O senhor das bananas

Com a boca sangrando, gritei:

_ Fabinho das Bananas!?
_ Eu mesmo. Mas quem é você?
_ Eu sou... Alejandro! Sua nova... seu novo mordomo.
_ E da onde me conhece? Ah, já sei. Claro! Das revistas.
_ Você posou pra G Magazine?!
_ Não. Ainda não.
_ Pois devia. Eu acho que te vi... - pensei em qualquer revista fútil e de xente desocupada - Caras! Isso! Na Caras! Atóron aquela revista! E aquele castelo? Uma loucura medieval ryka! E a ilha de Caras? E a usina de Caras? Você ficou sabendo que eles têm até o puteiro de Caras, néam?
_ Você mordeu meu cacete! - gritou Pigmaleão.
_ Aim, desculpa, foi o reflexo.
_ Eu acho que te conheço de algum lugar...
_ Éam? Acho... acho que da Ilha do Bororé!
_ Você é da Ilha do Bororé? Eu também!
_ Eu sei. - seu maldito, ordinário - Eu morava lá. Acho que a xente estudou juntos.
_ Na Ilha do Bororé? Mas não tem escola lá.
_ No Bar do Oswaldão então! Aprendemos a beber cachaça lá...
_ Hm... pode ser. Mas não me lembro de nenhum Alejandro.

Se você chegou ontem e não sabe quem é o Fabinho das Bananas, vou fazer um breve resumo. Quando voltei à vida, vim toda reformulada e phêmea. Com direito a peitinhos originais e xaninha originais da fábrica. Decidi levar uma vida moderada e virgem. Quis casar, constituir família, deixar gozar dentro e virar dona de casa. Conheci o Fabinho das Bananas e me apaixonei por aquele corpo forte, esculpido por anos carregando caixas de bananas pela ilha até as feiras em São Paulo. O bunito era noivo da... da... aim, esqueci o nome dela! Tadinha. Eu crio as personagens, mas esqueço dos nomes. Enfim, o bunito era noivo, mas a outra era evangélica e só ia dar a pirikita depois do casamento. Resultado? Mostrei minhas partes íntimas, deixei ele pintar e bordar comigo e consegui o bophy pra mim.
Juramos amor eterno, muita banana e decidimos nos casar. Ninguém nunca imaginou que eu, Maddyrain, conseguiria casar... E VIRGEM! Fiquei loka do meu kool com os preparativos. Levei toda a nação guêi pra Ilha do Bororé. Quase levamos aquele pedaço de terra abandonado pro fundo da Represa Billings com muito glamour e purpurina. Fui vestida de branco até a igreja pra descobrir que eu havia sido abandonada no altar pelo Fabinho das Bananas. O cafuçu deixou uma carta (com milhares de erros) dizendo que era irmão do meu antigo escravinho, Murilo Muniz, e estava se vingando de mim. Fiquei ahazzada e humilhada. Como pude ficar tanto tempo sem sexo eu não sei. Fugi da Ilha do Bororé e nunca mais voltei pro meu cafofo.

Quando descobri que ele havia se casado com Roxxana Veludo, uma contraparte minha de uma realidade alternativa, decidi vir trabalhar na casa dela pra me vingar dos dois, porque tudo que é duplo é mais gostoso. E lá estava eu, prestes a chupar uma piroca monstruosa quando entra aquele corpo todo trabalhado, suado, sensualizado e só de cueca Calvin Klein.

_ Ah, mas eu me lembro de você.
_ "Senhor"! A criadagem deve chamar os patrões de "senhor" e "senhora"!
_ Aim, mas ele é meu amigo de infância. Já chupei essa banana fárias fezes. Como eu tava te falando, eu lembro de você. Do seu casamento. Eu tava lá quando você fugiu da noiva.
_ Foi necessário...
_ Coitada da... como era o nome dela mesmo? Maddison?
_ Algo assim. - "Algo assim"?! Minha vontade era voar no pescoço dele! E que pescoço bonito...
_ Enfim, tadinha... Você não tava apaixonado? Não amava a bunita?
_ As coisas são mais complicadas do que isso e não vou discutir meus sentimentos com o mordomo.
_ É isso mesmo, patrão Fábio. Tem que colocar a criadagem no seu devido lugar.
_ Inclusive você, Pigmaleão. Guarde seu caralho pra dentro! Alejandro, venha comigo. Preciso de meu shorts de corrida.
_ Mas você fica tão melhor assim...

Acompanhei Fabinho das Bananas até o quarto principal da mansão de Roxxana Veludo. O ninho de amor dos dois era enorme. Meu cafofo cabia umas quatro vezes dentro daquele quarto. A cama era toda trabalhada no estilo imperial, com um dorsel enorme e de veludo vermelho. Aliás, tudo era de veludo e vermelho. Uma coisa... assim... bem puta de luxo e brega.

_ Veja se encontra ali no clósiti meu shorts de corrida da Puma.
_ Xente... o que vem a ser um "clósiti"?
_ Aquele quartinho que é armário de roupa.
_ Ah! O closet.

Minha vontade de rir só não era maior que minha vontade de me jogar na cama enrolada naquele corpo e fazer um sexo bem selvagem e safado. Entrei no closet. Saudades do meu tempo de riqueza. Gavetas e mais gavetas. Cabides e mais cabides. Aposto que ela também guardava o padê importado em alguma caixa de sapato escondida. Abri qualquer gaveta e comecei a fingir que procurava o shorts do bunito enquanto ia checando as marcas importadas. Aim que susto! Senti algo duro roçando na minha bundinha! Levantei a cabeça e olhei pelo reflexo do espelho Fabinho das Bananas sensualizando com minha retaguarda, respirando no meu pescoço, passando aquela barba por fazer pra lá e pra cá. E agora, Brazyl!?

Out of Reach

Original Mix
Acoustic Radio Version
Almighty Vocal Mix
Almighty Radio Edit
Almighty Dub Mix
Sunship Vocal Mix
Sunship Dub Mix
Blacksmith Rerub Mix
Architechs Mix
Architechs Radio Edit

Was I ever loved by you?

Chupa meu edy mesmo sem amá-lo:
Xente, a música de hoje é... assim... a coisa mais fofa deste mundo! Out of Reach ficou famosa porque era da trilha do filme da Bridget Jones (aliás, super recomendado). Podem pegar o Original Mix. Uma baladinha super triste e gostosinha. A Acoustic Radio Version também é super bonitinha. Não é muito diferente da versão original, mas é válida!
Out of Reach até recebeu alguns poucos remixes, mas a xente só vai ficar com os do Almighty mesmo, porque o resto é extremamente dispensável. O Almighty Vocal Mix é um dance pop diva bem legal pra você jogar seu cabelón pra lá e pra cá com toda glória. Uma delícia!

Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Aim xente, encontrar coisas da Gabrielle na Internet é um exercício de paciência que eu sinceramente não tenho! Se você tiver alguma das versões abaixo, faz a linha caridosa comigo que já te apresentei tanta coisa interessante, néam?

blacksmith radio edit 3:42
sunship radio edit 3:26

0 Bilus felizes:

Alô?! Maddyrain chamando!

Você acaba de adentrar as entranhas do mundo de Maddyrain, uma profissional da "náiti guêi" de São Paulo que ama house music e decidiu fazer a boazinha e compartilhar parte de seu acervo musical.

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