Um novo dia
Acordo todo dia com um remix de despertador e ronco de Kilo Minhoca na orelha. Sabe aquele despertador que vende na barraquinha que fica só no pi pi pi pi pi pi? Então, é esse aí. Xente, eu tô pra ver o dia em que vai sair assim no Jornal Nacional: Travesti assassina amigas ao enlouquecer com barulho do despertador. Por alguma vontade divina obscura, sou a primeira a levantar do colchão e começo minha batalha diária pra acordar Kilo Minhoca e Litta Walitta. A Litta é a pior de todas. Por conta dos remédios pesados que ela toma, preciso de técnicas chinesas pra acordar a bunita do dope.
Saímos sempre atrasadas, correndo como loucas até o metrô. Kilo Minhoca para numa banquinha na porta do metrô e compra um saquinho de pão de queijo pra tampar o bucho até chegarmos no Morumbi. O cheiro do queijo que se diz queijo gruda no cabelo e vai empesteando o vagão todo. Quando finalmente acabamos nossa jornada pelos meios de transporte público de São Paulo, sinto com se estivesse saindo dum pacote de Cheetos. Aquele da embalagem laranja. O MAIS FEDIDO DE TODOS!
O bom de trabalhar pra Roxxana Veludo é que ela NUNCA percebe se chegamos no horário ou não. Ela NUNCA acorda antes do meio dia. Isso quando acorda, néam? Tem dias que tá tão colocada que nem sai da cama. Pigmaleão vem com seu andar de anão gritando e xingando nós três por estarmos atrasadas. Diz que eu tô atrasada pro boquete da manhã. Minha primeira tarefa ao chegar na mansão de Roxxana Veludo: chupar a anaconda de Pigmaleão. Podia ser a banana gostosa do Fabinho das Bananas, néam? Já dizia uma amiga travesti que morreu na sauna, "Não reclame com neca na boca".
Minha segunda tarefa, depois de enxaguar a boca..., é checar a vida doméstica da mansão. O jardinheiro já chegou? O moço gostoso que limpa a piscina já tá limpando a piscina? Vou pra trás da churrasqueira na beira da piscina e chamo o mocinho. Vem cá, vem cá. Vem limpar algo mais gostoso. Corro pro canil e encontro com o dog walker. Um negão enorme com cara de marginal e sem um pingo de ensino, mas amante dos animais. Sabia que o ser humano é um animal, néam? Ah, não sabe? Fecha a porta. Vou te ensinar uma coisa ou outra.
A lição acaba e Roxxana Veludo me chama pelo interfone. Quer fazer uma relação das roupas que já usou uma vez na vida pra doar. Pro lixo. Entro no closet, pego alguns modelitos e ela vai falando quando e se já usou. Mostro alguns vestidinhos Gucci e Versace ainda com a etiqueta e ela não sabe responder quando usou. Por via das dúvidas, vamos jogar fora porque é da coleção anterior. Vou pra despensa carregando uma pilha de roupa importada. "Pro lixo" o garai, meu amô. Vai pro MEU lixo! Litta Walitta tá preparando o almoço e estica os olhos. Oba! Roupa nova pro final de semana! O salário não é as mil maravilhas, mas tô refazendo meu armário.
À tarde, Roxxana Veludo sai pra rua com Kilo Minhoca. Algo me diz que sair pelas ruas de São Paulo com Kilo Minhoca no volante deve ser uma experiência mega "Grand Theft Auto". Aproveito a hora de lazer pra descansar. Entro em qualquer banheiro da mansão e deito no chão. Formo um travesseiro com o tapetinho e até sonho. Sonho que voltei à minha vida de glamour travesti. Acordo com alguém esmurrando a porta. Dou um super pulo acrobático, endireito o penteado e o uniforme e abro a porta com pompa e circunstância.
_ Litta?!
_ Maddyrain!? O que a senhora tá fazendo no banheiro?!
_ Tava... tava vendo se tá tudo em ordem. E você? Você não tem o banheiro lá embaixo?
_ Ah, eu vim cochilar mesmo! Dá licença?
_ Ah, sua safada! Então vai procurar outro banheiro, porque esse já tá sendo usado pra mesma finalidade!
O expediente acaba e nós três estamos mortas de cansaço de tanto descansar e fingir que estamos trabalhando. A volta pra casa consegue ser pior do que a ida. O desodorante de todo mundo já venceu faz horas, mas vamos felizes, com sacolas plásticas de supermercado lotadas de roupinhas de grife amontoadas e amassadas. Duvido que a Donatella imaginou que as roupas dela receberiam esse tipo de tratamento. Quando chegamos, Litta Walitta e Kilo Minhoca trocam um olhar revelador e disparam:
_ Maddie... assim... já tá na hora da senhora contar pra gente... assim.. não tô reclamanu...
_ Desembucha, Kilo. Você quer tomar banho primeiro hoje, é isso? Tudo bem, eu senti mesmo um cheiro forte vindo de você, meu amô.
_ O que ela quer perguntar, gata, é como é que a senhora vai se vingar de Roxxana Veludo ou vamos passar o resto dos dias trabalhando pra bunita?
_ Hm... já tava na hora mesmo de conversarmos sobre isso. Vamos sentar e bater um papo gostoso e descontraído?
Day and Night
Radio Version
Club Mix
Novecento 900 Mix
Morales Club Mix
Morales Radio Edit
Def Mix
Def Version
Eclipse Mix
Retrotrash Rapino Mix
Retrotrash Rapino Instrumental
Bussola Mix
Bussola Dub
Rapino Radio Edit
Grinstretcher 'Avin It Mix
Emmbee Club Mix
I can see the land of love...
Chupa meu edy dia e noite, noite e dia:
Nossa, hoje Maddyrain abriu o baú e tirou um hit direto dos saudosos anos 90! Day and Night, meus amores, tocava dia e noite no rádio na época áurea do dance. Bom, assim como eu, duvido que você já tenha ouvido a versão original, então pega a Radio Version apenas por curiosidade. Não é terrível... tem uma pegada meio... sei lá... Enigma misturado com alguma coisa. O Club Mix é mais bonitinho e sampleia o remix do David Morales pra música. Falando no bunito, se joga com toda sua força pirukal no Morales Club Mix! Um house super delicioso e recomendado! Aproveita e pega o Morales Radio Edit, porque era essa versão que tocava no rádio! Um clássico! O Def Mix é uma espécie de dub mais underground. Uma graça! E, por fim, o MARAVILHOSO Eclipse Mix que já começa logo ahazzando o edy da biluzada!
Bom, os remixes dos Rapino Brothers são aquela coisa MEGA ultrapassada que eles faziam nessa época dance. Bonitinhos e válidos pra você correr na esteira. E só! O Retrotrash Rapino Mix é um euro dance meio loko do meu kool igual a tantos outros. O Bussola Mix é uma biluzinha mais contida. Gosto mais dele. O resto, meu amô, a xente ignora.
Saímos sempre atrasadas, correndo como loucas até o metrô. Kilo Minhoca para numa banquinha na porta do metrô e compra um saquinho de pão de queijo pra tampar o bucho até chegarmos no Morumbi. O cheiro do queijo que se diz queijo gruda no cabelo e vai empesteando o vagão todo. Quando finalmente acabamos nossa jornada pelos meios de transporte público de São Paulo, sinto com se estivesse saindo dum pacote de Cheetos. Aquele da embalagem laranja. O MAIS FEDIDO DE TODOS!
O bom de trabalhar pra Roxxana Veludo é que ela NUNCA percebe se chegamos no horário ou não. Ela NUNCA acorda antes do meio dia. Isso quando acorda, néam? Tem dias que tá tão colocada que nem sai da cama. Pigmaleão vem com seu andar de anão gritando e xingando nós três por estarmos atrasadas. Diz que eu tô atrasada pro boquete da manhã. Minha primeira tarefa ao chegar na mansão de Roxxana Veludo: chupar a anaconda de Pigmaleão. Podia ser a banana gostosa do Fabinho das Bananas, néam? Já dizia uma amiga travesti que morreu na sauna, "Não reclame com neca na boca".
Minha segunda tarefa, depois de enxaguar a boca..., é checar a vida doméstica da mansão. O jardinheiro já chegou? O moço gostoso que limpa a piscina já tá limpando a piscina? Vou pra trás da churrasqueira na beira da piscina e chamo o mocinho. Vem cá, vem cá. Vem limpar algo mais gostoso. Corro pro canil e encontro com o dog walker. Um negão enorme com cara de marginal e sem um pingo de ensino, mas amante dos animais. Sabia que o ser humano é um animal, néam? Ah, não sabe? Fecha a porta. Vou te ensinar uma coisa ou outra.
A lição acaba e Roxxana Veludo me chama pelo interfone. Quer fazer uma relação das roupas que já usou uma vez na vida pra doar. Pro lixo. Entro no closet, pego alguns modelitos e ela vai falando quando e se já usou. Mostro alguns vestidinhos Gucci e Versace ainda com a etiqueta e ela não sabe responder quando usou. Por via das dúvidas, vamos jogar fora porque é da coleção anterior. Vou pra despensa carregando uma pilha de roupa importada. "Pro lixo" o garai, meu amô. Vai pro MEU lixo! Litta Walitta tá preparando o almoço e estica os olhos. Oba! Roupa nova pro final de semana! O salário não é as mil maravilhas, mas tô refazendo meu armário.
À tarde, Roxxana Veludo sai pra rua com Kilo Minhoca. Algo me diz que sair pelas ruas de São Paulo com Kilo Minhoca no volante deve ser uma experiência mega "Grand Theft Auto". Aproveito a hora de lazer pra descansar. Entro em qualquer banheiro da mansão e deito no chão. Formo um travesseiro com o tapetinho e até sonho. Sonho que voltei à minha vida de glamour travesti. Acordo com alguém esmurrando a porta. Dou um super pulo acrobático, endireito o penteado e o uniforme e abro a porta com pompa e circunstância.
_ Litta?!
_ Maddyrain!? O que a senhora tá fazendo no banheiro?!
_ Tava... tava vendo se tá tudo em ordem. E você? Você não tem o banheiro lá embaixo?
_ Ah, eu vim cochilar mesmo! Dá licença?
_ Ah, sua safada! Então vai procurar outro banheiro, porque esse já tá sendo usado pra mesma finalidade!
O expediente acaba e nós três estamos mortas de cansaço de tanto descansar e fingir que estamos trabalhando. A volta pra casa consegue ser pior do que a ida. O desodorante de todo mundo já venceu faz horas, mas vamos felizes, com sacolas plásticas de supermercado lotadas de roupinhas de grife amontoadas e amassadas. Duvido que a Donatella imaginou que as roupas dela receberiam esse tipo de tratamento. Quando chegamos, Litta Walitta e Kilo Minhoca trocam um olhar revelador e disparam:
_ Maddie... assim... já tá na hora da senhora contar pra gente... assim.. não tô reclamanu...
_ Desembucha, Kilo. Você quer tomar banho primeiro hoje, é isso? Tudo bem, eu senti mesmo um cheiro forte vindo de você, meu amô.
_ O que ela quer perguntar, gata, é como é que a senhora vai se vingar de Roxxana Veludo ou vamos passar o resto dos dias trabalhando pra bunita?
_ Hm... já tava na hora mesmo de conversarmos sobre isso. Vamos sentar e bater um papo gostoso e descontraído?
Day and NightRadio Version
Club Mix
Novecento 900 Mix
Morales Club Mix
Morales Radio Edit
Def Mix
Def Version
Eclipse Mix
Retrotrash Rapino Mix
Retrotrash Rapino Instrumental
Bussola Mix
Bussola Dub
Rapino Radio Edit
Grinstretcher 'Avin It Mix
Emmbee Club Mix
I can see the land of love...
Chupa meu edy dia e noite, noite e dia:
Nossa, hoje Maddyrain abriu o baú e tirou um hit direto dos saudosos anos 90! Day and Night, meus amores, tocava dia e noite no rádio na época áurea do dance. Bom, assim como eu, duvido que você já tenha ouvido a versão original, então pega a Radio Version apenas por curiosidade. Não é terrível... tem uma pegada meio... sei lá... Enigma misturado com alguma coisa. O Club Mix é mais bonitinho e sampleia o remix do David Morales pra música. Falando no bunito, se joga com toda sua força pirukal no Morales Club Mix! Um house super delicioso e recomendado! Aproveita e pega o Morales Radio Edit, porque era essa versão que tocava no rádio! Um clássico! O Def Mix é uma espécie de dub mais underground. Uma graça! E, por fim, o MARAVILHOSO Eclipse Mix que já começa logo ahazzando o edy da biluzada!
Bom, os remixes dos Rapino Brothers são aquela coisa MEGA ultrapassada que eles faziam nessa época dance. Bonitinhos e válidos pra você correr na esteira. E só! O Retrotrash Rapino Mix é um euro dance meio loko do meu kool igual a tantos outros. O Bussola Mix é uma biluzinha mais contida. Gosto mais dele. O resto, meu amô, a xente ignora.
Domingo, Janeiro 30, 2011 | Celebridades: Novecento | 0 Bilus felizes
A biluzinha que jogava video game - Parte III
Depois que meu PlayStation foi vítima do descuido de minha mãe, cansei de depender da boa vontade do filho do zelador pra matar meu vício e ter que me esconder sempre que ele vinha pedir o video game de volta. Coitado... já pensou que chatice que devia ser pra ele ter que emprestar o video game pro vizinho e nunca pegar de volta? Mas enfim... era ele ou eu!
Na época, eu achava que era dever cívico e moral do meu então namorado me dar de presente um substituto à altura, ou seja, o video game da nova geração e mega caro, o PlayStation 2. Bom, não preciso nem dizer que se eu estivesse esperando ele pra jogar o PS2, eu estaria até hoje pedindo emprestado o PS1 do filho do zelador! Então, pela primeira vez na história, juntei o que sobrava do meu salário por alguns meses e fui eu mesma comprar a minha felicidade. Quem disse que dinheiro não compra a felicidade não sabe o que tava falando. Devia estar bêbado, néam?
Eu fiquei completos três dias acordada 24 horas por dia sem dormir por um instante completamente loka do meu kool jogando "Grand Theft Auto - Vice City". Xente, aquele jogo mexeu comigo! Eu já conhecia a série desde o finado PS1, mas nunca tinha jogado. Achava horrível aquela vista área. Quando coloquei meus dedinhos sórdidos do Vice City e ouvi Michael Jackson e Kate Bush na rádio do carro, fiquei pasma! Xente! Toca música de verdade nesse jogo! Eu provavelmente nunca tinha jogado algo tão violento e engraçado na minha vida!
Na verdade, o que me impulsionou a comprar o PlayStation 2, além da minha dignidade e poder gritar para o mundo Não dependo de vocês!, foi o lançamento do PÉSSIMO "Tomb Raider - The Angel of Darkness", que levava a saga da Lara Croft pra nova geração de video game e explicava a morte dela no "Tomb Raider 4" do PS1. A decepção foi tão grande que eu dava graças a Diana Ross por ter GTA Vice City por perto!
Com o PS2, passei a encarar a proposta dos jogos de maneira diferente. Os gráficos agora eram, obviamente, mais elaborados, as histórias tinham algo a mais e o ato de jogar video game visto como mera distração juvenil passou a ser passatempo de xente adulta. E solitária. Nessa época, comecei também a achar que o mundo gay não é receptivo a certas formas de diversão que não sejam relacionadas ao culto ao corpo. Craro que, felizmente, ninguém é igual a ninguém.
Agora, mais independente e dona do meu nariz plastificado, comprava só os jogos com críticas positivas e deixei de jogar dinheiro pelos ares quando ia na Galeria Pagé. Craro que isso não impediu de jogar pérolas como o já citado Tomb Raider, mas também vivenciei histórias profundas e que se tornaram clássicos instantâneos para mim, como o incrível "Shadow of the Colossus". O jogo era basicamente você e seu cavalo buscando em um mundo enorme criaturas mais enormes ainda para salvar uma princesa de sabe-se lá qual perigo. Falando assim, parece o remake chato do Mario Bros., mas o jogo era tão tocante e comovente que quando terminei, borrei toda a maquiagem chorando que nem uma condenada.
Outra surpresa mais do que bem-vinda na época do PS2 foi o remix que fizeram com o universo Resident Evil com o "Resident Evil 4". Ainda acho que muito da essência clássica do RE foi infelizmente deixada pra trás, mas concordo que fizeram um trabalho final maravilhoso que culminou num dos melhores jogos do PS2.
O tempo foi passando e surgiu a nova geração de video games. Logo, o PS2 começou a ficar obsoleto e os lançamentos eram cada vez mais raros. Tava na hora de juntar de novo os troquinhos do meu salário e pular do barco antes que ele afundasse e eu ficasse pra sempre jogando GTA San Andreas. Depois de muito analisar o mercado... hmm... de genéricos... e ver que simplesmente não havia pirataria pro PlayStation 3, peguei meus trapos e corri pros braços da Microsoft, que até hoje tenta lutar contra a pirataria, mas depende muito dela pra vender aparelhos.
Na verdade, minha relação com o Xbox 360 foi sempre de medo. Medo de dar as terríveis 3RLs (as três luzes vermelhas, as grandes vilãs que acabam e já fofaram com meu video game uma vez) e de ser banida da Xbox Live. Medo de ser feliz... a loka! E sempre fiquei puta do meu kool com a ausência de RPGs verdadeiramente bons na plataforma, como nos tempos de PS1 e PS2, mas enfim... o mercado consumidor hoje é outro. Acho que nem tenho mais saco pra ficar horas e horas subindo o nível dos personagens pra conseguir matar um chefe... Acho que o que eu mais gostei logo de cara no Xbox 360 foi o sistema de conquistas (ou achievements). Sempre fui a mais nerd do recinto correndo atrás de tudo nos jogos... Agora eu tinha um incentivo a mais! Adógo!
O jogo que fez eu correr pra Sta. Ifigênia e comprar meu Xbox 360 foi, craro, o lançamento mais aguardado da nova geração, "Grand Theft Auto IV". Xente, eu chegava a sonhar com o jogo... com aqueles gráficos melhorados, com as músicas que deviam tocar na rádio... Enfim, só pensava nesse jogo! A única coisa que me decepcionou no GTA da nova geração foi a escolha das rádios, mas isso é de menos, néam?
Outro título que me deixou com a calcinha úmida foi "Assassin's Creed". Eu ficava parada na frente da tela só olhando os detalhes das cidades históricas, mesmo sem entender bulufas da história! Além disso, não dá pra contar as intermináveis horas gastas jogando online "Call of Duty - Modern Warfare 2" e o novo "Call of Duty - Black Ops", jogos de hominho. Com o Xbox Live, o vício foi lançado para um nível mil vezes superior! Uma coisa de loko que eu preciso administrar melhor neste ano...
Enfim, termino aqui a saga da biluzinha que jogava (e joga) MUITO video game e que felizmente olha pra trás e só tem lembranças boas. Aprendi muitas coisas que com certeza não encontrei na vida noturna e busquei refúgio nas horas mais insuportáveis da minha vida familiar. E, ahazzando no clichê, posso dizer que alguns jogos marcaram alguns momentos da minha vida e SEMPRE lembro do que eu tava jogando na ocasião. Lembro com muito carinho e saudades quando minha vó, que aparentemente tava dormindo, me surpreendeu e comentou "Esse homem mata todo mundo" enquanto eu jogava "Grand Theft Auto - San Andreas". Lembro do Natal, data que eu otéion, que passei literalmente jogando "Manhunt", definitivamente o jogo mais violento EVER! E também de quando eu buscava na beleza gráfica do "Assassin's Creed" um pouco de serenidade pra passar as tristes horas em que eu pedi "um tempo" pro amor da minha vida...
Um pouco alienada, eu sei... Às vezes, sei mais sobre os lançamentos no mundo dos video games do que sobre o que ocorre na vida cotidiana do Brasil, mas feliz, com meu controle na mão, movimentos rápidos dos dedos, olhos vidrados e horas e mais horas de "Final Fantasy XIII" pela frente...
Um beijo,
Maddyrain
I'll Be Your Friend
Demo Mix
Original Def Mix
7" Radio Mix
Glamourous Mix
Def Instrumental
Dead Zone
Dub Mix
Mo Mo Beats
Oakenfold Edit of Original Def Mix
Prince Quick's Amped Up Pass
10,000 Leagues Under N.Y.C.
Into the Millenium
Dekkard's Satellite Vocal
S.P.S. Customised Caned Mix
I'll be your friend until the end of time...
Amigos também chupam o edy um do outro:
Hoje é dia de classic house aqui no blog, meus amores! I'll Be Your Friend representa tudo o que você precisa saber sobre house, tzá? Se você jogou "Grant Theft Auto San Andreas", você provavelmente ouviu essa música tocando na rádio. Se não jogou e não conhece, se joga no maravilhoso Original Def Mix! Remix de quem? De quem? Do David Morales, néam?! Todos os outros remixes dele são extremamente parecidos entre si e não fogem muito da versão principal. Como sempre, o Dead Zone é o mais diferente, com uma pegada mais tribal. O edit do Paul Oakenfold também não muda muita coisa, mas deixa o tempo mais acelerado. Podem pegar o Oakenfold Edit of Original Def Mix só pra não perder a viagem...
Os outros remixes são bem diferentes e interessantes por fugirem bem do housezinho da original. Eu geralmente detesto os remixes do Prince Quick, mas até que ele não cagou completamente dessa vez. O Prince Quick's Amped Up Pass tem batidas bem marcadas e é gostoso pra tocar no final da festa... pra por o povo pra correr! A loka! O Dekkard's Satellite Vocal é uma tentativa de fazer algo mais travesti e club diva. Tem até um piano novo legalzinho. Dá pra você balançar o cabelo gostoso! Por fim, o S.P.S. Customised Caned Mix também segue essa linha club e é válido!
Na época, eu achava que era dever cívico e moral do meu então namorado me dar de presente um substituto à altura, ou seja, o video game da nova geração e mega caro, o PlayStation 2. Bom, não preciso nem dizer que se eu estivesse esperando ele pra jogar o PS2, eu estaria até hoje pedindo emprestado o PS1 do filho do zelador! Então, pela primeira vez na história, juntei o que sobrava do meu salário por alguns meses e fui eu mesma comprar a minha felicidade. Quem disse que dinheiro não compra a felicidade não sabe o que tava falando. Devia estar bêbado, néam?
Eu fiquei completos três dias acordada 24 horas por dia sem dormir por um instante completamente loka do meu kool jogando "Grand Theft Auto - Vice City". Xente, aquele jogo mexeu comigo! Eu já conhecia a série desde o finado PS1, mas nunca tinha jogado. Achava horrível aquela vista área. Quando coloquei meus dedinhos sórdidos do Vice City e ouvi Michael Jackson e Kate Bush na rádio do carro, fiquei pasma! Xente! Toca música de verdade nesse jogo! Eu provavelmente nunca tinha jogado algo tão violento e engraçado na minha vida!
Na verdade, o que me impulsionou a comprar o PlayStation 2, além da minha dignidade e poder gritar para o mundo Não dependo de vocês!, foi o lançamento do PÉSSIMO "Tomb Raider - The Angel of Darkness", que levava a saga da Lara Croft pra nova geração de video game e explicava a morte dela no "Tomb Raider 4" do PS1. A decepção foi tão grande que eu dava graças a Diana Ross por ter GTA Vice City por perto!
Com o PS2, passei a encarar a proposta dos jogos de maneira diferente. Os gráficos agora eram, obviamente, mais elaborados, as histórias tinham algo a mais e o ato de jogar video game visto como mera distração juvenil passou a ser passatempo de xente adulta. E solitária. Nessa época, comecei também a achar que o mundo gay não é receptivo a certas formas de diversão que não sejam relacionadas ao culto ao corpo. Craro que, felizmente, ninguém é igual a ninguém.
Agora, mais independente e dona do meu nariz plastificado, comprava só os jogos com críticas positivas e deixei de jogar dinheiro pelos ares quando ia na Galeria Pagé. Craro que isso não impediu de jogar pérolas como o já citado Tomb Raider, mas também vivenciei histórias profundas e que se tornaram clássicos instantâneos para mim, como o incrível "Shadow of the Colossus". O jogo era basicamente você e seu cavalo buscando em um mundo enorme criaturas mais enormes ainda para salvar uma princesa de sabe-se lá qual perigo. Falando assim, parece o remake chato do Mario Bros., mas o jogo era tão tocante e comovente que quando terminei, borrei toda a maquiagem chorando que nem uma condenada.
Outra surpresa mais do que bem-vinda na época do PS2 foi o remix que fizeram com o universo Resident Evil com o "Resident Evil 4". Ainda acho que muito da essência clássica do RE foi infelizmente deixada pra trás, mas concordo que fizeram um trabalho final maravilhoso que culminou num dos melhores jogos do PS2.
O tempo foi passando e surgiu a nova geração de video games. Logo, o PS2 começou a ficar obsoleto e os lançamentos eram cada vez mais raros. Tava na hora de juntar de novo os troquinhos do meu salário e pular do barco antes que ele afundasse e eu ficasse pra sempre jogando GTA San Andreas. Depois de muito analisar o mercado... hmm... de genéricos... e ver que simplesmente não havia pirataria pro PlayStation 3, peguei meus trapos e corri pros braços da Microsoft, que até hoje tenta lutar contra a pirataria, mas depende muito dela pra vender aparelhos.
Na verdade, minha relação com o Xbox 360 foi sempre de medo. Medo de dar as terríveis 3RLs (as três luzes vermelhas, as grandes vilãs que acabam e já fofaram com meu video game uma vez) e de ser banida da Xbox Live. Medo de ser feliz... a loka! E sempre fiquei puta do meu kool com a ausência de RPGs verdadeiramente bons na plataforma, como nos tempos de PS1 e PS2, mas enfim... o mercado consumidor hoje é outro. Acho que nem tenho mais saco pra ficar horas e horas subindo o nível dos personagens pra conseguir matar um chefe... Acho que o que eu mais gostei logo de cara no Xbox 360 foi o sistema de conquistas (ou achievements). Sempre fui a mais nerd do recinto correndo atrás de tudo nos jogos... Agora eu tinha um incentivo a mais! Adógo!
O jogo que fez eu correr pra Sta. Ifigênia e comprar meu Xbox 360 foi, craro, o lançamento mais aguardado da nova geração, "Grand Theft Auto IV". Xente, eu chegava a sonhar com o jogo... com aqueles gráficos melhorados, com as músicas que deviam tocar na rádio... Enfim, só pensava nesse jogo! A única coisa que me decepcionou no GTA da nova geração foi a escolha das rádios, mas isso é de menos, néam?
Outro título que me deixou com a calcinha úmida foi "Assassin's Creed". Eu ficava parada na frente da tela só olhando os detalhes das cidades históricas, mesmo sem entender bulufas da história! Além disso, não dá pra contar as intermináveis horas gastas jogando online "Call of Duty - Modern Warfare 2" e o novo "Call of Duty - Black Ops", jogos de hominho. Com o Xbox Live, o vício foi lançado para um nível mil vezes superior! Uma coisa de loko que eu preciso administrar melhor neste ano...
Enfim, termino aqui a saga da biluzinha que jogava (e joga) MUITO video game e que felizmente olha pra trás e só tem lembranças boas. Aprendi muitas coisas que com certeza não encontrei na vida noturna e busquei refúgio nas horas mais insuportáveis da minha vida familiar. E, ahazzando no clichê, posso dizer que alguns jogos marcaram alguns momentos da minha vida e SEMPRE lembro do que eu tava jogando na ocasião. Lembro com muito carinho e saudades quando minha vó, que aparentemente tava dormindo, me surpreendeu e comentou "Esse homem mata todo mundo" enquanto eu jogava "Grand Theft Auto - San Andreas". Lembro do Natal, data que eu otéion, que passei literalmente jogando "Manhunt", definitivamente o jogo mais violento EVER! E também de quando eu buscava na beleza gráfica do "Assassin's Creed" um pouco de serenidade pra passar as tristes horas em que eu pedi "um tempo" pro amor da minha vida...
Um pouco alienada, eu sei... Às vezes, sei mais sobre os lançamentos no mundo dos video games do que sobre o que ocorre na vida cotidiana do Brasil, mas feliz, com meu controle na mão, movimentos rápidos dos dedos, olhos vidrados e horas e mais horas de "Final Fantasy XIII" pela frente...
Um beijo,
Maddyrain
I'll Be Your Friend Demo Mix
Original Def Mix
7" Radio Mix
Glamourous Mix
Def Instrumental
Dead Zone
Dub Mix
Mo Mo Beats
Oakenfold Edit of Original Def Mix
Prince Quick's Amped Up Pass
10,000 Leagues Under N.Y.C.
Into the Millenium
Dekkard's Satellite Vocal
S.P.S. Customised Caned Mix
I'll be your friend until the end of time...
Amigos também chupam o edy um do outro:
Hoje é dia de classic house aqui no blog, meus amores! I'll Be Your Friend representa tudo o que você precisa saber sobre house, tzá? Se você jogou "Grant Theft Auto San Andreas", você provavelmente ouviu essa música tocando na rádio. Se não jogou e não conhece, se joga no maravilhoso Original Def Mix! Remix de quem? De quem? Do David Morales, néam?! Todos os outros remixes dele são extremamente parecidos entre si e não fogem muito da versão principal. Como sempre, o Dead Zone é o mais diferente, com uma pegada mais tribal. O edit do Paul Oakenfold também não muda muita coisa, mas deixa o tempo mais acelerado. Podem pegar o Oakenfold Edit of Original Def Mix só pra não perder a viagem...
Os outros remixes são bem diferentes e interessantes por fugirem bem do housezinho da original. Eu geralmente detesto os remixes do Prince Quick, mas até que ele não cagou completamente dessa vez. O Prince Quick's Amped Up Pass tem batidas bem marcadas e é gostoso pra tocar no final da festa... pra por o povo pra correr! A loka! O Dekkard's Satellite Vocal é uma tentativa de fazer algo mais travesti e club diva. Tem até um piano novo legalzinho. Dá pra você balançar o cabelo gostoso! Por fim, o S.P.S. Customised Caned Mix também segue essa linha club e é válido!
Quarta-feira, Janeiro 26, 2011 | Celebridades: Robert Owens | 3 Bilus felizes
A biluzinha que jogava video game - Parte II
Depois de um tempo, a ausência de jogos novos pro Mega Drive começou a cansar minha beleza e fui deixando ele de lado. Nessa mesma época, comecei a colecionar gibis, meu outro segredinho nerd, e dificilmente tirava o video game da caixa pra jogar as mesmas coisas. A minha vidinha também foi mudando bastante nessa época, então a animação pra jogar video game foi aos poucos acabando.
Confesso que não sei se já fazia muito tempo que o PlayStation tinha sido lançado, mas lembro perfeitamente o primeiro jogo que vi e me apaixonei: "Resident Evil". Depois de um final de semana inteiro levando sustos e gritando pela casa com medo de zumbis, minha vó decidiu comprar um PlayStation usado, mas ainda novo, pra mim. Fiquei completamente loka do meu kool de felicidade! Tente imaginar a cabeça de uma criança que até então só ahazzava em jogos da Disney vendo tanto sangue escorrendo pela tela, levando susto com cachorros zumbis quebrando janelas e aranhas gigantes...
Como o jogo pirata pro PS1 era muito baratinho, minha nova diversão era me jogar na Galeria Pagé com algum dinheirinho juntado de trocos e voltar pra casa com dois ou mais jogos de uma vez. Comprei e joguei TANTA coisa nos meus tempos de PS1! Desde jogos obscuros, como "Bushido Blade" e "Azure Dreams", até os jogos mais badalados da época, como "Metal Gear Solid". TODO MUNDO tinha PlayStation na época. Era fácil encontrar xente no colégio disposta a conversar sobre lançamentos ou trocar jogos já terminados. Com o PlayStation aprendi até alguns passinhos de dança básicos com um joguinho que eu adorava chamado "Bust a Groove". Minha diversão era passar horas vendo os bonecos dançando e tentar reproduzir quando dava coragem pra enfrentar o mundo hetero nas matinês. Minha personagem favorita era uma espécie de Mulher Gato e eu me acabava com a música dela!
Durante todo o tempo em que tive o PlayStation, refinei meus gostos, conheci novos estilos de jogos e joguei títulos que marcaram minha adolescência e são meus favoritos até hoje. Conheci até minha musa virtual, a Lara Croft. Não sei o que mais me encantou quando joguei "Tomb Raider" pela primeira vez. Talvez tenha sido a belíssima trilha sonora que me fascina até hoje. Ou então a história centrada em arqueologia e escavação em lugares exóticos e mitológicos. Pode até mesmo ser as curvas de Lara Croft! A loka! De toda forma, tenho todos os jogos da Lara lançados até hoje e guardo com muito carinho meus CDs já com mais de dez anos.
E, como falei lá no começo, não posso deixar de mencionar o jogo que deixava minha calcinha toda mijada, "Resident Evil". Eu fiquei completamente loka do meu kool por esse jogo. Sabia os diálogos de cor e salteado, já havia terminado mais de mil vezes, conhecia a localização de todos os items e não tinha mistérios pra resolver os puzzles. E, pra mim, cada partida era um jogo completamente novo e diferente. Já vi o Barry morrer em vários lugares diferentes, encontrava o Wesker cada vez em um lugar... Enfim, era sempre uma surpresa agradável. Isso sem falar na surpresa mais que agradável chamada Chris Redfield, néam? Apaixonei completamente por ele, embora confesso que eu sempre preferi jogar como Jill Valentine. O bophy conseguiu ficar ainda mais fazible na última versão do jogo!
Minha outra paixão nos tempos de PS1 foram os RPGs. Xente, eu passava horas e mais horas explorando cavernas, florestas e covis com vários títulos desse gênero. Joguei cada RPG obscuro e chato... mas, felizmente, também joguei muita coisa boa. Mas, meu amô, se você tá acompanhando tudo até aqui, você já sabe qual RPG eu não poderia deixar de citar no post de hoje, néam? Craro, meu amô, que eu fiquei completamente abalada estruturalmente pelo melhor RPG de todos os tempos, "Final Fantasy VII". Na verdade, FFVII não foi o primeiro RPG que eu joguei. O primeiro foi "Wild Arms". Uma graça! A abertura era mega fofa, mas achava o jogo super difícil e longo demais. Nunca terminei (nem a versão remake pro PS2)!
Como minha primeira experiência com RPGs não foi a mais feliz possível, dei uma mega ignorada em FFVII quando ele saiu. Mas, meu amô, só se falava em FFVII nos meios acadêmicos! Todas as revistas batiam a punhetinha diária com a trágica história de Cloud, Aeris e Sephiroth. Decidi dar uma chance ao jogo e passei mais de 90 horas da minha vida com Final Fantasy VII. Quando FINALMENTE terminei, não conseguia parar de jogar. Aliás, a cena da morte da Aeris é uma das mais tristes que já presenciei no mundo dos games.
Infelizmente, em 2001, meu PS1 teve seu final trágico: eu tinha acabado de comprar "Dino Crisis 2", tava levando sustos medianos (já que a segunda versão do jogo é infinitamente inferior ao primeiro) quando minha mãe tropeçou no fio da tomada e o video game voou pro chão, destruindo o canhão de laser... Eu não sabia se matava a bunita ou me jogava da janela! A solução encontrada foi pedir emprestado o aparelho do filho do síndico do prédio e fazer a egípcia sempre que ele vinha pedir o video game de volta!
Posso dizer com muito carinho que vivi experiências incríveis e histórias fascinantes com meu PlayStation. Os gráficos hoje em dia são SUPER datados, mas, na época, eram o máximo. Com 5 reais eu conseguia voltar pra casa feliz com um jogo dentro da mochila e esquecer por algumas horas todas as chateações e aborrecimentos que a adolescência traz na vida de um ser humano, principalmente quando se é gay.
No próximo post, PlayStation 2 e Xbox 360!
Hella Good
Album Version
Roger's Release Yourself Mix
Roger's Release Yourself Instrumental Mix (low quality...)
Roger's Release the Dub Mix (low quality...)
Sharam Jey Remix 1
Sharam Jey Remix 2
Let's keep on dancing...
Chupa meu edy, meu amô:
Aim, sabe aquelas bandas que você não dá um peido de importância, mas de repente ouve uma música e fica loka do seu kool? Entaum, meus amores, com Hella Good foi assim! Não que eu tenha me apaixonado pela versão original, mas o remix do Roger Sanchez pra essa música, meus amores, é simplesmente um dos melhores da carreira dele! Você pode se jogar com toda sua força e glamour no Roger's Release Yourself Mix que você não vai se arrepender! Uma delícia! E por hoje é só!
Confesso que não sei se já fazia muito tempo que o PlayStation tinha sido lançado, mas lembro perfeitamente o primeiro jogo que vi e me apaixonei: "Resident Evil". Depois de um final de semana inteiro levando sustos e gritando pela casa com medo de zumbis, minha vó decidiu comprar um PlayStation usado, mas ainda novo, pra mim. Fiquei completamente loka do meu kool de felicidade! Tente imaginar a cabeça de uma criança que até então só ahazzava em jogos da Disney vendo tanto sangue escorrendo pela tela, levando susto com cachorros zumbis quebrando janelas e aranhas gigantes...
Como o jogo pirata pro PS1 era muito baratinho, minha nova diversão era me jogar na Galeria Pagé com algum dinheirinho juntado de trocos e voltar pra casa com dois ou mais jogos de uma vez. Comprei e joguei TANTA coisa nos meus tempos de PS1! Desde jogos obscuros, como "Bushido Blade" e "Azure Dreams", até os jogos mais badalados da época, como "Metal Gear Solid". TODO MUNDO tinha PlayStation na época. Era fácil encontrar xente no colégio disposta a conversar sobre lançamentos ou trocar jogos já terminados. Com o PlayStation aprendi até alguns passinhos de dança básicos com um joguinho que eu adorava chamado "Bust a Groove". Minha diversão era passar horas vendo os bonecos dançando e tentar reproduzir quando dava coragem pra enfrentar o mundo hetero nas matinês. Minha personagem favorita era uma espécie de Mulher Gato e eu me acabava com a música dela!
Durante todo o tempo em que tive o PlayStation, refinei meus gostos, conheci novos estilos de jogos e joguei títulos que marcaram minha adolescência e são meus favoritos até hoje. Conheci até minha musa virtual, a Lara Croft. Não sei o que mais me encantou quando joguei "Tomb Raider" pela primeira vez. Talvez tenha sido a belíssima trilha sonora que me fascina até hoje. Ou então a história centrada em arqueologia e escavação em lugares exóticos e mitológicos. Pode até mesmo ser as curvas de Lara Croft! A loka! De toda forma, tenho todos os jogos da Lara lançados até hoje e guardo com muito carinho meus CDs já com mais de dez anos.
E, como falei lá no começo, não posso deixar de mencionar o jogo que deixava minha calcinha toda mijada, "Resident Evil". Eu fiquei completamente loka do meu kool por esse jogo. Sabia os diálogos de cor e salteado, já havia terminado mais de mil vezes, conhecia a localização de todos os items e não tinha mistérios pra resolver os puzzles. E, pra mim, cada partida era um jogo completamente novo e diferente. Já vi o Barry morrer em vários lugares diferentes, encontrava o Wesker cada vez em um lugar... Enfim, era sempre uma surpresa agradável. Isso sem falar na surpresa mais que agradável chamada Chris Redfield, néam? Apaixonei completamente por ele, embora confesso que eu sempre preferi jogar como Jill Valentine. O bophy conseguiu ficar ainda mais fazible na última versão do jogo!
Minha outra paixão nos tempos de PS1 foram os RPGs. Xente, eu passava horas e mais horas explorando cavernas, florestas e covis com vários títulos desse gênero. Joguei cada RPG obscuro e chato... mas, felizmente, também joguei muita coisa boa. Mas, meu amô, se você tá acompanhando tudo até aqui, você já sabe qual RPG eu não poderia deixar de citar no post de hoje, néam? Craro, meu amô, que eu fiquei completamente abalada estruturalmente pelo melhor RPG de todos os tempos, "Final Fantasy VII". Na verdade, FFVII não foi o primeiro RPG que eu joguei. O primeiro foi "Wild Arms". Uma graça! A abertura era mega fofa, mas achava o jogo super difícil e longo demais. Nunca terminei (nem a versão remake pro PS2)!
Como minha primeira experiência com RPGs não foi a mais feliz possível, dei uma mega ignorada em FFVII quando ele saiu. Mas, meu amô, só se falava em FFVII nos meios acadêmicos! Todas as revistas batiam a punhetinha diária com a trágica história de Cloud, Aeris e Sephiroth. Decidi dar uma chance ao jogo e passei mais de 90 horas da minha vida com Final Fantasy VII. Quando FINALMENTE terminei, não conseguia parar de jogar. Aliás, a cena da morte da Aeris é uma das mais tristes que já presenciei no mundo dos games.
Infelizmente, em 2001, meu PS1 teve seu final trágico: eu tinha acabado de comprar "Dino Crisis 2", tava levando sustos medianos (já que a segunda versão do jogo é infinitamente inferior ao primeiro) quando minha mãe tropeçou no fio da tomada e o video game voou pro chão, destruindo o canhão de laser... Eu não sabia se matava a bunita ou me jogava da janela! A solução encontrada foi pedir emprestado o aparelho do filho do síndico do prédio e fazer a egípcia sempre que ele vinha pedir o video game de volta!
Posso dizer com muito carinho que vivi experiências incríveis e histórias fascinantes com meu PlayStation. Os gráficos hoje em dia são SUPER datados, mas, na época, eram o máximo. Com 5 reais eu conseguia voltar pra casa feliz com um jogo dentro da mochila e esquecer por algumas horas todas as chateações e aborrecimentos que a adolescência traz na vida de um ser humano, principalmente quando se é gay.
No próximo post, PlayStation 2 e Xbox 360!
Hella GoodAlbum Version
Roger's Release Yourself Mix
Roger's Release Yourself Instrumental Mix (low quality...)
Roger's Release the Dub Mix (low quality...)
Sharam Jey Remix 1
Sharam Jey Remix 2
Let's keep on dancing...
Chupa meu edy, meu amô:
Aim, sabe aquelas bandas que você não dá um peido de importância, mas de repente ouve uma música e fica loka do seu kool? Entaum, meus amores, com Hella Good foi assim! Não que eu tenha me apaixonado pela versão original, mas o remix do Roger Sanchez pra essa música, meus amores, é simplesmente um dos melhores da carreira dele! Você pode se jogar com toda sua força e glamour no Roger's Release Yourself Mix que você não vai se arrepender! Uma delícia! E por hoje é só!
Quinta-feira, Janeiro 20, 2011 | Celebridades: No Doubt | 1 Bilus felizes
A biluzinha que jogava video game - Parte I
Aim, sabe... às vezes eu acho que ser biluzinha não é muito fácil. Não sou muito de achar que a vida guêi é de puro martírio, mas, hoje em dia, ser guêi é carregar tanto pré-conceitos e estereótipos sociais que dá vontade de parar e gritar pra todos "É muito difícil aceitar o fato de que ninguém é igual a ninguém, ou que pelo menos nos esforçamos para não ser". Então, meus amores, hoje vocês vão conhecer a faceta viciada por video game da Maddyrain!
Eu fico muito puta do meu kool quando falam que video game é coisa de nerd. Pra mim, coisa de nerd é ficar enfiada no quarto estudando escondida da luz solar atrás de livros, calculadoras e troços matemáticos. Isso é nerdice pra mim. Jogar video game hoje em dia é vivenciar universos e histórias únicas e bem construídas. É conviver com personagens que poderiam morar no mesmo prédio que você. Além de tudo isso, é aprender e expandir sua visão de mundo. Claro que você pode acabar abitolada e achar que andar de carro atropelando e matando xente por aí é o futuro, mas cada um sabe até onde vai o seu bom senso e quais remédios tomar pra controlar seus impulsos, néam?
Meu primeiro video game foi um Atari mesmo. Sou das antigas, tzá? Eu tinha acabado de me mudar e jogava o Atari dos vizinhos e achava a coisa mais moderna do mundo. Achava tão legal ficar cruzando o riozinho pulando de lá pra cá nos jacarés. Outro jogo que eu atórava era o Pitfall. Você tinha que cruzar uma selva pulando nos cipós pra se safar dos jacarés e buracos. Uma loucura! Mas desde sempre fui crítica com o universo do video game. Eu achava o controle do Atari uma coisa... assim... terrível! A resposta era terrivelmente lenta e irritante. Era uma frustração sem igual jogar o Atari.
Quando eu ganhei o Atari, ele já tava velho e saindo de moda. O video game do momento era o Nintendo (NES) tradicional, ou o Nintendinho, como era carinhosamente chamado. Só que o babadu era caro demais! A solução encontrada por meu pai foi comprar uma das muitas variações produzidas pelo mercado brasileiro utilizando a mesma placa do NES tradicional, o Phantom System!
Fiquei anos com esse video game, jogando sempre os mesmos jogos intermináveis que vieram num cartucho japonês com mais de 50 jogos (todos repetidos) que meu pai conseguiu sei lá onde. Minhas noites após a escola eram repletas de Super Mario pulando pra lá e pra cá. Biluzinha desde sempre, ganhei de aniversário a fita da Pequena Sereia e achava uma graça! Minha única fita original era "The Simpsons - Bart vs. the World" que meu tio havia trazido de Miami pra mim. Xente, eu queria matar esse jogo! Ele não só era difícil pragrai, mas os controles também eram os mais toscos possíveis! Minha paciência ia pro além quando eu morria quase no final sem password algum! (Depois de anos, acabei esse e outros jogos com os adorados emuladores). Nessa época, a moda era alugar os jogos, já que comprá-los era um pouco inviável.
Felizmente, diferente do mundo da informática, os aparelhos de video game levam um tempinho pra sair de moda e ficar ultrapassados. Enquanto eu tinha o Phantom System pra me estressar e jogar em casa, ganhei de presente o Game Boy tradicional pra jogar nas viagens ou passeios de carro. Xente, eu pirava com esse portátil! Achava a coisa mais maravilhosa abstrair completamente do mundo ao meu redor e só prestar atenção à tela verde na minha frente. Passava horas jogando Mario Bros. e outros tantos joguinhos que vieram em outro cartucho pirata com mil títulos (repetidos, óbiveo!) que meu pai arranjou sei lá eu onde again. Eu só achava um porre os jogos serem curtos demais. Eu era completamente viciada no tema de abertura de um jogo chamado "Gargoyle's Quest"! Achava super sinistra e colocava nesse jogo só pra ouvir a musiquinha no começo!
Depois de ano sob o domínio da Nintendo, fugi pro lado da Sega quando meu tio trouxe para mim o video game da nova geração, o Mega Drive. Na verdade, como meu aparelho era importado, ele não era o Mega Drive, mas sim o Genesis (nome original nos Estados Unidos). Fiquei com ele por muitos anos e, como o momento financeiro em minha família estava um pouco melhor, tive vários jogos. Já que eu não era a pessoa mais ocupada do mundo, jogava, terminava e jogava tudo de novo mil vezes seguidas. Jogos como "QuackShot", "Alladin", "Super Street Fighter 2", "Golden Axe" e outros tantos marcaram minha infância. Como todos meus amigos da escola tinham o Mega Drive, a diversão era trocar jogos ou pegá-los emprestado. Nossa, joguei tanta coisa durante minha fase com o Mega... Foram anos divertidos e que me lembram muito da figura do meu pai... quando íamos no StandCenter comprar jogo pirata e quando eu ganhava jogos no Natal. Ele nunca sentou para jogar comigo ou se interessava muito com os jogos, mas ele era o intermediário da diversão.
No próximo post, a era PlayStation...
My Favourite Game
Album Version
Nåid Remix
Rollo's Mix
Wide Receiver Mix
Wubbledub Mix
Johan S Vocal Club Mix
Johan S Vocal Edit (low quality...)
Johan S Toxic Dub
This is not a case of lust...
Chupa meu edy no video game:
Oba, hoje é dia The Cardigans de novo aqui no blog! My Favourite Game fez sucesso quando foi lançada e foi até trilha sonora do jogo "Gran Turismo 2" pro PlayStation (olha como já faz tempo!), virando hit número 1 dos nerds de plantão! Podem pegar a Album Version, que é um pop rock gostosinho que não ofende ninguém!
Bom, os remixes não são lá essas coisas, mas são raros, então aproveitem! O Nåid Remix tem uma pegada alternativa e lounge interessante pra você deixar tocando enquanto recebe os amigos em casa. O Rollo's Mix não é o melhor remix do Rollo, mas dá pra dançar que nem loka na dancefloor. Um trance super loko do meu kool! O Wide Receiver Mix segue uma linha mais dance com carinha de Spice Girls. Uma gracinha! Por fim, o Johan S Vocal Club Mix que também vai por esse lado dance gostoso e club. É o melhor remix de hoje! Se joga, meu amô!
Eu fico muito puta do meu kool quando falam que video game é coisa de nerd. Pra mim, coisa de nerd é ficar enfiada no quarto estudando escondida da luz solar atrás de livros, calculadoras e troços matemáticos. Isso é nerdice pra mim. Jogar video game hoje em dia é vivenciar universos e histórias únicas e bem construídas. É conviver com personagens que poderiam morar no mesmo prédio que você. Além de tudo isso, é aprender e expandir sua visão de mundo. Claro que você pode acabar abitolada e achar que andar de carro atropelando e matando xente por aí é o futuro, mas cada um sabe até onde vai o seu bom senso e quais remédios tomar pra controlar seus impulsos, néam?
Meu primeiro video game foi um Atari mesmo. Sou das antigas, tzá? Eu tinha acabado de me mudar e jogava o Atari dos vizinhos e achava a coisa mais moderna do mundo. Achava tão legal ficar cruzando o riozinho pulando de lá pra cá nos jacarés. Outro jogo que eu atórava era o Pitfall. Você tinha que cruzar uma selva pulando nos cipós pra se safar dos jacarés e buracos. Uma loucura! Mas desde sempre fui crítica com o universo do video game. Eu achava o controle do Atari uma coisa... assim... terrível! A resposta era terrivelmente lenta e irritante. Era uma frustração sem igual jogar o Atari.
Quando eu ganhei o Atari, ele já tava velho e saindo de moda. O video game do momento era o Nintendo (NES) tradicional, ou o Nintendinho, como era carinhosamente chamado. Só que o babadu era caro demais! A solução encontrada por meu pai foi comprar uma das muitas variações produzidas pelo mercado brasileiro utilizando a mesma placa do NES tradicional, o Phantom System!
Fiquei anos com esse video game, jogando sempre os mesmos jogos intermináveis que vieram num cartucho japonês com mais de 50 jogos (todos repetidos) que meu pai conseguiu sei lá onde. Minhas noites após a escola eram repletas de Super Mario pulando pra lá e pra cá. Biluzinha desde sempre, ganhei de aniversário a fita da Pequena Sereia e achava uma graça! Minha única fita original era "The Simpsons - Bart vs. the World" que meu tio havia trazido de Miami pra mim. Xente, eu queria matar esse jogo! Ele não só era difícil pragrai, mas os controles também eram os mais toscos possíveis! Minha paciência ia pro além quando eu morria quase no final sem password algum! (Depois de anos, acabei esse e outros jogos com os adorados emuladores). Nessa época, a moda era alugar os jogos, já que comprá-los era um pouco inviável.
Felizmente, diferente do mundo da informática, os aparelhos de video game levam um tempinho pra sair de moda e ficar ultrapassados. Enquanto eu tinha o Phantom System pra me estressar e jogar em casa, ganhei de presente o Game Boy tradicional pra jogar nas viagens ou passeios de carro. Xente, eu pirava com esse portátil! Achava a coisa mais maravilhosa abstrair completamente do mundo ao meu redor e só prestar atenção à tela verde na minha frente. Passava horas jogando Mario Bros. e outros tantos joguinhos que vieram em outro cartucho pirata com mil títulos (repetidos, óbiveo!) que meu pai arranjou sei lá eu onde again. Eu só achava um porre os jogos serem curtos demais. Eu era completamente viciada no tema de abertura de um jogo chamado "Gargoyle's Quest"! Achava super sinistra e colocava nesse jogo só pra ouvir a musiquinha no começo!
Depois de ano sob o domínio da Nintendo, fugi pro lado da Sega quando meu tio trouxe para mim o video game da nova geração, o Mega Drive. Na verdade, como meu aparelho era importado, ele não era o Mega Drive, mas sim o Genesis (nome original nos Estados Unidos). Fiquei com ele por muitos anos e, como o momento financeiro em minha família estava um pouco melhor, tive vários jogos. Já que eu não era a pessoa mais ocupada do mundo, jogava, terminava e jogava tudo de novo mil vezes seguidas. Jogos como "QuackShot", "Alladin", "Super Street Fighter 2", "Golden Axe" e outros tantos marcaram minha infância. Como todos meus amigos da escola tinham o Mega Drive, a diversão era trocar jogos ou pegá-los emprestado. Nossa, joguei tanta coisa durante minha fase com o Mega... Foram anos divertidos e que me lembram muito da figura do meu pai... quando íamos no StandCenter comprar jogo pirata e quando eu ganhava jogos no Natal. Ele nunca sentou para jogar comigo ou se interessava muito com os jogos, mas ele era o intermediário da diversão.
No próximo post, a era PlayStation...
My Favourite GameAlbum Version
Nåid Remix
Rollo's Mix
Wide Receiver Mix
Wubbledub Mix
Johan S Vocal Club Mix
Johan S Vocal Edit (low quality...)
Johan S Toxic Dub
This is not a case of lust...
Chupa meu edy no video game:
Oba, hoje é dia The Cardigans de novo aqui no blog! My Favourite Game fez sucesso quando foi lançada e foi até trilha sonora do jogo "Gran Turismo 2" pro PlayStation (olha como já faz tempo!), virando hit número 1 dos nerds de plantão! Podem pegar a Album Version, que é um pop rock gostosinho que não ofende ninguém!
Bom, os remixes não são lá essas coisas, mas são raros, então aproveitem! O Nåid Remix tem uma pegada alternativa e lounge interessante pra você deixar tocando enquanto recebe os amigos em casa. O Rollo's Mix não é o melhor remix do Rollo, mas dá pra dançar que nem loka na dancefloor. Um trance super loko do meu kool! O Wide Receiver Mix segue uma linha mais dance com carinha de Spice Girls. Uma gracinha! Por fim, o Johan S Vocal Club Mix que também vai por esse lado dance gostoso e club. É o melhor remix de hoje! Se joga, meu amô!
Terça-feira, Janeiro 18, 2011 | Celebridades: The Cardigans | 2 Bilus felizes
Vamos falar da Madonna: Bedtime Stories
De burra, a Madonna não tem absolutamente nada, meu amô! Depois do fracasso comercial e de críticas que foi o Erotica, a bunita precisava correr atrás de sua popularidade perdida e começar a fazer o papel da boa moça pra abocanhar o papel de Evita nos cinemas. Agora que todo mundo já tinha visto todos os ângulos vaginais da Madonna, tava na hora certa de lançar um single de trilha sonora pra servir de ponte de um álbum pro outro. E eis que surge I'll Remember, uma balada mela calcinha super linda e fofa do filme "Com Mérito", que se você não assistiu, imagine se eu perdi o meu tempo assistindo!
Bom, basicamente o Bedtime Stories era pra ser uma continuação direta do Erotica, com produção do Shep Pettibone e seguindo o tom sexual nas músicas. Felizmente, alguém chegou no ouvido da bunita e falou "Olha, meu amor, você vai acabar virando a putinha da América se não pegar leve no próximo trabalho". O que ela fez? Mandou um beijo e agradecimentos pro Pettibone e correu atrás dos produtores r'n'b que faziam sucesso na época, como Dallas Austin, Dave Hall e Babyface. Isso marcou o fim da parceria de anos entre ela e o Pettibone e eu desconfio que ela mandou jogar o corpo no rio, porque nunca mais se ouviu falar dele! O álbum também teve faixas produzidas por Nellee Hooper, que era famoso por sua parceria com a Björk.
E, finalmente, após dois anos do último álbum de estúdio, o Bedtime Stories é lançado! Ele segue o padrão da Madonna de discos com poucas músicas lançadas e várias jogadas no lixo. O tracking list final é o seguinte:
1- Survival
2- Secret (single)
3- I'd Rather Be Your Lover
4- Don't Stop
5- Inside of Me
6- Human Nature (single)
7- Forbidden Love
8- Love Tried to Welcome Me
9- Sanctuary
10- Bedtime Story (single)
11- Take a Bow (single)
O álbum abre com Survival, uma musiquinha pop tolinha com tom de autoafirmação em que a voz da Madonna quase se perde nos backing vocals altos. O primeiro single do disco, Secret, foi lançado um mês antes e já mostrava qual caminho seria trilhado pela Madonna no próximo trabalho. Mesmo sendo diferente de tudo que ela já havia gravado até então, Secret é uma das músicas mais bonitas dela. A melodia é bem construída, os vocais são ótimos... enfim. É um clássico!
E, como eu já falei, Bedtime Stories é o álbum das músicas pra encher lugar. Eu DUVIDO que a Madonna se lembre que gravou I'd Rather Be Your Lover, meu amô! Mais uma faixa r'n'b com rap da cantora Me'Shell NdegéOcello, substituindo o trecho cantado originalmente pelo finado Tupac. Bom, não é um dos melhores momentos musicais da Madonna. Mas também não é o pior! Uma das únicas rendições dance do álbum é Don't Stop. Uma gracinha e chegou a tocar por aqui na época. Toda uma pegada old skool e disco. Uma delícia pra dançar, mas super bobinha.
Em seguida vem uma das grandes ambiguidades do universo: Inside of Me foi escrita para a mãe da Madonna e é, ao mesmo tempo, uma das mais sensuais da bunita! É música de tocar no motel, meu amô. Além disso, Inside of Me é super sugestivo, néam? Eu acho essa música linda! Enquanto buscava limpar sua barra com o Bedtime Stories, Madonna também decidiu que se vingaria da mídia e lançou Human Nature, uma resposta a toda crítica negativa que ela recebeu na época do Erotica. Acho o clip super divertido e já postei os remixes aqui no blog, então se joga, meu amô! Ah, não preciso nem dizer que o single foi um fiasco, néam?
Forbidden Love continua a pegada sensualizada das baladinhas. O que eu mais gosto nessa música é o backing vocal do Babyface junto com os vocais da Madonna. Uma melodia super gostosa e também ótema pra fofar. Fika a dika! Vai entender, a música não foi lançada como single, mas mesmo assim entrou na coletânia de baladas Something to Remember. Outra música que eu duvido que ela se lembre de ter gravado é Love Tried to Welcome Me! As batidas sensuais são deixadas de lado nessa baladjénha mega mela calcinha. Eu até acho bunita, mas tenho que estar no clima pra ouvir.
O álbum começa a ficar esquisito com Sanctuary, uma das músicas mais esquecidas EVER. A faixa serve como escadinha perfeita pra Bedtime Story e mixa elementos dance com todo o clima r'n'b do disco. É interessante e experimental... enfim, algo que a Madonna deveria tentar fazer mais. Em seguida vem a faixa-título, Bedtime Story (outro fracasso master da carreira). A música foi escrita pela Björk, que já havia recusado trabalhar com a Madonna antes, mas acabou cedendo após imaginar a bunita cantando o refrão no seu ouvidinho. Que adorável! Aliás, confesso que não sei se essa história é real ou não. Li há milênios atrás na Internet... Anyway, Bedtime Story é uma das músicas mais esquisitas da Madonna e a letra é uma verdadeira obra-prima, repleta de interpretrações. O clip também é puro ácido! Se o próximo álbum de estúdio, Ray of Light, não tivesse demorado tanto pra ser lançado, dava pra estabelecer uma ligação interessante no estilo eletrônico que ela viria a fazer.
Por fim, o álbum encerra com um dos maiores sucessos da carreira da Madonna, Take a Bow. Mais uma balada r'n'b com o backing vocal do Babyface bem evidente. Take a Bow é uma daquelas coisas inexplicáveis que acontecem na vida. Podia ter sido um MEGA fracasso, já que é super parecida com outras tantas baladas de várias cantoras norte-americanas, mas emplacou e ficou semanas em primeiro lugar nos Estados Unidos, sendo um dos maiores hits dela dos anos 90.
Além das onze músicas acima, o Bedtime Stories ainda rendeu lados B interessantes. O primeiro lançado foi Let Down Your Guard no single de Secret, que até assusta pela diferença gritante com o estilo musical que a Madonna sempre adotou. Como lado B, é válido. Outra que acabou sendo engavetada, com toda razão, foi Freedom. Aim... essa eu não gosto! Até tenho a coletânia em que ela saiu, mas não me desce! Por fim, a última sobra de estúdio dessa época lançada é Your Honesty, que só saiu com o Remixed & Revisited. O mais interessante dessa música é que ela foi lançada numa época em que a Internet bombava com músicas rejeitadas do Ray of Light vazando toda semana e ninguém nem imaginava que Your Honesty existia. Foi uma surpresa!
Bom, como eu comecei dizendo, considero o Bedtime Stories uma verdadeira jogada de relações públicas. Musicalmente, não foge muito do som que era feito nos Estados Unidos em meados dos anos 90, mas Madonna foi muito esperta. Diante das oportunidades em frente (continuar afundando sua reputação ou virar uma diva house obscura), ela preferiu lançar um trabalho com uma sonoridade mais comum e fácil de agradar a todos. Ironicamente, as músicas do Bedtime Stories praticamente não aparecem nos shows dela, com exceção dos singles. Mesmo assim, é um dos meus álbuns favoritos e eu fiquei completamente hipnotizada na primeira vez que assisti o clip de Bedtime Story! Uma loucura!
No final, ele acabou servindo bem para o que se propunha fazer: Madonna conseguiu o papel de Evita no musical que ela tanto queria filmar, mas antes precisou lançar uma coletânia de baladas pra continuar fingindo ser uma boa moça...
Secret
Edit
Instrumental
Video Instrumental
Acapella
Alternate Acapella
Drum Mix
Junior's Extended Luscious Club Mix
Junior's Luscious Club Mix
Junior's Luscious Single Mix
Junior's Luscious Dub
Junior's Sound Factory Mix
Junior's Sound Factory Dub
Junior's Sexy Siren Mix
Scandalous Vocal Mix
Some Bizarre Mix
Some Bizarre Single Mix
Allstar Mix
Allstar Single Mix
Drowned World Tour Studio Version
bônus: Let Down Your Guard
Happiness lies in your own hand...
Chupa meu edy e guarda o meu segredo:
Secret é uma das músicas favoritas de muito fã da Madonna. Eu adógo Secret e acho um ahazzo r'n'b maravilhoso! Todo uma pegada "sou do gueto, mas sou phyna". Dizem as más línguas que a música foi totalmente retrabalhada pelo Dallas Austin a partir da concepção original da Madonna com o Shep Pettibone, que não levou os devidos créditos pela composição. Não preciso nem dizer que morro de curiosidade pra saber como era essa versão original, néam?
Bom, como eu acho que todo mundo que chegou até aqui conhece Secret, vou começar recomendado o ÓTEMO Drum Mix, que é uma versão levemente extended da original. Não muda muita coisa, apenas o começo. Pra você treinar antes de se jogar no Ídolas, pega também a versão Instrumental que é linda. De presentinho, duas versões acapella diferentes. Uma foi usada na versão final e a outra foi descartada, mas não são tão diferentes assim entre si. A versão da Drowned World Tour deixou Secret com um ar country que me agrada apenas nessa versão de estúdio. Ao vivo, achei uma cagada sem fim.
Bom, Juninho Vasconcelos, também conhecido como Junior Vasquez, deve ter ficado ryko com Secret! Os remixes dele são os melhores de hoje e o bunito tava no auge da sua criatividade travesti, então se preparem pra balançar bastante essa bundinha! O Junior's Luscious Club Mix é aquela viadagem gostosa e dance que o Vasquez sabia fazer tão bem. Um comecinho no pianinho house que super engana! Esse remix do Vasquez tocava até no rádio na época. Uma delícia! A versão extended tem um começo mais jogativo e direto nas batidas dance, eliminando o pianinho gostoso.
Se você achar que tá faltando travestismo na parada, então se joga no Junior's Sound Factory Mix! Esse é o meu remix favorito pra Secret. Uma coisa... assim... super loka do meu kool! As batidas são mais pesadas e tribais. Tudo perfeito pra você contar pra sua família que é bilu! E não esqueça de pegar o Junior's Sound Factory Dub pra continuar a chocagem na sua casa. O último remix dele não foi lançado e é da coleção particular dele. Olha, eu atóron uma sirene nos remixes, mas esse remix não me agrada muito não.
O Scandalous Vocal Mix é do Guido Osorio com não sei mais quem e é PURO travestismo. Até demais pro meu gosto house! Não é oficial, mas o bunito com certeza utilizou o acapella pra remixar. Pra acalmar um pouco as coisas, temos o Some Bizarre Mix. Nem sei como classificar esse remix. É meio dance, bem estranho... enfim. Curioso! Eu tinha um amigo que falava que era o remix dos sapos! A loka! Por fim, a versão r'n'b diva do Allstar que a xente ignora.
Bom, basicamente o Bedtime Stories era pra ser uma continuação direta do Erotica, com produção do Shep Pettibone e seguindo o tom sexual nas músicas. Felizmente, alguém chegou no ouvido da bunita e falou "Olha, meu amor, você vai acabar virando a putinha da América se não pegar leve no próximo trabalho". O que ela fez? Mandou um beijo e agradecimentos pro Pettibone e correu atrás dos produtores r'n'b que faziam sucesso na época, como Dallas Austin, Dave Hall e Babyface. Isso marcou o fim da parceria de anos entre ela e o Pettibone e eu desconfio que ela mandou jogar o corpo no rio, porque nunca mais se ouviu falar dele! O álbum também teve faixas produzidas por Nellee Hooper, que era famoso por sua parceria com a Björk.
E, finalmente, após dois anos do último álbum de estúdio, o Bedtime Stories é lançado! Ele segue o padrão da Madonna de discos com poucas músicas lançadas e várias jogadas no lixo. O tracking list final é o seguinte:
1- Survival
2- Secret (single)
3- I'd Rather Be Your Lover
4- Don't Stop
5- Inside of Me
6- Human Nature (single)
7- Forbidden Love
8- Love Tried to Welcome Me
9- Sanctuary
10- Bedtime Story (single)
11- Take a Bow (single)
O álbum abre com Survival, uma musiquinha pop tolinha com tom de autoafirmação em que a voz da Madonna quase se perde nos backing vocals altos. O primeiro single do disco, Secret, foi lançado um mês antes e já mostrava qual caminho seria trilhado pela Madonna no próximo trabalho. Mesmo sendo diferente de tudo que ela já havia gravado até então, Secret é uma das músicas mais bonitas dela. A melodia é bem construída, os vocais são ótimos... enfim. É um clássico!
E, como eu já falei, Bedtime Stories é o álbum das músicas pra encher lugar. Eu DUVIDO que a Madonna se lembre que gravou I'd Rather Be Your Lover, meu amô! Mais uma faixa r'n'b com rap da cantora Me'Shell NdegéOcello, substituindo o trecho cantado originalmente pelo finado Tupac. Bom, não é um dos melhores momentos musicais da Madonna. Mas também não é o pior! Uma das únicas rendições dance do álbum é Don't Stop. Uma gracinha e chegou a tocar por aqui na época. Toda uma pegada old skool e disco. Uma delícia pra dançar, mas super bobinha.
Em seguida vem uma das grandes ambiguidades do universo: Inside of Me foi escrita para a mãe da Madonna e é, ao mesmo tempo, uma das mais sensuais da bunita! É música de tocar no motel, meu amô. Além disso, Inside of Me é super sugestivo, néam? Eu acho essa música linda! Enquanto buscava limpar sua barra com o Bedtime Stories, Madonna também decidiu que se vingaria da mídia e lançou Human Nature, uma resposta a toda crítica negativa que ela recebeu na época do Erotica. Acho o clip super divertido e já postei os remixes aqui no blog, então se joga, meu amô! Ah, não preciso nem dizer que o single foi um fiasco, néam?
Forbidden Love continua a pegada sensualizada das baladinhas. O que eu mais gosto nessa música é o backing vocal do Babyface junto com os vocais da Madonna. Uma melodia super gostosa e também ótema pra fofar. Fika a dika! Vai entender, a música não foi lançada como single, mas mesmo assim entrou na coletânia de baladas Something to Remember. Outra música que eu duvido que ela se lembre de ter gravado é Love Tried to Welcome Me! As batidas sensuais são deixadas de lado nessa baladjénha mega mela calcinha. Eu até acho bunita, mas tenho que estar no clima pra ouvir.
O álbum começa a ficar esquisito com Sanctuary, uma das músicas mais esquecidas EVER. A faixa serve como escadinha perfeita pra Bedtime Story e mixa elementos dance com todo o clima r'n'b do disco. É interessante e experimental... enfim, algo que a Madonna deveria tentar fazer mais. Em seguida vem a faixa-título, Bedtime Story (outro fracasso master da carreira). A música foi escrita pela Björk, que já havia recusado trabalhar com a Madonna antes, mas acabou cedendo após imaginar a bunita cantando o refrão no seu ouvidinho. Que adorável! Aliás, confesso que não sei se essa história é real ou não. Li há milênios atrás na Internet... Anyway, Bedtime Story é uma das músicas mais esquisitas da Madonna e a letra é uma verdadeira obra-prima, repleta de interpretrações. O clip também é puro ácido! Se o próximo álbum de estúdio, Ray of Light, não tivesse demorado tanto pra ser lançado, dava pra estabelecer uma ligação interessante no estilo eletrônico que ela viria a fazer.
Por fim, o álbum encerra com um dos maiores sucessos da carreira da Madonna, Take a Bow. Mais uma balada r'n'b com o backing vocal do Babyface bem evidente. Take a Bow é uma daquelas coisas inexplicáveis que acontecem na vida. Podia ter sido um MEGA fracasso, já que é super parecida com outras tantas baladas de várias cantoras norte-americanas, mas emplacou e ficou semanas em primeiro lugar nos Estados Unidos, sendo um dos maiores hits dela dos anos 90.
Além das onze músicas acima, o Bedtime Stories ainda rendeu lados B interessantes. O primeiro lançado foi Let Down Your Guard no single de Secret, que até assusta pela diferença gritante com o estilo musical que a Madonna sempre adotou. Como lado B, é válido. Outra que acabou sendo engavetada, com toda razão, foi Freedom. Aim... essa eu não gosto! Até tenho a coletânia em que ela saiu, mas não me desce! Por fim, a última sobra de estúdio dessa época lançada é Your Honesty, que só saiu com o Remixed & Revisited. O mais interessante dessa música é que ela foi lançada numa época em que a Internet bombava com músicas rejeitadas do Ray of Light vazando toda semana e ninguém nem imaginava que Your Honesty existia. Foi uma surpresa!
Bom, como eu comecei dizendo, considero o Bedtime Stories uma verdadeira jogada de relações públicas. Musicalmente, não foge muito do som que era feito nos Estados Unidos em meados dos anos 90, mas Madonna foi muito esperta. Diante das oportunidades em frente (continuar afundando sua reputação ou virar uma diva house obscura), ela preferiu lançar um trabalho com uma sonoridade mais comum e fácil de agradar a todos. Ironicamente, as músicas do Bedtime Stories praticamente não aparecem nos shows dela, com exceção dos singles. Mesmo assim, é um dos meus álbuns favoritos e eu fiquei completamente hipnotizada na primeira vez que assisti o clip de Bedtime Story! Uma loucura!
No final, ele acabou servindo bem para o que se propunha fazer: Madonna conseguiu o papel de Evita no musical que ela tanto queria filmar, mas antes precisou lançar uma coletânia de baladas pra continuar fingindo ser uma boa moça...
SecretEdit
Instrumental
Video Instrumental
Acapella
Alternate Acapella
Drum Mix
Junior's Extended Luscious Club Mix
Junior's Luscious Club Mix
Junior's Luscious Single Mix
Junior's Luscious Dub
Junior's Sound Factory Mix
Junior's Sound Factory Dub
Junior's Sexy Siren Mix
Scandalous Vocal Mix
Some Bizarre Mix
Some Bizarre Single Mix
Allstar Mix
Allstar Single Mix
Drowned World Tour Studio Version
bônus: Let Down Your Guard
Happiness lies in your own hand...
Chupa meu edy e guarda o meu segredo:
Secret é uma das músicas favoritas de muito fã da Madonna. Eu adógo Secret e acho um ahazzo r'n'b maravilhoso! Todo uma pegada "sou do gueto, mas sou phyna". Dizem as más línguas que a música foi totalmente retrabalhada pelo Dallas Austin a partir da concepção original da Madonna com o Shep Pettibone, que não levou os devidos créditos pela composição. Não preciso nem dizer que morro de curiosidade pra saber como era essa versão original, néam?
Bom, como eu acho que todo mundo que chegou até aqui conhece Secret, vou começar recomendado o ÓTEMO Drum Mix, que é uma versão levemente extended da original. Não muda muita coisa, apenas o começo. Pra você treinar antes de se jogar no Ídolas, pega também a versão Instrumental que é linda. De presentinho, duas versões acapella diferentes. Uma foi usada na versão final e a outra foi descartada, mas não são tão diferentes assim entre si. A versão da Drowned World Tour deixou Secret com um ar country que me agrada apenas nessa versão de estúdio. Ao vivo, achei uma cagada sem fim.
Bom, Juninho Vasconcelos, também conhecido como Junior Vasquez, deve ter ficado ryko com Secret! Os remixes dele são os melhores de hoje e o bunito tava no auge da sua criatividade travesti, então se preparem pra balançar bastante essa bundinha! O Junior's Luscious Club Mix é aquela viadagem gostosa e dance que o Vasquez sabia fazer tão bem. Um comecinho no pianinho house que super engana! Esse remix do Vasquez tocava até no rádio na época. Uma delícia! A versão extended tem um começo mais jogativo e direto nas batidas dance, eliminando o pianinho gostoso.
Se você achar que tá faltando travestismo na parada, então se joga no Junior's Sound Factory Mix! Esse é o meu remix favorito pra Secret. Uma coisa... assim... super loka do meu kool! As batidas são mais pesadas e tribais. Tudo perfeito pra você contar pra sua família que é bilu! E não esqueça de pegar o Junior's Sound Factory Dub pra continuar a chocagem na sua casa. O último remix dele não foi lançado e é da coleção particular dele. Olha, eu atóron uma sirene nos remixes, mas esse remix não me agrada muito não.
O Scandalous Vocal Mix é do Guido Osorio com não sei mais quem e é PURO travestismo. Até demais pro meu gosto house! Não é oficial, mas o bunito com certeza utilizou o acapella pra remixar. Pra acalmar um pouco as coisas, temos o Some Bizarre Mix. Nem sei como classificar esse remix. É meio dance, bem estranho... enfim. Curioso! Eu tinha um amigo que falava que era o remix dos sapos! A loka! Por fim, a versão r'n'b diva do Allstar que a xente ignora.
Segunda-feira, Janeiro 10, 2011 | Celebridades: Madonna | 2 Bilus felizes
Perdidas na Praia Grande
Acordei com o sol ardendo na minha cara. Aquela sensação horrível e já conhecida de Onde eu tô? Com quem eu tô? Olhei ao redor. Areia. Tá, tô na praia. Kilo Minhoca e Litta Walitta estavam comigo. Montadas! A xente tá montada!
_ Kilo! Acorda, vinhada! Litta!
_ Aim... eu tô meio mal... tô grogue. - Kilo Minhoca acordou com a piruka na boca.
_ Eu tô groguíssima... Onde a gente tá?
_ Numa praia! E a xente tá montada!
_ Pelo amor! Diga que é Copacabana!
_ Ou Miami Beach! - um mendigo dormia perto da xente, rodeado por despachos e garrafas de champagne vazia.
_ Moço. Ô seu moço? Acorda, fazofavô?
_ Sai pra lá. Esse canto é meu.
_ Todo seu. Onde a gente tá? Responde ou eu enfio isso aqui onde o sol não brilha faz tempo! - Litta Walitta cutucava o homem com os restos de um rojão.
_ Vocês tão na Praia Grande, poxa! E que roupas engraçadas pra passar o "reveião".
_ Não.... NÃOOOOOOOOO!!
_ Praia Grande... De Miami Beach para Big Beach.
_ Como viemos parar aqui?
Rastejei ao redor em busca de minha bolsinha ou alguma coisa que desse pistas de nosso passado turbulento. Senti areia entrando em cada parte do meu ser. Jesuis, como eu otéion areia entrando no edy! Pra sair é um sufoco! Encontrei minha bolsa. Camisinha, baseado, brilho labial, pó, blush, pacotinho ilícito, celular, chaves de um carro.
_ Kilo, essa chave aqui te diz alguma coisa, agora que você sabe dirigir?
_ Sim! É a chave do carro da Roxxana Veludo!
_ Mistério resolvido, amores. Viemos de carro.
_ Mas e essas roupas? Esse vestido não é meu. E a senhora não tem mais Versace faz tempo, que eu sei!
_ Xente! Esse vestido é da Roxxana! A xente roubou as roupas de montagem da Roxxana Veludo e viemos passar o Ano Novo na Praia Grande!
_ Ai, que passeio de pobre. Não dá pra negar que agora somos do proletariado...
_ Eu tô com fome. Será que a gente comeu alguma coisa na virada?
_ Será que fomos comidas? É diferente. - meti a mão dentro da calcinha (roubada... que nojo!) e verifiquei a circunferência anal - Hmm... eu dei pra uma neca de 18cms! - experiência é tudo nesta vida!
_ Eu também!
_ Yo también! - as duas tiraram a mão da calcinha. Meu celular começou a tocar dentro da bolsinha.
_ Aim, quem é que tá ligando a essa hora?! E a cobrar!
_ Se me ligam a cobrar, eu nem atendo! Não sou obrigada a conviver com a pobreza alheia.
_ Alôin? Patroa Roxxana?! Alô? Pois não?
_ Alejandro?
_ Patroa Roxxana, por que a senhora me ligou a cobrar?!
_ Pra economizar, oras. Onde vocês estão? Dei a folga pra vocês três passarem a virada do ano juntos, mas não o dia primeiro! Podem voltar pro trabalho.
_ Estamos... no litoral.
_ Na Praia Grande?
_ Naum! No Guarujá!
_ Francamente! O Guarujá já foi melhor!
_ Concordo, patroa. Cada figura... Vamos voltar pra São Paulo right now. Um beijo. Amores, nosso passeio antropológico acabou.
Deixamos a praia pra trás repleta de restos da madrugada. Incrível como as pessoas acham que a praia é o banheirão coletivo que todo mundo pediu a Deus. A caminhada até o calçadão foi uma aventura só. Nem morta que eu ia andar naquela areia de origem desconhecida descalça. Fui de salto alto pela areia. Cada passo que eu dava eu me enterrava mais naquele monte de lixo. Kilo Minhoca localizou o nosso carro... ou melhor, o carro de Roxxana Veludo. Um monte de adolescentes caiçaras com cara de perigón dançavam axé em volta.
_ Amores! Amores! Obrigada pelo showzinho básico, mas a xente tem que ir embora. Mocinha! Mocinha com mal gosto gritante, você mesma. Fazofavô de descer do capô do carro? Obrigadjénha.
_ Kilo, você sabe mesmo dirigir, né?
_ Eu não trouxe a gente aqui? Devo saber voltar, ué!
_ Hey, onde as meninas vão? - um caiçara com cara de trombada chegou junto da xente.
_ Oi, tudo baum? A xente vai embora. Foi ótemo vir pra Baixada Paulista, mas a brincadeira acabou. A xente tem que voltar pro trabalho.
_ É. Trabalho. Algo que você devia fazer.
_ Ah, mas não vão, não! - outros dois comparsas se juntaram ao chefe da gangue. Meu edy fechou.
_ Aim... mas a xente volta. Eu prometo!
_ Vocês só vão depois de darem o telefone. - chegou até meu ouvido - Foi o melhor rabinho da noite.
_ Xente... que alívio! Toma aqui meu número, kérido. E pega esse baseado também. Tá cheio de areia. Vocês do litoral é que entendem de areia, néam? Um beijo.
Entramos no carro e deixamos no calçadão mais três clientes contentes com o serviço prestado. No caminho pra São Paulo, paramos no Frango Assado pra tomar um banho rápido, tirar a roupa de mulherzinha e voltarmos pras personas Alejandro, Roberto e Fernando. Mais um ano começava, cheio de aventuras e reviravoltas em nossas vidas...
Um beijo!
Maddyrain
Total Eclipse of the HeartOriginal Energise Mix
Mobius Loop Mix
New Radio Edit
Milki Bar Mix
Tony's Finger Snapper
Tony's Finger Snapper Live at Valencia
Total Eclipse of the Heart/For All We Know (Razor Sharp Mix)
Shanghai Surprise Remix
Saint Club Mix
Saint Radio Edit
Spit & Polish Club Mix
Spit & Polish Radio Edit
Tropicana Radio Too Mix
Startlet DJs Eclipsed Dub Mix
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Quarta-feira, Janeiro 05, 2011 | Celebridades: Nicki French | 2 Bilus felizes
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