Teste do sofá

Pigmaleão entrou no saguão, olhou pra xente de cima pra baixo, fez cara de "não te quero nem morto" e mandou a xente segui-lo pra trocarmos de roupa. Quase falei Meu amô, não diz que não me quer quando eu nem mesmo cogitei tirar a roupa pra você! Se tem xente que eu não tenho paciência é quem se acha gostoso demais e não tem espelho pra ver os defeitos de fábrica. Seguimos o anão por um corredor enorme com quadros sensualizados na parede mostrando posições sexuais louquíssimas. Litta Walitta parou pra admirar um em que o cafuçu enfiava a piroca numa biluzinha completamente amarrada na beira de um penhasco. Imagine o perigón!?

_ Vamos seguindo, por favor? Bom, você aí. O alto. Você será o mordomo, não? Bom, você terá um treinamento mais extenso. Trouxe caneta e papel?
_ Claro que naum, néam? Tá escrito "papelaria" na minha testa?
_ Não, só "otário" mesmo. Você, o magro, você vai pra cozinha. Suellen Regina está te esperando.
_ E quem é Suellen Regina na noite?
_ Ela será sua sous-chef.
_ Gente... mas o que é isso?
_ Bom, meu querido, se você não sabe o que é um sous-chef, receio ter que avisar Patroa Roxxana que sua escolha foi um tanto quanto equivocada.
_ Eu tava só te testando, gato. Não precisa estressar.
_ Não estou estressado! Quem é que tá estressado aqui?!
_ Meu kool.
_ Tenho um ótimo remédio pra desestressado rabo de viado abusado. - olhou pra Litta Walitta e começou a acariciar a neca presa no meio daquelas perninhas. A bunita arregalou os olhos num mix de espanto, nojo e curiosidade - E você, o afeminado, você vai pra garagem.
_ Como assim "o afeminado"? - perguntou Kilo Minhoca com as mãos na cintura.
_ Eu preciso mesmo te explicar? Você é mais feminino que o público da Curves em horário de pico.
_ Mad... Alejandro, eu não tô preparada... preparado pra esse tipo de tratamento!
_ Pigmeu, Roberto toma remédios muito pesados. Fazofavô de maneirar com ele, tzá?

Passamos rapidamente pela cozinha, no maior estilo industrial, tudo de aço escovado, reluzindo e com cara de nunca ter sido usado antes, e entramos numa espécie de vestiário pros criados da casa. Pigmaleão mostrou nossos armários e os uniformes. Kilo Minhoca ficou com o mais básico dos três, um terno Armani preto, quepe e luvas brancas. Olhei pra bunita depois de vestida e até atendia se não fossemos irmãs e ela tão mona. Litta Walitta ficou com um avental branco todo bordado escrito "Cook My Ass" com letras garrafais e chapéu de cozinheiro branco com detalhes vermelhos. Perguntou se podia colocar algumas hastes de batedeira no topo, pra não perder o clima, mas foi ignorada. Eu fiquei com o uniforme mais bizzaro de todos! Era uma versão tamanho maior da roupa de corte francesa que Pigmaleão usava. Olhei aqueles babados e flufluflus e perguntei:

_ Gato, eu sou uma pessoa que sente muito calor. Fico toda assada na virilha e no edy se o calor é insuportável. Não vou conseguir isso.
_ Você não sentirá calor aqui dentro. Temos sistema de ar condicionado pela casa toda.
_ Aim, então tá bom. Gosto de xente ryka porque eles pensam em tudo.
_ Bom, vocês dois podem ir para seus locais de trabalho. Você vem comigo para eu te ensinar a rotina da casa.

Abracei Kilo Minhoca e Litta Walitta, desejei boa sorte pras bunitas e segui Pigmaleão até o escritório dele; uma salinha pequena, mas estilosa, com vários dildos presos no vidro da janela. Fiquei com medo de perguntar o porquê da decoração convidativa. Ele sentou em cima de algumas listas telefônicas para ficar do tamanho da mesa, entrelaçou os dedinhos das mãozinhas e me encarou.

_ Você sabe o que é ser anão?
_ Eu naum! Longe de mim!
_ Você sabe o que é ser ridicularizado durante toda sua vida?
_ Essa a xente pula.
_ Bom, eu não vou te contar como é. Mas vou te contar que agora que cheguei no topo, eu tô pronto pra foder com a vida de qualquer viadinho querendo roubar meu cargo. Você tá entendendo?
_ Eu tô.
_ Então é bom você fazer o que eu mando e ficar na linha, senão eu acabo com sua graça e você só vai conseguir emprego na Ilha do Bororé.
_ Aim... nem me fala naquele lugar... Pigmeu, deixa eu te falar um babadu forte: eu tô pouco me cagando pro seu cargo e meu interesse em virar capacho de Roxxana Veludo tá na escala abaixo de zero. Então relaxa e não vem cantar de galo pra cima de mim. Agora você tá me entendendo? - ele me encarou subiu nas listas telefônicas e pulou na mesa.
_ Gostei da sua atitude. Fiquei excitado. Bom, pra trabalhar aqui como mordomo, tem que mostrar que tá pronto pro serviço. Vai ter que chupar.
_ Chupar o que, meu querido?
_ Minha piroca! - abaixou as calças e vi, em câmera lenta, uma piroca quase do tamanho de meu braço desenrolar e encostar mesa. Não consegui conter o espanto.
_ Xente!
_ Tô acostumado com esse tipo de reação. Agora chupa.

Olhei praquele troço enorme. O troço enorme olhou pra mim. Pensei Será que eu já chupei um anão? Não lembro. Já chupei e dei pra tanta pica diferente. Será que tá faltando uma neca de anão pra minha coleção? Xente, mas assim grande! Será que fica dura? Eu odeio neca meia-bomba! Quando ia aproximando minha boquinha inocente na ponta daquela neca monstruosa, a porta abriu bruscamente.

_ Pigmaleão, onde está meu short de corrida!?
_ Patrão Fábio!

Virei o rosto e lá estava ele, o homem que me abandonou no altar! Fábinho das Bananas! Suado, sem camisa, corpo à mostra... e só de sunga... Mordi a neca de Pigmaleão num impulso de raiva.

Continua...

Throb

Album Version
Morales Badyard Club
David Morales Legendary Club Mix
David Morales Legendary Dub Mix

I can feel your body pressed against my body...

Chupa meu edy que geme...
A música de hoje nem é super conhecida, mas eu tenho certeza que foi gravada enquanto a Janet tava dando a xiriquita no estúdio! Puro sex house! Música pra foder, meu amô! Se joga na Album Version e coloca o edy pra fora pra piscar! Throb faz parte da época em que a Janet ainda fazia música legal. Os remixes são do David Morales, então vocês já sabem o que esperar, néam? A diferença entre eles é MUITO minúscula, então se joguem no David Morales Legendary Club Mix! Um house delicioso com um órgão que me caga toda. Pras bilus dubísticas como eu, super peguem o dub. Recomendo.

0 Bilus felizes:

Alô?! Maddyrain chamando!

Você acaba de adentrar as entranhas do mundo de Maddyrain, uma profissional da "náiti guêi" de São Paulo que ama house music e decidiu fazer a boazinha e compartilhar parte de seu acervo musical.

Filhos da Maddyrain

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