Atitudes extremas
Prensada contra a mesa, descobri que não tinha pra onde fugir do ministro e que o velho era bem mais forte do que eu (novidade!).
_ Você realmente achou que eu não ia sentir o cheiro de pederastia em você, Maddyrain?
_ Como é... como é que você descobriu!?
_ Eu sou um militar há mais tempo do que você imagina. Você deixou tanta migalha pra seguir seu rastro que eu teria que ser muito trouxa para não perceber.
_ Me larga, fazofavô? Por que é que eu sou tão importante assim? O que você tem contra mim?
_ Você representa tudo que há de pior no mundo. Eu vou ter o gostinho de acabar com sua laia e deixar seu corpo apodrecendo na Avenida Paulista para todo mundo ver, viadinho, o que acontece com viado. Mas antes, sabe o que eu vou fazer?
_ Me larga!
_ Eu vou arrombar esse rabo largo que você tem. Você deve ter feito uma força descomunal pra segurar as pregas que não tem quando fiz o teste da farinha com você, né? Mas falhou, bichinha. Deu pra ver até o seu reto na farinha - ainda me segurando com força, o ministro afrouxou a calça e colocou o pingulinzinho pra fora. Abriu minhas pernas com a mesma mão e me debruçou sobre a mesa.
_ Você é igual a todos os homofóbicos! Uma bicha recalcada, incapaz de se aceitar! Me larga! Eu não tenho culpa de ter sido feliz a minha vida inteira! Não posso ser culpado pela sua falta de coragem em se assumir!
_ Cala a boca, viado. Não quero acabar com você antes de te comer. Quero ouvir você gemendo de dor e prazer ao mesmo tempo.
Forçou o pintinho contra meu edy. Fechei o túnel do amor. Passivo não dá quando não quer. Não adianta forçar! Ele mandou eu abrir o rabo. Ignorei o pedido. Ele afrouxou um pouco meu braço pra abrir minha bunda com a mão e meter a rola em mim. Senti a dor de ser invadida sem permissão e, ao mesmo tempo, senti Gina, minha Gillette de estimação, vibrando na minha boca. Num movimento rápido, joguei cuspi ela pra fora e a peguei com a mão solta. Joguei a cabeça pra trás, acertando o ministro no meio do nariz. Ele se afastou, segurando o nariz e xingando. Segurei a Gillette na mão.
_ Nunca ninguém me violentou na vida. Sabe o que mais me dá ódio nisso tudo? É que mesmo que eu volte pra minha realidade, eu viverei pra sempre com essa dor e humilhação que você me fez passar, seu canalha.
Percebi o movimento do ministro procurando sua arma na cintura. Fui mais rápida e passei a Gillette no pescoço dele, abrindo uma fenda que espirrava e jorrava sangue sem parar. Ele tentou segurar o pescoço aberto, mas não teve tempo de reagir enquanto engasgava com o próprio sangue. Caiu morto na minha frente, estrebuchando que nem um porco. Respirei fundo e encarei a situação.
_ Bom, cá estou eu, pelada da cintura pra baixo, completamente ensopada em sangue e com uma das figuras políticas mais importantes de São Paulo morta aos meus pés. Diana Ross, o que é que eu faço!?
Voltei pra dentro da cobertura, deixando um rastro de sangue por onde eu passava. Sentei no bar e enchi um copo com vodka pura. Virei tudo. Sem gelo. Sem Coca. Só vodka. Como um bom macho russo. Liguei o aparelho de som e coloquei um CD de música clássica no volume máximo, só pra criar o clima. Procurei e encontrei uns panos de chão velhos pra limpar todo aquele sangue. Quanto mais eu esfregava, mais sentia o sangue ressecando na minha pele, grudando e lutando pra não me deixar mais. Fui até a sacada com uma sacola e enchi com todas as frutas que consegui colher e carregar. O corpo do ministro me encarava enquanto eu ia saqueando a casa dele. Acabei com uma garrafa de Absolut e a joguei da sacada. Achei ter ouvido ela se estilhaçando lá embaixo na Paulista.
Voltei cambaleando até o corpo do ministro. Peguei um pedaço de ferro qualquer usado pra cuidar das árvores frutíferas e, sem o menor pudor, comecei a espancar o corpo do defunto.
_ Isso é por toda humilhação que me fez passar! Isso é por todas as bilus mortas nestes anos! Isso é por todas as bilus que apanharam vítimas de preconceito! Isso é por você, Litta Walitta! Por você, Kilo Minhoca! Por você, Cindi Loka! Isso é por todas minhas amigas! Seu canalha!
Continuei batendo o cano contra o ministro até que tudo que havia restado era um monte de carne disforme. Estava completamente dominada pela ira e peso da humilhação. Acho que nem era eu mesma naquele momento. Só sei que me sentia uma Jill Valentine pós-futurística. Sem o menor remorso, finalizei o serviço dando uma bela catarrada onde devia ser o rosto dele.
Peguei o arquivo confidencial de Roxxana Veludo, coloquei junto com as frutas que roubei do pomar do ministro, peguei outra garrafa de Absolut e tomei o elevador até o andar térreo, completamente suja de sangue e bêbada. Quero mais é que se foda!
Trouble
Real Vocal Mix
Upside Radio Mix
Original Jazz Vocal
Tom Multon's New Edit
Junior's Black & Blue Mix Edit
Deep Dish Vocal Remix
Satoshi's Def Vocal Mix
Satoshi's Def Dub
UBQ's Club Dub Remix
Hold on to your dreams...
Qual é o problema em chupar meu edy?!
A Joi Cardwell devia me agradecer por postá-la tanto aqui no meu blog, viu? Tá bom que é tudo ilegal, mas abaphe the case! "Trouble" é o primeiro single importante e de sucesso da carreira da bunita e recebeu remixes bafônicos que toda biluzinha da house precisa ter no seu iPod! Comecem pegando o Upside Radio Mix, que é bem gostosinho pra deixar tocando enquanto você limpa a casa. O Tom Multon's New Edit segue a mesma linha e, na verdade, eu não sei se o Upside Radio Mix é uma versão editada dele. Enfim.
Pras lokas dos seus respectivos kools do recinto, se joguem no ÓTEMO Junior's Black & Blue Mix Edit que faz parte da época em que o Junior Vasquez ainda ahazzava. Dez minutos de puro travestismo na buatchi! O Deep Dish Vocal Remix é outro que merece ser baixado e dançado! Um clássico da dance floor!
Pra uma coisa mais classic house, se jogue no Satoshi's Def Vocal Mix do Satoshi Tomiie. Uma coisa... assim... bem def mix! Adógo! Por fim, o UBQ's Club Dub Remix que muito me agrada com sua pegada dub e dark house!
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Olha, é um kool sem xuca encontrar os remixes mais antigos da Joi Cardwell. Se você, por alguma força divina, tiver alguma das versões abaixo, me manda, tzá?
the vibe mix 5:50
instrupella bonus track 5:50
deep dish dub 3:56
dubby version 5:30
_ Você realmente achou que eu não ia sentir o cheiro de pederastia em você, Maddyrain?
_ Como é... como é que você descobriu!?
_ Eu sou um militar há mais tempo do que você imagina. Você deixou tanta migalha pra seguir seu rastro que eu teria que ser muito trouxa para não perceber.
_ Me larga, fazofavô? Por que é que eu sou tão importante assim? O que você tem contra mim?
_ Você representa tudo que há de pior no mundo. Eu vou ter o gostinho de acabar com sua laia e deixar seu corpo apodrecendo na Avenida Paulista para todo mundo ver, viadinho, o que acontece com viado. Mas antes, sabe o que eu vou fazer?
_ Me larga!
_ Eu vou arrombar esse rabo largo que você tem. Você deve ter feito uma força descomunal pra segurar as pregas que não tem quando fiz o teste da farinha com você, né? Mas falhou, bichinha. Deu pra ver até o seu reto na farinha - ainda me segurando com força, o ministro afrouxou a calça e colocou o pingulinzinho pra fora. Abriu minhas pernas com a mesma mão e me debruçou sobre a mesa.
_ Você é igual a todos os homofóbicos! Uma bicha recalcada, incapaz de se aceitar! Me larga! Eu não tenho culpa de ter sido feliz a minha vida inteira! Não posso ser culpado pela sua falta de coragem em se assumir!
_ Cala a boca, viado. Não quero acabar com você antes de te comer. Quero ouvir você gemendo de dor e prazer ao mesmo tempo.
Forçou o pintinho contra meu edy. Fechei o túnel do amor. Passivo não dá quando não quer. Não adianta forçar! Ele mandou eu abrir o rabo. Ignorei o pedido. Ele afrouxou um pouco meu braço pra abrir minha bunda com a mão e meter a rola em mim. Senti a dor de ser invadida sem permissão e, ao mesmo tempo, senti Gina, minha Gillette de estimação, vibrando na minha boca. Num movimento rápido, joguei cuspi ela pra fora e a peguei com a mão solta. Joguei a cabeça pra trás, acertando o ministro no meio do nariz. Ele se afastou, segurando o nariz e xingando. Segurei a Gillette na mão.
_ Nunca ninguém me violentou na vida. Sabe o que mais me dá ódio nisso tudo? É que mesmo que eu volte pra minha realidade, eu viverei pra sempre com essa dor e humilhação que você me fez passar, seu canalha.
Percebi o movimento do ministro procurando sua arma na cintura. Fui mais rápida e passei a Gillette no pescoço dele, abrindo uma fenda que espirrava e jorrava sangue sem parar. Ele tentou segurar o pescoço aberto, mas não teve tempo de reagir enquanto engasgava com o próprio sangue. Caiu morto na minha frente, estrebuchando que nem um porco. Respirei fundo e encarei a situação.
_ Bom, cá estou eu, pelada da cintura pra baixo, completamente ensopada em sangue e com uma das figuras políticas mais importantes de São Paulo morta aos meus pés. Diana Ross, o que é que eu faço!?
Voltei pra dentro da cobertura, deixando um rastro de sangue por onde eu passava. Sentei no bar e enchi um copo com vodka pura. Virei tudo. Sem gelo. Sem Coca. Só vodka. Como um bom macho russo. Liguei o aparelho de som e coloquei um CD de música clássica no volume máximo, só pra criar o clima. Procurei e encontrei uns panos de chão velhos pra limpar todo aquele sangue. Quanto mais eu esfregava, mais sentia o sangue ressecando na minha pele, grudando e lutando pra não me deixar mais. Fui até a sacada com uma sacola e enchi com todas as frutas que consegui colher e carregar. O corpo do ministro me encarava enquanto eu ia saqueando a casa dele. Acabei com uma garrafa de Absolut e a joguei da sacada. Achei ter ouvido ela se estilhaçando lá embaixo na Paulista.
Voltei cambaleando até o corpo do ministro. Peguei um pedaço de ferro qualquer usado pra cuidar das árvores frutíferas e, sem o menor pudor, comecei a espancar o corpo do defunto.
_ Isso é por toda humilhação que me fez passar! Isso é por todas as bilus mortas nestes anos! Isso é por todas as bilus que apanharam vítimas de preconceito! Isso é por você, Litta Walitta! Por você, Kilo Minhoca! Por você, Cindi Loka! Isso é por todas minhas amigas! Seu canalha!
Continuei batendo o cano contra o ministro até que tudo que havia restado era um monte de carne disforme. Estava completamente dominada pela ira e peso da humilhação. Acho que nem era eu mesma naquele momento. Só sei que me sentia uma Jill Valentine pós-futurística. Sem o menor remorso, finalizei o serviço dando uma bela catarrada onde devia ser o rosto dele.
Peguei o arquivo confidencial de Roxxana Veludo, coloquei junto com as frutas que roubei do pomar do ministro, peguei outra garrafa de Absolut e tomei o elevador até o andar térreo, completamente suja de sangue e bêbada. Quero mais é que se foda!
Trouble
Real Vocal Mix
Upside Radio Mix
Original Jazz Vocal
Tom Multon's New Edit
Junior's Black & Blue Mix Edit
Deep Dish Vocal Remix
Satoshi's Def Vocal Mix
Satoshi's Def Dub
UBQ's Club Dub Remix
Hold on to your dreams...
Qual é o problema em chupar meu edy?!
A Joi Cardwell devia me agradecer por postá-la tanto aqui no meu blog, viu? Tá bom que é tudo ilegal, mas abaphe the case! "Trouble" é o primeiro single importante e de sucesso da carreira da bunita e recebeu remixes bafônicos que toda biluzinha da house precisa ter no seu iPod! Comecem pegando o Upside Radio Mix, que é bem gostosinho pra deixar tocando enquanto você limpa a casa. O Tom Multon's New Edit segue a mesma linha e, na verdade, eu não sei se o Upside Radio Mix é uma versão editada dele. Enfim.
Pras lokas dos seus respectivos kools do recinto, se joguem no ÓTEMO Junior's Black & Blue Mix Edit que faz parte da época em que o Junior Vasquez ainda ahazzava. Dez minutos de puro travestismo na buatchi! O Deep Dish Vocal Remix é outro que merece ser baixado e dançado! Um clássico da dance floor!
Pra uma coisa mais classic house, se jogue no Satoshi's Def Vocal Mix do Satoshi Tomiie. Uma coisa... assim... bem def mix! Adógo! Por fim, o UBQ's Club Dub Remix que muito me agrada com sua pegada dub e dark house!
Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Olha, é um kool sem xuca encontrar os remixes mais antigos da Joi Cardwell. Se você, por alguma força divina, tiver alguma das versões abaixo, me manda, tzá?
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Quarta-feira, Agosto 10, 2011
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