Pede que eu dou: Faithless - God is a DJ

God is a DJ

Radio Edit
Monster Mix
Monster Mix Edit
Early Days Mix
First Ever Mix
Fast Mix
Rollo & Sister Bliss Deep Mix
Rollo & Sister Bliss Tuff Mix
Yes He Is
Meltdown Mix
Serious Danger Mix
Anthony Acid Full Mix
Sharp "Lewd in London" Remix
Sharp Remix Edit
Taucher Remix
Mezada Remix
God is a Beckham - BBC World Cup Anthem


Fiz a capa do meu single no Paintbrush sozinha:
Xente, pros adeptos dos narcóticos proibidos por leis brasileiras, tem coisa melhor que ouvir Faithless toda colocada?! Gosto de praticamente todos os singles que eles lançaram e sinto falta de mais remixes do Rollo & Sister Bliss pra outros artistas. Bom, o Monster Mix de "God is a DJ" é maravilhoso. Tudo que se pode esperar dum "Monster Mix" deles. Hipnótico... épico... enfim! Um ahazzo! Todos os remixes são variações do mesmo tema, mas não deixem de ouvir o ótemo Rollo & Sister Bliss Deep Mix.
Agora vem a notícia triste: todas as outras versões não saem do trance chato e datado. Eu, que nunca fui fã de trance, mega ignoro tudo, mas estão aí pras bilus completistas de plantão.

Vamos falar da RuPaul: Realness

Pegando todo mundo de surpresa (ou só eu mesmo!), RuPaul lançou o seu sétimo álbum, "Realness", junto com a estreia da sétima temporada de "RuPaul's Drag Race". Xente, que misticismo numerólogo, néam? Só faltava o álbum ter sete faixas apenas.
Bom, mas parece que a lacuna de um ano entre o "Born Naked" e o "Realness" foi bastante puxada pra RuPaul, porque aqui temos um álbum produzido por várias pessoas, não apenas o fofo do Lucian Piane. Dessa vez temos produções do Eric Kupper (após anos sem trabalhar com a RuPaul), Dave Audé e Frankmusik. Além disso, o álbum também é cheio de participações especiais, como a Michelle Visage e outras drags americanas (mas nenhuma que já tenha participado do "RuPaul's Drag Race").
Mas lançar um novo álbum tão cedo acabou prejudicando a divulgação do "Born Naked", que teve pouca exposição, mas nada supera o hit "Sissy that Walk"! 

Sonoramente, temos uma verdadeira ode ao house music dos anos 90. Mas... assim... é quase como voltar no tempo, tzá? Uma delícia! Infelizmente, nem tudo é um mar de rosas... O "Realness" conta com cinco interlúdios com a RuPaul falando. Vou ser franca e admitir que nunca parei pra ouvir o que ela tem a dizer. Sorry, Mama Ru.
O "Realness" foi lançado em março de 2015 e conta com o seguinte tracking list:

1- L.A. Rhythm
2- Color me Love
3- I Met Him on the Dance Floor (Interlude)
4- I Blame You
5- Throw Ya Hands Up (2015)
6- This is a Picnic (Interlude)
7- Die Tomorrow
8- The Realness
9- A Dream You're Having (Interlude)
10- L.A. Rhythm
11- Born Naked (Stadium Remix)
12- Drag Mocks Identity (Interlude)
13- Step it Up
14- LGBT
15- Thorns of a Rose (Interlude)

O álbum abre logo com a participação da Michelle Visage, amiga íntima da RuPaul e que cansa minha beleza intestinal com seus comentários várias vezes. L.A. Rhythm é uma delícia de house e as batidas são super nostálgicas. Na verdade, não sei bem onde é que a Michelle aparece na música, já que os trechos cantados são poucos. A música volta na décima faixa com um remix produzido pelo Matt Moss e consigo perceber mais a presença discreta da bunita aqui. O remix é baphônico.
Color me Love tem participação de uma tal de Rebecca Romijn, que eu nunca ouvi falar. Mais um dance bate cabelo noventista. Eu prefiro a pegada de I Blame You, que é ótema! Até agora, o "Realness" não decepciona.
Em seguida, temos uma nova versão de Throw Ya Hands Up, lançada originalmente no álbum "Champion". Aqui a música ficou mais jogativa e lacradora de edys. Esse Ellis Miah, que eu também não conheço, ahazzou na produção das últimas duas faixas.

Die Tomorrow é o primeiro deslize do "Realness". Na minha opinião nada humilde, o Frankmusik não captou a essência do house dos anos 90 nessa música. Felizmente temos a produção do Eric Kupper em The Realness. Enfim, eu ADÓGO o trabalho do Eric Kupper e aqui ele não desaponta. House de qualidade, meu amô!
Outra música que reaparece aqui é Born Naked, mas num remix mil vezes mais jogativo que a versão original do álbum anterior. Mas não me agrada não...
Bom, Dave Audé já foi genial, mas ultimamente não tem feito muita coisa boa, não. Step it Up é MEGA nostálgica e jogativa. Ponto pro bunito que acertou em cheio no clima dos anos 90. Eu se fosse ele lançava um remix gritando naquelas sirenes! Fika a dika! Por fim, a esquecível LGBT, que fecha o "Realness" com chave de edy cagado. Uma pena um álbum tão fodástico terminar assim, mas enfim... o resto é o que importa!

E encerramos aqui esse passeio pela discografia talvez não muito conhecida da maior diva drag da história, RuPaul. Pra mim, seu maior trunfo não é sua carreira musical pra lá de irregular, mas sim seu papel e importância em colocar a cultura gay e drag em evidência nos Estados Unidos e em tantos outros países, como no Brasil. Agora virou moda termos ex-concorrentes do "RuPaul's Drag Race" fazendo shows por aqui e lotando as buatchis de vários Estados. Imagina quanta drag marromenos não tá tendo que se virar nos trinta pra dar um up no visual!
Obrigadjénha, Mama Ru, por servir de inspiração para tantas guêis.

Um beijo,
Maddyrain

It's Gonna Be a Lovely Day

Radio Mix
Radio Mix II
Pop Radio Edit
Movin' the Crowd Mix
Movin' the Beats
Easy Listening Sax Instrumental
Clivilles & Cole Vocal House Remix
Palladium House Anthem I
Palladium House Anthem II
Dub House III
Deep House Instrumental
Character R&B Mix
Character Bonus Beats
Things is Lovely Mix


Será uma fofada adorável:
Bom, vamos começar com os esclarecimentos. "It's a Lovely Day" é uma espécie de cover de "Lovely Day", do Bill Withers. Já o The S.O.U.L. S.Y.S.T.E.M. foi um grupo dance formado por ninguém menos que Robert Clivillés e David Cole, do C&C Music Factory. Não fizeram muita coisa nesse grupo, mas o single de hoje fez parte da trilha sonora do filme "O Guarda- Costas", da Whitney Houston. Por fim, Michelle Visage é ninguém menos que a jurada mais bitch do "RuPaul's Drag Race". Pronto, agora que já tá todo mundo informado, vamos à música! 
"It's a Lovely Day" é aquela combinação bem típica dos anos 90 de dance com r'n'b. Ouça o Radio Mix e fique bege com a voz da Michelle Visage cantando. Não tem nada a ver com o que passa na TV, meu amô! Se curtir, o Movin' the Crowd Mix é a versão extended. O Easy Listening Sax Instrumental é bonitinha pra deixar tocando enquanto você limpa a casa.
Eu prefiro os remixes dançantes, óbvio! O Clivilles & Cole Vocal House Remix foi todo regravado e mega ahazza! Dance de qualidade, meu amô! Os dois Palladium House Anthem derivam dessa versão e não acrescentam nada digno de nota. Todos ahazzam igualmente. O Dub House III é um bapho com aquele órgão de igreja que eu AMO! Qualquer dia compro um órgão assim só pra ter em casa! Ai... pensando bem... deve ser um trambolho, néam?! Imagina limpar aquilo! Já mudei de ideia!

A senhora da verdade

Sabem, tem coisa que realmente não vale a pena... de verdade. Nada pode ser mais gostoso do que finalmente admitir que, chega, meu amô. Depois de tentar chupinhar meus amigos, meu estilo e tudo mais, acho que cada um deve agora seguir pro seu lado sem estress ou mais indiretas.

Um beijo e não me liga.

Talking with Myself

7" Edit
12" Version
Instrumental
Opium Mix
Deep Drama Remix
Anabolic Steroid Mix
Next Best Thing Mix
Frankie Knuckles Mix
Frankie Knuckles 7" Mix
Frankie Knuckles Edit
Frankie Knuckles Lovely Dub
Talking 2
Lambada Version
Riddim Mix
Riddim Dub Mix
Brixton Club Mix Master
Brixton Bass Dub
After Dark Vocal
Jazzy Piano Mix
Canny Remix
Canny 12" Vocal
Canny Radio Edit
Canny Dub
Beloved Club Vocal
Beloved Radio Edit
Blue Horizon


Bocca della verità:
Olha, já fazia tempo que a Billie Ray Martin não dava as caras por aqui e hoje decidi desenterrar um dos primeiros singles da carreira da bunita, quando ela ainda fazia parte do grupo Electribe 101. Aim, Maddyrain... nunca ouvi falar da Billie Ray Martin e muito menos desse tal de Electribe 101! você pode dizer. Não se sinta má, biluzinha! Billie Ray Martin só fez sucesso na sua carreira solo com o single "Your Loving Arms", que já apareceu aqui milênios atrás. E é uma pena essa falta de reconhecimento porque a racha tem uma voz lindíssima. 
Enfim, "Talking with Myself" é aquele tipo de eletrônico do final dos anos 80. Legal para alguns, insuportável para outros. Ouça o 7" Edit e tire suas próprias conclusões. Eu gosto, mas em doses homeopáticas.  

Como a maioria dos remixes da época é completamente dispensável, vamos pular logo pro trabalho do nosso kérido Frankie Knuckles. O Frankie Knuckles Mix é MUITO parecido com a versão original, apenas com a batida mais marcada e levemente mais acelerada. Tá longe de ser aquele house gostoso que faz a xente sair dublando pela casa, mas é de qualidade. A Lambada Version, que NÃO é uma versão lambada, tzá?!, ahazza no pianinho que a xente tanto ama. 
"Talking with Myself" foi curiosamente relançada em 1998 e ganhou novas versões. O Canny Remix super se joga no lounge music. Gostoso pra meditar em cima da grande piroca pulsante, mas cuidado pra não dormir. O Canny 12" Vocal, por outro lado, é aquele pai do trance mega ultrapassado. Por fim, o Beloved Club Vocal eu acho acelerado demais nos vocais, mas não é de todo ruim...

Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Aim, assim... até desisti.

instrumental edit  3:48
opium mix edit  4:58
instrumental  3:28
beloved surge mix  8:15

TBT: Maddyrain e os espíritos

[modo "Madre Maddyrain de Cu-que-Tal" on:]

Eu fiz um acordo com um hippie da Praça da República: ele manda pro meu santuário um monte de incenso toda semana e eu, como pagamento, capricho em nosso troca-troca de fluidos vitais. Estava eu, bunita e espiritualizada, meditando ao som de Enya quando de repente, não mais que de repente, Joanete Filha-do-Jack (a bicha mudou de nome de novo!) entrou no meu santuário toda esbaforida.

_ Madínha Maddyrain! Descobri um centro que dizem ser maravilhoso! Você faz uma ligação espiritual a cobrar e o espírito atende do além-túmulo! Quero ligar para Michael Jackson!
_ Calma, gata! Será que rola da xente ligar pra algum espírito necudo?

Chegamos na Confederação Espírita das Bichas Enrustidas do Estado de São Paulo reluzindo. Estávamos de branco da cabeça aos pés. Parecíamos duas assombrações andando pelas ruas. Fomos encaminhadas pro subsolo da Confederação. Que babado underground, Joanete! Atóron. Lá embaixo era, basicamente, um corredor cheio de portinhas. Um clima super misterioso. Fomos recebidas por uma telefonista espírita.

_ A porta de vocês é lá no fundo.
_ Xente, e o que tem atrás desse monte de porta?
_ São várias cabines telefônicas espirituais diferentes. - fomos cruzando aquelas portas ouvindo todo tipo de sussurro imaginável.
_ Eu sou uma índia, eu sou filha da lua, sou filha do sol...
_ Xente... Pai Rick Enriquette está no recinto, pelo visto!
_ Ai... assim não gosto... gosto de fist fucking... isso... agora eu quero um leg fucking... - Joanete tava ficando assustada.
_ You're always on my mind... you're always on my mind...

Elvis não morreu, meu amô. Ele se mudou pra Confederação Espírita das Bichas Enrustidas do Estado de São Paulo!
Chegamos na nossa cabine. Um círculo de pessoas sentadas no chão, com as mãos dadas e, no centro, um orelhão. Uma musiquinha ambiente de som de cachoeira tocava no fundo. Um clima muito zen. Entrei na sala e comecei a tirar a roupa.

_ Pode se vestir novamente! Onde você pensa que está?!
_ Desculpa, gato, mas achei tão relaxante o clima daqui! Quis ficar pelada! tem xente que não sabe mesmo apreciar os prazeres da vida. Sentamos no chão junto ao círculo e a sessão de ligação interurbana espiritual começou.
_ Hoje estamos aqui reunidas pra receber nossas duas irmãs espirituais Madre Maddyrain e Joanete Filha-do-Jack. Vocês vieram ligar para quem?
_ Michael Jackson!
_ Qualquer espírito necudo!
_ Decidam-se, vinhadas!
_ Chama o Michael, vai... - afinal, sou uma trava boazinha. De repente, o som de cachoeira parou e começou a tocar Who Is It. Xente, que exoteriké!
_ Ai não! Maddyrain não! Tirem essa travesti da roda!
_ Máquequeéisso?! Michael! Pode aparecer!
_ Não! Você me bateu! Machucou meu nariz!
_ Madínha! Acho que foi naquele dia no seu programa! Você não devia ter batido no Michael... tadinho...
_ Michael, deixa disso! Esse tipo de atitude não te levará a lugar algum! Venha para a luz, Michael!
_ Venha para a luz, Michael! Venha para a luz, Michael! - no centro do círculo, eis que surge uma projeção holográfica de Michael Jackson à la Star Wars.
_ É o Michael!
_ Michael, seu velório foi ontem!
_ Eu sei, vinhada! Estava presente.
_ Como foi ver a Mariah Carey jogar a carreira dela na latrina? Que foi aquilo?
_ Terrível, né? Juro que eu tava me revirando no caixão... Ninguém merecia aquilo! Eu espero que nem o Latino passe por aquilo no velório dele...
_ Gente, acho que a ligação está falhando! Michael! Michael! Volte para nós! Michael! - mas já era tarde. O rei já havia desligado o seu celular intergalático místico.

Voltamos pro santuário felizes. Também, pudera... Depois daquele showneral terrível, só um encontro com o Michael para nos alegrar um pouquinho. Meu celular começou a miar. Seria Michael me ligando do além-vida?

_ Alôin, Madre Maddyrain falando. Hoje é dia de descarrego.
_ Eu sei o que você fez e sei quem você é.
_ Sim, já assisti esse filme. Hey! Desligaram! Que uó! Já sei! - disquei o número de Cindi Loka. Ela atendeu.
_ Cindi Loka, boquete é R$ 15. Boa tarde.
_ O Código da Vinci! - e desliguei! Atóron passar um trote!

[modo "Madre Maddyrain de Cu-que-Tal" off.]

Who Is It

7" Edit
7" Edit with Intro
Oprah Winfrey Special Intro
Patience Mix
Patience Edit
The Most Patient Mix
Patient Beats
Brothers in Rhythm House Mix
House 7"
Brothers Cool Dub
Brotherly Dub
IHS Mix
Tribal Version
Moby's Raw Mercy Dub
P-Man Dub
Lakeside Dub


Quem é? É o meu edy piscando!
Amores da Maddyrain, não é todo mundo que conhece "Who Is It", um dos milhares de singles retirados do álbum "Dangerous". Aliás, "Who Is It" é um dos singles mais obscuros do Michael. Pra quem não sabe, a gravadora decidiu lançar a música como single depois que o Michael a cantou acapella no programa da (chata) Oprah Winfrey. Peguem o Oprah Winfrey Special Intro, que é a versão original com a tal introdução. Uma graça.

Vamos aos remixes. Bom, todo mundo sabe que eu fico toda cagada com os remixes dos Brothers in Rhythm! Atóron! O Patience Mix e o Most Patient Mix são, para os meus ouvidinhos, idênticos. Não consigo captar nenhuma diferença! Uma loucura. Podem pegar o Patience Mix, então. Segue aquela linha calma-lá-meu-filho dos Brothers in Rhythm (tipo o remix pra "Finer Feelings" da Kylie Minogue). É maravilhoso! O Brothers in Rhyhtm House Mix é mais pintoso e as biluzinhas fãs da house music de qualidade ficarão cagadas, principalmente com o pianinho no final, mas eu ainda prefiro o Patience Mix.
O Moby também colocou suas mãozinhas talentosas em "Who Is It". No entanto, não são remixes tão bons assim. O IHS Mix é muito lento, muito chato, muito foda mal dada! O Tribal Version é basicamente um dub cheio de batidas tribais. Esse eu gosto... ou melhor, acho mais interessante. Como eu sou uma trava dubística, acho que o Moby caprichou mesmo foi nos dubs. O Lakeside Dub é bem interessante com um orgão safado muito gostoso pra dançar. O P-Man Dub é um pouco mais lento, mas tem um pianinho que me lembra alguma outra música que eu não tô conseguindo lembrar o nome agora...

Vamos falar da Mariah Carey: Me. I Am Mariah... The Elusive Chanteuse

Own, e chegamos no último post pra falarmos da gigante discografia da Mariah Carey! Quem é que tá triste? Aim, eu até que tô, viu? São quantos anos de carreira mesmo? Aloka... não sei. Me digam nos comentários se você for bom de matemática.
Bom, minha intenção era deixar o último post natalino da bunita no ar até o Natal, mas a fila tem que andar, néam? Além disso, só faltava mais um álbum... e que porra de título é esse, Mariah!? "Me. I am Mariah... The Elusive Chanteuse". Assim: MEU KOOL. Não adianta reclamar, néam? Acho que o próximo álbum da bunita vai se chamar "Me. Mariah Carey. I like to go shopping dressing my black Versace with Melissinhas". Por favor, gata. Menos é mais. Claro que não em todos os contextos...

Olha só, antes de chegarmos ao "Elusive Chanteuse" (me recuso a ficar escrevendo aquele título enorme), vale a pena lembrarmos que a Mariah lançou o single de Triumphant (Get 'em) em 2012. Eu super achei que ele estaria no próximo álbum, mas fui feita de boba. Enfim, a música é de uma chatice r'n'b sem igual. Ou melhor, igual a tanta porcaria lançada pela Mariah nos últimos anos. Alguns remixes foram lançados com a intenção de enfiar Mariah Carey goela abaixo de todo mundo. Não deu certo.
Bom, o processo criativo do "Elusive Chanteuse" começou logo depois que o "Memoirs of an Imperfect Angel" perdeu a (pouca) graça que tinha e Mariah deu a luz aos seus gêmeos. Pois éam, meus amores. Parece que finalmente a bunita tava feliz com seu bophy, néam? Até que enfim! Só que a felicidade não existe, tá? Acordo, viado! Após seis anos de casamento, Nick Cannon e Mariah se separaram e esperem algumas faixas futuras pra tratar dessa relação.

O "The Elusive Chanteuse" foi lançado em maio de 2014 e conta com um time de produtores que não é novidade pra ninguém que acompanha a Mariah, com destaque pro Jermaine Dupri, Rodney Jerkins e Bryan-Michael Cox. A bunita obviamente não mexe em time que tá ganhando.
O álbum ganhou, além de quatro singles comerciais, uma versão deluxe com dois remixes de faixas do álbum anterior (criatividade é assim mesmo... às vezes não rola). O tracking list final é o seguinte:

1- Cry
2- Faded
3- Dedicated
4- #Beautiful (single)
5- Thristy (promo)
6- Make It Look Good
7- You're Mine (Eternal) (single)
8- You Don't Know What to Do (single)
9- Supernatural
10- Meteorite
11- Camouflage
12- Money
13- One More Try
14- Heavenly (No Ways Tired / Can't Give up Now)
15- It's a Wrap (bônus da edição deluxe)
16- Betcha Gon' Know (bônus da edição deluxe)
17- The Art of Letting Go (bônus da edição deluxe) (single)
18- America the Beautiful (bônus da edição deluxe japonesa)
18- Me. I Am Mariah... The Elusive Chanteuse

Cry abre as alas pro 14º álbum de Mariah Carey com uma pegada gospel e dramática bem bonita que remete ao passado da bunita. Saudade de você, Mariah. Claro que Faded tem que ir na contramão, néam? Um r'n'b que não acrescenta nada e é seguida por Dedicated, com o Nas. Mais uma faixa gueto power, mas um pouco mais contida. Tipo de música que eu COM CERTEZA pularia se tivesse ouvindo o CD no conforto do meu lar.
O primeiro single do álbum foi #Beautiful, com um mocinho bem feio chamado Miguel. Uma baladinha gostosinha, mesmo com esse tal de Miguel aí. Não ofende o ouvido de ninguém, mas a Mariah esfregando a xereca em cima da moto no clip da música pode ofender... fika a dika.

Thristy, mesmo sendo toda trabalhada no perigón, me agrada mais. Se eu fosse uma diva da periferia, subia no capô dum Fusca e faria uma performance bem loka derramando Chandon por todo mi cuerpo. Depois dava pro mecânico todo sujo de graxa ali mesmo na frente de todos! Que loucura!
Make it Look Good tem uma pegada old skool super bonitinha. R'n'b de raiz. You're Mine (Eternal) é a segunda baladinha do álbum e também não ofende ninguém. Claro que não vai tocar depois de "My All" ou "Butterfly", néam? You Don't Know What to Do foi o segundo single tirado do álbum e é um funk bem dançante e gostoso. Uma delicinha de música e o refrão simplesmente gruda, viu? Ponto pra Mariah.
Supernatural conta com a participação especial dos gêmeos da Mariah e Nick Cannon. Não é fofa? Se a Madonna já fez duas músicas pros seus filhos legítimos, por que a Mariah também não pode, néam? Assim como a Madonna não acertou nas músicas pros seus filhos, a Mariah também não.  

Aim, vou confessar que fiquei LOKA com o instrumental e as batidas de Meteorite! Xente, que surpresa agradável! Devia ter virado single com uma cacetada de remixes gostosos pra bicharada se acabar na buatchi! AMEI!
O clima dá uma segurada com Camouflage, uma baladinha mega calminha nos moldes de trabalhos antigos da Mariah. Em seguida temos Money, mais um r'n'b pra encher linguiça. E eu que nem sabia que a bunita tinha regravado One More Try, do George Michael!? Felizmente ela não cagou na música e a manteve ainda no nível "balada mela-calcinha" da original. 
Heavenly (No Ways Tired / Can't Give up Now) volta à sonoridade gospel da primeira música. Olha, fiquei até confusa com a quantidade de baladas desse álbum, viu? 

Na versão deluxe, temos o remix de It's a Wrap com a participação da Mary J. Blige. Uma parceria gostosa, já que a voz das duas super casam bem. R'n'b de divas. O remix de Betcha Gon' Know conta com o R. Kelly. Confesso que agora não lembro se é muito diferente da versão original de dez anos atrás, mas é uma balada bem válida. E antes que me perguntem: não, eu não catava o R. Kelly.
The Art of Letting Go é uma balada bem curiosa. Primeiro é basicamente um combo de vocal e cordas. Depois vêm as batidas. Enfim, uma produção excelente!
Como bônus da edição japonesa, temos America the Beautiful, uma música tradicional americana que é basicamente a Mariah cantando, um piano cantando e um coral por trás.

E, após o lançamento de "The Elusive Chanteuse", o impossível acontenceu: Mariah voltou à sua primeira gravadora, a Sony! Depois de tantos desafetos e ir pra lá e pra cá com sua bagagem musical, Mariah assinou mais um contrato milionário com a Sony e o primeiro lançamento foi a coletânia "#1 to Infinity".
A coletânia não tem nenhuma grande novidade (além daquela capa MEGA photoshopiada) e conta apenas com as músicas que chegaram a número 1 na Billboard, além da nova Infinity, que eu ODIEI. Podia ter mandado uma música mais old skool Mariah, neám?
Ufa! E chegamos ao final dessa longa trajetória na discografia da Mariah! Bom, se tem algo que eu posso afirmar é que mordi minha língua várias vezes ao ouvir pela primeira vez algumas músicas mais recentes dela. Como todo mundo já tá careca de saber, cago pra Mariah após o "Rainbow", mas não posso negar que ouvi MUITA música interessante de lá pra cá... mas também ouvi MUITA... mas MUITA porcaria. 
Acho que... enfim... esse é a sonoridade que a Mariah deve gostar de fazer, mesmo que às vezes ela agrade seus fãs mais antigos com uma baladinha aqui e outra ali. Eu continuo agarrada ao meu "Unplugged MTV"... meu álbum favorito EVER.

Um beijo e até a próxima,
Marryrain... aloka!

You're Mine (Eternal)

Remix feat. Trey Songz
Jermaine Dupri x Kurd Maverick Germany to Southside Remix
Jermaine Dupri x Kurd Maverick Germany to Southside Remix Edit
Jump Smokers Remix
Jump Smokers Radio Edit
Jump Smokers Instrumental
Fedde Le Grand Extended Mix
Fedde Le Grand Radio Mix
Chus & Ceballos Main Mix
Chus & Ceballos Radio Edit
Gregor Salto & Funkin Matt Remix
Gregor Salto & Funkin Matt Radio Mix
Gregor Salto & Funkin Matt Instrumental Dub


Minha coleção de ecstasy, meu amô:
Xente, vou ser... assim... bem breve pra falarmos logo dos remixes, porque vocês já perceberam que hoje temos um post caprichado, néam? Fazia tempo que a Mariah não investia tanto nos DJs prum single dela. Enfim, "You're Mine (Eternal)" foi o terceiro single do "Elusive Chanteuse" e, embora a música não seja ruim, ela não fez lá aquele sucesso. Eu particularmente acho o clip bem... mas BEM... cafona com a Mariah no meio da mata, numa coisa meio fada. Vale lembrar que eu SUPER catava o Trey Songz. Deixava gozar na boca e tudo mais. Enfim, essas coisas que vinhado adóga fazer.
Vamos começar a bateção de cabelón com o ÓTEMO Jermaine Dupri x Kurd Maverick Germany to Southside Remix. Xente, que delícia de remix! Eu super espero que o Kurd Maverick tenha ensinado pro Jermaine Dupri como produzir coisas dançantes igual a esta versão, viu? Um dance eletrônico bem digno.

Pruma coisa mais pintosa e buatchi de vinhadinho, temos o Jump Smokers Remix. Dance moderno pra fazer a biluzada perder a compostura na dancefloor, meu amô. Uma delicinha também. 
Eu acho o estilo do Fedde Le Grand pra lá de tedioso, mas o Fedde Le Grand Extended Mix não é terrível (só é mais do mesmo). A grande surpresa é o Chus & Ceballos Main Mix. Xente, não ouvia falar desses dois há séculos! A bateção dá uma acalmada e vira um club diva mais phyno... mais a minha cara, aloka. 
Por fim, mais pinta com o Gregor Salto & Funkin Matt Remix. Esse single foi pensado na bilu contemporânea que quer dançar, beijar, beber e se acabar na buatchi. Fechamos a discografia com chave de kool de ouro, meus amores!

TBT: Rita Cadillac e as travestis

Depois de deixar minha peruca... minha identidade, xente!... naquele saco de lixo preto, um guarda me levou até minha cela. Eu esperava uma cena de filme de suspense... aquele monte de travesti com as mãos pra fora das celas gritando, clamando por Maddyrain! Que decepção. O presídio tava completamente vazio! Não acredito que me mandaram prum presídio de travesti SEM travesti! Quequeéisso?!

_ Seu guarda, aondji tá todo mundo? Posso ficar com Amélhinha Casa-de-Pinga?
_ Tá todo mundo no pátio. Hoje é dia de show. E você ficará com outra trava. Amélhinha foi pra outro pavilhão.
_ Quem é minha coleguinha de quarto?
_ Você conhecerá mais tarde. Chegamos.

Olhei pra minha futura casa. Sabe que até era arrumadinha? Um monte de planta, uns posters da Madonna (claro!), uma TV presa na parede e dois posters do Alexandre Frota. Ai que perigón.
No pátio, uma multidão de travesti. Eu tava tão envergonhada de estar nua em pelo que nem fiquei sondando o lugar. No centro, um palquinho com duas caixas de som enormes tocando "Try It On My Own" da Whitney Houston. Xente... até eu que sou super anacrônica tenho limites, néam? Virei pra travinha do meu lado e perguntei:

_ Alguém precisa atualizar esse DJ, néam gata? Essa música já deu tudo o que tinha que dar e fechou o edi de vez...
_ Tá reclamando da DJ?! Tá reclamando da Symony Synethy!?
_ Ai, não! Desculpa! Xente... - olhei praqueles dentes de ouro à la rapper perigoso e fiquei com medo de verdade.

De repente, não mais que de repente, eis que surge no palco Rita Cadillac com toda sua glória de diva pornô dos presidiários. Rita Cadillac?! Mas xente, isso aqui é um presídio de travestis! Você trouxe o Alexandre Frota pelo menos?!

_ Oi, meninas! Tão boas, meus amores! Ai, tava com saudades de vocês, docinhos! A vida pornô é cansativa, vocês sabem, mas sempre arranjo um tempinho pras minhas meninas do coração! Vamos rebolar o popozão!? - e começou a balançar aquele rabão pras travestis! Fiquei passada. Juro.
_ Madonna... máquequeéisso?! Todo mundo tá rebolando igual!
_ Tá reclamando das minhas amigas rebolando o edi?!
_ Não! Ai credo! Não se pode falar nada com você, hein?! Quanta raiva nesse edi!
_ Meninas! Eu sei que vocês gostam é de neca!! Cláudison! Rolbison! Venham aqui meninos! - e dois gogo boys apresentáveis subiram no palquinho usando nada além de coturnos e microssungas. A bicharada ferveu e achei que aquele caldeirão de vinhado ia explodir a qualquer minuto! Ao som de Whitney, Rita começou a dançar com os dois gostosões e eu só vi as duas necas ficando cada vez maiores... mais duras... ai que saudades que foi me dando de uma boa neca... Até esqueci o nome cagado dos boys!
_ É nova por aqui?
_ Ai que susto!
_ Prazer, Odessa Odalishka.
_ Inhai, Odessa? Maddyrain.
_ É nova? Carne nova eu tenho que provar primeiro.
_ A senhora não vai provar nada, meu amor. Eu lá tenho cara de travesti que bate bunda!? Tenho que conhecer minha amiga de cela ainda. Acabei de chegar e estou sujinha. Se o babado com a senhora for outro, depois da xuca a xente conversa, tzá?

Preferi sair do pátio pra não correr o risco de levar uma gozada perdida. Sentei na minha caminha e fiquei esperando minha parceira de cela... Ai, tava até com medo de quem poderia aparecer. Ouvi uns saltos altos pelo corredor. Seria minha nova coleguinha? A travesti parou na porta da minha cela. Esbugalhei os olhos e gritei:

_ Você?! Não acredito!

Try It On My Own

Radio Edit (thanx to N!)
Thunderpuss Club Anthem Mix
Thunderpuss Radio Mix
Thunderpuss Radio Mix Instrumental
Thunderpuss Private Invite Mix
Thunderpuss Tribe-a-Pella
ThunderDUB
Global Soul Club Mix
Global Soul Radio Mix
Global Soul Acapella
Maurice's Nu Soul Mix
Maurice's Nu Soul Radio Mix
Pound Boys Mix (low quality...)
Pound Boys Radio Mix
Pound Boys Dub
MaUVe Club Vocal (thanx to N!)
MaUVe Dub (low quality...)


Selo "Chupa meu Edi" de Qualidade:
Nada como o tempo, meus amores. O tempo apaga a tristeza, a raiva da bilu traída pela melhor amiga... O tempo só não apaga a lembrança de uma neca boa e gostosa. O tempo também é ótimo pra apagar de nossa memória aquelas músicas que tocavam três, quatro vezes na buatchi e ninguém aguentava mais... igual a "Alone", do Offer Nissim, ou "Try It On My Own", da Whitney. Eu confesso que ainda não estou curada de "Alone"... não posso nem pensar em ouvir essa bomba na buatchi...
Aliás, "Try It On My Own" fechou com chave de kool duas coisas: a carreira da Whitney, que depois nunca mais emplacou nada, e os remixes bombásticos da dupla Thunderpuss (uma pena para os dois casos... mas fazer o quê?). Amores, toda bilu maior de idade bateu muito o cabelo ao som do Thunderpuss Club Anthem Mix! Não venham fazer a teen pra cima de mim porque eu sei que todo mundo aqui despirocava na buatchi ao som das castanholas desse remix! A versão original de "Try It On My Own" é um mela-calcinha bem chatinho... mas esse remix, minha xente... esse remix faz até ativo virar passiva! Ou seja, nunca dance Whitney com seu bophy! Não vamos perder a neca da vez! Thunderpuss Private Invite Mix lembra um pouco o Club Anthem, mas tem umas batidas diferentes... É mais recomendado pras bilus menos fervidas.

Seguindo a tradição dos singles com remixes do Thunderpuss, todos os outros são ignoráveis e nada chegou a tocar na buatchi! O Mike Rizzo, tadinho, não passa do estágio promocional. Eu até que gosto do trabalho dele. Podem se jogar no Global Soul Club Mix. É um club vocal gostosinho, batidas bem buatchi.
Maurice Joshua segue a linha que já cansou um pouco misturando house com soul. Acho que a única vez que ouvi Maurice Joshua na buatchi foi com o remix dele pra "Bills, Bills, Bills" das Destiny's Child... isso porque todo mundo achava que era do Thunderpuss! Podem pegar o Maurice's Nu Soul Mix. É bonitinho e os backing vocals são interessantes.
O remix dos Pound Boys é um housezinho bem marromenos e os remixes do MaUVe estão com a qualidade meio cagada pra serem recomendados... Se alguém tiver com a qualidade boa, lembre-se da Maddyrain. Você pode ganhar um kétji gostoso...

Maddyrain não tem, Maddyrain quer:
Aim, mas olha... não esperava que fosse tão difícil reencontrar os remixes dessa música, viu?!

maurice's nu soul instrumental  8:21

Sobre portos e retalhos

Sabem, na minha inocência pós-adolescente eu queria viver de escrever livros. E, por favor, queria fama no pacote, tá? Porque só "escrever livros" é fácil, o duro é ganhar dinheiro com isso. Mas, enfim... nessa época, conheci um escritor de relativo sucesso (mas do qual eu nunca havia ouvido falar) e saímos algumas vezes. Como ele estava bem além da faixa etária que me interessa, mantive nossa relação apenas na amizade, embora ele não aceitasse isso muito bem. Talvez ele se levasse a sério demais e tinha o hábito chato de não parar de falar, mas ele elogiava os meus textos e isso que me importava então.
Certa vez, em tom de crítica, ele disse que eu era como uma cidade portuária. Olha, já me chamaram de muitas coisas, mas de "cidade portuária" nunca! Pedi explicações porque você não chama alguém de "cidade portuária" e sai como se nada fosse! Segundo ele, as pessoas chegavam em minha vida, me ensinavam algo ou simplesmente deixavam a sua marca e partiam em seguida. Embora a metáfora tenha lá sua beleza, eu não gostei do título e passei muito tempo achando que eu era mais uma biluzinha fútil e sem personalidade na paróquia.

Com o tempo, percebi que a comparação feita pelo escritor vinha toda carregada da mágoa por eu não ter permitido acesso aos meus encantos carnais para ele. No entanto, desenvolvi a metáfora dele numa imagem talvez já utilizada por outras pessoas. Sim, de fato somos todos "cidades portuárias", pois não há como evitar que os outros nos marquem ou ensinem algo que pode ou não durar. Teríamos que ser muito impassíveis para nunca recebermos e aceitarmos contribuições intelectuais ou criativas de quem passa por nossa vida. Ou então, simplesmente não estamos rodeados por pessoas que tenham algo de interessante a nos acrescentar.

Carregamos uma colcha de retalhos em que cada experiência amorosa, profissional, social, intelectual... é um pedaço que bordamos dia após dia. Piegas, eu sei, mas não é verdade? Quantos não são os amigos que nos marcaram com suas ideias, opiniões e gostos e que, com o tempo, foram ficando para trás? Como se num passe de mágica fossem tragados pelo andar da carruagem. E isso não é algo ruim, não! Não quer dizer que a amizade não foi verdadeira; ela apenas não sobreviveu.
E o que dizer daqueles com quem trabalhamos e criamos um laço afetivo? Como nenhum emprego é para sempre, quando saímos deixamos para trás corações partidos e fofocas inacabadas, não é? Aí conseguimos outro trabalho, conhecemos novas pessoas e os amigos do antigo emprego paracem tão distantes. 
Sempre fico com um aperto no coração quando relembro tanta gente legal com quem tive o prazer de trabalhar e que (in)felizmente foram substituídas por outras pessoas tão legais quanto e que eventualmente serão substituídas por outras pessoas também legais... Enfim, é um ciclo natural em que, é claro, conseguimos salvar aqueles que realmente nos marcaram e formaram mais um quadrado em nossa colcha de retalhos.

Como é gostoso sentar-se e pegar minha colcha, colocá-la no colo e revisitar cada um dos quadrados que a compõe. Tantas lembranças boas e ruins... tantas pessoas que por aqui passaram... saudade daqueles com que eu poderia retomar o contato com uma simples ligação e mais ainda daqueles que se foram para sempre.
No final das contas, sou mesmo uma "cidade portuária" em construção há 32 anos. Muitos navios aqui já desembarcaram. Alguns me enriqueceram, enquanto que outros apenas saquearam minha cidade. Cada praça, rua e avenida leva o nome de pessoas importantes que conheci e também, porque não, de algumas nada memoráveis com que tive o desprazer de conviver. Levei anos para assumir responsabilidade por esta cidade. Para chamá-la de minha... Afinal, cabe apenas a mim decidir qual quadrado ficará na minha colcha de retalhos... qual memória ilustrará uma ladeira de minha cidade.

Um beijo,
Maddyrain

Arms Around the World

Radio Mix
Fire Island Vocal Mix
Roach Motel Dub
T-empo Club Mix
T-empo Dub Mix
Rated PG Club Mix
Rated PG Dub Mix


Uma neca all around the passiva:
Xente, olha, nem sei como que fui descobrir essa moça chamada Louise! Tudo que sei dela é que é inglesa e que obteve relativo sucesso no Reino Unido na década de 90. Será que suas músicas chegaram até aqui? Aí já não sei... Enfim, acho que descobri "Arms Around the World" fuçando no YouTube. Gostei do Radio Mix e fui atrás dos outros remixes (que não foram fáceis de encontrar, by the way). "Arms Around the World" é uma baladinha pop bem bonitinha e gostosinha. Sabe aquele tipo de música que não machuca? Que já vem toda besuntada no KY? Entonces.... é ela!
Sempre que tem remix do Fire Island eu sei que vou gostar. O Fire Island Vocal Mix tem a sonoridade bem diferente dos outros trabalhos da dupla que eu conheço. Uma coisa meio... garage? Será que tô inventando termo aqui? Pode ser... e se for... meu kool!
O T-empo Club Mix é mais acelerado e jogativo e dá pra ouvir enquanto você corre na esteira. Fika a dika. Ainda mantendo o clima academia, o Rated PG Club Mix é ainda mais acelerado (mais do que eu gosto) e mega recomendo pras bichas que fazem jump. A loka! Vão pular feito condenadas!

Alô?! Maddyrain chamando!

Você acaba de adentrar as entranhas do mundo de Maddyrain, uma profissional da "náiti guêi" de São Paulo que ama house music e decidiu fazer a boazinha e compartilhar parte de seu acervo musical.

Filhos da Maddyrain

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