Vamos falar da Madonna: Confessions on a Dance Floor
Dando continuidade à (demorada) saga da Madonna, eis que pulamos de um fracasso em todos os sentidos na carreira da bunita, o "American Life", e caimos num breve momento de esclarecimento com o "Confessions on a Dance Floor"! Olha, eu APOSTO que o edy da Madonna piscou... e piscou bem forte... quando ela viu a onda de rejeição que ela conseguiu na época do "American Life". Não adianta, meu amô, se você se lançou na vida fazendo pop de qualidade e dançante, não vai querer mudar de repente porque o público não vai continuar aplaudindo pra sempre. Cyndi Lauper que o diga!
Anyway, mais do que depressa, Madonna decidiu juntar-se ao produtor Stuart Price, que havia remixado o single de "Hollywood", e "retornar às suas raízes". Acho tão fofo quando um artista decide "retornar às suas raízes". Pra mim isso é eufemismo de desespero.
O retorno às origens de Madonna nada mais foi do que voltar a fazer música dançante pra bicharada. No entanto, o curioso é que a Madonna não foi buscar os DJs mega conhecidos pra voltar a ser alguém na noite. O COADF contou com a produção do já mencionado Stuart Price, que não era a bilu mais conhecida da buatchi até então, do Mirwais, que depois do COADF levou seu devido pé na bunda, e do duo Bloodshy & Avant, mais conhecido pela produção de algumas músicas da Britney Spears.
O disco inteiro é repleto de referências à disco music e artistas como Pet Shop Boys e outros pioneiros da música eletrônica. Além disso, Madonna adotou todo um visual disco music super válido e fofo. A bunita não só voltou às suas origens como também lançou o melhor álbum da sua carreira dos anos 2000! Fato! O "Confessions on a Dance Floor" saiu no final de 2005 e fez o Natal feliz de MUITA bilu. Uma das coisas que eu não gosto é que as músicas são todas grudadas uma na outra, como um grande set de DJ. No mesmo esquema que o "You Can Dance".
A edição limitada dessa vez foi mais caprichada. Além de ter uma faixa adicional, o encarte vem com mais fotos e traz ainda uma caderneta pras biluzinhas escreverem seus segredinhos da buatchi. Um mimo! Eu esperava que as músicas viriam separadas na edição limitada, mas cai do cavalo na época! Esse brinde ficou exclusivamente pra edição virtual. O tracking list é o seguinte:
1- Hung Up (single)
2- Get Together (single)
3- Sorry (single)
4- Future Lovers
5- I Love New York
6- Let It Will Be
7- Forbidden Love
8- Jump (single)
9- How High
10- Isaac
11- Push
12- Like It or Not
13- Fighting Spirit (bônus da edição limitada)
14- Super Pop (bônus virtual para os membros do ICON)
O álbum já abre arrombando edys mundo a fora com a maravilhosa Hung Up! Com samples do Abba, Hung Up é um crássico moderno da Madonna! Lembro que ela foi vazando na Internet em doses homeopáticas e eu não me aguentava mais pra ouvir tudo! Fiquei completamente extasiada! Até hoje o meu trecho favorito é aquele pedaço "I can't keep on waiting for you..." da segunda estrofe. Como eu não tinha ouvido esse trecho na época, sempre tem gosto de novidade pra mim! Loucura!
Get Together acabou virando single apenas devido ao grande número de downloads (oficiais, néam?) na época. Embora eu adore a música, não sei se foi uma escolha boa pra single. Aliás, só pra constar, um dos singles mais chatos EVER da carreira da Madonna. Continuando o clima de Hung Up, Get Together é um dance bem gostosinho sem grandes mistérios que abre caminho pra ahazzadora Sorry. Mesclando tudo que é idioma, Madonna volta com tudo pra pista de dança com uma música super dance diva! Outro crássico moderno! O clip também segue a linha disco music com referências mais do que claras ao filme Xanadu.
Ainda com o pézinho na disco music, Future Lovers mama dos seios (aim, que sexy!) de I Feel Love, da Donna Summer. Pasmem, mas a produção é do Mirwais. Quando era pra fazer algo bom, esse fodido não fez, néam?! Future Lovers é uma delícia e mescla momentos mais dançantes com trechos mais contidos. Serviu de abertura pra Confessions Tour, numa performance maravilhosa!
O álbum dá sua primeira freada com I Love New York, que eu definiria como electro rock pop. Não que seja ruim, mas não gosto da mensagem da letra e acho que tem muita guitarra junto das batidas. Em seguida, temos Let It Will Be que nos traz de volta à pista. Não tenho muito o que falar; um dance gostosinho com cordas e batidas, mas nada além disso. Eu gosto mesmo é da que vem depois, Forbidden Love, que não tem NADA a ver com a música de mesmo nome do "Bedtime Stories". Sou apaixonada pela letra dessa música e as batidas eletrônicas. Uma delícia e merecia ter virado single na Europa!
Não consigo ouvir Jump e não lembrar de West End Girls, dos Pet Shop Boys (óbvio!), na hora! Aliás, sempre achei que eles deviam ter remixado Jump e não Sorry! Já pensou que tudo que seria um mash-up bem feito? O single de Jump também é um dos piores da carreira da Madonna. O clip também é fraco pragarai, mas a música é muito boa. Contradições, meus amores...
A primeira música produzida pelo Bloodshy & Avant é a fraca How High, que não empolga e dá uma desacelerada nervosa no clima do álbum. Na verdade, nada é ruim no COADF, mas How High tá bem perto dessa proeza. Tadinha. Continuando, temos Isaac. Lembro que na época houve boatos de que ela seria lançada como single e eu fiquei toda úmida com a notícia. Isaac mistura elementos dance com world music e aqueles gemidos do Oriente Médio que eu super adoro. Aposto que se a Ofra Haza estivesse viva, a Madonna teria procurado a bunita! É tocante e climática. Uma maravilha moderna!
Como nem tudo é rosas, temos a segunda produção do Bloodshy & Avant que, novamente, pisa na jaca com Push. Se How High é quase ruim, Push é ruinzinha. Felizmente temos Like It or Not pra fechar o álbum com chave de ouro. Não é tão agitada como as outras músicas do álbum, mas é bonita. A edição limitada veio com Fighting Spirit, que me lembra não sei qual música antiga. Não é nenhuma maravilha, mas tá bom como faixa bônus de edição limitada, néam? Eu prefiro Super Pop, que, na teoria, é exclusiva aos membros do fã club oficial da Madonna, o ICON. Ah sim... vem me falar de exclusividade em pleno século XXI...
Para ajudar na divulgação do álbum, Madonna percorreu o mundo com a Confessions Tour, que infelizmente não passou por aqui. Madonna decidiu também retornar às suas origens no palco com um show maravilhosamente bem produzido e mais dançante que os anteriores. A turnê foi lançada em DVD e o grande mérito fica por conta da pós-produção frenética e absurda. Uma maravilha de se assitir! Eu simplesmente me cago toda com a performance de Like a Virgin dessa turnê! Quase melhor que a versão do Blonde Ambition! Quase! Isso sem contar na grande surpresa que foi a Madonna revisitar a sobra de estúdio You Thrill Me! Fiquei chocada na época!
Madonna conseguiu o que muitos artistas às vezes não conseguem: voltar a se firmar como alguém relevante não só no cenário musical, mas para os seus próprios fãs. Conheço tanta bilu que perdeu o encanto pela Madonna com o "American Life", mas que super voltaram a adorá-la com o "Confessions on a Dance Floor". Infelizmente, esses mesmos fãs voltariam a querer queimá-la viva com o próximo álbum, o "Hard Candy"...

Anyway, mais do que depressa, Madonna decidiu juntar-se ao produtor Stuart Price, que havia remixado o single de "Hollywood", e "retornar às suas raízes". Acho tão fofo quando um artista decide "retornar às suas raízes". Pra mim isso é eufemismo de desespero.
O retorno às origens de Madonna nada mais foi do que voltar a fazer música dançante pra bicharada. No entanto, o curioso é que a Madonna não foi buscar os DJs mega conhecidos pra voltar a ser alguém na noite. O COADF contou com a produção do já mencionado Stuart Price, que não era a bilu mais conhecida da buatchi até então, do Mirwais, que depois do COADF levou seu devido pé na bunda, e do duo Bloodshy & Avant, mais conhecido pela produção de algumas músicas da Britney Spears.
O disco inteiro é repleto de referências à disco music e artistas como Pet Shop Boys e outros pioneiros da música eletrônica. Além disso, Madonna adotou todo um visual disco music super válido e fofo. A bunita não só voltou às suas origens como também lançou o melhor álbum da sua carreira dos anos 2000! Fato! O "Confessions on a Dance Floor" saiu no final de 2005 e fez o Natal feliz de MUITA bilu. Uma das coisas que eu não gosto é que as músicas são todas grudadas uma na outra, como um grande set de DJ. No mesmo esquema que o "You Can Dance".
A edição limitada dessa vez foi mais caprichada. Além de ter uma faixa adicional, o encarte vem com mais fotos e traz ainda uma caderneta pras biluzinhas escreverem seus segredinhos da buatchi. Um mimo! Eu esperava que as músicas viriam separadas na edição limitada, mas cai do cavalo na época! Esse brinde ficou exclusivamente pra edição virtual. O tracking list é o seguinte:
1- Hung Up (single)
2- Get Together (single)
3- Sorry (single)
4- Future Lovers
5- I Love New York
6- Let It Will Be
7- Forbidden Love
8- Jump (single)
9- How High
10- Isaac
11- Push
12- Like It or Not
13- Fighting Spirit (bônus da edição limitada)
14- Super Pop (bônus virtual para os membros do ICON)
O álbum já abre arrombando edys mundo a fora com a maravilhosa Hung Up! Com samples do Abba, Hung Up é um crássico moderno da Madonna! Lembro que ela foi vazando na Internet em doses homeopáticas e eu não me aguentava mais pra ouvir tudo! Fiquei completamente extasiada! Até hoje o meu trecho favorito é aquele pedaço "I can't keep on waiting for you..." da segunda estrofe. Como eu não tinha ouvido esse trecho na época, sempre tem gosto de novidade pra mim! Loucura!
Get Together acabou virando single apenas devido ao grande número de downloads (oficiais, néam?) na época. Embora eu adore a música, não sei se foi uma escolha boa pra single. Aliás, só pra constar, um dos singles mais chatos EVER da carreira da Madonna. Continuando o clima de Hung Up, Get Together é um dance bem gostosinho sem grandes mistérios que abre caminho pra ahazzadora Sorry. Mesclando tudo que é idioma, Madonna volta com tudo pra pista de dança com uma música super dance diva! Outro crássico moderno! O clip também segue a linha disco music com referências mais do que claras ao filme Xanadu.
Ainda com o pézinho na disco music, Future Lovers mama dos seios (aim, que sexy!) de I Feel Love, da Donna Summer. Pasmem, mas a produção é do Mirwais. Quando era pra fazer algo bom, esse fodido não fez, néam?! Future Lovers é uma delícia e mescla momentos mais dançantes com trechos mais contidos. Serviu de abertura pra Confessions Tour, numa performance maravilhosa!
O álbum dá sua primeira freada com I Love New York, que eu definiria como electro rock pop. Não que seja ruim, mas não gosto da mensagem da letra e acho que tem muita guitarra junto das batidas. Em seguida, temos Let It Will Be que nos traz de volta à pista. Não tenho muito o que falar; um dance gostosinho com cordas e batidas, mas nada além disso. Eu gosto mesmo é da que vem depois, Forbidden Love, que não tem NADA a ver com a música de mesmo nome do "Bedtime Stories". Sou apaixonada pela letra dessa música e as batidas eletrônicas. Uma delícia e merecia ter virado single na Europa!
Não consigo ouvir Jump e não lembrar de West End Girls, dos Pet Shop Boys (óbvio!), na hora! Aliás, sempre achei que eles deviam ter remixado Jump e não Sorry! Já pensou que tudo que seria um mash-up bem feito? O single de Jump também é um dos piores da carreira da Madonna. O clip também é fraco pragarai, mas a música é muito boa. Contradições, meus amores...
A primeira música produzida pelo Bloodshy & Avant é a fraca How High, que não empolga e dá uma desacelerada nervosa no clima do álbum. Na verdade, nada é ruim no COADF, mas How High tá bem perto dessa proeza. Tadinha. Continuando, temos Isaac. Lembro que na época houve boatos de que ela seria lançada como single e eu fiquei toda úmida com a notícia. Isaac mistura elementos dance com world music e aqueles gemidos do Oriente Médio que eu super adoro. Aposto que se a Ofra Haza estivesse viva, a Madonna teria procurado a bunita! É tocante e climática. Uma maravilha moderna!
Como nem tudo é rosas, temos a segunda produção do Bloodshy & Avant que, novamente, pisa na jaca com Push. Se How High é quase ruim, Push é ruinzinha. Felizmente temos Like It or Not pra fechar o álbum com chave de ouro. Não é tão agitada como as outras músicas do álbum, mas é bonita. A edição limitada veio com Fighting Spirit, que me lembra não sei qual música antiga. Não é nenhuma maravilha, mas tá bom como faixa bônus de edição limitada, néam? Eu prefiro Super Pop, que, na teoria, é exclusiva aos membros do fã club oficial da Madonna, o ICON. Ah sim... vem me falar de exclusividade em pleno século XXI...
Para ajudar na divulgação do álbum, Madonna percorreu o mundo com a Confessions Tour, que infelizmente não passou por aqui. Madonna decidiu também retornar às suas origens no palco com um show maravilhosamente bem produzido e mais dançante que os anteriores. A turnê foi lançada em DVD e o grande mérito fica por conta da pós-produção frenética e absurda. Uma maravilha de se assitir! Eu simplesmente me cago toda com a performance de Like a Virgin dessa turnê! Quase melhor que a versão do Blonde Ambition! Quase! Isso sem contar na grande surpresa que foi a Madonna revisitar a sobra de estúdio You Thrill Me! Fiquei chocada na época!
Madonna conseguiu o que muitos artistas às vezes não conseguem: voltar a se firmar como alguém relevante não só no cenário musical, mas para os seus próprios fãs. Conheço tanta bilu que perdeu o encanto pela Madonna com o "American Life", mas que super voltaram a adorá-la com o "Confessions on a Dance Floor". Infelizmente, esses mesmos fãs voltariam a querer queimá-la viva com o próximo álbum, o "Hard Candy"...

Sorry
Radio Edit
Man with Guitar Mix
Man with Guitar Edit
PSB Maxi-Mix
PSB Maxi-Mix Edit
PSB Minimal Mix
Paul Oakenfold Remix
Paul Oakenfold Remix Edit
Green Velvet Remix
Green Velvet Edit
Green Velvet Instrumental
Radio Mix
Confessions Tour Rehersal
Remix - Confessions Tour Rehersal
You're not half the man you think you are...
Desculpa, mas eu não chupo edys:
"Sorry" foi o segundo single tirado do Confessions e continuou a saga de músicas maravilhosas cagadamente remixadas. Uma pena! Assim como a maior parte do álbum, "Sorry" é um dance diva club maravilhoso que nem precisaria de remixes pra fazer a biluzada despirocar na pista! Uma delícia! Se joguem na Radio Edit se você por acaso nasceu recentemente (BEM recentemente) e não conhece "Sorry".
A produção do Stuart Price é um desbunde, mas o mesmo não pode ser dito do Man with Guitar Mix dele. O remix tem vários elementos da original, mas tem todo um ar dub que seria o máximo se houvesse uma versão extended da versão riginal e esse remix fosse apenas o dub mesmo.
A grande estrela do single de hoje são os Pet Shop Boys e não a Madonna. Aliás, quando eu fiquei sabendo que eles iam remixar um dos singles do Confessions, logo achei que fosse "Jump"! O PSB Maxi-Mix é bem dançante e fico loka do meu respectivo quando entram os vocais do Neil! Essa parceria com eles deveria render mais frutos assim tão bons. Alguns anos depois, eles lançaram na Internet o PSB Minimal Mix, que não é muito interessante.
O arroz de festa e então queridinho da Madonna, Paul Oakenfold, não poderia ficar de fora, néam? O Paul Oakenfold Remix tá mais prum dub do que vocal mix. É bem dançante, mas fica anos luz atrás dos PSB!
Sabe-se lá o porquê, mas a Madonna resolveu desenterrar o veterano Green Velvet. Só posso dizer que ele deveria ter continuado no limbo em que tava escondido, porque o remix dele pra "Sorry" é uma tristeza! Mais triste ainda foi quando eu o ouvi na buatchi! Fiquei Bélgica!
Por fim, temoso misterioso Radio Mix que ninguém sabe dizer de quem é. Houve boatos de que era do Bill Hamel, que desmentiu. Tem xente que diz que é dos PSB. Enfim, o remix é bonitinho e merecia ser batizado. Se ninguém assumir a paternidade, vou espalhar por aí que foi eu quem remixou! A loka!
Radio Edit
Man with Guitar Mix
Man with Guitar Edit
PSB Maxi-Mix
PSB Maxi-Mix Edit
PSB Minimal Mix
Paul Oakenfold Remix
Paul Oakenfold Remix Edit
Green Velvet Remix
Green Velvet Edit
Green Velvet Instrumental
Radio Mix
Confessions Tour Rehersal
Remix - Confessions Tour Rehersal
You're not half the man you think you are...
Desculpa, mas eu não chupo edys:
"Sorry" foi o segundo single tirado do Confessions e continuou a saga de músicas maravilhosas cagadamente remixadas. Uma pena! Assim como a maior parte do álbum, "Sorry" é um dance diva club maravilhoso que nem precisaria de remixes pra fazer a biluzada despirocar na pista! Uma delícia! Se joguem na Radio Edit se você por acaso nasceu recentemente (BEM recentemente) e não conhece "Sorry".
A produção do Stuart Price é um desbunde, mas o mesmo não pode ser dito do Man with Guitar Mix dele. O remix tem vários elementos da original, mas tem todo um ar dub que seria o máximo se houvesse uma versão extended da versão riginal e esse remix fosse apenas o dub mesmo.
A grande estrela do single de hoje são os Pet Shop Boys e não a Madonna. Aliás, quando eu fiquei sabendo que eles iam remixar um dos singles do Confessions, logo achei que fosse "Jump"! O PSB Maxi-Mix é bem dançante e fico loka do meu respectivo quando entram os vocais do Neil! Essa parceria com eles deveria render mais frutos assim tão bons. Alguns anos depois, eles lançaram na Internet o PSB Minimal Mix, que não é muito interessante.
O arroz de festa e então queridinho da Madonna, Paul Oakenfold, não poderia ficar de fora, néam? O Paul Oakenfold Remix tá mais prum dub do que vocal mix. É bem dançante, mas fica anos luz atrás dos PSB!
Sabe-se lá o porquê, mas a Madonna resolveu desenterrar o veterano Green Velvet. Só posso dizer que ele deveria ter continuado no limbo em que tava escondido, porque o remix dele pra "Sorry" é uma tristeza! Mais triste ainda foi quando eu o ouvi na buatchi! Fiquei Bélgica!
Por fim, temoso misterioso Radio Mix que ninguém sabe dizer de quem é. Houve boatos de que era do Bill Hamel, que desmentiu. Tem xente que diz que é dos PSB. Enfim, o remix é bonitinho e merecia ser batizado. Se ninguém assumir a paternidade, vou espalhar por aí que foi eu quem remixou! A loka!
Segunda-feira, Dezembro 05, 2011
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2 Bilus felizes:
Acho que Madonna jogou a vibe "se joga na pista e vai ser feliz e beber até cair" para o PSB, para que eles lançassem o próximo álbum de então (em 2008) e fizessem aquela turnê minimalista (podia ser em locais não tão grandes e faraônicos), mas não menos grandiosa e cheia de feitos e tecnologia!
COAD tá no meu "TOP 10: melhores álbuns pra se ouvir sem tocar no som". Maravilhoso trabalho da velha, que levanta qualquer beexa morta pra naiti! Adorei o texto! Mas devo confessar que adoro Push. Bjs!
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