Maddyrain e os 7.000 anões

Acordei pro meu primeiro dia de trabalho celestial! Será que eu teria asinhas? Sempre quis ser uma anja. Kristine W, a Trava Noel, deixou eu dormir no celeiro junto com os gogo boys que puxavam os trenós. Levantei cuspindo feno e porra e fui pra fábrica Dildos Natalinos S.A.

_ Bundinha, chefinha.
_ Maddyrain! Eu tô desesperada!
_ Oguêfoi?
_ Acabou meu padê!! Tô sem pó! Tô sem nada! Não posso viver assim!
_ Calma, gata. Já passei por essas crises de abstinência. Sei como é. Você tem que arranjar algo que seja parecido com pó.
_ Já tentei cheirar Pó Granado, mas não deu certo! Já me joguei debaixo do sofá pra cheirar o pó acumulado, mas não adiantou também! O que eu faço?
_ Ai, vai naquela lousa ali. Cheira pó de giz! Já funcionou comigo!

O meu trabalho envolvia todo o processo de fabricação dos dildos que as bilus mais ávidas por neca pediam no Natal.

_ Maddyrain, deita com o rabo pra cima naquela cama.
_ Assim?
_ Isso! Um dos anões vai tirar a medida do seu rabo.

Chegou um anão. Desculpem meus leitores anões, mas não sinto a mínima atração. Não rola. Ele veio gingando, puxando a benga arrastada no chão.

_ Oi.
_ Inhaím.
_ Tá preparada?
_ Sempre.

E lá, no céu, na fábrica, nas nuvens, no serviço, perdi minha virgindade com um anão. Aquela pirocona quase maior que o dono ficou dura rapidinho e numa coisa super profissional e analítica, ele rodava aquela tromba no meu edy, calculando e tomando nota de tudo.

_ E aí? O edy é bom?
_ É sim, dona Kristine W.
_ Ótimo. Você passou no teste, Maddyrain. Podem começar a produção.

Dois anões vieram me atar na cama numa posição super ginecológica, mas nada ecológica. Enquanto Kristine W cantava The Boss no alto, com duas anãzinhas super phemynynas como Kristinetes, a produção de dildos corria solto. Um por um, os anões vinham meter no meu edy os dildos que saiam ainda quentinhos da máquina. Ai que loucura! Uma dildo maker!

_ Trava Noel! São quantos anões nessa fábrica?
_ Um número mítico e místico, Maddyrain! 7.000 anões, em homenagem à nossa fundadora: Branca de Porra. - a bunita tirou um cortina velha e empoerada que cobria um quadro enorme de uma travesti vestida de princesa.
_ Hmmm... ahhh... mete de novo porque preciso testar esse de novo. E me conta, Trava Noel. O que aconteceu com a Branca de Porra.
_ Reencarnou, ué. Nossa passagem pelo céu é temporária. Eu sou diretora e Trava Noel há pouco tempo. Desde que eu assumi e a ex-provadora de dildos reencarnou, a produção tem sido super baixa. Mas tudo irá mudar com Maddyrain! Você pode até ser a próxima Trava Noel!

O dia foi passando e a sirene histérica gritou. Dois anões vieram me desamarrar. O edy piscava. Acho que nunca levei tanta neca (de borracha) no edy num só dia. Ai que saudades dos meus tempos de diva del gang bang...

Fui pro meu escritório e olhei aquela pilha de cartas pra Trava Noel. Oguê?! Enquanto eu fico aqui lendo esse monte de cartinha, a senhora fica entupindo o nariz com pó e se colocando?! Chega! Eu quero é festa! Quero é neca! Vou pra academia!

The Boss

Love to Infinity Love in the Club Mix
Love to Infinity Radio Edit
Too Vicious Club Mix
Johnny Vicious Radio Edit
Tracy Young Big Club Mix
Tracy Young Radio Edit
Jamie J. Sanchez After Midnight Club Mix
Jamie J. Sanchez Frisco Radio Mix
Paul Goodyear Circuit Mix
Paul Goodyear Funky Downunder Mix
Paul Goodyear Radio Edit
Junior Vasquez Dark Room Club Mix (thanx to DJ VYL!)
Krafty UK Extended Mix

N-Trance/Mike Lewis Extended Club Mix

But love taught me who was the boss...

Chupa meu edi que eu gosto:
Pois é, meus amores, a xente sai de um single tão babadeiro como Hyperballad, cheio de remixes e estilos diferentes pra cair em The Boss da Kristine W que super leva o Selo "Neca Gostosa", mas não é tão gostosa assim. Os remixes seguem todos a linha atual de club mixes e super não adicionam nada à minha vida loka. Craro que continuo preferindo a versão original da diva deusa Diana Ross, néam?

Os kéridos do Love to Infinity super deram uma atualizada nas batidas e instrumentais de sempre. Ainda bem! Juro que não aguentava mais aquele remix de Say a Little Prayer reproduzido mil vezes, mudando apenas os vocais! O Love to Infinity Love in the Club Mix é bem gracinha. Ainda mantém todo aquele clima vintage do LTI que a xente atóra e não é tão escandaloso pra buatchi. É uma coisa mais rádio.

Pra bater o cabelón nós temos o maravilhoso Too Vicious Club Mix do ótemo Johnny Vicious. Super buatchi fervida e já tô até vendo a biluzada ahazzando na dublagi. Só pelos pianinhos esse remix me conquistou. Puro classic glam.
Eu nunca fui lá muito fã da sapata Tracy Young, vocês sabem. Os remixes dela variam de chatos pra chatinhos. Será que as sapas só gostam de coisas chatas? De toda forma, o Tracy Young Big Club Mix é pura fechação de buatchi! Super pintoso e recomendado!
Aproveita que você tá colocada e descendo até o chão pra se jogar também no Jamie J. Sanchez After Midnight Club Mix. Esses remixes foram todos feitos pensando em você, vinhado.

Os remixes do Paul Goodyear continuam na mesma linha club diva, mas prefiro os que eu já citei. O Krafty UK Extended Mix também não faz a minha cabeça, nem o trance super outdated do N-Trance/Mike Lewis Extended Club Mix. Parece música de video game. E video game chato.

Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Amorzinhos do meu edy loko, se você tiver alguma destas versões, não faz a maldita e me manda!

emoticon chill mix 4:16
krafty uk radio edit 3:52
n-trance/mike lewis radio edit 3:44

1 Bilus felizes:

gersonoafilho disse...

tava vendo no google reader mas tive que vim aqui só pra dizer: que capa H-O-R-R-O-R-O-S-A é essa minha gente? não compraria este single nunca!
morri com o "gonga que eu te gonga"! aCUado...

Alô?! Maddyrain chamando!

Você acaba de adentrar as entranhas do mundo de Maddyrain, uma profissional da "náiti guêi" de São Paulo que ama house music e decidiu fazer a boazinha e compartilhar parte de seu acervo musical.

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