fingir que desmaiei! Terminei o servicinho e me joguei pra trás, fechei os olhos e me fingi de morta. O bophy gritou uns bostas, merdas e outras coisas do tipo, me pegou no colo e me jogou na cama dele. Achei que seria estuprada ali mesmo, mas ele foi pra cozinha limpar tudo. Abri os olhos e fiquei olhando pro teto. Tzá? E agora? Quequeu faço?
Maneater
Club Main Mix
Radio Edit
Instrumental
A Cappella
Radio 1 Live Lounge Session
Rauhofer Reconstruction Mix
Rauhofer Reconstruction Mixshow
Rauhofer Reconstruction Edit
Richard Vission Solmatix Mix
Richard Vission Solmatix Edit
Richard Vission Solmatix Dub
David Garcia & Morgan Page Remix
David Garcia & Morgan Page Vocal Dub
David Garcia & Morgan Page Dubstrumental
The Discount Rhino vs. Gorgeous George Remix
Sugardip Club Mix
Glam As You Mix by Guena LG
Jelo's Toronto Mix
Waata House Mix feat. Alozade
And when she walks she walks with passion...
Come meu edy:
A Nelly Furtado é uma queridinha do Blogger e MediaFire. Vamos ver quanto tempo os remixes de "Maneater" ficarão disponíveis pra biluzada se jogar. Bom, minha história de amor com "Maneater" é super doida. A primeira vez que assisti o clip, fiquei olhando a mocinha dançando pra lá e pra cá e me perguntei Quem será essa racha?! Que música gostosa! Enfim, o clip acabou e eu não prestei atenção pro nome da artista enquanto dublava pela casa. Quando descobri que era a Nelly Furtado, quase cai da cadeira. Xente, que evolução da borboleta!
Se joguem no Club Main Mix, que é uma versão extended da original. Uma delícia e super diva do barraco. A produção é do Timbaland antes de ele virar o arroz de festa que virou. Pra você virar a rainha do karaoke, pegue a versão Instrumental também. Super válida! A gracinha da Nelly Furtado ainda gravou uma versão acústica super bonitinha. Peguem o Radio 1 Live Lounge Session. Uma delicinha.
Quando Nelly Furtado decidiu virar diva, todos os principais DJs da época se esbofetearam pra remixar seus singles. Resultado: uma caralhada de remixes! Vamos começar com o outro arroz de festa que anda sumido, o Peter Rauhofer. Você provavelmente ouviu o Rauhofer Reconstruction Mix se saia pra buatchi na época de lançamento do single de "Maneater". Esse remix tocava até dizer chega e é aquele feijão com arroz básico da buatchi guêi que agrada a todos e faz todo mundo dançar que nem loka. Uma delícia!
O remix do veterano Richard Vission parece querer seguir os passos do remix do Rauhofer. Um club diva básico sem o menor glamour do passado. Podem pegar o Richard Vission Solmatix Mix pra conhecer, já que eu duvido muito que ele tocado por aqui.
Outro que também não adiciona nada à minha vida é o David Garcia & Morgan Page Remix. Bem basicão e jogativo. O The Discount Rhino vs. Gorgeous George Remix tem uma pegadinha mais gostosa e é mais interessante.
Acho que depois do remix do Rauhofer, minha versão favorita é o Sugardip Club Mix. Aliás, quase tudo que ouvi desse DJ me agradou até hoje. Um dance super gostoso e despirocado. Podem pegar! Por fim, o curtinho e engraçadinho Jelo's Toronto Mix. Bem fofo.
_ Você vai chupar meu edy depois?
_ Chupar teu rabo? Nem fodendo!
_ Entaum dá licença que vou atender meu celular. Alôin? Maddyrain falando.
_ É a Maddyrain?
_ Se eu falei que sou eu que tô falando então é porque sou eu falando, néam?
_ Opa, Maddyrain. Aqui é o Gerson.
_ "Gerson"... já ouvi esse nome antes... Gerson da onde?
_ A gente se conheceu naquela festinha.
_ Festinha?
_ Anda logo, porra. Não para de chupar! - o bophy tava desesperado pra gozar.
_ Qué esperar?!
_ Você tá ocupada?
_ Eu tô trabalhando. Seja mais específico; Gerson do que?
_ Gerson, o barman daquela festa em que você trabalhou com suas amigas.
_ AH! Xente, que loucura! Você demorou pra ligar, hein gato? Já faz o que? Uns... três... dias?
_ E isso é demora pra você?
_ Eu tô acostumada com os bophys me ligando no mesmo dia, amore. Inhaim? Tudo bem?
_ Você tá trabalhando numa festa agora? - olhei ao redor da praça. Litta Walitta tava pendurada na janela de um carro chupando. Kilo Minhoca parecia uma lagartixa numa parede.
_ Éam... tô.
_ Não tá afim de tomar um drink... bater um papo?
_ Aim, olha... vou ser bem franca. Não tô afim de bater papo, naum. Tô afim de ser chupada no edy.
_ Nossa, que direta! Onde você tá?
Ah, não sou uma travesti de rodeios, não! Se quero dar, quero dar e pronto! Pra que ficar enrolando, néam? Passei o endereço da praça e terminei o kétji do moço. Fui até o tiozinho do carrinho de cachorro-quente e pedi uma garrafinha d'água pra lavar as partes íntimas. Aim, essa xuca não pode desandar por nada nesta vida! Sentei no banco da praça e comecei a bolar meu cigarrinho da erva do capeta e fiquei pensando nos questionamentos que vêm à cabeça de toda biluzinha antes de dar pra um bophy pela primeira vez. Será que ele tem o pau grande? Será que o gozo é farto? Será que é limpinho? Enfim... essas coisas que todo mundo já pensou antes. Meia hora depois, já no segundo cachorro-quente graças à nossa amiga larica, um carro todo preto parou na minha frente. O vidro do passageiro desceu e o brilho do sorriso do barman iluminou a praça.
_ Maddyrain? O que você tá fazendo nessa praça?
_ Aim... oim! Tudo baum? Eu pedi uma caroninha e me deixaram aqui! Você viu só que lugar horrível?! Me tire daqui agora, por favor?
Entrei no carro. O bophy tava mega perfumado e eu xingando a bosta do Avon que eu tinha passado antes de sair pro trabalho e que já havia evaporado há séculos. Fui recebida com um beijo na bochecha e senti aquela barba eternamente por fazer roçando na minha pele. A neca fez força pra se soltar, mas continuou firme e forte presa pra trás.
No caminho até a casa do Gerson (Jesuis, que nome!), conversamos aquelas baboseiras de sempre. Ele perguntou se eu trabalhava com festas há muito tempo e eu, sem saber ao certo que "festas" ele tava querendo dizer, respondi que sim. Perguntei pra ele o drink favorito dele e ele respondeu bloody mary. Diminui a pontuação dele comigo mentalmente. É bom essa neca ser odara! Perguntei se ele era caralhudo. Ele me olhou espantado. Abri o maior sorriso Colgate e disse que tava brincando. Aim, detesto xente que se faz de puritana!
O apartamento do bophy ficava na Higienópolis, bairro de xente ryka e influente de São Paulo. Xente diferenciada não é bem-vinda lá. Fika a dika pros meus leitores. No caminho até lá, a larica voltou a atacar e eu não via a hora de chegar na casa dele pra pedir um pedação de pão. Ele estranhou o pedido, mas sentou comigo na cozinha e me passou um pedaço de pão com geleia e frios. Abriu uma garrafa de vinho e disse que preparia um drink com ele. Achei exótico. Drink com vinho! Aim, que chique! Nunca tomei!
Tudo que ele falava eu respondia Aim, que legal! Acho que era o efeito do vinho. A fome não diminui e perguntei se ele tinha algo com mais sustância. Abriu o congelador e tirou uma caixa de nuggets. Você sabe fritar nuggets? Gato, eu morro de medo de fritura. Coloca no microondas que tudo fica bem! Enquanto isso, me lancei aos pés do bophy e esfreguei a cara na neca dele. Quero te chupar, meu amô! Blurp... senti o vinho vindo lá de baixo até o céu da boca. Só tive tempo de gemer Aim... acho que vou vomitar.
Gerson se afastou enquanto eu tingia a cozinha dele de vinho. Enquanto eu tinha meu momento Exorcista, pensei Aim... oguêgueu faço agora!? Já sei! Vou fingir que desmaiei! Terminei o servicinho e me joguei pra trás, fechei os olhos e me fingi de morta. O bophy gritou uns bostas, merdas e outras coisas do tipo, me pegou no colo e me jogou na cama dele. Achei que seria estuprada ali mesmo, mas ele foi pra cozinha limpar tudo. Abri os olhos e fiquei olhando pro teto. Tzá? E agora? Quequeu faço?
ManeaterClub Main Mix
Radio Edit
Instrumental
A Cappella
Radio 1 Live Lounge Session
Rauhofer Reconstruction Mix
Rauhofer Reconstruction Mixshow
Rauhofer Reconstruction Edit
Richard Vission Solmatix Mix
Richard Vission Solmatix Edit
Richard Vission Solmatix Dub
David Garcia & Morgan Page Remix
David Garcia & Morgan Page Vocal Dub
David Garcia & Morgan Page Dubstrumental
The Discount Rhino vs. Gorgeous George Remix
Sugardip Club Mix
Glam As You Mix by Guena LG
Jelo's Toronto Mix
Waata House Mix feat. Alozade
And when she walks she walks with passion...
Come meu edy:
A Nelly Furtado é uma queridinha do Blogger e MediaFire. Vamos ver quanto tempo os remixes de "Maneater" ficarão disponíveis pra biluzada se jogar. Bom, minha história de amor com "Maneater" é super doida. A primeira vez que assisti o clip, fiquei olhando a mocinha dançando pra lá e pra cá e me perguntei Quem será essa racha?! Que música gostosa! Enfim, o clip acabou e eu não prestei atenção pro nome da artista enquanto dublava pela casa. Quando descobri que era a Nelly Furtado, quase cai da cadeira. Xente, que evolução da borboleta!
Se joguem no Club Main Mix, que é uma versão extended da original. Uma delícia e super diva do barraco. A produção é do Timbaland antes de ele virar o arroz de festa que virou. Pra você virar a rainha do karaoke, pegue a versão Instrumental também. Super válida! A gracinha da Nelly Furtado ainda gravou uma versão acústica super bonitinha. Peguem o Radio 1 Live Lounge Session. Uma delicinha.
Quando Nelly Furtado decidiu virar diva, todos os principais DJs da época se esbofetearam pra remixar seus singles. Resultado: uma caralhada de remixes! Vamos começar com o outro arroz de festa que anda sumido, o Peter Rauhofer. Você provavelmente ouviu o Rauhofer Reconstruction Mix se saia pra buatchi na época de lançamento do single de "Maneater". Esse remix tocava até dizer chega e é aquele feijão com arroz básico da buatchi guêi que agrada a todos e faz todo mundo dançar que nem loka. Uma delícia!
O remix do veterano Richard Vission parece querer seguir os passos do remix do Rauhofer. Um club diva básico sem o menor glamour do passado. Podem pegar o Richard Vission Solmatix Mix pra conhecer, já que eu duvido muito que ele tocado por aqui.
Outro que também não adiciona nada à minha vida é o David Garcia & Morgan Page Remix. Bem basicão e jogativo. O The Discount Rhino vs. Gorgeous George Remix tem uma pegadinha mais gostosa e é mais interessante.
Acho que depois do remix do Rauhofer, minha versão favorita é o Sugardip Club Mix. Aliás, quase tudo que ouvi desse DJ me agradou até hoje. Um dance super gostoso e despirocado. Podem pegar! Por fim, o curtinho e engraçadinho Jelo's Toronto Mix. Bem fofo.
Segunda-feira, Outubro 17, 2011 | Celebridades: Nelly Furtado | 0 Bilus felizes
Dia dos demônios
Acordei com o celular vibrando e fazendo tremer a mesinha ao lado da cama. Litta Walitta resmungou um Atende logo, porrah e Kilo Minhoca roncou mais alto. Olhei o melhor amigo da bilu moderna, o identificador de chamadas. "Festinha Animadinha". Xente... isso lá é hora de ligar?! Três da tarde ainda!
_ Alôin?
_ Maddyrain? Aqui é da "Festinha Animadinha". Tudo bem?
_ Gata... hoje é feriado. Eu, Litta e Kilo Minhoca ainda estamos dormindo. Trabalhamos a noite inteira e meu edy ainda tá piscando com aquela dorzinha gostosa pós-coito, tzá sabendo?
_ Maddyrain, eu não estaria ligando se não fosse uma emergência! O filho de uma família importante de São Paulo terá uma festinha surpresa hoje! Preciso de três garçonetes urgente! Posso contar com você?
_ Amore, eu pretendo passar meu feriado coçando a xavasca que não possuo. So sorry...
_ Maddyrain... imagine a quantidade de celebridades e figurões que estarão na festa...
Odeio mulher. E odeio mulher chantagista ao quadrado. Peguei os dados da festa e voltei a dormir. O despertador tocou faltando uma hora pra festa começar. Lá do outro lado de São Paulo, na fronteira com o Suriname. Pulei da cama. Litta e Kilo continuavam dormindo como se o amanhã fosse incerto.
_ Xente, acorda! Acordem, vinhados! Temos trabalho!
_ Ai, que horror. Eu tava sonhanu tão gostoso com o Alexandre Pires!
_ Dá pra perceber, gata. Não tem vergonha de ficar com a neca dura na frente das amigas!?
_ Não olhem pro meu defeito de fábrica!
_ Gatas, arranjei uma festinha babadu pra xente!
_ Ah, não! Eu não vou a outra festa de criança mas nem por decreto!
_ Kilo, essa festa vai tá repleta de xente importante! Eu tô cansada de pegar zé ruela na avenida! Quero xente grande! Com dinheiro! Quero ser paparicada, alimentada e bem vestida. Quero glamour!
Vinhado se encanta com algumas palavras-chave. A festa realmente prometia ser looshuosa. O bufétji era lindo, todo cheio de bexigas douradas. A moça do "Festinha Animadinha" me recebeu na porta, toda de preto novamente, com uma cara de kool que só por Diana Ross.
_ Vocês estão atrasadas novamente!
_ Amore, só loser chega cedo em festa. E nós não somos losers, néam meninas?
_ Éam.
_ Pelo menos a gente veio vestida desta vez.
_ É, pelo menos isso. Podem ir pra cozinha se trocar. Procurem o Gerson. Ele é o barman e está com o uniforme de você.
Barman. Essa é a minha palavra-chave. O edy abriu e fechou, soltou um peidinho maroto e se escondeu no meio da calcinha. Como será que era esse Gerson? "Gerson". Nunca trepei com alguém que eu tivesse perguntado o nome chamado "Gerson". Litta Walitta, sempre mais racional, adiantou que o bophy podia ser barman de botecão. Nada que eu já não tenha encarado nesses anos todos de vida noturna.
Chegamos na cozinha e encontrei um ser alto, costas largas, camiseta preta marcando os músculos sarados e trabalhados. Desejei naquele momento que Litta Walitta e Kilo Minhoca simplesmente desaparecessem da face da Terra.
_ Gerson? - o bophy se virou. Olhos verdes, barba por fazer, cabelo despenteado. Estilo "sou bom demais pra você". Detesto xente que sabe que é bonita.
_ Vocês são as garçonetes? Estão atrasadas. Não sou pago pra servir a burguesia. Só preparo os drinks. Não sou pago pra servir refrigerante.
_ Ai, que horror. Que homem bonito e chato!
_ Muito. Somos as garçonetes sim e estamos atrasadas porque a gente pode. Cadê nosso uniforme? - A-D-O-R-E-I Litta e Kilo revoltadas com o bophy. Duas a menos no caminho.
_ Naquele banco.
Fui me trocar e, ao passar pelo bophy, olhei com aquele olhar de piedade que sei fazer como ninguém e esbocei um Desculpa, tzá? Ele deu de ombros e voltou a encher os copinhos de plástico com refrigerante. Abri minha bolsinha e tirei minha barrigudinha e fui misturando com a Coca. Bom, um dia esse povo tem que aprender os prazeres do mé. Que seja comigo entaum!
O salão de festa era enorme e povoado com o pior tipo de crianças do mundo: as que são ricas e sabem desde pequenas o poder que o dinheiro tem nos outros. Elas vinham até mim, primeiro com medo, depois com despeito, com aquele olhar maldoso que só os muito ricos têm. Senti um certo prazer comunista enquanto via aquele povo se embebedando com a pior espécie de pinga possível.
As horas passaram e eu, Litta e Kilo já estávamos trançando as pernas e tratando os pais das crianças como se fossem nossos amigos desde a infância. Trocamos vários telefones e suspeito que Litta Walitta tenha pagado um kétji no banheirão do bufétji. A bunita sumiu de circulação por meia hora e deixou eu e Kilo sozinhas enfrentando aquela turba de xente desesperada por um pouco de pinga. Incrível o poder de sedução daquilo! Coisa do capeta mesmo!
Com certo esforço, colocamos todos aqueles demônios bêbados e seus respectivos pais mais bêbados ainda em volta do bolo para cantar o parabéns pro aniversariante, Christian, uma criança com a maior cara de suja e mal lavada que eu já vi na vida. Não sei o que faziam com tanto dinheiro naquela família que não eram capazes de dar um belo banho nele! Depois dos parabéns, eu, Litta e Kilo Minhoca decidimos dar uma pitadinha do nosso show. Fomos até o aniversariante e embalamos:
_ Ah rá, uh rú, Christian eu vim comer o seu ... pausa dramática... bolo!
Acabei não comendo o bolo pra não chamar o Hugo com um DDD esperto, mas peguei o telefone do Gerson, o barman gostoso. Eu tava tão bêbada que soltei a gafe da noite.
_ Gato, você é bem quente, mas tem um nome escroto, néam? "Gerson"... Isso lá é nome de xente gostosa?!
Se ele não me ligar, não poderei dizer que desconheço o motivo...
Um beijo,
Maddyrain
My Peace of Heaven
International Mix
Radio Mix
Edit
The Eclipse Mix
Def Version
Demo Vocal Mix
Demo Dub
Spiritual Life Demo Dub
You're my peace of heaven...
Chupa meu edy e vá às alturas:
Hoje temos o retorno do Ten City aqui no blog e com um single que eu ADÓGO! "My Peace of Heaven" é aquele housezinho gostoso by David Morales que não sai da cabeça. Acho fabuloso o International Mix. Um looshu. Um glamour. Uma neca bem odara. Todo trabalhado naquele vocal que a xente sabe que é masculino, mas mega biluzístico. Como já era de se esperar, os outros remixes do Morales não fogem muito do remix principal, mas acho válido a jogação no dub Def Version. Uma loucura aquele órgão de igreja tocando com as batidas house de fundo! Miacabu!
O restante das versões ficaram por conta do Joe Claussell e também seguem a linha dos remixes do David Morales. Além disso, a qualidade tá mega duvidosa.
_ Alôin?
_ Maddyrain? Aqui é da "Festinha Animadinha". Tudo bem?
_ Gata... hoje é feriado. Eu, Litta e Kilo Minhoca ainda estamos dormindo. Trabalhamos a noite inteira e meu edy ainda tá piscando com aquela dorzinha gostosa pós-coito, tzá sabendo?
_ Maddyrain, eu não estaria ligando se não fosse uma emergência! O filho de uma família importante de São Paulo terá uma festinha surpresa hoje! Preciso de três garçonetes urgente! Posso contar com você?
_ Amore, eu pretendo passar meu feriado coçando a xavasca que não possuo. So sorry...
_ Maddyrain... imagine a quantidade de celebridades e figurões que estarão na festa...
Odeio mulher. E odeio mulher chantagista ao quadrado. Peguei os dados da festa e voltei a dormir. O despertador tocou faltando uma hora pra festa começar. Lá do outro lado de São Paulo, na fronteira com o Suriname. Pulei da cama. Litta e Kilo continuavam dormindo como se o amanhã fosse incerto.
_ Xente, acorda! Acordem, vinhados! Temos trabalho!
_ Ai, que horror. Eu tava sonhanu tão gostoso com o Alexandre Pires!
_ Dá pra perceber, gata. Não tem vergonha de ficar com a neca dura na frente das amigas!?
_ Não olhem pro meu defeito de fábrica!
_ Gatas, arranjei uma festinha babadu pra xente!
_ Ah, não! Eu não vou a outra festa de criança mas nem por decreto!
_ Kilo, essa festa vai tá repleta de xente importante! Eu tô cansada de pegar zé ruela na avenida! Quero xente grande! Com dinheiro! Quero ser paparicada, alimentada e bem vestida. Quero glamour!
Vinhado se encanta com algumas palavras-chave. A festa realmente prometia ser looshuosa. O bufétji era lindo, todo cheio de bexigas douradas. A moça do "Festinha Animadinha" me recebeu na porta, toda de preto novamente, com uma cara de kool que só por Diana Ross.
_ Vocês estão atrasadas novamente!
_ Amore, só loser chega cedo em festa. E nós não somos losers, néam meninas?
_ Éam.
_ Pelo menos a gente veio vestida desta vez.
_ É, pelo menos isso. Podem ir pra cozinha se trocar. Procurem o Gerson. Ele é o barman e está com o uniforme de você.
Barman. Essa é a minha palavra-chave. O edy abriu e fechou, soltou um peidinho maroto e se escondeu no meio da calcinha. Como será que era esse Gerson? "Gerson". Nunca trepei com alguém que eu tivesse perguntado o nome chamado "Gerson". Litta Walitta, sempre mais racional, adiantou que o bophy podia ser barman de botecão. Nada que eu já não tenha encarado nesses anos todos de vida noturna.
Chegamos na cozinha e encontrei um ser alto, costas largas, camiseta preta marcando os músculos sarados e trabalhados. Desejei naquele momento que Litta Walitta e Kilo Minhoca simplesmente desaparecessem da face da Terra.
_ Gerson? - o bophy se virou. Olhos verdes, barba por fazer, cabelo despenteado. Estilo "sou bom demais pra você". Detesto xente que sabe que é bonita.
_ Vocês são as garçonetes? Estão atrasadas. Não sou pago pra servir a burguesia. Só preparo os drinks. Não sou pago pra servir refrigerante.
_ Ai, que horror. Que homem bonito e chato!
_ Muito. Somos as garçonetes sim e estamos atrasadas porque a gente pode. Cadê nosso uniforme? - A-D-O-R-E-I Litta e Kilo revoltadas com o bophy. Duas a menos no caminho.
_ Naquele banco.
Fui me trocar e, ao passar pelo bophy, olhei com aquele olhar de piedade que sei fazer como ninguém e esbocei um Desculpa, tzá? Ele deu de ombros e voltou a encher os copinhos de plástico com refrigerante. Abri minha bolsinha e tirei minha barrigudinha e fui misturando com a Coca. Bom, um dia esse povo tem que aprender os prazeres do mé. Que seja comigo entaum!
O salão de festa era enorme e povoado com o pior tipo de crianças do mundo: as que são ricas e sabem desde pequenas o poder que o dinheiro tem nos outros. Elas vinham até mim, primeiro com medo, depois com despeito, com aquele olhar maldoso que só os muito ricos têm. Senti um certo prazer comunista enquanto via aquele povo se embebedando com a pior espécie de pinga possível.
As horas passaram e eu, Litta e Kilo já estávamos trançando as pernas e tratando os pais das crianças como se fossem nossos amigos desde a infância. Trocamos vários telefones e suspeito que Litta Walitta tenha pagado um kétji no banheirão do bufétji. A bunita sumiu de circulação por meia hora e deixou eu e Kilo sozinhas enfrentando aquela turba de xente desesperada por um pouco de pinga. Incrível o poder de sedução daquilo! Coisa do capeta mesmo!
Com certo esforço, colocamos todos aqueles demônios bêbados e seus respectivos pais mais bêbados ainda em volta do bolo para cantar o parabéns pro aniversariante, Christian, uma criança com a maior cara de suja e mal lavada que eu já vi na vida. Não sei o que faziam com tanto dinheiro naquela família que não eram capazes de dar um belo banho nele! Depois dos parabéns, eu, Litta e Kilo Minhoca decidimos dar uma pitadinha do nosso show. Fomos até o aniversariante e embalamos:
_ Ah rá, uh rú, Christian eu vim comer o seu ... pausa dramática... bolo!
Acabei não comendo o bolo pra não chamar o Hugo com um DDD esperto, mas peguei o telefone do Gerson, o barman gostoso. Eu tava tão bêbada que soltei a gafe da noite.
_ Gato, você é bem quente, mas tem um nome escroto, néam? "Gerson"... Isso lá é nome de xente gostosa?!
Se ele não me ligar, não poderei dizer que desconheço o motivo...
Um beijo,
Maddyrain
My Peace of HeavenInternational Mix
Radio Mix
Edit
The Eclipse Mix
Def Version
Demo Vocal Mix
Demo Dub
Spiritual Life Demo Dub
You're my peace of heaven...
Chupa meu edy e vá às alturas:
Hoje temos o retorno do Ten City aqui no blog e com um single que eu ADÓGO! "My Peace of Heaven" é aquele housezinho gostoso by David Morales que não sai da cabeça. Acho fabuloso o International Mix. Um looshu. Um glamour. Uma neca bem odara. Todo trabalhado naquele vocal que a xente sabe que é masculino, mas mega biluzístico. Como já era de se esperar, os outros remixes do Morales não fogem muito do remix principal, mas acho válido a jogação no dub Def Version. Uma loucura aquele órgão de igreja tocando com as batidas house de fundo! Miacabu!
O restante das versões ficaram por conta do Joe Claussell e também seguem a linha dos remixes do David Morales. Além disso, a qualidade tá mega duvidosa.
Quarta-feira, Outubro 12, 2011 | Celebridades: Ten City | 0 Bilus felizes
De festas
Eu conheço uma mulher-bicha que é a definição do termo "party animal". Aliás, tem uma fotinha dela no Aurélio ilustrado.
party animal
[pári énimou] adj 1 Pessoa que não sai de festas de segunda a domingo, sai de uma já com convite pra próxima, geralmente drogada ou bêbada. Não recusa nenhum tipo de comemoração, de batizados, passando por velórios e confraternização de ex-alunos. 2 Amiga (que não será mencionada) da Maddyrain.
Numa época em que eu andava de pá virada pro mundinho de balada, achava essa mulher-bicha a pessoa mais fútil da face da Terra. Como é que pode achar que a vida é festa todo dia?! Na verdade, meus amores, eu admito: era pura inveja minha. Quisera eu pular de festa em festa que nem pulo de cama em cama.
Quando comecei minha trajetória em rumo ao estrelato na vida noturna guêi de São Paulo, costumava sair às sextas e no domingo. Detalhe: ia pra mesma buatchi nos dois dias. O resultado veio rápido: eu não aguentava mais encontrar as mesmas pessoas. Não dava mais pra passar números de telefone errados. Esbarrava em ex-ficantes. Enfim, aquela coisa chata. O pior de tudo era me controlar pra não cometer qualquer bafão e virar carta marcada entre os seguranças e a tiazinha da limpeza. Felizmente, quando fui descoberta no banheiro pagando um kétji, eu já tinha saído dessa vida e atuava no low profile.
Comecei a me dedicar, então, aos sábados. Nunca fui de sair pra mostrar os têtês nas buatchis durante a semana. Fico toda arrepiada só de pensar no povo batendo o cabelón em plena terça-feira. Esse povo não trabalha!? Não acorda cedo!? Não tem religião!? Já emendei muita balada com trabalho só na base do energético e outros narcóticos vendidos em qualquer farmácia, mas não tenho mais idade pra isso, meus amores! Pra ser bem franca, se não passo a tarde dormindo, eu realmente não garanto minha presença na dancefloor à noite...
Acho que meu ápice como party animal foi na época em que eu, Litta Walitta e Kilo Minhoca andávamos em bando com outra caralhada de vinhados e mulheres-bichas. Todo mundo combinava de se encontrar nas catracas do metrô Consolação e descia espalhando purpurina até qualquer bar nas redondezas da balada pra calibrar os motores com muita vodka e Coca. Nessa mesma época, minha falecida amiga Shitnew Houston sempre arranjava alguma festinha mais intimista ou reuniãozinha pra durante a semana. Eu saia da faculdade e encontrava a bunita na Paulista, sem destino fixo. Só sabia que tocaria Madonna ou Kylie Minogue no carro e o baseado estaria liberado.
Chegava em casa pra lá de Bagdá, deitava na cama, via o mundo girar e rezava pra pegar no sono antes de morrer afogada no meu próprio vômito. Acordava horas depois com o maior porre do mundo, andava pelas ruas achando que eu havia sido abduzida durante a noite e transformada num mutante dos X-Men. Eu jurava que podia ler mentes... Acho que vivi meus causos mais lokos do meu respectivo edy nessa época. Olho pra trás e sinto muita falta, mas fico tão feliz por ter vivido tudo isso. Penso em quem viu o tempo passar e não tem absolutamente nenhuma história engraçada ou interessante pra contar. Acho tão triste! Deprimente.
Hoje em dia, há momentos em que eu queria reviver meus dias de glória como party animal; me jogar na buatchi sexta, dormir o sábado inteiro e sair pra próxima balada horas depois. Voltar só no domingo, completamente bêbada e dormir abrançando a privada. Mas, sei lá... vou parecer a tiazinha mais velha, careta e quadrada do recinto... mas eu realmente já vivi tudo isso e agora tenho outras questões com que me ocupar. Tem dias em que a minha cama tá tão gostosa e aconchegante. Isso sem contar os dias em que a compania em casa é mil vezes melhor do que todas as pessoas da balada juntas.
E só agora que consigo olhar pra trás e reencontrar a figura da minha amiga party animal e entendê-la perfeitamente. É na festa que a gente espera encontrar a fuga de tudo aquilo que nos chateia durante o dia. Algumas pessoas precisam de festas ou baladas todos os dias pra encontrar o equilíbrio da vida. Outras precisam dormir horas antes de sair pra casa das amigas, beber e conversar sem parar, ver a hora passar, dar risada e perguntar Como é que o tempo passou tão rápido!?, continuar bebendo e dizer Na próxima vez, a xente bebe só um pouquinho e sai lúcida mesmo! Felizmente, há sempre uma próxima vez...
Um beijo,
Maddyrain
Queer
Radio Edit
Rabbit in the Moon Hefty Mix
Rabbit in the Moon Mix
F.T.F.O.I. Mix
Danny Saber Mix
The Most Beautiful Woman in Town Mix
The Very Queer Dub-Bin Version
You can touch me if you want...
Vinhado chupando edy de vinhado:
Atendendo a pedidos... bom, na verdade, apenas um pedido... eis que uma de minhas bandas favoritas de meus tempos perdidos, o Garbage, ressurge aqui no blog! "Queer" foi single do primeiro álbum da banda e tem toda a pegada rock que prevalece no disco inteiro. Se joguem no Radio Edit pra liberar a diva rock que há em você!
Como era de se esperar pros singles desse primeiro momento do Garbage, os remixes são poucos e bem ruins. A grande maioria segue a linha rock da versão original, mas se jogando em caminhos mais alternativos que SUPER não fazem a minha cabeça. Estão aí pras completistas de plantão. O único remix que a xente vai salvar da fogueira é o Rabbit in the Moon Hefty Mix, que é uma versão dançante bem gostosa e jogativa com ares de dub, do jeitinho que eu gosto. Super recomendado!
party animal
[pári énimou] adj 1 Pessoa que não sai de festas de segunda a domingo, sai de uma já com convite pra próxima, geralmente drogada ou bêbada. Não recusa nenhum tipo de comemoração, de batizados, passando por velórios e confraternização de ex-alunos. 2 Amiga (que não será mencionada) da Maddyrain.
Numa época em que eu andava de pá virada pro mundinho de balada, achava essa mulher-bicha a pessoa mais fútil da face da Terra. Como é que pode achar que a vida é festa todo dia?! Na verdade, meus amores, eu admito: era pura inveja minha. Quisera eu pular de festa em festa que nem pulo de cama em cama.
Quando comecei minha trajetória em rumo ao estrelato na vida noturna guêi de São Paulo, costumava sair às sextas e no domingo. Detalhe: ia pra mesma buatchi nos dois dias. O resultado veio rápido: eu não aguentava mais encontrar as mesmas pessoas. Não dava mais pra passar números de telefone errados. Esbarrava em ex-ficantes. Enfim, aquela coisa chata. O pior de tudo era me controlar pra não cometer qualquer bafão e virar carta marcada entre os seguranças e a tiazinha da limpeza. Felizmente, quando fui descoberta no banheiro pagando um kétji, eu já tinha saído dessa vida e atuava no low profile.
Comecei a me dedicar, então, aos sábados. Nunca fui de sair pra mostrar os têtês nas buatchis durante a semana. Fico toda arrepiada só de pensar no povo batendo o cabelón em plena terça-feira. Esse povo não trabalha!? Não acorda cedo!? Não tem religião!? Já emendei muita balada com trabalho só na base do energético e outros narcóticos vendidos em qualquer farmácia, mas não tenho mais idade pra isso, meus amores! Pra ser bem franca, se não passo a tarde dormindo, eu realmente não garanto minha presença na dancefloor à noite...
Acho que meu ápice como party animal foi na época em que eu, Litta Walitta e Kilo Minhoca andávamos em bando com outra caralhada de vinhados e mulheres-bichas. Todo mundo combinava de se encontrar nas catracas do metrô Consolação e descia espalhando purpurina até qualquer bar nas redondezas da balada pra calibrar os motores com muita vodka e Coca. Nessa mesma época, minha falecida amiga Shitnew Houston sempre arranjava alguma festinha mais intimista ou reuniãozinha pra durante a semana. Eu saia da faculdade e encontrava a bunita na Paulista, sem destino fixo. Só sabia que tocaria Madonna ou Kylie Minogue no carro e o baseado estaria liberado.
Chegava em casa pra lá de Bagdá, deitava na cama, via o mundo girar e rezava pra pegar no sono antes de morrer afogada no meu próprio vômito. Acordava horas depois com o maior porre do mundo, andava pelas ruas achando que eu havia sido abduzida durante a noite e transformada num mutante dos X-Men. Eu jurava que podia ler mentes... Acho que vivi meus causos mais lokos do meu respectivo edy nessa época. Olho pra trás e sinto muita falta, mas fico tão feliz por ter vivido tudo isso. Penso em quem viu o tempo passar e não tem absolutamente nenhuma história engraçada ou interessante pra contar. Acho tão triste! Deprimente.
Hoje em dia, há momentos em que eu queria reviver meus dias de glória como party animal; me jogar na buatchi sexta, dormir o sábado inteiro e sair pra próxima balada horas depois. Voltar só no domingo, completamente bêbada e dormir abrançando a privada. Mas, sei lá... vou parecer a tiazinha mais velha, careta e quadrada do recinto... mas eu realmente já vivi tudo isso e agora tenho outras questões com que me ocupar. Tem dias em que a minha cama tá tão gostosa e aconchegante. Isso sem contar os dias em que a compania em casa é mil vezes melhor do que todas as pessoas da balada juntas.
E só agora que consigo olhar pra trás e reencontrar a figura da minha amiga party animal e entendê-la perfeitamente. É na festa que a gente espera encontrar a fuga de tudo aquilo que nos chateia durante o dia. Algumas pessoas precisam de festas ou baladas todos os dias pra encontrar o equilíbrio da vida. Outras precisam dormir horas antes de sair pra casa das amigas, beber e conversar sem parar, ver a hora passar, dar risada e perguntar Como é que o tempo passou tão rápido!?, continuar bebendo e dizer Na próxima vez, a xente bebe só um pouquinho e sai lúcida mesmo! Felizmente, há sempre uma próxima vez...
Um beijo,
Maddyrain
QueerRadio Edit
Rabbit in the Moon Hefty Mix
Rabbit in the Moon Mix
F.T.F.O.I. Mix
Danny Saber Mix
The Most Beautiful Woman in Town Mix
The Very Queer Dub-Bin Version
You can touch me if you want...
Vinhado chupando edy de vinhado:
Atendendo a pedidos... bom, na verdade, apenas um pedido... eis que uma de minhas bandas favoritas de meus tempos perdidos, o Garbage, ressurge aqui no blog! "Queer" foi single do primeiro álbum da banda e tem toda a pegada rock que prevalece no disco inteiro. Se joguem no Radio Edit pra liberar a diva rock que há em você!
Como era de se esperar pros singles desse primeiro momento do Garbage, os remixes são poucos e bem ruins. A grande maioria segue a linha rock da versão original, mas se jogando em caminhos mais alternativos que SUPER não fazem a minha cabeça. Estão aí pras completistas de plantão. O único remix que a xente vai salvar da fogueira é o Rabbit in the Moon Hefty Mix, que é uma versão dançante bem gostosa e jogativa com ares de dub, do jeitinho que eu gosto. Super recomendado!
Quarta-feira, Outubro 05, 2011 | Celebridades: Garbage | 0 Bilus felizes
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