Post de uma bêbada

Hoje eu decidi fazer algo de diferente: sai com minhas amigas Litta Walitta e Alvina Petrolínea e enchi a cara. Voltei pra casa e sentei a busunfa na frente do PC, completamente impossibilitada de deitar e ver o mundo girar e girar até acabar na boca da privada, e vim postar no meu blog assim... embriagada. Não vou revisar o texto. Não vou ver se tem erro de digitação. E vou mandar um beijo e toma no kool pra quem vir me corrigar. Hoje eu tô pra lá de Bagdá. Numa Bagdá ébria e etílica.

Ainda não me recuperei 100% do piriri que me deu na minha última viagem a negócios. Pois éam, meus amores, se peido, me cago toda. Enfim, acontece com todas e eu sei. Tô numa onde de cascata marrom que só por Diana Ross! Mesmo assim, decidi reencontrar minhas amigas e ver o que ia dar. A noite tava indo super bem, sem vontade de peidar, sem vontade de cagar, ou seja, tudo maravilha! Já tava até cogitando que meu bolo fecal tinha retomado à forma original, mais densa e consistente. LEDO ENGANO!
Eu e as meninas fomos na Tunnel, buatchi crássica da noite guêi de São Paulo, e toma mais vodka com Fanta Uva na cuceta. A noite começou com vodkiquinha e suco de ameixa. Meu amô, sou exótica. Quantas bilus você conhece que toma vodka com ameixa?! Eu sou a primeira! Não sou? Enfim, vodka com suco de ameixa na veia. É gostoso! Recomendo! Sente o drama. Antes de ir embora pra buatchi, mega calibrada, alterei a intenção etílica pra Keep Cooler. Sou clássica. Sou phyna. Keep Cooler de pêssego, porque não sou obrigada.

Até aí, eu tava no meu estágio loka do meu kool tradicional. Achamos uma rádio de disco music na rádio virtual e ficamos pulando pra lá e pra cá, que nem três pulgas. Acho que pular e beber ao mesmo tempo é o futuro da bilu internada. Fika a dika.
Por milagre de Diana Ross, não vi o mundo girar no táxi a caminho da buatchi. Bom sinal! Geralmente, sempre calibrada, o caminho até a balada é um redemoinho loko e sem fim. A buatchi tava cheia. Cheia de casais hetero, pra variar um pouco. Não sei porque hetero gosta de ir em buatchi guêi pra se atracar. Vai pro motel! Vai pra buatchi hetero, meus amores! Deixem os espaços guêis pros guêis! Enfim, chega na buatchi e toca mais vodka com Fanta Uva no edy! A inovação de Litta Walitta rendeu até um "Sério!?" da barwoman! Até imagino o diálogo!

_ Quero uma vodka baratinha com Fanta Uva!
_ Sério!? Tem certeza!? Não vendemos essa combinação desde as noites do R$ 1,99!

O babadu não ficou ruim. Mas tão pouco bom! Ficou... assim... digerível. Pra não dizer, por engano, dirigível. Decidi soltar um punzinho. Enfim, que levante a mão quem NUNCA soltou um pum na buatchi! É simples, fácil e indolor. O odor se mistura aos odores locais. Uma coisa... assim... imperceptível! Bom, pra mim, não foi imperceptível. Senti um certo molhadinho na calcinha. Pensei Pronto, soltei um peido carregado. Toca correr pro banheiro e se limpar e ver o tamanho do estrago! Não vou entar em (mais) detalhes escatológicos. Digamos que sai do banheiro deixando uma herança milionária pra quem entrou em seguida...

No meio da pista, devidamente limpa e cheia de papel higiênico na calcinha, eis que encontro uma bilu conhecida e colecionadora de perfumes, baixinha e NADA fazible. Só me falta grudar em mim como carrapato. Dito e feito! Grudou e não largou por nada do edy de Litta Walitta. Até disse que o edy tava limpo! E cheiroso! Tenho medo de certas atitudes.
Inúmeras tentativas de dar um perdido sem sucesso depois, olhei o celular e vi a hora. Hora de virar abóbora. No táxi de volta pra casa, falei pra Litta que às vezes sinto falta um after hours babadu pra dias em que você quer ferver mais e até mais tarde. Conforme a idade vai chegando, esses momentos vão ficando cada vez mais raros, mas vez ou outra ocorrem... Como hoje. E cá estou, bêbada, feliz e elétrica ainda, contando pra vocês, ilustres desconhecidos, a noite de uma diva del sexo anale!

Um beijo,
Maddyrain

Can You Feel It

Vocal
Instrumental
Accapella
Spoken Word Dr. Martin Luther King Jr.
Robert Owens Mix

In my house there is ONLY house music...

Tá sentindo meu edy?
Momento nerd do dia: conheci "Can You Feel It" jogando GTA, tzá? Andava pelas ruas de San Andreas atropelando pedrestes, dando tiros e ouvindo "Can You Feel It" pelo rádio do carro! Uma loucura!
Essa música, dos primórdios da house music, é simplesmente maravilhosa! Dá uma vontade de sair dançando por aí e gritando "I am, you see... I am the creator! And this is my house! And in my house there is ONLY house music!". Uma loucura! Se joguem na versão Vocal. Linda! Peguem também o Robert Owens Mix, que não muda o instrumental, mas tem os vocais dele. LinkTem também uma versão com o discurso do Martin Luther King, mas aí já é demais, néam?

0 Bilus felizes:

Alô?! Maddyrain chamando!

Você acaba de adentrar as entranhas do mundo de Maddyrain, uma profissional da "náiti guêi" de São Paulo que ama house music e decidiu fazer a boazinha e compartilhar parte de seu acervo musical.

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